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quarta-feira, 20 de julho de 2011


JOKA

STATUS COR ...

Dedicado a Dailor Varella

Datas o que são datas hoje fizemos uma imensa confusão com a data de um evento. Mas eventos passam e nós ficamos? Não tenho absolutamente certeza de nada. Nem de quem sou ou deixo de ser?  Nesta noite de inverno em que já fiz outro texto.E agora escrevo outros é que vivemos a era digital onde falamos o que bem entendemos e ninguém absolutamente ninguém nos ouve? Mas e daí? Deu vontade de ler Fernando Pessoa.Vou comprar suas obras completas. A poesia vai além de Fernando Pessoa? Deu vontade de  cair na estrada. Hoje passeei por minha cidade. Que deslumbre de cidade. Mas e ai não fazemos nenhuma revolução. É tudo sempre a mesma recorrência. Uma vida de ausências e sem nenhuma fantasia. Ser absolutamente comum me cansa. Eu não nasci para isto e daí?  Precisamos mudar chega de sermos coniventes com o STATUS COR. De não clamarmos  por mudanças de aceitar a corrupção nos desgovernos que ai estão. O estado é uma grande mentira de roubalheira e desrespeito ao ser quase humano. A fome, as guerras são mantidas por nossa corrupção moral. Nossa inércia. Nossa falta de poesia. Tudo nos engana o tempo todo a mídia. Todos tentam fazer do próximo de marionetes para nossa vaidade para satisfação de nossos egos. Tudo é mentira. E também nos somos construídos através de mentiras. Chega quero gritar dentro de mim e matar minhas mentiras. Acabar com minha pluralidade para libertar minha essência. Não sou. Quero ler Fernando Pessoa ler todos os poetas. Arrumar tempo para ler livros. Para escrever livros. Para postar minhas idéias em todos os lugares. Pixar minha cidade.Escrever em postes.Deixar uma marca qualquer sou perecível meu corpo vai morrer e continuarei a existir em outras dimensões. Não sou.
Quero ir além da vaidade. Além do desejo de um sexo fácil. Além das mentiras do mundo.Além da pornografia e das drogas.Além do mero cinema de entretenimento queremos fazer filmes que reflitam a nós e o mundo.Chega de filmes que nos engana. Estamos aqui em busca de nos desvendarmos não sou? Sou, Deixarei de ser. Quem sabe eu possa voar e me ache preso. Adorei assistir WOODSTOCK de ANG LEE.
Já visite a casa de DAILOR em Monteiro Lobato. Repleta de estantes de filmes e livros. Uma casa anárquica. Para um poeta dos bem estranho. Dailor é silencio.Nada mais que silencio. Quando o leio rasgo jornais em bibliotecas escrevo para desabafar. Ele consegue provocar.Este é Dailor. A vida é vida.O cotidiano é simples. E nada é mágico, mas queremos mais magia que estar aqui respirando. Presos a lei da gravidade. Mas realmente existimos ou somos meras ilusão?

JOKA
joão carlos faria      



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