Seguidores

segunda-feira, 29 de agosto de 2011


JOKA

DEUS

Dedicado ao amigo Franklin Maciel

Porque não há coisa encoberta que não haja de manifestar-se, nem coisa secreta que não haja de saber-se e vir 
à luz. (Luc 8,17)

Fala a verdade, mesmo que ela esteja contra ti. (Alcorão)

Assistindo a um trecho do filme A cor do Paraíso que gentilmente um amigo me passou passa-se no inicio uma oração muito bonita Islâmica.Porque nos seres humanos nos deixamos cair a todos os momentos o que me conforta por estes dia é a leitura de Sidarta de Hermem Hesse. Neste momento que escrevo este texto ouço uma Assura. Não sei nada de Islamismo sou ocidental até o ultimo fio de cabelo.Hoje estudante de gnose.Não sei mas sei que os Sufis são nossos irmãos. E sei que não sou. Que fraquejo e quando leio Coríntios 13. Ou quando prático mantra me fortaleço assim como quando faço um texto como este. Estou só. Em minha dor humana não sou.Nem sei se já aprendi a meditação. Talvez eu saiba refletir. Sidarta me comove assim como seu criador Hermann Hesse. Assim como Samael Aun Weor. Que nos deixou suas práticas e escritas. Adentrar a nossa caverna, num bosque. Não é nada fácil nunca sabemos se estamos navegando corretamente.Ou iremos afundar num abismo. Sermos tragados numa tempestades.Juro que sexta-feira quando terminei a leitura de um capitulo de Sidarta me deu vontade de sair e não voltar.No domingo fiquei sabendo que alguém pensa o mesmo. Tem hora que temos vontade de cair na estrada.E não mais voltar. Se prender a este mundo de trabalho, estudo. Nunca me fez a cabeça. Nem sei porque o faço? Falta-me a ousadia de Sidarta.Um dia me vou. Tem hora que não me dá vontade de voltar da Serra da Mantiqueira.Algo que me fascinou em Assim falou Zaratrusta de Friederic Nietze.Tudo é passageiro. Tudo é ilusão. Não sou esta dor que  há de passar.E estarei mais vivo do que nunca.É duro ver nossa corrupção física, moral. Nossos rios estão tão poluídos quanto nossos fluidos.Vejo baratas saindo de minha cabeça,ratos,vermes e podridão infinita. Hoje lebrei-me de José Mojica Marins quando pesquisava no chão da escola sobre o lobisomem pensei. Daqui este cara faria um grande roteiro e eu sempre o maldito eu. Não faria. Não conseguimos entender que enquanto humanidade nos somos unidades.O Pai esta em mim e em você. E continuamos a nos infernizar a ser infelizes.A deixar o interno e o externo apodrecer. Nossa sociedade esta podre. Porque nossa alma esta podre. Não somos. E ponho as palavras de Hermann Hesse na voz de Sidarta.

----- SEI PENSAR. SEI ESPERAR.SEI JEJUAR.

Eu ainda não sei nada disso mas aprenderei  a SER.
Esta tudo ao nosso alcance seja imaterial e material. Vivemos no mundo da matéria e temos responsabilidade para conosco mesmo e com o próximo. Mas ainda não somos.

 JOKA

joão  carlos faria                          

Nenhum comentário: