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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

um texto para aumentar minha força,
em consequência a de todos.


                               Século 22

O que a humanidade vai dizer de nós no século 22?
Hoje pensamos, como foi forte, transformador, o início do século 20, com a revolução proposta pelos modernistas.
Estamos no início do século 21. com muita tarefa a cumprir para gerar novas tarefas a quem vem.
Dizer, que no início do século 22 não vai haver mais habitantes na terra, pode ser uma verdade, mas, também uma mentira.
Eu espero que no início do século 22 possa existir gente nessa terra. Para estudar a história e ver que no início do século 21 estivemos aqui.Derrubando tabus, inaugurando tecnologias, enfrentando governos corruptos, questionando tarifas elevadas, gente desanimada, estragadores de rios, desprezadores de água, indiferentes à arte.
Que no início do século 22, os jovens, os velhos e os “animais super conscientes”, possam olhar pro passado que já foi futuro e possam perceber que foram antecedidos por almas grandiosas, seres desbravadores, brilhantes, incansáveis.Que realizaram  criações coletivas.
Que do início do século 22, possam perceber que depois da revolução de 1922, ,no século 20, houve uma proposta, uma energia de descontentamento no início do século 21.
E que essa energia, essa proposta do século 21, observou a proposta do século 20, colheu o que foi melhor do século 20, e ao mesmo tempo, soube lutar de forma impávida, bem calculada, com extrema coragem para que formas retrogradas, caretas e opressoras não retornassem ao século 21.Formas similares, à ditadura militar e religiosa que massacrou o final do século 20. E que os homens e mulheres do século 21 não deram chance de que os déspotas ensaiassem um novo retorno.
Que os homens do século 22, vejam e sintam orgulho de que nós do século 21 não demos asas ao capeta fingindo de  santo para esconder projetos de bomba em nosso jardim.
Que os 2 mil e 22 possam saber  que no interior e nas capitais as conexões não cessaram, não triunfou o blecaute. Que os homens do século 21 “Perderam o medo da chuva, pois a chuva voltando pra terra traz coisas do ar”.
Então século 22, estamos indo, estamos fazendo. Estamos pintando os cachorros e as cadelas, preparando canções, livros, filmes. Construindo arranha céus que balançam ao som de músicas eletrônicas e, elevadores que sobem com carros de boi e tambores de maracatu tocados por boiadeiros do apocalipse.
Século 22, somos o século 21. Somos o lagarto junto ao junco e ao mesmo tempo, construtores de uma nave de alta velocidade e infinitas programações.
Somos setas atiradas do século 20 e o século 21 não pode deter essa seta. Somos a seta cultural transformadora, de energias renováveis, incalculáveis, deslocadas, incomensuravelmente retumbante, orientada e desconcertante.
Ninguém da capital e nem do interior pode nos fechar a porta. Não derrubaremos a porta a murros. Mas entraremos através da energia que atravessa o material, o mar arterial.
-isto já é provado pela física quântica.
O material é transpassado pela antimatéria.
Temos em nossa bagagem, o  que os anarquistas, os ativistas,os grande artistas do século 20 ainda não concluíram e nós vamos concluir. Realizar, esticar curtos pensamentos para que se tornem longos, se ergam, se engrossem e se tornem caudalosos, e não só cautelosos.
Viva a Poesia
Léo mandí


 Assino em baixo.
Faz tempo que não lia um Manifestos nestas desérticas terras joseenses.
É isso em meio ás trevas de criatividade e do comodismo cultural que nos assalta. Léo Mandi ousa e faz um MANIFESTO.
O que vejo de melhor ultimamente e mesmo errando é o Estival no resto repetições sem criatividade.
Sucesso. Léo bem longe de academias e formalismos. Embora sempre esteja presente. Mas sei que Léo tem uma ousadia. Cadê nesta cidade homens e mulheres com disposição para mudar este obvio de alienação e comodismo. Só usamos as luzes do palco para nossas vaidades meus caros ainda nos falta muito.
Quando falo de São José leia se uns pais.
Artistas por natureza fazem revoluções mesmo que elas não dêem frutos.
Mas buscam o novo. Mesmo que sozinho e isolado.
Sucesso...

JOKA
 

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