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quinta-feira, 29 de setembro de 2011


JOKA

Os segredos de Anda Luzia

Dedicado a Allen Ginsberg

Por entre leituras virtuais, enquanto ouço Cazuza na primavera quente. Leio Claudio Daniel. Deságuo nas margens dos rios. Nunca sou. Fotos antigas de sarais. Performances. E nunca vem a peça nunca vem o roteiro. Nunca escrevo um romance. Ainda farei tudo isto , mas hoje uma prova qualquer dentro de algumas horas. E vejo a solidão humana. Somos náufragos num planeta chamado Terra. Nasço a todo instante.Corto minha cabeça. Sou naufrago. Caminho pela cidade. Crio fases soltas no Face,Twiter. Nunca sou Deus. Adentro adentro aos meus segredos.Aprendo a dominar  impulsos. Interpretar  sentidos. Mas há viver no sentido . Porque os cães latem?  Porque gatas dormem sem seus filhotes, raptados pelo ser humano? Salto mergulho dentro de um lago. Subo a serra. Naufrago sem limite. Enquanto ouço Cazuza na tarde desta quinta-feira. Não sou não me leio, me releio. Que inferno que deserto. Que solidão. E olho a foto da moça nua.E uns escritos que não sei decifrar. Cadê meu Egito. Cadê meus Deuses. Cadê a mulher que me trará o êxtase? Nunca navego Celebro o Renascimento da Poesia e do Humanismo. Escrevo poemas  vindo de dentro de minha estranha caverna. Não sou não existo. Nú diante do espelho confiro minha decadência física. Minha morte anunciada e Fabrício Capnejar escreve sobre Gisele que leio avidamente num consultório dental. Ouço Barão Vermelho. Não sou não somos. Nunca fui eu navego por instantes neste planeta chamado Terra. Nunca fui. Não sou lido nem ouvido. Mero professor. A tolerar governos neo fascistas. Não sou. Nunca fui. Vou-me embora. Embora sempre estou. Embora tudo é mera ilusão. Não existimos. Mas há viver no sentido.        

JOKA
joão carlos faria

quarta-feira, 28 de setembro de 2011


JOKA

O fim de Wall Street

Dedicado ao eterno Nova Yorquino Paulo chiacchio.

O século vinte e um esta ai acontecendo.Hoje me deparei com um pessoal em Wall Street  andando por suas ruas, quando vi um pessoal acampado numa praça protestando contra o Sr. Capital. Eu latino, dando umas voltas por Nova Yorque e vi aquele povo todo lá. Eu que sofri de medo na hora que cheguei  no aeroporto: medo de não passar na alfândega.
Sempre quis visitar as terras de Tio San, onde a democracia moderna nasceu. Onde viveu Walt Whitman  terras de Edgar Allan Poe e muitos outros escritores que ainda fazem minha cabeça. Gente que nos ilumina. O mundo sempre aconteceu aqui. E agora o mundo acontece também fora. Queiram os donos do poder ou não. Tive noticias daí do Brasil que elegeram um global para a Academia de Letras, isto não me surpreende. O que me surpreende é ver surgir uma juventude atuante e revolucionária em todo o planeta. Incluindo aqui em Wall Street. E não estas figuras demonizadas que saem de Harvard. Que criaram estas teorias econômicas que destroem economias de países inteiros. Que já acabou com o nosso, várias vezes. Que tentam manter este torpe Capitalismo. Eu estou fora disto.
Fico com dó dos jovens que estudam no Brasil, nestas escolas ditas de excelência. Mas que formam autômatos viciados em competição no aniquilamento do próximo. Não vejo o interesse das elites políticas de meu pais para criar uma educação calcada em valores humanos. Querem plantar uma educação que forma gente servil. Que não cria o desejo pela cooperação.
Mas a juventude sai as ruas aqui e no mundo inteiro. Há uma primavera surgindo no planeta inteiro.. Depois de um inverno tenebroso. Que a juventude possa criar um novo mundo. Por que nos, seres humanos temos que ter uma economia cada vez mais predadora? Baseada na acumulação de riquezas na mão de umas poucas famílias espalhadas pelo planeta inteiro. Por que este jogo de fragilizar os estados e nações? Não sou patriota. Minha pátria é minha língua como a música de Caetano.Somos filhos de uma grande cultura de uma Espanha e Portugal  influenciada pela cultura Muçulmana. Somos frutos também da cultura Africana e da cultura Indígena das Américas. Nós somos o novo. E como Darcy Ribeiro em seu livro O POVO BRASILEIRO seremos um berço de uma grande civilização. Deixemos Harvard de lado deixemos de seguir Wall Street.
Façamos como o novo cinema que cria algo que vale a pena enquanto arte. Algo genuíno. Dilma Roussef me emocionou  com seu discurso que abriu as Nações Unidas sempre achei que era um fantoche de Lula e agora a mim e ao mundo revela-se um estadista.Dilma que enfrentou um regime militar, que comandou Lamarca, Marighela e hoje dá as cartas no Brasil. Nossos pais têm comando, não é mais uma nau sem rumo. Sigamos em frente que a primavera se espalhe por todo planeta. Que a solidariedade vença a perversidade de poucos homens. De poucas famílias que se julgam mandatárias do planeta.
Nós podemos criar uma nova forma de economia uma nova ação política. E uma religiosidade baseada no amor ao próximo. Em nosso coração pulsa o sangue de uma mudança. Não há mais um coração de pedra frio e sinistro. Estamos aprendendo a criar uma alma. Uma humanidade que desperta a fé e a mudança. Caminho por Nova Yorque por entre poetas. Vejo Allen Ginsberg,Jack Keruac  sorrirem e cantarem  juntos com as novas gerações e tudo flui por entre as pedras que rolam, ouço um Rock composto e cantado pelos novos. Longe de festivais que no Brasil cheiram ao velho e ao mofo. Celebremos o renascimento da poesia e do humanismo. Estamos todos vivos. E cheios de fé e amor.. Fecho os olhos numa praça, sento em baixo de uma arvore e medito e derrepente um êxtase. Sou Solfidone, Franklin Maciel, Edu Planchez, Eliza Souza,Santos Chagas . Sou todos que não se conformam com uma vida comum e sem sal. Estamos longe de qualquer média. Somos livres somos libertários.

JOKA
joão carlos faria

Revisado pela editora do Entrementes nossa querida Eliza Souza.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

JOKA

O fim de Wall Street

Dedicado ao eterno Nova Yorquino Paulo Chiaro.

O século vinte e um esta ai acontecendo.Hoje me deparei com um pessoal em Wall Street  estava andando por suas ruas quando vi um pessoal acampado numa praça protestando contra o Sr. Capital. Eu latino dando umas voltas por Nova Yorque e vi aquele povo todo lá. Eu que sofri de medo a hora que cheguei aquele aeroporto o medo de não passar na alfândega. Sempre quis vizitar as terras de Tio San onde a democracia moderna nasceu. Onde viveu Walt Whitman  terras de Edgar Allan Poe e muitos outros escritores que ainda fazem minha cabeça. Gente que nos ilumina. O mundo sempre aconteceu aqui. E agora o mundo acontece também fora. Queiram os donos do poder ou não. Tive noticias daí do Brasil que elegeram um global para a Academia de Letras isto não me surpreende. O que me surpreende e ver surgir uma juventude atuante e revolucionária em todo o planeta. Incluindo aqui em Wall Street. E não estas figuras demonizadas que saem de Harvard. Que criaram estas teorias econômicas que destroem economias de países inteiros. Que já acabou com o nosso varias vezes. Que tentam manter este torpe Capitalismo. Eu estou fora disto. Fico com dó dos jovens que estudam no Brasil nestas escolas ditas de excelência. Mas que formam autômatos viciados em competição no aniquilamento do próximo. Não vejo o interesse das elites políticas de meu pais para criar uma educação calcada em valores humanos. Vejo quererem em plantar uma educação que forma gente servil. Que não cria o desejo pela cooperação. Mas a juventude sai as ruas aqui e no mundo inteiro. A uma primavera surgindo no planeta inteiro. Depois de um inverno tenebroso. Que a juventude possa criar um novo mundo. Porque nos seres humanos temos que ter uma economia cada vez mais predadora. Baseada na acumulação de riquezas na mão de umas poucas famílias espalhadas pelo planeta inteiro. Porque este jogo de fragilizar os estados nações? Não sou patriota. Minha pátria é minha língua como a música de Caetano.Somos filhos de uma grande cultura de uma Espanha e Portugal  influenciada pela cultura Muçulmana. Somos frutos também da cultura Africana e da cultura Indígena das Américas. Nós somos o novo. E como Darcy Ribeiro em seu livro O POVO BRASILEIRO seremos um berço de uma grande civilização. Deixemos Harvard de lado deixemos de seguir Wall Street. Façamos como o novo cinema que cria algo que vale a pena enquanto arte. Algo genuíno. Dilma Roussef me emocionou  com seu discurso que abriu as Nações Unidas sempre achei que era um fantoche de Lula e agora a mim e ao mundo revela-se um estadista.Dilma que enfrentou um regime militar que comandou Lamarca,Marighela e hoje dá as cartas no Brasil. Nossos pais têm comando não é mais uma nau sem rumo. Sigamos em frente que a primavera se espalhe por todo planeta. Que a solidariedade vença a perversidade de poucos homens. De poucas famílias que se julgam mandatárias do planeta. Nos podemos criar uma nova forma de economia uma nova ação política. E uma religiosidade baseada no amor ao próximo. Em nosso coração pulsa o sangue de uma mudança. Não há mais um coração de pedra frio e sinistro. Estamos aprendendo a criar uma alma. Uma humanidade que desperta a fé e a mudança. Caminho por Nova Yorque por entre poetas. Vejo Allen Ginsberg,Jack Keruac  sorrirem e cantarem  juntos com as novas gerações e tudo flui por entre as pedras. Que rolam ouço um Rock composto e cantando pelos novos. Longe de festivais que no Brasil cheiram ao velho a mofo. Celebremos o renascimento da poesia e do humanismo. Estamos todos vivos. E cheios de fé e amor. Fecho os olhos numa praça, sento em baixo de uma arvore e medito e derrepente um êxtase. Sou Solfidone, Franklin Maciel, Edu Planchez, Eliza Souza,Santos Chagas . Sou todos que não se conformam com uma vida comum e sem sal. Estamos longe de qualquer média. Somos livres somos libertários.

JOKA
joão carlos faria

domingo, 25 de setembro de 2011


JOKA

Que escola queremos?

Educação não tem uma pedra só no caminho não tem uma pedreira grande.Todo dia é um desafio que não sabemos se iremos dar conta. Estamos lidando diretamente com o ser humano. E com ser humano não há formulas por mais que estudemos teorias e mais teorias. Por mais que entendemos toda a psicanálise. Sempre somos provocados. Os desafios são grandes ministrar conteúdos os mais variados. Lidar com a indisciplina algo pesado hoje e sempre numa sociedade  em transição. Estamos precisando retomar valores. Enquanto artista e ser humano sempre fui arredio aos valores sociais. E agora tenho que aprender os combinados. A respeitar hierarquias.É tudo na vida passa  os valores são transformados. Uma sala de aula que esta calma num momento começa-se um redemoinho e tudo se transforma. E haja calma e bom senso para não jogar tudo pro ar. Ainda não me desligo nos fins de semana só a leitura da faculdade já não me serve, busco revistas, livros e conversar com outros educadores. Eu passei de um ativista social, artista,escritor a ser um professor e não percebi. E estes personagens sociais os levo para o chão da escola.Queira eu ou não preparado ou não pisando pra dentro da escola estou em cena. Sou o estagiário o professor e haja um esforço. Vivemos bons e maus momentos dentro da escola as demandas da sociedade recae em nossos ombros. Precisamos dividir um pouco com paes com a sociedade de forma geral a educação não é só responsabilidade da academia.Das secretárias municipais de educação das secretarias estaduais, E do ministério da educação ela é responsabilidade de todos nós. Enquanto agentes políticos. A educação sempre precisa ser repensada, teorizada e praticada e deve estar de mãos dada com as artes a cultura. Não podemos nos fechar em algumas teorias. A escola gera hoje todo tipo de cidadão que contribuirá para o bem e para o mal de nossa sociedade. Na escola se forma de tudo. Desde o político ao gari. E nossa sociedade precisa de profissionais de todas as áreas. Mas não devemos nos esquecer de contribuir para formar um ser humano o mais completo possível. Que domine os valores filosóficos. Que compreenda  em que sociedade esta inserido. Que conheça seus deveres. Hoje só falamos dos direitos e esquecemos os deveres. Se usa o estatus da criança e do adolescente para cobrar direitos e nunca os deveres. E dentro das salas de aulas as regras são quebradas, gerace a indiciplina que atraveça os murus da escola. E escolas deveriam ser cercadas por praças e jardins e não ter uma arquitetura parecida com presídios? A escola reflete e se espelha na sociedade em que vivemos. E para mudar a sociedade comecemos pelas salas de aula. Vamos reavivar nossos valores. Vamos redescobrir nossa moral. Só assim como diz uma professora teremos ordem e decência. Hoje não vivemos nem com ordem nem com decência estamos bem mais próximos das leis de Gerson. Reflitamos para podermos agir. E irmos além dos pensadores que nos dão as bases. Podemos  construir uma nova educação. Que seja baseada em valores filosóficos.Que busque criar um nova consciência e nos traga paz. Algo que ainda não temos.                        

JOKA
joão carlos faria

sábado, 24 de setembro de 2011


JOKA

Oceano

Ainda não posso morrer ... Pois não vivi um grande amor. Se eu morrer hoje por qualquer motivo. Talvez minha vida tenha sido inútil. Não suporto minha atual mania de vasculhar sites e mais sites que não me trarão alento. Só o eterno sofrimento de minha solidão. Meus eus são sempre os mesmos. A infernizar minha existência. Oro a Deusa peço-lhe ajuda para me livrar de meu pecado de luxúria. Sei que sou fraco.Passo um sábado retirado para estudar. Não vejo sentido de sair a toda hora. Preciso do tempo necessário para dialogar com meus Demônios.De vez enquando eu poderia ter um alento de receber a sabedoria de um anjo. Talvez quando eu vá dormir seja recompensado? Somos bem e mal.Presente e passado.Não sei quando minhas águas chegarão ao oceano.Espero estar tranqüilo quando reencontrar Anúbis que já tenha me redescoberto e me libertado. Já cansei de passar longas férias no inferno. Tudo que preciso é me auto observar. E encontrar a mulher que me liberte. Sou naufrago. Dentro do rio que se faz em mim. Vivo em tempestades.Na ilusão de chegar ao oceano.Tudo me parece inútil sei que o tempo passa e ao mesmo tempo sei que não existo.Tenho fé. E não tenho fé. Dialogo com minhas fantasias. Perco a saída do labirinto. E sei que ainda aprenderei a amar. Talvez ainda não sei o que é amar. Talvez eu seja um Demônio. E me acho justo,bom. Que pena estamos presos as nossas ilusões.A mente sempre mente. Faço-me presente na ausência da fêmea em cio. Ainda estou morto.Ainda não me fiz criatura divina. E Deus nos sorri e nos assiste. E achamos que estamos sós. Deus se faz em mim. Preciso descobrir a real existência. Vou indo. A noite é companheira de minha eterna solidão.Mas há um dia por nascer. E o  Sol se fará presente.          

JOKA
joão  carlos faria             

sexta-feira, 23 de setembro de 2011



JOKA

Levanto-me para orar, deito-me para amar.

Aos olhos de Deus. Somos criaturas. Aos olhos de Deus sempre caímos em contradições. Ouço canções na tarde. Por entre o agito do dia. Aos olhos de Deus me sinto cansado . Não faço o que deveria fazer. Leio poemas na manhã. Em meio ao ir e vir em bancos. Compro informações por kilo e leio por gramas. Juro que nada sei. E busco o sentido de tudo. E no pátio de uma escola pombas copulam a nossa frente? Tudo vazio e me esvazio numa batucada na solidão de uma sala de aula. Tantos temores aos olhos de Deus. Hoje na sexta-feira cansada. Traduzo-me em poucas palavras. Não sou minha aparência, minha cultura sou uma essência. Aos olhos de Deus.Quero ser outro. Busco ser eu mesmo numa sociedade recalcada. Cheia de complexo. E nunca vemos Deus. Mas ele esta em tudo. Quantas explicações sobre Deus. Quantas culturas e não sou Deus. Não sou eu mesmo. Me liberto na divagação de pensamentos. E aos olhos de Deus sou humano. Embora muitas vezes desumano. Navego nas paginas de Cecília Meireles e sorvo sua poesia universal que diz muito de mim de você de todos nós. Aos olhos de Deus dispo-me para tomar banho. Levanto-me  para orar. E nas poucas vezes que faço amor sinto seu olhar. Sinto sua presença na outra pessoa. Aos olhos de Deus. Minha poética e pornográfica? Uma bela manifestação de nossos desejos animais? Quero o desejo transmutado em amor pela parceira que se deita comigo na alcova. Aos olhos de Deus sou eu mesmo na intimidade de minhas ações. No prazer e no entendimento de meus desejos. E no instinto de buscar saber amar. Aos olhos de Deus me delicio com a poética de nossos compositores, tocados em rádios populares. Gostaria de ouvir mais rádios. Quero aprender a tocar um instrumento e finalmente poder criar músicas. Aos olhos de Deus desço a meus sombrios abismos. Revelo-me. E sinto seu olhar. Aos olhos de Deus sou criança. Sou essência. Aos olhos de Deus transparente. Aos olhos de Deus brinco. Me erotizo. Desejo a mulher que nunca terei. Aos olhos de Deus chego a minha PASÁRGADAS. Converso com Manuel Bandeira, Fernando Pessoa. Ouço seus segredos. Aos olhos de Deus desvendo toda a saga de Dom Sebastião. Atravesso o oceano de minha infância. Aos olhos de Deus tento compreender minha frustrante solidão. Aos olhos de Deus tento compreender minhas recorrências. Meus desejos frustrados. Aos olhos de Deus. Tento deixar de ser mera ilusão. Desculpem-me ainda sou mera ilusão. Projeção de uma multidão de eus. Aos olhos de Deus transparência sou essência.

JOKA
joão carlos faria     



http://www.entrementes.com.br/EntreMentesWeb/Paginas/Materia.aspx?ConteudoID=36&MateriaID=600

quinta-feira, 22 de setembro de 2011


Educação - um caminho para nos tornarmos realmente humanos.

Despeço-me de mim. Despeço-me de minha incompetência em não entender as crianças. Desculpe-me ainda não consigo entender os mestres da educação. Tento decifrá-los mais ainda não os entendo. Então tento decifrar os segredos das crianças. Busco dentro de mim a criança que fui. Perco-me na criança que fui para tentar interpretar o chão da escola. Muitas são as frustrações e os desejos. Muitas são as alegrias. Muito é o desejo de minha transformação.
Ser educador é uma palavra muito pesada. Ainda não me acostumei ao titulo de professor, sou mero estagiário aprendiz de uma profissão. Ainda não sei se tenho vocação ou não. Mas tenho vontades. Não sei ensinar ângulos, não sei ensinar gramática. Não compreendi os caminhos do construtivismo. Mas tenho fé numa educação que ajude a construir um ser humano. Enquanto professor, não quero ser Deus. Nem o centro só quero entender meu papel. E saber fazer as crianças buscarem dentro de si mesma a sabedoria que ali esta.
Hoje vivemos uma escola em transformação no dia a dia. Onde tenta-se tirar a autoridade do educador. Hoje adolecentes se beijam dentro da sala. Mas tudo é transitório. Não há lei maior que O AMOR AO PRÓXIMO. Nos perdemos em tantas leis. Estatutos. E não impomos os valores que sempre são fundamentais, que criou civilizações. Quando estes valores desaparecem a civilização também desaparece. Fiquemos atentos. Mergulhemos dentro de nós. Não devemos nos perder em reuniões inócuas. Em testes e mais testes para avaliar a educação. Deixemos enquanto nação, de sermos tão Cartesianos. Hoje necessita-se passar valores são mais importantes que qualquer conteúdo. Um bom educador ensina decifra para os alunos como usar uma ferramenta digital. Como ler jornais. A diferença de uma boa música e do ruído. O valor da escrita. O real valor do saber cientifico. A essência de qualquer religião que há em seu pais, em sua cidade. A importância da família. O valor real da humanidade a entender que somos partes integrantes da natureza. E não devemos ser o algoz.
Um professor comete erros, acerta. Pensa. Corrige-se.. Um professor é um ser humano que ajuda a formar cidadãos. E não técnicos. Pois se soubermos, se tivermos sabedoria aprenderemos qualquer coisa. Nosso paiís carece hoje de engenheiros. Mas formemos engenheiros que tenham a noção e a importância de uma profissão, que enxerguem o mundo como um todo. Precisamos de conforto de bens materiais. Mas devemos desenvolver nosso espírito humano. Sem humanidade não passamos de Zumbis. E nada mais.        

JOKA
joão carlos faria

quarta-feira, 21 de setembro de 2011


JOKA

Educação um caminho para nos tornarmos realmente humanos.

Despeço-me de mim. Despeço-me de minha incompetência em não entender as crianças. Desculpe-me ainda não consigo entender os mestres da educação. Tento decifrá-los mais ainda não os entendo. Então tento decifrar os segredos das crianças. Busco dentro de mim a criança que fui. Perco-me na criança que fui. Para tentar interpretar o chão da escola. Muitas são as frustrações e os desejos. Muitas são as alegrias. Muito é o desejo de minha transformação. Ser educador é uma palavra muito pesada. Ainda não me acostumo ao titulo de professor sou mero estagiário aprendiz de uma profissão. Ainda não sei se tenho vocação ou não? Mas tenho vontades. Não sei ensinar ângulos, não sei ensinar gramática. Não compriendi os caminhos do construtivismo. Mas tenho fé numa educação que ajude a construir um ser humano. Enquanto professor não quero ser Deus. Nem o centro só quero entender meu papel. E saber fazer as crianças buscarem dentro de si mesma a sabedoria que ali esta. Hoje vivemos uma escola em transformação no dia a dia. Onde tenta-se tirar a autoridade do educador. Hoje adolecentes se beijam dentro de sala. Mas tudo é transitório. Não há lei maior que O AMOR AO PRÓXIMO. Nos perdemos em tantas leis. Estatutos. E não impomos os valores que sempre são fundamentais que criou civilizações. Quando estes valores desaparecem a civilização também desaparece. Fiquemos atentos. Mergulhemos dentro de nós. Não devemos nos perder em reuniões inócuas. Em testes e mais testes para avaliar a educação. Deixemos enquanto nação de sermos tão Cartesianos. Hoje necessita-se passar valores são mais importantes que qualquer conteúdo. Um bom educador ensina decifra para os alunos como usar uma ferramenta digital. Como ler jornais. A diferença de uma boa música e do ruído. O valor da escrita. O real valor do saber cientifico. A essência de qualquer religião que há em seu pais em sua cidade. A importância da família. O valor real da humanidade a entender que somos partes integrantes da natureza. E não devemos ser o algoz. Um professor comete erros, acerta. Pensa. Corrige-se. Um professor é um ser humano que ajuda a formar cidadãos. E não técnicos. Pois se soubermos se tivermos sabedoria aprenderemos qualquer coisa. Nosso pai carece hoje de engenheiros. Mas formemos engenheiros que tenham a noção e a importância de uma profissão que enxerguem o mundo com um todo. Precisamos de conforto de bens materiais. Mas devemos desenvolver nosso espírito humano. Sem humanidade não passamos de Zumbis. E nada mais.         

JOKA
joão carlos faria

segunda-feira, 19 de setembro de 2011


JOKA

Vã existência, Vã resistência?

A vida pulsa. A vida nos leva. E não levamos a vida? Estamos repletos de sentir das emoções mais sublimes as mais tolas. Vivemos este admirável mundo novo. E não nos percebemos a sociedade hoje se debate, se estraçalha, discute suas idéias nos mais variados meios de comunicação virtuais. E todo numa velocidade que não se acompanha e vale mais muitas vezes desligar a maquina apagar as luzes e tentar não pensar. Anular toda e qualquer maneira de pensar. Deixar vir as energias do universo. E as vezes religamos esta maquina vamos aqui tentar nos interpretar não sei de nada.Não temos roteiros, pensamos ter um mas não temos? Caminho por este planeta há um certo tempo.E não sei de nada. Muitas vezes somos conduzidos somos fruto da época em que vivemos do que chamam de hipermodernidade. Mas só o silencio nos ajuda a nos entender. Desacelerar a mente. A vida pulsa. E nos expulsa. Como fomos expulsos do útero de nossas mães para experimentar este viver. No começo sabemos que não sabemos nada. Eu continuo a não saber nada?  Nunca há formulas. Acredito em Deuses e Deusas. Sou masculino. Tenho uma cultura ocidental de massa. Fui educado pelos Paes, nas escolas. Mas adultos não sabem nada.Nos perdemos em idéias econômicas acreditamos que o dinheiro nos traz liberdade? Que farsa,  mas precisamos dele?  Estudo numa faculdade a distancia. Agora quero criar o trabalho virtual. Ando a ler jornais de economia em papel. Tentando decifrar este universo econômico. Tudo faz parte tudo existe e nunca nos devemos ter apego a nada. A família, a amigos, religião. Tudo nos inibiria.Não somos. Não sou, volto a escrever poemas. Eles me trazem a liberdade. Mesmo sabendo que ainda não exista liberdade. Vi um filme que um homem andava nú. Quase fui lixado duas vezes por estar nú numa cachoeira e numa praia. Não tenho nenhum tabu em relação a isto. Mas somos uma civilização Barbara. Pois não respeitamos nem a nossa liberdade? Não sou? Nunca fui? Não somos. Experimento uma vida inteira sem saber o que um amor carnal um amor sexual. Talvez tenha ou não programado. Sou uma única vida em meio a uma multidão. Temos documentos, famílias, empregos , mas somos únicos. Gosto de assistir filmes que retratam isto. E hoje felizmente são infindáveis. E os traduzo aqui. Respeito todas as roteiristas e diretores que sabem fazer do cinema uma arte de tentar interpretar nossa vã existência?  Vã existência, vã resistência. Não somos não sou. Gosto da nudez as mulheres são belas. Leio avidamente livros tentando desvendar através deles o meu mundo interior. Paro e reflito silencio-me diante de meu ser. Este papel em branco me diverte. Ontem não tinha nada para escrever. Tinha me sugado tanto. Desliguei a maquina fui dormir. Hoje não vi pássaros voando. Hoje gostaria de ter ido a uma cachoeira, por isto quero encontrar uma nova forma de gerar renda que me  permita ir a uma praia a uma cachoeira quando souber que o tempo esta bom. Nunca teremos toda a liberdade, mas sempre algumas formas de liberdade. Tento seguir as lições de Hermann Hesse que narrou a vida de seu personagem Sidarta. Hoje tenho este escritor como uma leitura de ver o mundo de uma certa maneira. Um dia quem sabe aprendo a ir além em minha escrita. E escrevo uma obra definitiva? Tudo sei que é ilusão. Vaidade como se canta no Eclesiastes. Mas há vida em nós. E há um pulsar um querer viver. Um querer fazer. Divirto-me com as opiniões sem limites das pessoas nestes sites neste universo virtual. Não somos ,mas podemos alcançar as estrelas. Eu navego dentro e fora de mim. Ei de aprender os caminhos secretos da escrita. Num filme vi um batismo de sangue uma cena bela. Vi o mundo todo num segundo. Adentrei a mim mesmo e naveguei rumo ao Sol. E lá encontrei uma mulher. Fizemos amor nos fizemos Deuses. E num instante voltei a este mundo tridimensional. Somos cartezianista por demais. Nossa escola constrói crianças de uma forma cartesiana. E há muito além de Trobana. Já nos esquecemos de navegar por mares nunca Dante navegados. Depois de Camões veio Fernando Pessoa quero ser apenas JOKA. Nada além a vida pulsa e nos expulsa vivamos sejamos livres. Ainda não somos. Adentremos dentro de nosso coração.


JOKA

joão  carlos faria    

Matéria que inspirou este texto...





               

sábado, 17 de setembro de 2011


JOKA

Sindicalismo em São José dos Campos

Fala-se no Sindicalismo em ética e direitos. Mas só direitos dos concursados?
Nunca dos que ganham uma miséria na frente de trabalho?
Dos professores eventuais e seus direitos nunca se fala?
Os senhores sindicalistas estão perdendo o momento de juntar a Urbam, Fundhas, Fundação Cultural. Juntar-se aos sindicatos das terceirizadas.
Assim perde-se a chance histórica de realmente organizar as categorias de trabalhadores nesta era de perda de direitos e quarteirização.
A direita usa e abusa da falta de visão da classe trabalhadora neste pais e no planeta inteiro. A miopia dos dirigentes sindicais com suas palavras de ordens de décadas atrás não fortalece a guerra contra esta maquina da extrema direita em todo planeta. É uma pena.
Acordemos ou continuaremos a perder os poucos direitos que ainda temos? Eles são bem mais articulados e estrategistas que nós.
É hora de se repensar estratégicas que já são arcaicas. Outras organizações sociais de cunho social estão surgindo para responder a esta demanda. Que o Sindicalismo e os Partido de Esquerda que se burrocratizaram e se perderão nas benesses da maquina sindical e partidária  não consegue enxergar. As ONGs também uma novidade da década de 90. Também já se perderão.
O novo urge. Ou morrer por uma pátria. Ou recriar uma nova ordem social e econômica que traga democracia de fato. E não só  para alguns.

JOKA
joão carlos faria


JOKA

 Sindicalismo em São José dos Campos ?


Fala-se no Sindicalismo em ética e direitos. Mas só direitos dos concursados?
Nunca dos que ganham uma miséria na frente de trabalho?
Dos professores eventuais e seus direitos nunca se fala?
Os senhores sindicalistas estão perdendo o momento de juntar a Urbam, Fundhas, Fundação Cultural. Juntar-se aos sindicatos das terceirizadas.
Assim perde-se a chance histórica de realmente organizar as categorias de trabalhadores nesta era de perda de direitos e quarteirização.
A direita usa e abusa da falta de visão da classe trabalhadora neste pais e no planeta inteiro. A miopia dos dirigentes sindicais com suas palavras de ordens de décadas atrás não fortalece a guerra contra esta maquina da extrema direita em todo planeta. É uma pena.
Acordemos ou continuaremos a perder os poucos direitos que ainda temos? Eles são bem mais articulados e estrategistas que nós.
É hora de se repensar estratégicas que já são arcaicas. Outras organizações sociais de cunho social estão surgindo para responder a esta demanda. Que o Sindicalismo e os Partido de Esquerda que se burrocratizaram e se perderão nas benesses da maquina sindical e partidária  não consegue enxergar. As ONGs também uma novidade da década de 90. Também já se perderão.
O novo urge. Ou morrer por uma pátria. Ou recriar uma nova ordem social e econômica que traga democracia de fato. E não só  para alguns.

JOKA
joão carlos faria


sexta-feira, 16 de setembro de 2011


JOKA

Uma sociedade harmônica

Dedicado a Elizabeth Souza

O tempo passa e tudo sempre igual? Vivemos com nossos desejos ? Sem realmente entendelos? Não sei, tudo se repete nesta imensa roda gigante que é a vida, sempre descemos e subimos, raras vezes tentamos o salto? Que seja quântico, pelo jeito toda vez que saltei cai por entre montanhas aos abismos.Sou criança ainda, não aprendi.Devo sempre me levantar.Há tantas angustias, tantos medos a se vencer. E eu aqui feito um idiota. Ainda não, não me desvendei. Minhas emoções são tortas.Tenho verdadeiro desejo pelo feminino. Tudo nele soa a beleza.As vozes das mulheres nos encanta, seus jeito de andar de pensar. Enquanto ser masculino nunca pensei no próximo como uma mulher uma fêmea pensa em sua cria. Não fico a vontade em minha caverna, necessitamos de um bar, um show. Um bate papo. Nós homens, fazemos política, vamos a caça. E eles sempre a defender o lar.É estranho ver a emancipação feminina. Acho uma grande mentira. Não que não ache que as coisas mudem, mas acredito no direito materno, no direito a construir uma sociedade mais harmônica.Devemos repensar sempre tudo.Aumentamos a carga e a responsabilidade feminina no pós guerra. E ai? Temos uma sociedade cada vez mais baseada no Kaos gerações e mais gerações se perdendo cada vez mais sem rumo? As drogas,álcool, jogatinas, corrupção, pornografia tomando conta de todos nós? E nos achamos equilibrados. Este consumismo desenfreado.Que mantém este torto Capitalismo não há reforma no que é podre.Cabe a nós nos repensarmos, nos questionarmos? Sobre o que somos enquanto indivíduos? E enquanto coletividade? Queremos manter o rumo que estamos dando a este pequeno planeta? Que chamo de Mãe Gaia? As ferre mentas para as mudanças estão ai já escritas, já repensadas.Já debatida. Temos um cabedal de cultura deixado por nossos antepassados, na política nas artes na cultura na filosofia nas religiões. Com base nestes saberes podemos recriar algo novo que eleve a humanidade a uma idade de ouro.Do contrário nos restará o Abismo, choro,pranto e ranger de dentes. Criemos fé, não uma fé cega, mas uma fé baseada na inteligência na sabedoria e no amor. Usemos estes meios de comunicação. Estes saberes quânticos para a elevação da humanidade e não a sua destruição. Não somos se realmente aprendendermos podemos vir a ser.

JOKA
joão carlos faria                          

JOKA

Desejo

Não vou me embora, tenho tanta coisas para lhe mostrar.
Tenho prazeres a viver contigo. O sono se faz presente em meio ao ardente  desejo de prazer.
Não vou me embora, sinto teu silencio teu corpo presente. Tua alma a gritar. Pelo desejo de prazer.
Não  vou me embora, tudo é efêmero. Ainda não passarei.
A eternidade nos sorri. Hoje.
Não vou me embora. Nunca jamais.
Só o universo sabe o momento.
Não vou me embora. Sou o rio que reluz teu corpo de mulher serpente.
Não vou me embora meu falo. Quer teus desejos, penetrar-te até o êxtase mais profundo.
Não vou  me embora tenho tanta coisa para te mostrar.

JOKA
joão  carlos faria

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

JOKA

Tantra

Falo em riste. Embriago-me em sansara com o eterno feminino. A pele que nos seduz. O contato, a intimidade, com um ser que usa batom, brincos, é delicado. O feminino me fascina com seu mundo totalmente diferente do nosso. Ando à flor da pele. Elas nos fascinam. Ando à flor da pele. Pereço em suas camas. Meu instinto masculino aflorado. Falo sempre em riste. E estas Deusas se fazem presentes em minha alcova. O universo feminino com todos os encantos e mistérios. Quem desvenda os segredos da alma feminina? Falo em riste. E este ser delicado adornado por perfumes. Cabelos lindos, batom. Calcinhas, vestido. Pura magia no eterno existir. Falo em riste. Embriago-me em sansara. Antes de despertar. Com uma fêmea em cio. Num êxtase. Falo em riste.

JOKA
joão carlos faria



Gentilmente revisado pela atriz Beatriz Galvão que é escritora. 

quarta-feira, 14 de setembro de 2011


JOKA

Tantra

Falo em riste embriago-me em sansara com o eterno feminino. A pele que nos seduz o contato a intimidade com um ser que usa batom, brincos é delicado. O feminino me fascina com seu mundo totalmente diferente do nosso. Ando a flor da pele. Elas nos fascinam. Ando a flor da pele. Pereço em suas camas. Meu instinto masculino aflorado. Falo sempre em riste.  E estas Deusas que  se fazem presentes em minha alcova.  E o universo  feminino com todos os encantos e mistérios.Quem desvenda os segredos da alma feminina?  Falo em riste. E este ser delicado adornado por perfumes. Cabelos lindos, batom. Calcinhas, vestido. Pura magia no eterno existir.Falo em riste embriago-me em sansara. Antes de despertar. Com uma fêmea em cio. Num êxtase.Falo em riste.

JOKA
joão  carlos faria

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Revisado por Beatriz Galvão.

JOKA

Sexo de anjos

Entre as fantasias virtuais. Que me fazem presente. Entre o falso desejo de visitar Bruxinhas do Mato. Perco-me em desejos inúteis, navego por entre sites que nada me acrescentam. Busco o que sei que me é inútil. Quantas informações que ajudariam no árduo caminho poderia buscar? Devo desligar este computador. E adentrar dentro de mim. Sou fantasma, mesmo estando presente. Ausente em reuniões perdidas. Discutimos os sexos dos anjos. E nos perdemos em vãs ilusões. Quero estar e não estou. Anjo caído.
Repito sempre o mesmo padrão de desejos infernais. Não sou. Caio, me levanto, me observo. Olho dentro de mim com um bisturi. Uma tocha. E só vejo vãs ilusões. Devo me libertar.

JOKA
joão carlos faria

JOKA

Pós 11 de Setembro

A escrita em minha vida cada vez ganha mais espaço e o entendimento do porque dela. E ao longo de minha vida cada vez ela teve um por quê?  Muito de vaidade, auto-afirmação. Loucuras uma maneira de dizer ao mundo que eu existo. Estou nos círculos literários, culturais e políticos em meus pais em minha cidade. Hoje faço por puro prazer não tenho a ilusão que com minhas atitudes mudarei o mundo se eu conseguir me entender, me entepletar já me bastará. A vida é feita em círculos. Muitas experiências dificilmente criarei uma obra definitiva. Hoje gosto de ler livros pela manhã. Desligo este universo virtual adentro ao mundo de algum escritor. E o desvendo. Estou na releitura de Sidarta de Hermann Hesse. Comprei um livro de Dicionário Mantrico de Samael Aun Weor. Por estes dias gostaria de ler algo inédito de Solfidone e dificilmente vou encontrar. Ando voltando a escrever poemas. É uma escrita que reflete nosso interior. Embora tenha me dedicado nos últimos anos a uma prosa poética. Dei uma cansada de escrever sobre política. No ano passado acabei entrando de cabeça na escrita de defesa da continuidade do governo hora vigente no cenário nacional não me arrependo tenho minhas criticas acho que deveriam ser mais ousados eles tem a chance de criar um marco civilizatório programar novas idéias ajudar a criar uma nova fase na política do planeta. Mas meu entendimento de geopolítica talvez seja parco muito pouco. Embora eu sempre reflita. Mas a leitura e as idéias nos ajudam a tentar criar algo novo.Vou ler Utopia de Thomas More uma revista sobre Karl Marx  entre outras obras. E as lerei além das apostilas da graduação de Pedagogia. Mas gosto de ler o mundo quando estou na ruas.Junto aos seres humanos que nos cercam não sou uma ilha sou um ser humano. Não viveria sozinho numa selva. Eu morreria em pouco tempo. Acredito que juntos podemos teorizar, refletir e agir para a criação de algo novo. Ainda mais com este universo virtual tão presente em nossas vidas. Raras vezes a humanidade teve chance de se repensar. Nossas instituições estão carcomidas. Somos-nos escravos do consumismo. E todas as bobagens que faz destruir os reais valores da vida. E hora de repensarmos e buscar deste Kaos fazer surgir há harmonia. E nisto sempre gostei de Solfidone por sempre tirar leite de pedra, tirando frases das pessoas mais comuns aos grandes escritores e os pondo no seu Fanzine Êxtase  em pé de igualdade. Isto carrego para o resto da vida. Sempre gostei de um poema que Edu Planchez recitava que o centro é onde estamos. Se um dia eu tiver posses quero construir um espaço sócio – cultural numa periferia da cidade que aprendi a amar. E a cidade somos todos noz. Acho que um espaço bem construído em alguma periferia com recursos  dinheiro, pessoas que acreditam em mudanças reais pode-se fazer a diferença. Acredito na idéia de cooperativa de trabalhadores no fortalecimento de uma democracia que de fato todos nos podemos participar. Vejo na estrutura partidária em nosso pais um grande atraso, toda cheia de vícios e erros na origem. E só com a Sociedade, as pessoas lutando para mudar poderão ocorrer mudanças. Lula começou um projeto que esta ai. E devemos neste Brasil pensar e por em prática algo além. Dilma anda por demais conservadora. Deveria batalhar para romper com o que esta estabelecido. Onze de setembro está sendo usado pelos Imperialista como um marco civilizatório. Que mentira usa-se a queda das torres gêmeas para implantar mais terror em todo planeta. E nos estamos de braços cruzados diante desta conjuntura internacional? Não vi em Lula e agora Dilma e na sociedade civil um empenho para se mudar e debater o sistema de telecomunicação de nosso pais que sempre esta a serviço das oligarquias mundiais. Deste culto ao nocivo Capitalismo a este modelo de sociedade que já apodreceu. O novo precisa vir sejamos o novo.Deixemos de ser velhos. Reformamos-nos. Jesus Cristo morreu e renasceu ao terceiro dia. Fez-se nascer de novo. Façamos o mesmo. Não nos devemos calar diante de qualquer injustiça que vejamos. Minhas armas são a fé ha vontade e a escrita eu as uso. Cada um de nós tem seus talentos usemos para reconstruir a Harmonia deste Kaos . No mais espero criar  novos  texto,poemas fazer livros, escrever. Aprender a fazer roteiros de filmes, escrever romances e teses sociais. Enfim sou escritor,artista,político e nada mais. Estamos aqui façamos a diferença.

JOKA
joão carlos faria                     


JOKA

Sexo de anjos

Entre as fantasias virtuais. Que me fazem presente. Entre o falso desejos de visitar Bruxinhas do Mato. Perco-me em desejos inúteis navego por entre sites que nada me acrescenta. Busco o que sei que me inútil. Quantas informações que ajudariam no árduo caminho poderia buscar. Devo desligar este computador. E adentrar dentro de mim. Sou fantasma mesmo estando presente. Ausente em reuniões perdidas. Discutimos os sexos dos anjos. E nos perdemos em vãs ilusões. Quero estar e não estou. Anjo caído.   
Repito sempre o mesmo padrão de desejos infernais. Não sou. Caio me levanto me observo. Olho dentro de mim com um bisturi. Uma tocha. E só vejo vãs ilusões. Devo me libertar.

JOKA
joão carlos faria

segunda-feira, 12 de setembro de 2011


Êxtase

JOKA

Solfidone é uma figura que andava pela cidade. E agora recolhido em algum canto em meio ao polvo. Mas nem por isto deixo de referenciar seu talento. Ele é escritor pré internet. Publicou o Fanzine Êxtase. Saiu no LITTER e há nove anos participou de uma coletânea. E se silenciou. Não quer mais saber de ninguém em nossa cidade. Mas ele me ensinou muito. Sempre falou de física quântica. Esoterismo. Apresentou-me Samael Aun Weor através dele cheguei a suas obras. Nunca o esqueço a ultima vez que o vi foi num teatro , mas não quer falar com seus antigos amigos. Mesmo assim gosto de suas obras. Rechaçada pelo moralistas, sua ousadia. Pena que nunca circulará neste universo virtual. Mas cabe a ele seu destino já perdi todo o material que tinha dele. Falam em micro-contos ele publicava suas máximas sabia como nunca tirar a essência do pensamentos de qualquer pessoa. Escrevia um livro que tinha o titulo A CIENCIA DO BEM E DO MAL. Ainda vive recolhido. Espero que ainda retome suas publicações. Só o tempo vai nos dizer. Dele já não tenho material nenhum só me resta a memória.

 JOKA
joão carlos faria

domingo, 11 de setembro de 2011


JOKA

Não sou

Por entre a tarde de sono em meio as lúxurias que rogo aos Deuses que não se realizem e sumam de minha torta mente. Na busca do silencio mental. Adormeço. Desço aos meus mais luxuriantes infernos. Sinto-me demônio a fletar com o bem. Ainda NÃO  existo. Sou mera reação a este mundo externo. Tento adentrar a minha mais longicua selva escura. Sinto a presença divina na natureza que nos cerca. Como um casal de maritacas que voam na tarde de domingo na cidade. Livre escravo de minhas mais baixas sensações. Mesmo a hora em que olho para dentro e recito mantras. Não sou tento me construir. Mas devo destruir esta minha igreja para faze La renascer. Necessito muito mais que três dias. Já luto desde a antiguidade mais remota. De nossa antiga Terra Lua. E sofro. Suporto estas pequenas dores de meu corpo físico. Ter lido por estes dias Sidarta de Hermann Hesse foi um alento  para meu espírito inquieto. Minha vida vai ao sabor do vento. Não tenho controle ,mas devo ter controle? Mergulho dentro de meu abismo sombrio. Adentro ao meu Umbral. Só vejo meu ranger de dentes. Vomitado por mim mesmo. Anjo caído. Sou o prédio que desaba há dez anos. E não sou. Sou a água que jorra em minhas costas em plena Serra da Mantiqueira. O Kaos que me faz fora no mundo, reflete o Kaos que há dentro de mim. Meus Demônios de luxurias se fazem presente me carregam aos infernos. Preciso aprender os caminhos da real meditação. Preciso seguir minha estrada do coração. Qualquer poder, qualquer titulo. É mera ilusão. Porque queremos ter e não nos damos conta que ser se faz mais necessário. Que ser não é mera vaidade não é luxuria. Nunca é aparência. Insistimos em nos maternos Demônios quando há um caminho estreito ao lado do abismo que de fato pode nos libertar.  Esta prisão de desejos nos afoga em piscinas de ratos. No esgoto mais doentio. Nos gostos mais estranhos. Ó ilusão desnecessária ilusão. Para que refletirmos tantas mentiras. E nos afundamos cada vez mais. Definitivamente não sou, não existo se meu ser não se faz presente em mim.  

JOKA
joão carlos faria


quarta-feira, 7 de setembro de 2011


JOKA

Vã ilusão dos desejos

Na tarde em que se começa a findar o inverno. Eu naufrago de mim mesmo. Deparo com a mais sublime das forças o sexo.Que nos faz estar entre o bem e o mal.Navegando na vã ilusão de imagens virtuais. Projeto todas as minhas lúxurias em imagens físicas que contemplo e sei que não deveria mais contemplar.Em minhas fraquezas me fortaleço.Minhas alcovas multiplicam minhas vãs ilusões. Vejo muitos corpos, projeto-me neles torno-me eles. Na vã ilusão humana de satisfazer-se no momento.Sei que é tudo passageiro.E vivemos entre o moral e o imoral. Mas tudo nos inspira o desejo. Respiro e adentro as forças que estão dentro de mim para me compriender.Não sou nunca fui santo.Nem sigo as vãs ilusões moraes.Mas devo seguir os desejos de meu coração. Respiro, respiro,respiro e busco as forças que estão dentro de mim para compreender estes meus desejos de prazer.Que nunca serão satisfeito.Esta força nos domina. Pois tudo nasce do sexo.Anjos e Demônios.E em mim prevalecem meus demônios de orgias em imagens internas que se fazem externas.Sou e não sou todas aquelas pessoas todas aquelas vivencias. Sou humano, sou pecado e mera ilusão. Ainda uma simples sombra em busca de luz. Perco-me em filosofias, escolas, ensinamentos.E tudo esta em mim animal racional. Nesta vida se é que ainda terei outra?  Masculino, com falo em riste. Com a energia que ainda não se transmuta.Nunca se transforma.Perco-me no tempo ancestral.Não devo cair e mesmo assim caio. Ó montanha que esta longe de mim. Ó seres inefáveis dêem-me a força para seguir com minhas dores moraes. Mas as físicas parecem doer ainda mais. Quero estar longe dos infernos e desço as esferas de Naemah,Lilith. Tento-me  movimentar.Perco-me nas mentiras deste labirinto virtual. Quase real.Não nunca fui.Adentro a vagina, ao útero da terra.Transformo-me no falo que fecunda a terra.E não sou.Deixo de ser ainda mera sombra. Que os Deuses me mostrem o caminho. Ó lúcifer traga-me a luz. Somos anjos caídos nos últimos instantes.E não nos levantamos.Não sou, busco ser.Busco a luz. Cadê o fogo de Prometeu?                   


JOKA

joão  carlos faria                         

segunda-feira, 5 de setembro de 2011


JOKA

Desfizeram-se os ideogramas nas areias de uma praia

Apagou-se o dia. Na verdade apagamos o dia. O sol foi devorado pela boca de um anjo. E tudo nunca aconteceu. As estrelas não nasceram. E nada se fez. E a noite não veio. Ficamos entre o que nunca existiu. E Deus não se fez presente.Quantos universos já findaram-se?  Quantos Deuses já nos criaram?  E se não existíssemos? Nem a morte nem o Bem e o Mal. Nenhum desejo de criação. A total ausência do verbo. A inexistência do desejo. O não sexo. Mas tudo esta aqui. A noite e o dia. O tempo que nos leva a uma eternidade. A morte e a vida e o desejo.
Apagou-se o dia. Não fomos. Como se apaga a palavra escrita na lousa. Como ideogramas desenhados nas areias de uma praia. Montanhas. Fogo que nos fazem sentir as energias emanadas das estrelas. Somos a projeção de muitos desejos. E ainda não nos fazemos essências.
Apagou-se o dia. Numa eternidade queima a pólvora num fósforo. Crianças brincam de bola de gude. Estrelas nascem. E as luzes de galáxias atravessam nossos corpos. Tenho todas as vãs ilusões do mundo.
Apagou-se o dia. Acendeu-se a vida. Apagou-se a vida. E tudo deixa de ser relativo. Não sou. Todos os desejos passam pela minha cabeça. Mas felizmente nem todos se materializam em verbos.
 Apagou-se o dia. Danço cirandas. Atravesso uma madrugada inteira adentrando dentro de mim e conferindo os Demônios e Anjos que ainda habitam dentro de mim.
Apagou-se o dia. Vejo filmes que quero realizar. E ainda não os pensei. Acendo velas dentro de minha fria caverna. Ela acende o fogo. E o mantém. Não somos tangíveis. Nós passamos.
Apagou-se o dia, apagou-se a lousa. Desfez-se os ideogramas nas areias de uma praia.
Acendeu-se a tocha. Na porta de um teatro. Nos fazemos presentes na vã ilusão de existir.
Apagou-se o dia. Fez –se luz . Fez –se noite.    
 Apagou-se o dia. Na verdade apagamos o dia. O sol foi devorado pela boca de um anjo. E tudo nunca aconteceu. As estrelas não nasceram. E nada se fez. E a noite não veio. Ficamos entre o que nunca existiu. E Deus não se fez presente.Quantos universos já findaram-se?  Quantos Deuses já nos criaram?  E se não existíssemos? Nem a morte nem o Bem e o Mal. Nenhum desejo de criação. A total ausência do verbo. A inexistência do desejo. O não sexo.
Apagou-se o dia. Não fomos. Como se apaga a palavra escrita na lousa. Como ideogramas desenhados nas areias de uma praia. Montanhas. Fogo que nos fazem sentir as energias emanadas das estrelas. Somos a projeção de muitos desejos. E ainda não nos fazemos essências.
  
JOKA
joão carlos faria
    



   
JOKA

 Tartarugas podem voar.

Café sem açúcar, filme Iraniano sem legenda.Levantando as seis da manhã para ir a rádio. Num sábado quando sai frustrado de um teatro por não poder assistir a peças de teatro que custa trinta reais e sempre foi gratuito ao público encontro com uma figura que me contou que alguém não conseguia levar a namorada para a cama e ela propôs para que dormissem nus num motel e não fizesse sexo. Continuei andando como canta a música de Léo Mandi. Pela João Guilhermino e derrepente num chafariz enfrente a uma faculdade de direito. Um homem diante de meus olhos e de todos que passavam de carro se despe e entra nu no chafariz. Sim algo inusitado que retrata a violência social e a exclusão social vigente nesta cidade e em todo o pais.As pessoas perdem seus direitos e entram numa exclusão que os leva a estas barbáries.Isto não é nunca foi poético não devemos nos silenciar diante desta covardia que se faz em nossa sociedade com o ser humano.Cabe ao poder constituído garantir, trabalho,moradia, educação,cultura a todos os brasileiros. E nossos desgovernantes não o fazem.Os vereadores e prefeitos de minha cidade só votam leis que os beneficiam e prejudicam cada vez mais nossa população. Em nossa periferia as pessoas moram em terrenos irregulares, sem direito a transporte de forma decente.Sem acesso a internet. Sem estruturas básicas. E nos sempre nos calamos agora a Juventude em minha cidade SÃO JOSÉ DOS CAMPOS. Começa a se manifestar nas seções de câmara.Não devemos nos calar não devemos silenciar diante de toda estas injustiças sociais.Devemos nos manifestar das mais diferentes maneiras. Em qualquer meio de comunicação que tivermos acessos. Devemos esclarecer nossos familiares,amigos,vizinhos,colegas de trabalho. Esta cidade este pais é nosso.Nos somos a cidade o pais. Os centros como as periferias estão cada vez mais inseguros cada vez mais perigosos.Eu assisto a isto e jogo milho aos pombos não posso, cruzar os braços nem você pode. Devemos nos manifestar usar o sagrado Verbo.Pensar e propor soluções, criar estratégias.Devemos assassinar o eu de nossa covardia eliminando e sermos guerreiros.Se nos silenciarmos seremos coniventes com esta barbárie que nos cerca. Só nos resta o canto de guerra, a ciranda da luta. E a força de buscar criar uma nova civilização que nos traga o amor a honra e a justiça e trabalho.

        JOKA
        joão  carlos faria     
             

sábado, 3 de setembro de 2011


JOKA

Vamos as ruas

Ouvindo pela manhã o incendiário  Raul Seixas, Sua música maluco Beleza não dá para não lembrar do anárquico Solfidone, Kharistos. Que estão viajando por uma galáxia qualquer. E nós aqui batendo de frente com estes Podres Poderes. Acabei de me desfiliar do Partido Verde. E agora estou livre. Para ajudar a por fogo nesta cidade. E sempre estamos livres e não nos percebemos livres. Tenhamos um pouco de Nero nesta Roma corrompida chamada São José dos Campos. Ainda estamos ai vivos. E não vamos descansar. São José é uma Babilônia de armações e corrupções e desmandos de uma classe ultrapassada como diz Ricardo Faria pau nestes vagabundos. Herdeiros de Sobral. Que se acham acima desta comunidade.Gente nefasta uma corja de miseráveis estúpidos e corruptos.Vão deixar que legado para seus filhos e netos só a vergonha.Vamos as ruas. Sem nenhum medo. Vamos tomar a cidade que é nossa. Estejamos as quintas na Camara Municipal. Façamos grupos de mais de cem pessoas e vamos as casas do prefeito e dos vereadores. A lei nos permite cobrar estas autoridades após as oito da manhã usemos da lei. Vamos fortalecer a DEMOCRACIA em nossa cidade. Façamos vigílias anárquicas no centro da cidade aos sábados.Vamos tomar a cidade criar uma revolução. Sejamos bem humorados ainda somos livres. Estamos vivos. Não tenhamos medo da liberdade.Só nos cabe a luta e mais nada. De resto só há uma sociedade baseada no consumismo. E um sistema Capitalista que engendra a corrupção. Sigamos as revoluções que estão acontecendo mundo a fora. É hora de mudanças. É hora de criar uma economia baseada no cooperativismo. Ontem assisti ao filme Iraniano A cor do Paraíso do cineasta Majid Majidi. É vi um Irã verde uma gente alegre e feliz. Que nunca é mostrada nos grandes meios de comunicação. Ontem vi uma manipulação da rede Globo jogando a população Paulistana contra a greve dos servidores da Capital Paulista. A vida é assim eles o tempo todo passando sua ideologia irracional. Roberto Marinho construiu seu império com apoio da Time Life com apoio do Governo Norte Americano. Elas são facistas. É hora de reagir e agir. Chega desta gente nefasta na cidade no pais no planeta.Comecemos por São José dos Campos. Vamos em frente eles contam que iremos cansar e parar não paremos levemos cada vez mais gente as ruas. O            que é algumas horas de nossas vidas em frente a uma Câmara, num protesto sejamos alegres cheios de vida. E faremos uma grande mudança. Seguimos os passos de Lula nas greves do ABC. Lula é fruto de um movimento. E outros surgirão. Vamos sem medo de ser feliz.

JOKA

joão carlos faria