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domingo, 29 de maio de 2011


JOKA

Manifesto por uma  revolução ...

Peço perdão a mim mesmo por motivos de força maior fiquei mais de quinze dias sem escrever uma só linha. E escrever é algo que faz parte de mim, redescobri que vai além de minha vaidade. Vai muito além de mim. Diz respeito a quem de verdade sou além de meu ego é algo de minha essência. Mesmo que o ego esteja estampado sempre, pois não nego o ego que ainda sou. Não culpo o ego por nada devo me culpar por tudo. Pois eu sou. Mesmo que ainda não me desvendei. Pouco já me importa se me Lêem ou não. Eu me importo que eu leia hoje no Festival da Mantiqueira em plena Serra da Mantiqueira me dei conta da importância de ter lido um livro de Jorge Luis Borges que esta num canto de meu guarda-roupa para reler.Nestes mais de vinte dias veio tantos temas para serem escritos. Vivo cercado de gente criativa quando estou fora de meu cotidiano de trabalho e faculdade. Trabalhar e fazer faculdade faz parte de como me viro para pagar as contas. Por muitos anos nem isto eu tinha hoje vivo a rotina de um cidadão normal. Enfim me disfarço. Porque a arte, a religiosidade e a política fazem parte de minha vida além da vaidade. Recuperei uma foto da Flip de 2009 em que uso uma roupa indiana.Nesta foto estou eu verdadeiramente não esta farça e prisão de vestimenta em que o homem ai no sentido do masculino mesmo se prende.Mas como vivemos numa sociedade extremamente conservadora e hipócrita no que podemos nos disfarçamos e vivemos de surto em surto.Nos achando livres como uma filosofa se acha.Mas cara filosofa? Realmente somos livres? Ter dinheiro,poder, prestigio nos dá liberdade? Talvez você ou eu? Ou qualquer um que faça arte ou escreva seja livre por alguns minutos. Um amigo num destes bate papos onde ninguém tenta convencer ninguém a nada. Falou-me que sonhamos com o Apocalipse de fato eu tinha sonhado por aqueles dias ,mas descrevo num outro texto a ser feito? E ninguém sonha com o fim do Capitalismo? E ai colegas escritores reconhecidos e os ainda não reconhecidos e começo a duvidar que sejamos reconhecidos se não fizermos nenhuma revolução.E quiça uma grande porque não? Os instrumentos de comunicação estão ai em nossas mãos e a vontade coletiva de uma massa oprimida por um poder econômico, social que se disfarça nos oprime a todo instante. Tem um olhar escondido dentro e fora de nós que nos oprime enquanto indivíduos e enquanto membros de uma comunidade.E nunca nos damos conta mas surtamos a todos os momentos. Enchemos as drogarias nos enchemos de remédio.De drogas licitas e ilícitas. De pornografia.Ai resultados uma degeneração da humanidade.Gerando verdadeiros abortos da natureza. Que e esta civilização consumista, infeliz e perto de um suicídio civilizacional.E estamos só assistindo? Minha cidade SÃO JOSÉ DOS CAMPOS esta extremamente poluída. No sábado voltando de São Xico senti isto na pele. Por conta de uma Petrobras e quem mantém a Petrobras ou qualquer refinaria? Somos nós para manter um padrão de conforto. Hoje dei graças a Deus por voltar de carona em uma hora e meia ontem gastei três horas para chegar em casa.Nosso transporte público não funciona como deveriam não é barato é cari cimo. A cidade hoje é cara em tudo. Preciso me libertar de minha prisão mental e me libertar desta cidade.Mas sem fazer nada enquanto ser social para muda La? Meus caros eu tenho no máximo mais uns cinqüenta anos neste plano. E ai partirei.E vou passar mais cinqüenta anos com medo de me transformar? E buscar transformar o mundo? Deixemos de ser ótarios. De nos preservar. De fazer o jogo. Quero terminar a faculdade fazer uma ´pós.Tirar carta. Mas mesmo fazendo isto também posso agir no coletivo no social.Chega o mundo esta ai para ser transformado? E nós somos agentes desta transformação. Uma multidão sonhando com uma mudança e uma nova ordem social e econômica pode ser criativa para acabar com esta desordem social que chamamos de capitalismo. Pensemos o hoje o novo além de Karl Marx,Adam Smith e muitos outros pensadores.Desculpem-me os intelectuais consagrados e escritores ninguém nos apresentou uma proposta do novo. Voltamos do Festival da Mantiqueira pelo quarto ano numa estaca zero.Cabe as comunidades repensarem a sociedade.Deixemos de ser partes busquemos o todo. Afinal enquanto civilização não sabemos quem de fato somos? Somos além de nossa vaidade.Que se faça a revolução revolução revolução.

JOKA
joão carlos faria  
              
       

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