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domingo, 30 de outubro de 2011


JOKA

Pantomima Joseense

Dentro das artes e cultura na cidade de Cassiano Ricardo? O teatro continua a ser o carro chefe. A produção hoje quase sem nenhum apoio da instituição de cultura oficial continua de vento em polpa a classe teatral tem uma dedicação total ao fazer teatral. Talvez até sejam poucas pessoas não me interessa quantificar e sim falar da diversidade e da riqueza destes grupos  e pessoas que se fazem presentes entre eles destaca-se um grupo que teve a felicidade de montar uma peça de Plínio Marcos, Homens de Papel com direção de Reginaldo Nascimento o popular   Zé Bundinha hoje em dia fazendo e vivendo de teatro em Sampa.No caso o Velhos Novatus . E presenciei a vez que este grande dramaturgo do teatro veio a cidade conferir sua montagem.O grupo hoje liderado pelo historiador Wangy Alves esta ai de vento em  polpa é um grupo que tem suas raízes na cultura popular identifica-se com a Zona Norte de São José dos Campos e ali faz suas pesquisas e monta seus espetáculos. O pessoal de teatro em geral se dedica a formação continuada através de oficinas e na vida acadêmica. O Brasil carece de um Fundo de Cultura Nacional para incentivar estes fazeres artísticos. Mas isto é uma longa luta que se faz neste pais. A Fundação Cultural Cassiano Ricardo de modo tímido e sem divulgação alguma iniciou um projeto num espaço sem nenhuma sinalização  com teatro a preços populares que vergonha para uma instituição deste porte. Explorar a classe teatral jogando-os num espaço sem infra estrutura nenhuma. E vergonhoso ver uma cidade sem uma proposta de cultura que não esta antenada as reais necessidades da arte,cultura no século vinte e um. Ela não paga um cachê aos grupos e os deixe a mercê de uma bilheteria. Isto num pais que se concentra na indústria cultural é um absurdo. Precisamos incentivar estes homens e mulheres que dedicam suas vidas a arte. E não jogalos nos porões da instituições de cultura do pais. A peça que assisti neste sábado foi Coração Denunciador um monologo feito pelo experiente ator Fernando M. Rodrigues baseado no mestre da literatura do século dezenove Edgar Alan Poe. É uma peça que quero rever devida a excelente atuação deste ator. Uma bela montagem onde se vê um teatro dos bons. Gosto do fazer teatral , pois esta longe de algo pré-fabricado  que vemos na TV no Cinema e até nos festivais de música o teatro é no grande sentido ainda uma arte artesanal o mais próxima dos anseios do homem do que esta fabricação que vemos na mídia a todo o momento. É por isto que vou a teatros. Mesmo em espaços alternativos. Espero continuar sempre vendo este amadurecimento da cena teatral local que é bem articulada ao que se produz na capital. Que a Fundação repense sua política cultural abra espaço para quem gosta de arte de opiniões. E faça São José um pólo irradiador de cultura. Que com o esforço pessoal e coletivo de nossos artista já o é. Assim faremos teatro,cinema, literatura. Estamos ai somos Os Sobreviventes. Sucesso sempre as nossas atrizes e atores. Que se dedicam com nunca ao teatro. Irradiando esta tradição que vem desde a Grécia antiga. Que é retratar a humanidade em suas dores,desejos e amores. A arte nos torna humanos.

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joão carlos faria             


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Edu Planchez o homem que carrega tempestades nas mãos

Que ser humano estranho é este Edu, sobe em cima de casas ameaça se jogar por não querer trabalhar? Mas enquanto poeta já trabalha. Nasceu estrela. Não se prende a esta sociedade. Que nos exige o pão de cada dia. Edu já nasceu cigano. Circula pelo mundo. Uma hora Rio. Derrepente Nova Yorque. Tem afetos e desafetos. Nunca se prende Edu na camisa de força do trabalho. Tempestuoso  uma hora critica a indústria cultural. Outra hora compõem para os mesmos. É assim Edu que nos brinda de forma gratuita com seus versos. Suas músicas. Em minha opinião é ator e dos bons. Ele mora em frente a toda poderosa Rede Globo. Mas quando passa em frente cospe. Catarra e joga praga. Por estes dias foi visto na manifestação contra os capitalista. Mas dia deste em Paraty foi a coquetéis e sarais na casa de príncipe. Edu anda por entre mendigos. Por entre reis já me falarão que foi em festas na casa de Eike Batista. Mas sempre o mesmo a urinar nas piscinas dos ricos e poderosos e a compartilhar cachorro quente com quem precisa. Edu uma metamorfose. Um mutante. Sempre contra o sistema que não o absorve. Mas ele sempre sorve. Vaga pelas ruas do Rio. De vez enquando aparece em São José dos Campos cidade que odeia e ama. Como uma próstituta. Edu poeta quem sabe profeta. Mais um poeta que desceu as escadas do inferno. E não quer chegar aos céus. Esqueceu-se que baixamos para poder subir. Já jogou cartas. Já leu as mãos mas sua avó profetizou sua cina de poeta. Edu um bendito. Que se veste de maldito. Personagem do Rio quem sabe um novo malandro. Cheio  de tempestades na cabeça. Tem saudades de Solfidone. Com quem fazia poesia sentado numa praça. Às vezes abriam portais e navegavam pelo universo. Sentados numa carruagem de fogo. Sua poética viceral. Que desce a infernos. Este é um homem que carrega tempestades nas mãos.

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joão carlos faria   

quarta-feira, 26 de outubro de 2011


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Talvez só DEUS não erre.

A Fernando Ito que completa cinqüenta anos.

Noite febril de primavera. O calor se faz forte. Pernilongos nos atacam. As vezes nos esquecemos que vivemos nos trópicos curo-me de uma infecção na garganta. A vida é assim mais baixo do que auto. E vamos seguindo nossa jornada. Tem outra maneira de seguir? A realidade se faz mais presente que a fantasia. Nem por isto deixo de sentir a presença do Divino a idéia de um Deus único. Pregada no Islã me intriga sou gnóstico também acredito em Deuses. E venho de uma tradição familiar Cristã.  Católica Apostólica Romana. E isto tudo misturado e digerido  nos forma. É nossa base cultural e social. Aprofundar no universo místico adensar o saber é a única necessidade humana. Descobrir e experimentar para saber de onde viemos, porque estamos aqui e para onde vamos. Desde sempre na mais tenra infância me interesso por estes saberes. E ai quando mais subimos as escadas menos sabemos e muito experimentamos. O divino é experimentação.Qualquer coisa mais é puro intelectualismo e organização social. Costume de povos. Deus deve ser experimentado. Seja qual for nossa base social e de fé. Já tive diversos preconceitos sociais com esta ou aquela religião. Eu hoje apesar de me ligar ao gnosticismo busco meu entender. Busco meu experimentar. E isto é individual é sozinho. E vem do berço, vem de vidas e mais vidas. Muitos profetas, sábios nos deixaram suas pegadas.Muitos escritores mas o caminho e o chegar a Deus é individual e pessoal. Seguir regras sociais, seguir leis é necessário vivemos em sociedade. Trocar a experiência com o divino com alguém próximo ou descreve La como faço neste texto é importante , mas a verdade para mim é uma e para outra pessoa é outra. As regras religiosas, as leis existem e sempre existiram , mas achar a Deus. Ou Deuses ou o sagrado esta dentro de nós.Nossa base enquanto ocidentais são as leis de Moises, Jesus Cristo. Se fosse eu oriental seria Buda, Mohamed. Devemos nos aproximar de todas e compreender as raízes. Deus esta em mim. Algo me diz que estou nele. E tudo o mais devo experimentar e viver em minhas vinte e quatro horas. A todo o momento mesmo quando tiver em tentação, tiver em queda. As quedas nos trazem a vivencias, pois quando em trevas buscaremos a luz. As vezes me pego cantando uma sutra Islâmico ou rezando um Pai Nosso. Mas vejo Deus quando vejo um pássaro voando e caçando em pleno universo urbano, numa criança que brinca. Na dor do próximo e na minha. Desculpem  faço parte desta sociedade e consigo ser tão politicamente incorreto como ser também correto. Não sou bom nem mal sou humano. Sou homem. Tenho minha cultura ocidental. Não a nego. E acabo sendo igual a todo mundo. Se eu aprender a usar no meu dia a dia o autocontrole que uso quando trabalho para mim mesmo conseguirei ser um pouco melhor. Sei que mesmo assim errarei. Talvez só Deus não erre? Talvez Deus já tenha errado mais ai é com ele.Talvez eu não tenha nada com isto. Um dia quem saiba eu compreenda. Mas Deus é experimentar é sentir e não temer. Não o vejo como aquele senhor brabo e que devora seus filhos como na mitologia grega. Deus é uma infinita liberdade é conhecimento. É presença. Não é uma invenção do coletivo. Do homem primitivo.Nem do homem de hoje. Deus é pai é mãe. Às vezes bom ou mal na nossa abissal ignorância. Enfim Deus nunca é ateu. Como os versos de um poeta. Deus se faz em mim. Em ti em nós. Deus vai além do amor.

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joão carlos faria           


terça-feira, 25 de outubro de 2011

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joão carlos faria

domingo, 23 de outubro de 2011


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Beijos incendiários ...

Dedicado a Vilma Belfort

Sugas-me pelo espelho, absorve-me através de tuas retinas por entre dores físicas. Cá estou de alma em flores na tarde primaveril. Com meu vulcão em erupção. Em devaneios. Ela caminha com amigas. E entra em êxtase diante da beleza da Mantiqueira. Ouve Vila Lobos. Ela dança na primavera em cio. Em delírios tropicais. Vê-se nua a fazer amor dentro das águas de uma cachoeira. E ao mesmo tempo contempla as imagens. Ela multifacetada. Por entre dores de partos. Por entre o menstruar de um novembro que ainda não veio. O sangue escorre por entre suas pernas. E se vê nua pela mata atlântica. O verde abundante no cantar de pássaros. A noite se faz no crepúsculo. Ela em cio.Uma febre de desejo. O abstrato azul refletindo um corpo feminino. Cores infinitas cores. Minha retina se torna uma palheta. Multiplico desejos na tela. Ela se vê índia numa tribo. Pintada mergulhando em cachoeiras. Tornando-se flor. Se vê em partos. Se vê fecundada pelos raios do Sol. Luz a penetra La num êxtase. Cartas se desfazem em bueiros. Ela se despe num canto solitário. As estrelas surgem. Muitas já não existem. Mas iluminam sua noite. Sugas-me pelo espelho. Beijos incendiários ... Sou o raio de sol que te fecundas. Beijo te incendiando. Ela em silencio toca piano e compõem canções. Ela de vestido vermelho. Desfaz-se na tarde primaveril.Boca que me enche de prazer. De emoções e desejos possíveis. Língua em brasa.Penetro-te vagarosamente. Uma rosa em rosa se desfaz por entra a floresta.Sugas-me pelo espelho.    

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joão  carlos faria   

quinta-feira, 20 de outubro de 2011


Baudelaire e Keith Richards
Posted by dailor on October 18, 2011
http://entrementes.com.br/wp-content/uploads/2011/10/dailor1-300x225.jpgPor Dailor Varela…
Todo artista, poeta deve ser um guerrilheiro, um “terrorista” contra a porcaria das regras sociais impostas por esta sociedade cretina em que vivemos. Não acredito em poeta, cuja vida é familiar e bem comportada. dirão os leitores que um João Cabral de Melo Neto, por exemplo tinha uma vida cotidianamente bem comportada.
Enganam-se. Apesar da sua sisudez, João Cabral guardava dentro de si uma insistente “loucura”. Pra mim todo artista deve ser um anarquista escachado. Exemplos disso foi o poeta francês Baudelaire, que todo mundo sabe foi um pirado em rotação.  Keith Richards, dos Rolling Stones é certamente um exemplo mais radical deste anarquismo e mau comportamento. Seria impossível que ele tivesse um bom comportamento existencial. Fazendo da sua vida uma contravenção Keith Richards é pra mim um ícone do anarquismo e do mau comportamento. Um poeta de vanguarda, meu amigo, em Natal me dizia sempre que não podia conceber quem praticasse uma poesia revolucionária e vivesse “caretamente” no seio da família.
“A família atrapalha a arte” disse um poeta de São José dos Campos, que não cito o nome para não queimá-lo diante dos covardes e bem comportados poetinhas da terra de Cassiano Ricardo.
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De Dailor  a Nietze.
Grita Nietz É necessário possuir um Kaos dentro de si para dar a luz a uma estrela brilhante.  

Dailor é um provocador nato. Dos bons já rasguei jornais dele em bibliotecas. Os membros da Irmandade Neo Filosófica também rasgaram uma edição do LITTER. Este é Dailor acho que falta em nossos interiores não só aqui no Vale uma política de criação de editoras,gravadoras,produtoras de cinema.Acho louvável os Pontos de Cultura mas algo tímido diante da imensa possibilidade do novo que pode e há no interior deste pais. Sim falo de uma política pública séria e eficiente para a cultura deste Brasil. Porque não um fundo de cultura nacional? Para dar frutos. Sei que o texto de Dailor em seu desabafo fala de um comportamento anárquico , mas talentos a que ele se refere são raros. É muito difícil ver surgir os Oswald de Andrade, Cazuza, Renato Russo, Glauber. Temos ai vivo Caetano, Gil, Chico eles sobreviverão a tudo e a todos. Tico Santa Cruz se esforça , mas não alça este vôo. Coisa que Lobão faz bem. Mas hoje identifico sua revolta num viés de direita nunca assumida. Como a de Arnaldo Jabor. É doloroso assistir aos Clipes no Canal Brasil e ver aquelas coisa acomodadas e ver talentos como Ale Freitas aqui do Vale do Paraíba fora de foco. O cara tem muita qualidade e por ser aqui do interior não tem o merecido espaço. Sei que faltou certa direção em sua apresentação num teatro ,mas isto é de menos. Aqui no Vale temos uma infinitude de talentos que nunca virarão estrelas. Será que os fazedores de opinião neste pais são tão democráticos assim?  Mas carece por aqui uma noção de profissional idade que no grupo Teatro da Cidade não falta sobre a batuta de Claudio Mendel este grupo se firma na cena nacional de teatro. O que nos falta? Sim falta nos dinheiro para produzir. Faltam financiamento e incentivo de governos. Dilma poderia orientar via o Ministério da Cultura o BNDES para se financiar a produção cultural do interior deste imenso Brasil. O governo faz isto financiando as rádios e repartindo as verbas. Porque não na indústria cultural?  Talvez falte esta visão aos produtores de cultura do Vale e do resto do pais. Buscar formas de financiamento para que produções regionais de arte e cultura se difundam pais afora.No mais vamos fazendo nossas produções caseiras. Sem infra enquanto não nos vem o apoio necessário a construção de uma nova identidade de arte e cultura nestes pais. Os militantes do PT agiram bem ao lançar o debate do marco regulatório das comunicações vamos ver se o debate vai pegar? No mais estamos ai atentos. Eu aqui em minha vidinha familiar e acomodada. Prefiro assim , pois os conhecimentos que estou adquirindo nesta vida me dão a base para aprender a pensar e agir com mais vigor e realmente tentar fazer nascer uma estrela dentro de meu coração.

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joão  carlos faria      



quarta-feira, 19 de outubro de 2011


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O dragão se faz presente no céu do Tibet.

A noite se arrebenta. Quando o sol desce as escadas do ocidente para iluminar o Oriente. Vejo-o surgir. Eu homem ainda adormecido. Caminho pelas flores do irrevelado Tibet. Vejo lindas mulheres na TV. E absolvo-me de minhas lúxurias. Quais os limites entre o belo e o pornográfico?  Por ainda não compreender prefiro não me arriscar no luxurioso universo virtual. Lindas mulheres que recitam mantras. Caminho pelo Tibet. com minha torpe imaginação. O grito se faz em vermelho. Nestes dias primaveris. O sangue pulsa no coração. Ouço as  batidas de meu coração. Gatos fazem do forro de minha casa moradia. Qualquer hora destas cairão por cima de minha cabeça. Há infinita ilusão de existir. Com estas dores corporais. Quando me livrarei de minha malévola sinusite. Não devo cortar minha cabeça para que o sangue jorre abundantemente?  Renascerei eu de minhas cinzas?  Quando criança via vários filmes orientais. E hoje recito mantras. Qualquer hora destas recitarei noite adentro. Com esta dor não consigo a necessária concentração para meditar. Tudo é mente. Tudo nos engana. Vitimas de nossos sentidos. Desculpe mas não sei se estou aqui neste exato momento. Minha mente se desvanece em pensares de luxúria. Silencio-me para ouvir o meu pulsar. Desculpe ainda não sei cantar. Não sei tocar nenhum instrumento  e sei criar música. Que estranho. Aquele lago que vejo no Tibet. Dragões adentram a minha mente. Luto ferozmente contra eles. Nada deve habitar meu ser. Enfrento meus demônios imaginários. Cruzo sinais vermelhos. E o Dragão se faz presente no céu do Tibet. Estou em fúria. Numa tempestade no Oceano Pacífico. Mulheres se apresentam dentro de meu sono. Assim não consigo despertar? Já não quero ser adormecido.Chega de adormecer. Fujo de minhas criações mentais. As destruo com espada em mãos. Perco mais batalhas que venço. Saio trôpego do universo de Morfeu. Ainda irei além de Tropabana. Além de Pasárgadas. Tudo dói em minha cabeça. A dor física me aprisiona. Gatos brincam em meu telhado. Minha cabeça dói. Meu corpo dói. Não consigo visualizar o Deus que habita meu ser. Deus para mim tão perto e tão longe. Hoje perguntei a uma criança quem lhe tinha dado aqueles belos olhos?  Olhou sorriu e respondeu quem mais além de Deus. Tudo nos é dado. Tudo nós é tirado. Curvemo-nos diante de Deus. Naufrago numa embarcação tentando voltar ao Tibet. Tentando alcançar Shambala. Onde estive por uma noite. Não queria voltar a este corpo. A este universo físico. Mas voltei. Ai ai ai de mim. Se não reencontrar a chave que esta perdida dentro de mim mim mim. Vou-me embora para Pasárgadas  , mas não há mais Rei. Não há mulher. E sem mulher não sou nada nada nada. Vou-me embora adentro dentro de meu coração coração coração. Ainda regressarei ao Tibet Tibet Tibet ...A noite se arrebenta dentro de minha cabeça. O sol ainda não ilumina minha cabeça.

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joão carlos faria

domingo, 16 de outubro de 2011


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A primavera Joseense ...

Há clichês que são sempre gostosos de citar e nossa escrita no ponto de vista estético não traz tanta novidade. Pelo jeito nunca ganharei premio algum ou terei livro publicado por alguma editora de porte. O importante é a vida é esta chuva e este frio primaveril é clichê ,mas DEUS em nossa boca talvez o seja. Tudo acontece e não acontece. Dei um tiro e errei o alvo num texto anterior onde citei o SESC  mas foi bom gerou um bom dialogo com alguém como esta internet deve gerar. Não cuspo em prato que como o SESC salva a cultura destes pais. Algo que não vemos de nosso sofrido Ministério da Cultura. Minha cidade no caso São José dos Campos tanto na situação como na oposição carece de lideranças. Parece que nos agentes políticos somos destituídos de cérebro. Nossos ativistas vivem a dormir e montar estratégias ultrapassadas. Gerando um falso embate entre a direita e a esquerda onde os lobos sempre se dão bem. E nos das bases sociais sempre quebramos a cara. E a eleição em 2012. Vai ter este viés morno e seremos todos vomitados vencendo situação ou oposição. E enquanto a população sofre com seus lotes consirederados irregulares e portanto não cria uma infraestrutura adequada nas periferias. Um transporte de ônibus caro e ineficiente. Uma educação sem nenhum apoio aos professores e aos alunos. Com uma visão míope do que é empreendedorismo. Enfim uma cidade rica e pobre ao mesmo tempo. Onde não se constrói uma oposição que haja de forma inteligente e que arranque avanços sociais para nossa infeliz comunidade que se acha membros de uma classe média. Que não tem nenhum conhecimento para se interpretar e exigir direitos. O 156 serviço da prefeitura para ouvir o cidadão na verdade  é uma estrutura para discupite e nos dá informações oficilialoides que nada nos acrescenta. Temos uma Câmara de Vereadores atrelada aos desmandos da administração Eduardo Cury. Vereadores que de lideres não tem nada. São ótimos para conseguirem votos e se elegerem. Mas acéfalos não sabem pensar por si mesmo. Refletir a cidade e suas necessidades. Servis a qualquer otário que esteja na cadeira de prefeito. São José com seus institutos que pensam a cidade e nunca propõem nada novo. E assim caminhamos para 2012 com Carlinhos de Almeida representando a oposição oficial versos algum candidato do PSDB. E nada novo no front. Cabe a comunidade que se diz pensante e eu desconfio muito que realmente conseguimos pensar algo além dos velhos clichês de esquerda ou de direita. Assim vivemos numa eterna São José adormecida. Que pode sempre vir a ser. Que se gaba do que já conquistou. Uma cidade extremamente consumista. Burocrática que não incentiva a arte, a cultura e o pensar. Do jeitinho que a direita que a administrou nos anos do regime militar a planejaram. Mas sempre se pode ter reação o mundo vive uma primavera e estes ventos chegarão a nossa amada São José dos Campos. Assim com este texto inauguro a nova cara do portal  Entrementes esforço pessoal de Elizabeth Souza e com muitos colaboradores e entre eles o web designer Paulo Chiachio da www.sitevale.com.br   assim tentamos colaborar para dar uma outra identidade ha cidade e ao nosso Vale do Paraíba. Contribuindo com uma ação política e humana para se criar um novo Brasil. Um pais que seja nação de verdade. Que construa homens e mulheres que sejam forjados numa ética que traga o novo. Que se baseie numa filosofia que construa um pensamento de avanços sociais,artístico. E não estes pais hoje consumistas. Baseado numa sociedade competitiva e  predatória que destrói os recursos naturais. Chega o novo se faz urgente construamos com uma consciência libertária e humana. Deixemos de sermos lobos do homem.  

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joão carlos faria
  

sábado, 15 de outubro de 2011


O bom combate

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Não sei quem é este sr. mas é de uma insensibilidade bem tacanha.
A realidade para cada brasileiro ou ser humano é uma.E cada um encontra a sua maneira de ajudar ou pedir ajuda.Tentei depositar uma contia mas deu conta inexistente. Nem iria me posicionar publicamente. Respeito o Nélio ou qualquer pessoa que se posicione artística e politicamente em nossa cidade. Ou qualquer cidade. Goste eu não das obras feitas. Sei das dificuldades de quem faz arte nestes pais. E como digo ainda teremos editoras, produtoras de cinema em nossa cidade.
E Nélio é uma das pessoas que contribuem para isto com muito talento.
No mais sucesso para cada um de nós em nossos projetos individuais. E inteligência e sabedoria para que aprendamos a construir projetos coletivos. O que acontece com Nélio é outros é ausência de uma política pública. Num pais que prefere socorrer instituições bancarias a socorrer sua população.    
Num pais que não investe nacionalmente em fundo de cultura. Que prefere bancar a cultura privada do Sistema S. E de bancos e empresas. Não tenho nada contra o Sesc ou Sesi.Mas necessita-se uma reforma no financiamento público de cultura neste pais.
Coisa que não vimos no governo Lula ou Dilma. E ninguém cobra o deputado federal Carlinhos de Almeida sobre estes temas?
Só cobramos a administração de Eduardo Cury do nefasto PSDB?
Meus caros o macro e o micro estão no mesmo lugar. Tenhamos inteligência para nos articularmos. E exigir nossos direitos no coletivo. Deixemos de sermos vitimas. E cobremos de nossas autoridades. Uma real política pública de incentivo a cultura.Cobremos de Cury, Geraldo, Dilma.
No mais estamos ai num eterno bom combate,

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joão carlos faria   

quarta-feira, 12 de outubro de 2011


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Tédio do cotidiano ...

Noite molhada. Noite quente. Por entre a morte e a vida. Na vã ilusão da dor. Tenho queixas? Ainda tenho sonhos? Se tudo é matrix. Somos cercados por agentes. Presos a todas as convenções sociais. Meu Deus. Como crianças são reacionárias. Como adultos tentam nos dizer o que fazer. Afinal de contas realmente sabemos o que é liberdade? Se somos presos a todos os códigos de conduta. Ouço a liberdade musical de Secos e Molhados. Uma navalha corta minha carne. Gatos passeiam no forro de minha casa. Quaisquer horas vão desabar sobre minha cabeça. Perco-me no tédio do cotidiano.

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joão carlos faria

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Noite

Pela janela de um hospital vejo o fim do dia. As cores do dia se desfaziam. Quando chegavam as estrelas. Entre dores e fim de vidas. Via o surgir da noite. A vida flui quando a morte chega. E a ampulheta escorre as areias que nos levam. Não temo a morte e temo a morte. Tudo é vã ilusão. Existir é existir.  Tento fazer meu trabalho. E busco acumular algum capital cósmico. Ouço o cantar atemporal de Secos e Molhados. E o rio de minha vida deságua no oceano. Respiramos um tempo. E como chuvas voltamos a vida. É tudo um grande circular. O corpo é pesado e cansativo. Mas tenho a ligeira sensação que sobrevivo bem sem ele. Tudo flui. A noite escura. Meu coração pulsa. Estou vivo. Mergulho  no oceano. Sinto a divina presença. Não sou. E sou? Meus passos são lentos. Não entendo o que me fala? Desconheço-te.

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joão  carlos faria

sexta-feira, 7 de outubro de 2011



Acho que alguém assiste à TV para desligar seu cérebro. E trabalha 
no computador quando quer ligá-lo.” 

#Steve Jobs-Macworld, fevereiro de 2004

E desliga-se todos estes equipamentos para acessar a si mesmo.

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joão carlos faria

quarta-feira, 5 de outubro de 2011


Brincar no Face nestes dias de guerra ajuda a relaxar. Nem de toda leitura academica vive o homem.Nem de toda a comida. Nem todo sexo ou até a falta. A vida é mais. Muito mais.
http://www.youtube.com/watch?v=1K8cfufdJOk&feature=fvwrel
 ·  ·  · há 12 minutos
  • Francis Paula curtiu isto.
    • Joka Faria Deixemos a vida fluir em breve tudo passa como se canta no Eclesiastes. Somos pó e ao pó retornaremos. Viemos das estrelas e a elas voltaremos. Como falou Solfidone... Homem não sois livres nem do vaso sanitário.
      há 10 minutos ·  ·  1 pessoa
    • Joka Faria Tudo passa e eu nunca passarinho. Quero voarrrrrrrrrrrr. Dar passos quanticos. Voar voar voar.Eu me batizei nas águas da Mantiqueira. Sou atomo. Molecula. Faço parte das estrelas.
      há 8 minutos · 
    • Joka Faria E nelas já estou como nos diz Heermann Hesse em seu livro Sidarta.
      há 7 minutos · 
    • Joka Faria Como nos fala Samael Aun Weor em seu Matrimonio Perfeito.
      há 7 minutos · 
    • Joka Faria Desisto ainda não existo. Sou mero fruto de uma hipermodernidade.
      há 6 minutos · 
    • Joka Faria O mundo que viamos se foi. E isto se espalha por todos os lugares. Já não somos os mesmos.
      há 5 minutos · 
    • Joka Faria Como cantou Allen Ginsberg Celebromos Ao Renascimento da Poesia e do Humanismo.
      há 5 minutos · 
    • Joka Faria O CAPITALISMO rui diante de nossos olhos.
      há 4 minutos · 
    • Joka Faria Façamos dele cinza e que não seje FENIX. Que nasça uma nova teoria e ação economica que gere justiça a todos os povos.
      há 3 minutos · 
    • Joka Faria Somos partes de uma grande teia. Façamos o novo nascer.
      há 3 minutos · 
    • Joka Faria Deixemos de pensar. Deixemos a mente adormecida simplismente SEJAMOS. Existamos.
      há ± um minuto · 
    • Joka Faria Ter nos fez descer a abismos. Nos fez cair. Temos que SER.
      alguns segundos atrás ·