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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011


JOKA

Após assistir a Erva do Rato de Julio Bressane ...

Medusa se faz presente diante de mim. E me toma. Torno-me estatua. Ela me toma ... Meu espírito se aprisiona diante de medusa. E se liberta muitos séculos depois. Lá preso a medusa a lúxuria me consome. Num reino de muitas orgias. E por uma mão de um anjo liberto-me de medusa. E agora vivo em Sodoma .. Por vários séculos. E um dia aparecem dois forasteiros que param na casa de Ló e todos os queremos. Mas não nos querem. Sodoma era uma cidade de lascívia e devassidão. Tínhamos todas as experiências. Mas não tínhamos nossa essência. Aqueles homens fugirão com ló. E vimos duas grandes carruagens belas. Voar sobre Sodoma ... Trouxe-nos belos raios e trovoes. Quando vimos nos consumiam em fogo. E morríamos ... infelizes não tínhamos a noção do pecado Judaico Cristão. Éramos felizes em nossas vidas. Ai me vi guerreiro em Roma numa batalha sangrenta entre a vida e a morte. Tive uma única chance e trai a todos. Principalmente dois leias amigos que me acompanhavam. Entre a vida deles e a minha fiquei com a minha. Mas não tive muita sorte ... Passaram se alguns dias entre homens e mulheres que ali se amavam. Fui denunciado e esquartejado. Minhas Luxarias e medos me levaram. Numa outra vida encontrei um tal de Judas eu era uma mulher que seguia a seita de Jesus. E numa noite de raiva e medo. Aconselhei a Judas e o pedi para que fugíssemos dali. E com trinta moedas fomos.  Pois havia murmúrios que Jesus seria preso. E ele o fez. Mas dizem que Jesus também tinha pedido. E fomos embora ...Judas nunca me contará. Mas também não tive sorte , pois vi Jesus ser Crucificado e cai em mim. E me descobri ... Fomos a Roma e eu sendo Cristã fui jogada aos Leões nunca tive uma morte tão bela. Hoje ainda não sou nem fui. Perco-me em minhas memórias de tantas vidas quase cento e oito. Se eu contasse todas darias milhares de vidas. E muitas e muitas traições. E também muitos amores.  Nunca me lembro de tudo só me vêem em flashes. A erva do Rato me consome sou caveira a tomar chá. Sou fotografada nua ... Vejo-me em você. Mas não se vê em mim. Caminho pelos parques. E ainda não me despi. Sou as mulheres que se deixam filmar em noites de sexo. Para tolos homens em lúxurias vãs. Para que tive tantas vidas se meu coração ainda não descobriu o amor. Se ele ainda se faz pedra.  Naveguei desbravei continente e aqui estou no frio glacial da América.  Dentro do lugar mais distante de minha Argentina. Ás vezes presente numa pessoa no Brasil. Sou muitos pelo mundo afora que carregam uma parte de mim um dia quem sabe um uma. Uma totalidade. Agora uma sombra. A tentar desvelar Jorge Luis Borges. O leio e o releio. A erva do rato se faz presente em mim. Sou caveira. O ar esta parado e respiro por entre aparelhos. Dentro de um corpo numa cadeira de rodas. Dentro de uma pessoa que não compreende o mundo. Sou todo e tudo e nada. A roda gira. Vejo os filhos que já pari sinto as dores do parto. Sinto meu ser se fazer presente em cada vida que vivi. Sou a luz e as trevas. Sou a musa retratada num quadro de Edvard Much. Suas cores. Sou o militar que aperta o gatilho contra a multidão no Cairo meu Cairo onde vivi muitas vezes. Onde servi muitos Faraós como soldados. Ás vezes Sacerdote. E muitas e muitas vezes prostituta. E hoje sou pura solidão. Quantas vidas já fui feliz. Quantas viagens astrais. Quantos planetas já visitei. E agora aqui preso a esta ilusória vida. Sou o cão que late na noite. E com tudo que fiz sempre vejo uma estrela. Que sabe tudo de mim. E me ilumina. O sol esta ai brilhar a gerar luz. A erva do rato me consome sou a retina a absorver a luz da película. E a buscar ... O que de fato esta dentro de mim. Sou Bressane. Alessandra Negrini.Selton Mello me faço presente em todos. Á noite me leva a ver estrelas apago a luz. Desligo-me deste mundo de matéria. Faço-me presente nas partes de mim que circulam por este planeta. O universo esta em mim então também sou universo.                  

JOKA

joão carlos faria 

Filme A erva do Rato

De Julio Bressane

Com Alessandra Negrini  e Selton Mello




domingo, 30 de janeiro de 2011

O VALOR DA SOLEDARIEDADE


JOKA


O VALOR DA SOLEDARIEDADE

Estou terminando a primeira leitura de um livro de Jorge Luis Borges intitulado FICÇOES digo primeira leitura, pois gastei quase o livro inteiro para compreender a grandeza deste autor. E não cometerei o pecado de não reler. Agora familiarizado com estilo diferente deste grande autor. Borges é de uma genialidade e uma imensa cultura. Cita um monte de outros grandes autores e de uma grande compreensão da filosofia. Borges é autor necessário para cada leitor apaixonado. É bom se livrar um pouco deste labirinto virtual e cair numa boa leitura. Nunca desprezo a internet. A minha vida criativa tornou-se outra após o acesso ao universo virtual. Mas não devemos deixar a leitura a escanteio. É bom ler de tudo não exageremos com as bulas de remédio. Sou leitor antes de ser escritor. Uma língua que amo tanto que é capaz de se reinventar a todos os momentos do popular ao erudito. Ás vezes vem das favelas cariocas novas gírias e novos jeitos de recriar o Português os adolescentes a recriando na internet. Ouço Phil Collins poderia estar ouvindo Leo Mandi, Paulo Rafael e Edu Planchez artistas ainda desconhecidos no cenário nacional, mas bem talentosos. Quando comecei a escrever queria ser músico. Ai descobri a poesia via Fernando Pessoa, Cassiano Ricardo. Mas sempre li e muito desde que me alfabetizei. Criar é mágico. Já não sei fazer um poema na forma arcaica. Na construção minha poesia agora esta em meus textos, crônicas quem sabe num roteiro de cinema, numa peça e logo num livro. Fico admirado ao ver escritores com uma grande obra em livros tem  gente que tem mais de sessenta livros publicados e ainda só publiquei Retinas que já considero ultrapassado. Acho que pintei de mais no esoterismo andava a ler Helena Blavastky que complica por demais o esoterismo e logo descobri Samael Aun Weor. E misturava tudo isto na minha escrita. E ate´hoje o faço e errava mais jogando a simbologia de uma maneira KAOTICA. Faz parte de nosso aprendizado. A vaidade  de ser difícil. Quero ser de hoje em dia o mais simples e inteligível possível. Se bem que escrevemos para nós mesmos. Publicar, ser lançado por editoras e conseqüência. Ainda tenho certa vontade de ver meus livros nas livrarias. Sei que dificilmente acontecerá. Não pertenço aos círculos de influencia cultural deste pais. Nem eu nem meus amigos citados. A sociedade brasileira não é democrática de fato. O poder de publicar esta nas mãos de poucas editoras no geral inacessível a classe social a qual pertenço. Resta-nos o universo virtual sermos descobertos , mas quantos escritores e músicos já foram descobertos? Não tenho o toque de Midas de Eike Batista e sequer a noção de como se monta uma editora, gravadora e produtora de cinema. As leis de incentivo nacional na cultura. São tremendamente eletistas e privilegiam poucos. E sempre querem uma contra partida social. E o trabalho intelectual e criativo de qualquer artista já não é uma contribuição para a cultura universal? Porque sempre temos que fazer  o que a esquerdinha burra chama de Ação Cultural. Já acreditei que através deste discurso poderíamos mudar o mundo. Não carapalidas para mudar o mundo mudemos  a nós primeiro. Deixemos de ser vaidosos. Dar-nos um grande valor que ainda não temos. Pastei anos e anos me achando produtor cultural e sou produtor de que?A vida passa. Devemos ser realista. As transformações do governo Lula avançaram na economia, mas não chegaram á cultura. O modelo eletista continua ai. Um Brasil com poucas editoras, gravadoras, nenhuma indústria de cinema. Algumas emissoras de televisão que segundo dizem continuam a dar as cartas. O governo Lula foi um governo de livre mercado. Que teve a sacada de dar espaço econômico a uma grande parcela da população é pronto.Não fez nenhuma revolução de esquerda. Foi um governo de centro.Tá o pais avançou. Mas e agora no governo Dilma vai avançar mais? O pais necessita investir em cultura e educação. Fazer que as obras de nossos artistas chegassem ao público. Não vi nenhuma reforma das comunicações. Criação de rádios e TV que mostrem realmente a cultura nacional.E isto deve ser feito regionalmente. Conheço muitos artistas talentosos ,mas que nunca terão uma verdadeira chance de produzir e comercializar sua arte e ai sim viver dignamente dela.Arte e cultura são trabalhos e o artista precisa receber pelo que faz. Precisa ter condições dignas  para criar. E quase nunca  tem.Pelo menos os que conheço que convivi e convivo. Os Titãs acertaram em cheio numa música intitulada Comida. A vida é muito mais que ação cultural. A vida do artista é criação.Não devemos viver de dar oficinas. Ou criando espaços culturais. Precisamos de editoras, gravadoras, produtoras de cinema.E os governantes sejam municipais, estaduais e nacional não tem esta sensibilidade. Cultura, arte gera renda, gera empregos.Estamos na tal sociedade  do conhecimento. E não conheço um artista que não pesquise não leia e não se informe.O pais esta deixando de aproveitar e crescer com uma geração que se perde.E os artistas os quais defendo. Não enxergam. A nossa vaidade é muito grande devemos aprender a descobrir o valor da solidariedade. Que ainda não temos devemos nos profissionalizar. Criar cooperativas, empresas. Devemos cobrar dos governantes uma política pública de conseção de rádios e tv. De financiamentos ao fazer cultura. Um pais não vira potencia econômica se não investir em saber. Em conhecimento. Em cultura enfim o que nos adianta lotar os supermercados, encher as ruas de carro. Se não sabemos fazer isto de modo civilizado. Se não aprendemos os reais valores do consumo e seus limites. Não se ergue uma civilização de bárbaros. Sem educação e cultura e religiosidade uma sociedade se torna Bárbara. Queremos e precisamos aprender os reais valores de uma sociedade. Só os valores do mercado nos levam ao Kaos. Por isto educação, arte, cultura e conhecimento são valores que transformam a humanidade.  

JOKA

João carlos faria               

Titãs música Comida 

http://www.youtube.com/watch?v=kDauPMPIEDw&featur

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Aparador de Quimera um livro de Zenilda Lua


JOKA

Aparador de Quimera

Estou aqui neste inicio de noite buscando mantras para ouvir. E baixando alguns programas. Como canta Lenine a vida é tão rara. Então a aproveitamos muito bem. Dias atrais tive no lançamento do livro de Zenilda Lua com o titulo Aparador de Quimera que fôlego tem este simpático casal Zenilda e Reginaldo. Para apesar de todas as adversidades estarem sempre fazendo alguma coisa no campo das artes. Não ando com tanto fôlego assim ainda estou refletindo meus últimos projetos. E pensando em viabilizar outros de cunho artístico aquele livro que nunca sai. O roteiro de um filme.  Mergulhando bem fundo num mar bem bravio. E ás vezes voltando para respirar. Sinto-me a atravessar uma grande tempestade. Ás vezes perdido num barco qualquer. Ás vezes sou pássaro preso em gaiola. Queremos muito e será que merecemos tanto? Naquele sábado tive um bom momento com pessoas que estão buscando um pouco mais da vida uma bela recorrência. Os encontrei ao acaso. E como acredito em acasos. Deixamos a conversar fluir e foi além dos cinco minutos durou um dia todo como nos bons tempos da Irmandade Neo Filosófica. Como profetizou Solfidone iríamos andar só pelo deserto da vida é a necessidade de quem busca. Mas com nossos eus nem sempre compreendemos e vivemos sem nenhuma paciência. Esquecemos-nos que devemos deixar nossos Deuses guiarem nossos caminhos elas sabem o que de fato precisamos. Nos sempre queremos mais. São nossos cinco sentidos mal acostumados as luxurias da hipermodernidade. Achamos-nos fortes e somos tão frágeis. Hoje no parque ouvi a agonia de uma ave. Acompanhei todos os momentos com meu ouvido. Até de novo ouvir o típico silencio da mata. A vida é breve e até a agonia é bela. É porque não é a minha. Quase todos os dias penso na minha morte e na de meus próximos. Acustamar-se a idéia de morrer é algo maravilhoso descobrimos que temos que desapegar de tudo. E somos tão prisioneiros de nossos desejos. De nossas necessidades. E tudo é sempre igual. Tudo sempre repete e não estamos atentos e cometemos sempre os mesmos erros. Eu não nasci ontem existo há milênios. Já vivi varias vezes nos infernos. Agora devo alcançar os céus. Mas como  alcançar os céus se sou pura vaidade? Acho-me e não sou. Ainda não sou humano.Crianças choram querendo uma toalha. Também sou criança. Que os Deuses me conduzam pelas mãos. Num carro voltando da Mantiqueira contei uma história dos Deuses ao meu modo e fui reenprendido. Não devemos seguir o que lemos ao pé da letra. Os caminhos para saírem da caverna. Estão dentro de nossos corações os livros só dão algumas pistas. Mas esta tudo dentro de mim dentro de você. E meus caros o caminho é bem solitário. E a Mantiqueira esta ao alcance de meus olhos ela de longe bem azul. Já Copacabana bem distante. Mas a Mantiqueira esta dentro de mim com Copabana. Ainda sou bem e mal. Devo ir além. Uma hora desta devo ler Aparador de Quimera em baixo de um pé de manga. Como se fosse uma carta só para mim. E sorver e me lambuzar com o livro. Buscar a alma de Zenilda. Sentir sua poética. E ai voar... voar ... voar ... Sou um pássaro ... Sou um homem ... E não estou só. O silencio se faz necessário para nos desvendarmos ...Ouço Lenine ... E canto com Lenine vá ver se estou lá na esquina ...  Tó indo já fui ... Beijos que te façam incendiar teu coração com a luz do Cristo.Ai ai ai de mim que ainda não sou humano ...       

JOKA
joão carlos faria

Zenilda Lua
Aparador de Quimera
2011
Netebooks
Editora

Paciencia de Lenine




sexta-feira, 21 de janeiro de 2011


JOKA

Se quiser ouvir Deus ...

Somos por demais pretensiosos. Queremos tudo, mas temos o que para oferecer além de nossa vaidade? Por muito tempo fiz muita coisa só para aparecer. E não ganhei nada além de uma boa barriga. Dói-me cada vez que ouço senhor. Ainda não sou tão velho. Tenho muito a fazer. Mas já não sou tão jovem. Acustamar-se a meia idade é bem dolorido. Pois sempre estou recomeçando afinal ultimamente sou um estagiário. Nestes dias o que me salvou de uma semana bem comum ir com um amigo num Luau. Eu ia ligar o computador para criar mais um texto e o telefone tocou. De pronto já topei. Cheguei e vi uma gente bonita ouvindo boa música. Algo para não dizer nada e nos diz tudo. Longe dos sarais onde sempre a vaidade dos  poetas  fala mais alto. É muito estranho esta gente. Não consigo ir além de um comprimento eles não tem conteúdo nenhum nunca existe um bom papo. É fazer o que é a tribo da cultura?  Que de culta não tem nada. Há anos não vejo um grupo que se dedique a buscas filosóficas. A tentar pensar a cidade e o pais de maneira diferente. Nossa geração quer poder e temos o que para apresentar? Temos o que para propor de novo? Com tanta informação e somos vazios de coração. Quero adentrar dentro de mim e descobrir quem realmente sou. Além desta personalidade vazia. E trazer algo que acrescenta a mim e a humanidade. Ainda não sou humano. Luto para tornar-me humano. A vida é ligeira. Um dia temos vinte anos e logo chegamos aos quarenta. Por isto me apresso para escrever. E consertar meu computador. Como bem canta Raul. Meus caros o que temos para dizer? Nada então nos calemos. A vida não só a minha é puro cotidiano. Como diz o cantor no Luau vivemos para pagar contas? Antes nem conta eu pagava. Alguém pagava por mim. Tenho vários livros por publicar. Vários filmes por fazer. Várias mulheres por amar. E varias eleições por ganhar. E estou aqui nesta manhã sem nada de importante para fazer. Buscando me desvendar. Então o que vale para mim conquistar o poder nada. Tenho que ter alma. Para tornar-me. A felicidade ainda esta distante. Ainda não fiz nada para merece lá. Então que venham os Luaus e os Sarais que sejam adivindos do coração e não dá razão. A vida é ligeira. O trem passa. As estações passam. E a vida passa. O que realmente somos? Para que toda esta vaidade?  Esta alta importância. A felicidade nos bate a porta. Deixemos a entrar. Não sejamos. Não nos enganemos. Deixemos Deus falar conosco chega de tentarmos falar com ele. Adentramos ao silencio e uma hora desta ele nos cantará uma canção.

JOKA

joão carlos faria
  



sexta-feira, 14 de janeiro de 2011


PS Por motivos tecnicos de meu compatudor   ainda sem revisão.

JOKA


Cuidado para que não sejamos os novos porcos?



Eu aqui preocupado com meu mundinho pessoal. Com o computador que precisa ir para o concerto e a falta de grana para concertar. E assistindo aos desastres naturais? De natural não tem nada? Porque consentimos que as pessoas morram nestes lugares com chances de desabar. Eu aqui preocupado se irei terminar ou não a faculdade? E todos morrendo. Eu aqui contente por uma manhã de sol para poder caminhar pelo parque da cidade? Eu aqui preocupado em passar num concurso público para virar mais um bundão acomodado ao que esta estabelicido. Eu que preciso criar coragem e montar um negocio próprio ou até mesmo uma cooperativa.
Eu aqui lendo o prefessor da Usp o filosofo Paulo Eduardo Arantes no Livro Zero a esquerda. Que
depois de lida quase duzentas paginas consigo entender alguma coisa. Ele já em dois mil escreveu um capitulo inteiro sobre o chamado terceiro setor.Intitulado Esquerda e Direita no espelho das Ongs. E eu aqui o lendo e finalmente o entendendo. Ai dá para compriender o que acontece nestas regioes e em todo este pais. É negligencia do poder publico e de nós cidadãos que não sabemos nos organizar politicamente. Para mudar este planeta. Porque confudimos ação pública com alguma maneira de ganhar a vida. Os ativistas de plantão com um empreguinho público indicado pelo partido no qual é filiado. O empresaŕio que financia as campanhas e depois recebe dez vezes mais em ilicitaçoes públicas. Meus caros somos todos corruptos pois somos coniventes.E por nossa culpabilidade um dia um pivete pode nos enfiar um canivete. Ou uma tromba dagua nos leva direto para o inferno. Nos calamos o tempo todo. Para que tememos o escarnio público? Sermos chamados de loucos ou vagabundos? Vagabundos são eles da elite economica e politica deste mundo Globalizado.
Quem tem um pouquinho de lucidez deve botar a boca no trombone e cobrar dos governantes açoes
e cabe ao estado e aos governos fazelas. Eles não tem que terceirizar para as Ongs. E falando que o cidadão deve fazer a sua parte. Nossa parte é cobrar nos elegemos os governos. Não somos clientes do estado somos os donos do estado que tem que nos servir. Como uma afundação cultural tenta rotular o cidadão de cliente. Isto acontece em governos do PSDB a governos do PT. Estas duas siglas divide o eleitorado. E os despotas do PMDB sempre dos dois lados. Acompanhado do filhote nepotista PV.
Conheço esta gente por dentro sempre disputei um pouco de farelo. Que eles jogam de suas mesas para nos mudibliar, comprar e nos fazer de prostitutas e caes que chutam a todos os momentos.
Chega não sou uma única voz basta ler as participaçoes dos internautas nos forum eletronicos dos velhos jornais do sistema.
Cabe a nós que queremos mudança e temos um pouco de cerebro e algum coração aprendermos a nos organizar ainda não sei quando mas em breve vão acontecer movimentos sociais a partir da internet neste pais e qualquer pais do mundo. As revuluçoes são ciclicas. Não somos tão idiotas como quem esta no poder pensa. Tudo se transforma. Cabe a Dilma ao Geraldo agir. E agir de fato a responsabilidade e da situação e da oposição. Com as tecnologias de construção civil de hoje e uma correta urbanização dá para evitar estes desastres sociais. Cada família que perdeu tudo. Deve ser indenizadas e serão ? A burrocracia neste pais é grande. As empreiteiras farão a festa da reconstrução com nosso dinheiro.
O Estado Brasileiro precisa de mudança precisamos criar vergonha e nos organizar da base da piramide social e mudar este pais.
Chega de sermos cidadãos coniventes com este porco jogo sujo. Precisamos parar de estar no chiqueiro e sair e nos articularmos.
O pais carece de uma mudança politica e social. E nossa geração adormecida em berço esplendido por detras de computadores precisa fazela.
Deixemos de sermos otarios. Vamos tirar os porcos do poder. E cuidado para que não sejamos os novos porcos.
O Pais ? Precisa de gente ousada. Que se levante. Façamos um levante. Chega de sermos ridicularizados nos somos capazes de mudar o mundo comecemos por nós mesmos.


JOKA

joão carlos faria

Livro Zero a esquerda

De Paulo Eduardo Arantes

Coleção Baderna

Editora Conrad