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sábado, 11 de junho de 2011


JOKA

Soco no estomago.

Revólver é um verdadeiro tiro na alienação de nossa TV paga. De nossa vidinha bem acomodada.Vem impactante e olha que só assisti ao quase final no Canal Liv num sábado á noite.É daqueles filmes que corremos no quarto para pegar uma caneta e um papel para anotar.Não é o primeiro ótimo filme que vejo neste canal já vi um sobre a vida de Bob Dylan é chato descobrir um filme relevante para nossas vidas bem comportadas.Que não consegue saborear de verdade a grandeza dos ensinamentos esotéricos e existências? Somos vãs ilusão e este filme retrata isto de uma forma clara e objetiva.É bom ver isto além dos livros e palestras.Quem derá faça isto chegar ao meu coração não sei se chega ? A rotina me tritura como tritura a todos.O canal Brasil fez uma vinheta maravilhosa sobre isto.Meus caros já estamos mortos há um século e não sabemos.Que dureza. O futuro já passou e não somos? E nem seremos? Para que tanta dor e desamor.Esta falta de alma já não me deixa feliz.Sinceramente não sei se compreendo? Mas este filme foi um soco no estomago. Como tantas palestras que vejo e levo uma eternidade para digerir. Como livros que leio e volto e volto ás páginas varias vezes.Minha vida é vã. É mera ilusão. E haja socos no estomago.Para me fazer enxergar.A dor me é intensa. Assim como a sua? Escrever me faz entrar em mim mesmo.Mesmo eu não sendo.Já não me importo com as questões políticas e sociais.Finjo que me importo.O que disser ou fazer não vai mudar o jogo.Se eu realmente não me transformar.O ego tão bem retratado neste filme nos devora.Devemos enfrentalo de forma real numa luta corpo a corpo. O ego tão bem retratado no final de uma peça de Plínio Marcos sobre Helena Petrovina Blavastky que li no final dos anos oitenta num livro que um professor me emprestou. Antes já lia a Revista Planeta.Tudo é uma trajetória de repetições que nos fazem chegar a algum lugar? Mas onde está este lugar? Quando eu morrer? Deixar esta personalidade farei este teatro todo novamente? Quiçá me liberte? Ler as obras de Samael Aun Weor que nos aponta o caminho é maravilhoso.Mas faze la adentrar ao coração é um eterno sofrimento.Estamos ai vivos? Seguindo estes caminhos definidos pelo nosso ego? Devemos nos esforçar ainda mais. E este filme é uma mera ficção de nossa intelectualidade cada vez mais caduca.Para dar um sentido a vidas sem nenhum sal. Sem nenhum tempero. Presos a ilusão da rotina.O pão que deve nos alimentar vem do espírito e não da matéria. Mas estar na ilusão e reconhece la nos ajuda a sair desta caverna escura e sombria.Revolver é um soco no estomago e vai além de mero entretenimento basta aprender a ver.E ainda não vemos? Tudo passa e ainda não somos passarinhos? Meus caros cadê nossa asa?
               
JOKA
joão carlos faria

“Revolver” é o novo filme de Guy Ritchie, marido da pop star Madonna e diretor de hits como “Snatch: Porcos e Diamantes” e “Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes”. “Revolver” conta a história de Jake Green (Jason Statham, de “Carga Explosiva”), um jogador inveterado, audacioso, com muita sorte, mas pouco dotado de senso. Está proibido de jogar em diversos casinos por uma razão simples: Jake ganha sempre. Ao longo dos anos conseguiu tornar-se tão rico que é agora o único cliente de Billy (Andrew Howard), seu irmão e contabilista. Uma noite, Jake, Billy e o outro irmão Joe são convidados para um jogo privado. Nessa noite é esperado que Jake perca contra Dorothy Macha (Ray Liotta, de “Identidade”), líder de um grupo do crime e proprietária de um casino. Mas ao contrário do esperado, Jake vence e humilha Dorothy e a partir daí instala-se a confusão na sua vida. – Este é o terceiro filme de Statham sob o comando de Ritchie, que o dirigiu em “Snatch” e “Jogos, Trapaças…”

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