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terça-feira, 27 de setembro de 2011

JOKA

O fim de Wall Street

Dedicado ao eterno Nova Yorquino Paulo Chiaro.

O século vinte e um esta ai acontecendo.Hoje me deparei com um pessoal em Wall Street  estava andando por suas ruas quando vi um pessoal acampado numa praça protestando contra o Sr. Capital. Eu latino dando umas voltas por Nova Yorque e vi aquele povo todo lá. Eu que sofri de medo a hora que cheguei aquele aeroporto o medo de não passar na alfândega. Sempre quis vizitar as terras de Tio San onde a democracia moderna nasceu. Onde viveu Walt Whitman  terras de Edgar Allan Poe e muitos outros escritores que ainda fazem minha cabeça. Gente que nos ilumina. O mundo sempre aconteceu aqui. E agora o mundo acontece também fora. Queiram os donos do poder ou não. Tive noticias daí do Brasil que elegeram um global para a Academia de Letras isto não me surpreende. O que me surpreende e ver surgir uma juventude atuante e revolucionária em todo o planeta. Incluindo aqui em Wall Street. E não estas figuras demonizadas que saem de Harvard. Que criaram estas teorias econômicas que destroem economias de países inteiros. Que já acabou com o nosso varias vezes. Que tentam manter este torpe Capitalismo. Eu estou fora disto. Fico com dó dos jovens que estudam no Brasil nestas escolas ditas de excelência. Mas que formam autômatos viciados em competição no aniquilamento do próximo. Não vejo o interesse das elites políticas de meu pais para criar uma educação calcada em valores humanos. Vejo quererem em plantar uma educação que forma gente servil. Que não cria o desejo pela cooperação. Mas a juventude sai as ruas aqui e no mundo inteiro. A uma primavera surgindo no planeta inteiro. Depois de um inverno tenebroso. Que a juventude possa criar um novo mundo. Porque nos seres humanos temos que ter uma economia cada vez mais predadora. Baseada na acumulação de riquezas na mão de umas poucas famílias espalhadas pelo planeta inteiro. Porque este jogo de fragilizar os estados nações? Não sou patriota. Minha pátria é minha língua como a música de Caetano.Somos filhos de uma grande cultura de uma Espanha e Portugal  influenciada pela cultura Muçulmana. Somos frutos também da cultura Africana e da cultura Indígena das Américas. Nós somos o novo. E como Darcy Ribeiro em seu livro O POVO BRASILEIRO seremos um berço de uma grande civilização. Deixemos Harvard de lado deixemos de seguir Wall Street. Façamos como o novo cinema que cria algo que vale a pena enquanto arte. Algo genuíno. Dilma Roussef me emocionou  com seu discurso que abriu as Nações Unidas sempre achei que era um fantoche de Lula e agora a mim e ao mundo revela-se um estadista.Dilma que enfrentou um regime militar que comandou Lamarca,Marighela e hoje dá as cartas no Brasil. Nossos pais têm comando não é mais uma nau sem rumo. Sigamos em frente que a primavera se espalhe por todo planeta. Que a solidariedade vença a perversidade de poucos homens. De poucas famílias que se julgam mandatárias do planeta. Nos podemos criar uma nova forma de economia uma nova ação política. E uma religiosidade baseada no amor ao próximo. Em nosso coração pulsa o sangue de uma mudança. Não há mais um coração de pedra frio e sinistro. Estamos aprendendo a criar uma alma. Uma humanidade que desperta a fé e a mudança. Caminho por Nova Yorque por entre poetas. Vejo Allen Ginsberg,Jack Keruac  sorrirem e cantarem  juntos com as novas gerações e tudo flui por entre as pedras. Que rolam ouço um Rock composto e cantando pelos novos. Longe de festivais que no Brasil cheiram ao velho a mofo. Celebremos o renascimento da poesia e do humanismo. Estamos todos vivos. E cheios de fé e amor. Fecho os olhos numa praça, sento em baixo de uma arvore e medito e derrepente um êxtase. Sou Solfidone, Franklin Maciel, Edu Planchez, Eliza Souza,Santos Chagas . Sou todos que não se conformam com uma vida comum e sem sal. Estamos longe de qualquer média. Somos livres somos libertários.

JOKA
joão carlos faria

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