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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Aparador de Quimera um livro de Zenilda Lua


JOKA

Aparador de Quimera

Estou aqui neste inicio de noite buscando mantras para ouvir. E baixando alguns programas. Como canta Lenine a vida é tão rara. Então a aproveitamos muito bem. Dias atrais tive no lançamento do livro de Zenilda Lua com o titulo Aparador de Quimera que fôlego tem este simpático casal Zenilda e Reginaldo. Para apesar de todas as adversidades estarem sempre fazendo alguma coisa no campo das artes. Não ando com tanto fôlego assim ainda estou refletindo meus últimos projetos. E pensando em viabilizar outros de cunho artístico aquele livro que nunca sai. O roteiro de um filme.  Mergulhando bem fundo num mar bem bravio. E ás vezes voltando para respirar. Sinto-me a atravessar uma grande tempestade. Ás vezes perdido num barco qualquer. Ás vezes sou pássaro preso em gaiola. Queremos muito e será que merecemos tanto? Naquele sábado tive um bom momento com pessoas que estão buscando um pouco mais da vida uma bela recorrência. Os encontrei ao acaso. E como acredito em acasos. Deixamos a conversar fluir e foi além dos cinco minutos durou um dia todo como nos bons tempos da Irmandade Neo Filosófica. Como profetizou Solfidone iríamos andar só pelo deserto da vida é a necessidade de quem busca. Mas com nossos eus nem sempre compreendemos e vivemos sem nenhuma paciência. Esquecemos-nos que devemos deixar nossos Deuses guiarem nossos caminhos elas sabem o que de fato precisamos. Nos sempre queremos mais. São nossos cinco sentidos mal acostumados as luxurias da hipermodernidade. Achamos-nos fortes e somos tão frágeis. Hoje no parque ouvi a agonia de uma ave. Acompanhei todos os momentos com meu ouvido. Até de novo ouvir o típico silencio da mata. A vida é breve e até a agonia é bela. É porque não é a minha. Quase todos os dias penso na minha morte e na de meus próximos. Acustamar-se a idéia de morrer é algo maravilhoso descobrimos que temos que desapegar de tudo. E somos tão prisioneiros de nossos desejos. De nossas necessidades. E tudo é sempre igual. Tudo sempre repete e não estamos atentos e cometemos sempre os mesmos erros. Eu não nasci ontem existo há milênios. Já vivi varias vezes nos infernos. Agora devo alcançar os céus. Mas como  alcançar os céus se sou pura vaidade? Acho-me e não sou. Ainda não sou humano.Crianças choram querendo uma toalha. Também sou criança. Que os Deuses me conduzam pelas mãos. Num carro voltando da Mantiqueira contei uma história dos Deuses ao meu modo e fui reenprendido. Não devemos seguir o que lemos ao pé da letra. Os caminhos para saírem da caverna. Estão dentro de nossos corações os livros só dão algumas pistas. Mas esta tudo dentro de mim dentro de você. E meus caros o caminho é bem solitário. E a Mantiqueira esta ao alcance de meus olhos ela de longe bem azul. Já Copacabana bem distante. Mas a Mantiqueira esta dentro de mim com Copabana. Ainda sou bem e mal. Devo ir além. Uma hora desta devo ler Aparador de Quimera em baixo de um pé de manga. Como se fosse uma carta só para mim. E sorver e me lambuzar com o livro. Buscar a alma de Zenilda. Sentir sua poética. E ai voar... voar ... voar ... Sou um pássaro ... Sou um homem ... E não estou só. O silencio se faz necessário para nos desvendarmos ...Ouço Lenine ... E canto com Lenine vá ver se estou lá na esquina ...  Tó indo já fui ... Beijos que te façam incendiar teu coração com a luz do Cristo.Ai ai ai de mim que ainda não sou humano ...       

JOKA
joão carlos faria

Zenilda Lua
Aparador de Quimera
2011
Netebooks
Editora

Paciencia de Lenine




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