Seguidores

segunda-feira, 19 de setembro de 2011


JOKA

Vã existência, Vã resistência?

A vida pulsa. A vida nos leva. E não levamos a vida? Estamos repletos de sentir das emoções mais sublimes as mais tolas. Vivemos este admirável mundo novo. E não nos percebemos a sociedade hoje se debate, se estraçalha, discute suas idéias nos mais variados meios de comunicação virtuais. E todo numa velocidade que não se acompanha e vale mais muitas vezes desligar a maquina apagar as luzes e tentar não pensar. Anular toda e qualquer maneira de pensar. Deixar vir as energias do universo. E as vezes religamos esta maquina vamos aqui tentar nos interpretar não sei de nada.Não temos roteiros, pensamos ter um mas não temos? Caminho por este planeta há um certo tempo.E não sei de nada. Muitas vezes somos conduzidos somos fruto da época em que vivemos do que chamam de hipermodernidade. Mas só o silencio nos ajuda a nos entender. Desacelerar a mente. A vida pulsa. E nos expulsa. Como fomos expulsos do útero de nossas mães para experimentar este viver. No começo sabemos que não sabemos nada. Eu continuo a não saber nada?  Nunca há formulas. Acredito em Deuses e Deusas. Sou masculino. Tenho uma cultura ocidental de massa. Fui educado pelos Paes, nas escolas. Mas adultos não sabem nada.Nos perdemos em idéias econômicas acreditamos que o dinheiro nos traz liberdade? Que farsa,  mas precisamos dele?  Estudo numa faculdade a distancia. Agora quero criar o trabalho virtual. Ando a ler jornais de economia em papel. Tentando decifrar este universo econômico. Tudo faz parte tudo existe e nunca nos devemos ter apego a nada. A família, a amigos, religião. Tudo nos inibiria.Não somos. Não sou, volto a escrever poemas. Eles me trazem a liberdade. Mesmo sabendo que ainda não exista liberdade. Vi um filme que um homem andava nú. Quase fui lixado duas vezes por estar nú numa cachoeira e numa praia. Não tenho nenhum tabu em relação a isto. Mas somos uma civilização Barbara. Pois não respeitamos nem a nossa liberdade? Não sou? Nunca fui? Não somos. Experimento uma vida inteira sem saber o que um amor carnal um amor sexual. Talvez tenha ou não programado. Sou uma única vida em meio a uma multidão. Temos documentos, famílias, empregos , mas somos únicos. Gosto de assistir filmes que retratam isto. E hoje felizmente são infindáveis. E os traduzo aqui. Respeito todas as roteiristas e diretores que sabem fazer do cinema uma arte de tentar interpretar nossa vã existência?  Vã existência, vã resistência. Não somos não sou. Gosto da nudez as mulheres são belas. Leio avidamente livros tentando desvendar através deles o meu mundo interior. Paro e reflito silencio-me diante de meu ser. Este papel em branco me diverte. Ontem não tinha nada para escrever. Tinha me sugado tanto. Desliguei a maquina fui dormir. Hoje não vi pássaros voando. Hoje gostaria de ter ido a uma cachoeira, por isto quero encontrar uma nova forma de gerar renda que me  permita ir a uma praia a uma cachoeira quando souber que o tempo esta bom. Nunca teremos toda a liberdade, mas sempre algumas formas de liberdade. Tento seguir as lições de Hermann Hesse que narrou a vida de seu personagem Sidarta. Hoje tenho este escritor como uma leitura de ver o mundo de uma certa maneira. Um dia quem sabe aprendo a ir além em minha escrita. E escrevo uma obra definitiva? Tudo sei que é ilusão. Vaidade como se canta no Eclesiastes. Mas há vida em nós. E há um pulsar um querer viver. Um querer fazer. Divirto-me com as opiniões sem limites das pessoas nestes sites neste universo virtual. Não somos ,mas podemos alcançar as estrelas. Eu navego dentro e fora de mim. Ei de aprender os caminhos secretos da escrita. Num filme vi um batismo de sangue uma cena bela. Vi o mundo todo num segundo. Adentrei a mim mesmo e naveguei rumo ao Sol. E lá encontrei uma mulher. Fizemos amor nos fizemos Deuses. E num instante voltei a este mundo tridimensional. Somos cartezianista por demais. Nossa escola constrói crianças de uma forma cartesiana. E há muito além de Trobana. Já nos esquecemos de navegar por mares nunca Dante navegados. Depois de Camões veio Fernando Pessoa quero ser apenas JOKA. Nada além a vida pulsa e nos expulsa vivamos sejamos livres. Ainda não somos. Adentremos dentro de nosso coração.


JOKA

joão  carlos faria    

Matéria que inspirou este texto...





               

Nenhum comentário: