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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011


JOKA

Eternidade

E  tudo esta ai um mundo que gira e o tempo que passa. E nós sempre atônitos diante da vida. Que nos envolve em seu manto de ilusões. E sonhos que não são. Sempre tive a doce ilusão de achar que ter é mais importante que ser. Sinto o cheiro da terra das plantas quando desço de uma cachoeira com meus cinco sentidos em alertas. Pois em mata fechada a cobras. Sem nenhuma metáfora cobras são cobras. Na madrugada reflito o existir. E tento resistir a tudo que não nos importa. Voltei a ler poesia. Tento aprender a ciência da meditação. Simples é não pensar. Mas somos um amontoado de teorias. Sempre achei que deveria viver só. Já sonhei com casas repletas de mulheres a me servir. Mas o que me valeria ao fim de minha inexistência. Hoje descubro que já não escrevo por mera vaidade. O prazer esta em escrever para registrar nossa vivencia. Existir existimos, mas realmente percebemos nosso existir? Nunca fui não sou. Mero ser humano na busca por sobreviver. Eu paro. Desisto quero é viver. Tudo sonho. Mas na verdade pesadelo. Palhaço a declamar poema em praça pública por mera vaidade. E não sou. Sim voltarei ás praças públicas, mas com a intenção de compartilhar de vivenciar de experimentar com o próximo. Sou parte sou todo e aprendo o real sentido de compartilhar. Que dia suave. A vida deve ser suave. Nunca apressada, sempre descansada. Chega de correr. De estar apressado. Estamos aqui a uma eternidade e assim continuaremos.     

JOKA
joão carlos faria

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011


JOKA

Trevas

O calor e a luz por entre trevas. Um final de filme nada feliz. Quantos filmes para ver?  Esta noite me assombro com minhas maldades. Os demônios se fazem cães prontos a devorar o próximo. E o amor ainda é ilusão. Longe de minha estrada para Damasco. Eu me persigo, me assalto e me destruo. Sou niilinista de mim mesmo. Este calor e meus desejos afloram. Ilusão mera ilusão de mim mesmo. Não me engano nesta civilização politicamente correta. Corro é salto dentro de um lago de um parque. A guarda corre atrás de mim. Somos cercados de câmeras. Adentro ao prédio mais alto da cidade, torno-me águia para voar. Tudo se esvai na ampulheta. Não quero ser correto para agradar uma sociedade desequilibrada. Com uma justiça cega de ódio ao mais fraco. E uma policia a serviço das elites. Uma educação que tenta aprisionar nossa essência. Não sou. Deixo minha covardia de lado quando faço minha reflexão. E horo para mim mesmo me libertar de minhas feras. Eu demônio. Nunca anjo. Tudo dentro de mim. Minha inexistente ética. Refletida na podre sociedade que nos cerca. Caminho pelas margens de rio. Caminho pelo banhado de um rio. Nunca sou. O calor e a luz por entre trevas. A revolução doe dentro de mim. E busca refletir-se nas ruas.    

JOKA
João carlos faria

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011


JOKA

Abismo ... não sabemos o verdadeiro sentido de compartilhar ...

Desejos sempre mecanicamente os mesmos desejos. Que graças aos Deuses sucumbem ao real. Viver nos é perigoso. Imaginar, delirar ainda mais. Quantos caminhos a seguir?  Despedaço-me em meu abismo. Ás vezes chego a outro lado. Minha consciência sempre gritante. E a humanidade democrática e ocidental se achando livre? Onde somos livres. Se nossas mentiras reacionárias se multiplicam. Somos uma grande fábrica de psicopatas. Que se acham livres? A humanidade tenta a anulação de Deus estamos numa grande babel de teorias e pensares. Uma multiplicidade de idiotices que nos tenta afastar de nossa real existência. Algemas mentais nos prendem a nossa caverna. Deturparmos tudo o sexo, dinheiro, poder. Não sabemos o verdadeiro sentido do compartilhar. Nossos egos se multiplicam e quando estamos sós. Numa cama num quarto fechado. Nossos eus Demônios nos assaltam. E todas as legiões de maldades se apoderam  de nossas mentes. Tentamos calar nossos eus. Que saem debaixo de nossos tapetes. Fazem-se presente através de nosso respirar. Sentir-se Demônio doe imensamente. E quando no convívio social nos travestimos de pessoas felizes, fortes, guerreiras e diante da solidão do espelho as mascaras saem e os demônios se fazem mecanicamente presentes. Digo não sou. E sou multiplicidades. Que me atemorizam. E me fazem sentir muito mal. Tenho horror de mim quando me vejo no espelho de minha consciência. Deixemos de ser mecânicos. Responder a impulsos. Esta materialidade nos prende a um abismo. Estamos mortos e não nos percebemos mortos. Somos o vomito. A matéria nos prende. Absorve-nos. Lutemos para nos entender para adentrarmos a nossa caverna. Para enfrentarmos frente a frente com nossos Demônios. Os extirpar. Os matar. Destruí-los para que nossa essência se liberte. A liberdade ainda  é uma ilusão. A liberdade só com grande luta de mim contra mim. Alcança-se.  Desculpem ainda não sou. Mera sombra. Inexisto. Quem sabe um dia a liberdade que se faça real. Hoje uma multiplicidade de pessoas. Ainda não sou ainda longe de SER.

JOKA
joão carlos faria

sábado, 17 de dezembro de 2011


JOKA

A areia da ampulheta

A noite se faz presente. O calor sedutor de um verão que se anuncia quente muito quente. Como somos Trópicos. Eu sou Tropicalista. As vezes reaça. Mais sempre anárquico. A liberdade inexistente. É uma utopia a ser alcançada. Leio o livro Utopia de Thomas More  tentando decifralo. A vida se vai. Esvai-se eu sempre só. Tudo tem seu tempo somos eternidade. Diversidade. E ainda ausência. Gosto de andar só pela cidade. Ouço o pensar de velhos esquerdistas disponho-me a aprender. Enquanto pessoas passam pela praça com toda sua afobação por falta de grana não consumo. Se tivesse compraria. Mas tudo é repetitivo e mecânico. E a areia da ampulheta continua a cair. Um inseto verde adentra ao meu quarto. Assenta no computador. E agradeço por não consumir. A vida é mais que consumo. Mais que dias agitados de trabalho. A calma é necessária. Curto a paisagem de minha cidade. Seu cartão postal. Um enorme banhado. E o Rio Paraíba do Sul bem ao afundo. Uma vila que desaparecerá uma comunidade que esta ali a mais de um século. Tudo passa. A noite esta quente. Cadê os Tropicalistas?  Um velho esquerdista. Falou-me que os Paulistas são extremamente conservadores e reacionários. Que coisa. Somos frutos desta sociedade. Estamos sempre aqui pelo jeito morrerei aqui. E não transformamos este Estado em algo mais humano. E os Tropicalistas se fizeram em Sampa. Não somos não sou. Vejo pela centésima vez o vídeo Odara. Não o entendo. O entendo  sempre o revejo. É uma colagem maravilhosa bem Tropicalistas. E não somos e somos devemos deixar e Ser. Tudo se faz presença. Que calor ei de dormir?  Mas eu já estou adormecido. Amanhã terei noticias do mundo. Que não vão me afetar. E irão me afetar. Sou liquido. Sou ar. E desmancho em minha inexistência. Afinal para que nos serve á gramática?  Para que serve a escola?  Se a escola é um habitat reaça. Como pode quarenta  crianças diante de um professor numa sala extremamente quente? A escola necessita de uma nova arquitetura. Necessitamos de uma arquitetura Tropical. De um vestir Tropical. Meus caros nós não somos a Europa. Não fazemos filosofia  em Alemão. E digo não. Digo não a todas   as mentiras que não são inofensivas e os meios de comunicação nos repete todos os dias tentando transformalas em verdades. Cadê o livro Verdades Tropicais de Caetano Veloso? Continuo a decifrar Flavio de Carvalho. Com suas idéias modernistas. Que se validam a todo instante. Ele ao menos tentou repensar o Brasil tentou nos transformar. E se faz presente hoje. Leio Dailor Varela, Franklin Maciel, Claudio Daniel. Releio-me os leio. E não nos deciframos?  Tudo é um labirinto. Vou-me embora. Viajo dentro de mim. Vou voar. Irei sonhar. Criemos uma nova música, uma nova moda. Um novo cinema. Que nos ajude a decifrar. Vou-me embora adentrar a mata. Sou fera a me devorar. Bicho homem. Mutante. Odara. A revolução acontece dentro de nós e se reflete nas ruas.  

JOKA
joão carlos faria

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011


JOKA

As ruas

É tarde muito tarde. Mais é cedo muito cedo. A revolução acontece nas ruas. Mas vem  de dentro de nós. Na nossa intimidade. Este calor me faz sufocar. Respiro e expiro. Na noite e no dia. Não sou. Anônimo pela cidade. Nunca somos o que achamos ser. Quando me olho no espelho não sou eu. É noite e a revolução acontece dentro de mim. Vejo muitas vozes. Vivemos em sociedade. Olho para dentro de mim. E suporto este calor Tropical. Assisti a um belo vídeo. Sobe artistas. E esta nação tropical é bem diferente. Não me prendo a teses acadêmicas. Leio muito de tudo. Voltei a ler mais. E continuo a não saber nada. Meu dinheiro acabou. Minha paciência também. E só sei estar só como num poema de Fernando Selmer SÓ EU SEI O QUE É ESTAR SÓ. No momento estou longe de qualquer vanguarda literária prefiro a simplicidade de Carlos Drummond de Andrade e Cecília Meireles. Não carrego nenhuma arma na mão. E vejo trens metropolitanos no Rio parados. E o suor desce. E a policia a prender nosso povo. Que nunca tem a quem recorrer. O Rio de Janeiro é a cara do Brasil. E o Pinheirinho pode ser uma nova canudos? Não José Moraes Barbosa. Não é. Como não somos Glauber Rocha num filme de Godard. Eu não e nunca serei. Apenas escrevo minhas doentias linhas. Numa sociedade que nunca se transforma. Então eu devo matar meu eu. E deixar de ser. Nesta vida só sei me suportar. Desligo telefones, celulares, campainhas, televisão. Ponho no chão um colchonete e vou meditar quando o sol se põem. Não tenho medo de entropia. Não tenho medo de mim. Sigo em busca de minha saída. A revolução acontece dentro de mim. E acaba se refletindo nas ruas. Curto os delírios e os surtos de todos nós no Face. Meu caro Edu Planchez o que fazemos não se reconhece, nem sei se fazemos? A revolução só acontece dentro de nossas cabeças? Tudo é impactante. Inquietante. E nada se faz. Prefiro a leitura de poetas, economistas, filósofos. E os Deuses a onde estão?  Nossa vaidade é tão grande quanto nossa mediocridade. Preciso deixar de ser médio. Esquecer a classe média. E me revolucionar. Fazer acontecer dentro de mim. Para que aconteça nas ruas. Tudo é vã ilusão. De nosso inexistente tempo. Quero construir espaços de cultura em qualquer lugar destes pais. A cultura a arte nos salva de nós mesmos. Para que tantas Igrejas? Se não nos deciframos. Não iremos decifrar a Deus. Dane-se a Academia e seu pensar. Seus pesares. Suas teorias. E nossa inútil prática. Somos uma nação Tropical. E este calor nos faz pensar? Deixemos nossa vã ilusão deixemos de pensar. Não somos. A mediocridade acontece junto com nossa ridícula vaidade. A arte se faz quando não nos preocupamos com a arte. A política acontece quando não pensamos em política. Esta cidade não suporta critica. Esta cidade não se reflete. Esta cidade nunca acontece. Vou-me embora de dentro de mim. Minha cabeça se multiplica. Em diversos sentidos. Quais são os versos?  A revolução se faz dentro e acontece nas ruas. Faço poesia quando deixo de me preocupar com poesia. Faço arte quando deixo de ser militante da arte. Tudo é ilusão. Desligo a TV. Desligo-me de minha estupidez. A revolução acontece dentro de nós. E depois chega ás ruas. O Rio de Janeiro se faz presente com a rebelião dos usuários de trens metropolitanos eles se fazem. Eles nos fazem. A revolução acontece nas ruas.  

JOKA
joão carlos faria    

terça-feira, 13 de dezembro de 2011


Nossa depois de um vídeo deste meu caro Edu Planchêz vou trabalhar numa boaaaaaaaaa. Incendiários Beijos a esta nação chamada Brasil. A Tropicália esta ai VIVA em NOSSAS insanas almas. O desejo. Esvai-se na busca da essência. 


JOKA

Coração

Estar salvo de mim mesmo. Ou de minha cruel multiplicidade é um desafio minha percepção se faz presente. Acabei de emocionar-me com um texto que fiz há dois anos. Que coisa. Eu mesmo me contagio. Quem escreve vive entre bons textos é péssimo textos. Que retiraria da UEB  numa boa. Mas este me atingiu profundamente. Tento distanciar-me desculpe sou treva. Ainda não sou luz. Não me vejo bom. Meu coração é toda pedra e nunca alma. A violência passa por minha cabeça. E medusa me inibiria. Minha cachaça, minha droga malévola esta no pensar. Não consigo silenciar-me. Contemplar o universo. Sentir-me parte real dele só se dá com ausência de pensar. O religar-se a Deus se faz sem pensamento. Quem me abriu as portas do saber? Um dia estava em minhas vaidades por entre praças e pessoas que como eu ansiava e aciam por descobertas. E muitos me deram muitas chaves. Algumas nos fazem perdermos neste labirinto de concretude. Hoje num êxtase quase não vou trabalhar. A vida se esvai o tempo inexistente passa. Estou na maturidade cronológica. Agora em fé em religação com o Universo já não sei?  Mas este texto me tocou. Me fez refletir. Que me ajude a deixar de pensar. Não sou. Sei que tudo é mera ilusão. Mas este corpo no qual habito ajuda-me a centrar. Imagine eu sem ele,  ai seriam dispersões mentais. Rogo ao Universo mais uma eternidade como o acender de uma lâmpada. Para me redescobrir e deixar simplesmente de pensar. Nunca fui nada além de minha mera vaidade. Não compreendo o falar dos pássaros talvez intérprete o sentir. Quero que um riacho passe por cima de meu corpo. Quero banhar-me na Mantiqueira. Sentir o meu coração. Despir-me de ilusões.

JOKA
joão carlos faria  

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011


JOKA

Ser ou estar?

Só existimos enquanto resistimos. E a um grande trator chamado cotidiano que tenta passar por cima de nós a todo o momento. Ás vezes até passa depois nos reconstituímos. Sempre a derrotas e vitórias. A vida é feita de cansaço, sofrimento e alguns poucos momentos de vitorias. Estamos repletos de ilusões. Sobre o que nos cerca. Como nos vemos e como vemos o mundo? Mas a um mundo?  Só nos baseamos em nossos parcos cinco sentidos. Mas sempre há algo além. E tudo nos cabe. Não devemos nos basear em nossas doces ilusões?  Sempre estamos a imaginar e nunca estamos a criar. O próximo esta sempre longe de nossas expectativas. Sentimo-nos ás vezes ouvimos e na maioria das vezes falamos. E nos emocionamos sem de fato compreender todas as situações que o cotidiano nos envolve. É muito importante aprender a silenciar. E só observar tudo sem emitir nenhum juízo de valor. Pois nem sempre é o que achamos que seja. Devemos nos calar. Avaliar nossos sentimentos, principalmente nossos ressentimentos. Só nos baseamos nestas limitadas percepções que são os cinco sentidos. E olha que não estão a pleno vapor. Parecem-me mal preparadas. Não nos fazem perceber o que se deveria perceber?  Curto a chuva de verão que cae nesta noite. E ás vezes me indago estou aqui realmente?  Quase não tenho estas respostas. Quando adormeço e o sonho vem, tudo me parece real? Não devo eu estar dormindo. Ou vivo adormecido. Como em Matrix devo despertar? Mas o que fazer para despertar?  Chaves quantas chaves  podem abrir quantas portas teremos que passar? A portais, portões. E no momento curto os portões da escola. Que me ensinam muito da arte de viver. A educação para mim é um desafio a todo instante. Eu me  cobro. Cobram-me nos cobram. Desculpem não sou nem Visconde nem Emilia. Mas a criança adormecida dentro de mim começa a despertar. Como é bão ver passarinhos  tomando banho de areia e contemplar  isto junto com uma criança. Como é gostoso ver o silencio de um pátio após uma algazarra infantil. Experimentar  a própria comunidade em sua plenitude com suas angustias, medos, revolta e uma grande dose de violência. Ver uma sociedade que se transforma. Dentro de uma  escola. Isto tudo nos fazem perceber Deus que nos habita. Que na maioria de nosso tempo esquecemos que Deus no habita. E tudo sempre passa. E a vida se esvai como as areias de uma ampulheta. Ganhei um livro de Carlos Drummond de Andrade. E ainda nem terminei de ler Cecília Meireles. Mas tudo sempre acontece neste eterno instante. Vou caminhar por entre a chuva. Curtir a negra noite. E adentrar ao universo de Morfeu venha comigo.

JOKA
joão carlos faria                      

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011


Somos massacrados diarimante por um poder. Que nos joga uns contra os outros, enquanto eles se divertem. Com uma civilização tosca e desumana. Reagir é necessário. Deixemos de ser desumanos.

domingo, 4 de dezembro de 2011


JOKA

Um pequeno planeta

Fim de tarde, o céu esta amarelo o Sol se põem. Estou aqui a ver as noticias do dia. Em minhas Utopias cotidianas. Quando for realizar um filme. Ele será em preto e branco, com um leve ar de filme no ar. Um roteiro que trate de esoterismo com uma boa pitada de humor. Um filme para se assistir no yotube. Que as pessoas possam abaixar em seus computadores. Feito com baixo orçamento. Só falta um roteiro. Depois é pensar numa produção simples, mas que seja impecável. Que tenha uma equipe reduzida. Que enfim tenha qualidade apesar de poucos recursos. Não penso em leis de incentivo para criar minha arte. Embora ache necessário um fundo de cultura neste pais. Mas quero fazer. Quero juntar minha comunidade e fazer. Ano que vem retomo com o Bate Papo projeto parado por vários motivos pessoais e coletivos. Os meios de ação social são precários quase sem apoio, mas as coisas acontecem. E a internet com seus sites de relacionamentos nos motiva. Com as discuções eufóricas nos sites de jornais e revistas. Enfim o planeta o ser humano não esta calado. E temos e devemos levar esta euforia para espaços de debates onde pessoas estejam presentes de corpo e alma. Não só de trais de um teclado. Mas no pessoal no teti a teti. No cara a cara. Debater um pais um planeta inteiro se faz necessário pensar e repensar. Criar atitudes políticas para enfrentar a humana angustia de nossos dias. Vejo as pessoas se prenderem a serviços a empregos que não gostam. Vejo a educação neste pais se desgastar, vivemos uma educação onde as regras de convívio não são observadas por alunos, pais e profissionais de educação. Por isto a sociedade deve debater ações políticas. Só votar não basta. Só estar presente em Partidos Políticos não basta o importante é a sociedade civil se fortalecer saber exigir direitos e saber repensar os deveres. Nossa sociedade precisa ser repensada, precisa ser debatida e buscar novos caminhos. A violência explode nas ruas. A educação já não existe. Em muitos bairros de nossa imensa periferia as pessoas se drogam nas ruas, andam armadas. E não há força policial suficiente nas ruas. Enquanto que quem esta por traz das câmeras que estão nas cidades dorme. E nunca vêem nada. Já não há autoridade. Juízes se corropem, políticos se corropem. A extorsão esta em toda parte no funcionalismo público. E por isto todos devemos debater e buscar caminhos para uma sociedade mais livre. Onde as chances sejam iguais. Falar em empreendedorismo somente não resolve. Sim precisamos de empreendedores, mas que tenham consciência que fazem parte de uma comunidade. Nosso egoísmo nos faz sermos corruptos, sermos devassos. Levam-nos ao mal. E o mal não existe é simples ausência do bem. Estamos longe de nós entendermos. E por isto enchemos os hospitais e posto de saúde de gente. Por isto lotamos nossas drogarias. Nossa real dor vem da alma. Da ausência de conhecimento de si mesmo. E por isto devemos debater. Aprender a conviver   com as diferenças. Somos uma falsa sociedade do politicamente correto. Em minha cidade numa periferia um travesti foi morto a paulada neste ano. E não se fez justiça até agora. Cravarão uma faca em seu tórax com os dizeres homossexual aqui não vive. E não saiu na mídia nacional. Em minha cidade dez mil pessoas podem ser expulsas de uma ocupação. Só porque uma liminar de uma Juíza assim disse. A justiça não deve ser feita só baseada em papeis em leis. Mas sim na realidade de uma comunidade. Por isto devemos aprender a debater, manter e criar um dialogo   com civilidade. Um líder Mulçumano vivia entre as pessoas de sua comunidade, não tinha luxo. Podia dormir a sombra de uma arvore. E andar pela cidade e ajudar uma velha cega sem que ninguém soubesse. Quais de nossos governantes fazem isto hoje?  Chega devemos voltar ao debate e por isto retomo o Bate Papo em minha cidade faça de seu modo em sua cidade em sua comunidade. Em qualquer parte deste pequeno planeta.

JOKA
joão carlos faria   

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011


Faz tempo que não vejo discos voadores. Eita atribulação da vida. Que nos fazem perder a ausência de sentido. O Universo se faz presente em mim. E há criaturas humanas que não aceitam o divino. Quando verei novamente o pousar de um disco voador?   

terça-feira, 29 de novembro de 2011


JOKA

Afinal para que servirão todas as revoluções?

Em meio ás ilusões e as desilusões da vida cai na leitura de Cecília Meireles levei mais de cem páginas para entender esta poeta. Agora sei que vou relela. Já há interpretei. Ela nos fala de um cotidiano que não nos damos conta. Eu homem que sempre cantei a mudança de um mundo. Sempre me pautando em ações políticas e hoje me frusto. Totalmente se não nos compreendermos vamos compreender um mundo? Com suas aberrações que chamamos de política? Nada eu hei de mudar com minhas ações?  E Cecília fala-nos de um conhecimento simples longe de qualquer metafísica. Longe de tentar complicar o viver. Cecília nos passa um modo de ver o mundo como as mulheres o vêem? Nós homens sempre pré- dispostos a guerra. E elas a vida ao cotidiano. Quantas revoluções num dia inteiro passam por minha cabeça, enquanto leio os jornais do dia. Ou observo crianças a estudarem. Não somos e Cecília é pura entrega ao cotidiano. Bem longe de poemas processos ou qualquer vanguarda literária. Para que todas estas vanguardas?  Se nos fazem esquecer-se de por a alma numa criação poética. Fazem-nos não ler a vida como ela é?  Li quase todos os teóricos anárquicos. Tenho Marx em minha instante e para que? Enquanto isto Cecília nos revela uma existir dentro de um aquário. Por não entender esta poética que Cecília nos mostra e nos revela não há compreendi. Tentarei não mais escrever uma linha sobre política ou qualquer forma de mudar o mundo. Pois não irei transformar nada se eu mesmo não me transformar. A vida não tem sentido. Nem a metafísica tem sentido. Nem qualquer teoria literária. Tem um poema de um poeta contemporâneo a mim. Que li em mil novecentos  e noventa e seis e nunca esqueço este poma. Ele é assim. A Núbia montava um bisonte. E por ai vai poema de Claudio Daniel. Que me vem á cabeça sempre. E um poema tem explicação? Este calor noturno tem toda a explicação racional. Mas não deixa de ser uma sensação de calor. E nisto Fernando Pessoa, Cecília Meireles. Claudio Daniel me passam  seus sentimentos. A poesia não deve ser tão racional assim nem a vida deve ser vivida calcada em projetos.  Tenho muitos planos. Se  realizarão ou não deixo com o  Universo. Hoje escrevo amanhã não sei. Mas quem sabe crio um roteiro de um filme. Escrevo um ótimo livro. No momento minha musa é a Mantiqueira. E nada mais. Escrever me dá prazer. E quando tiro o peso de escrever para mudar algo. Dá-me mais prazer ainda. Afinal para que servirão todas as revoluções? Já me empolguei quando explodirão grandes edifícios. Já  li alguém que queria matar as cem pessoas mais influentes do mundo e de nossos pais. Mas mudaria alguma coisa? Não outras pessoas e governos mais perversos que os que estão hoje a nos desgovernar assumiriam o poder. Ódio só gera ódio. E amor gera amor. E nunca uma arma ardonada por flores nos trará uma idéia de paz. A violência e o amor são gestados dentro de nosso coração nos temos o livre arbítrio. Fazemos-nos escolhas sempre. Faço e refaço minha escolha pela poética, mas a poética que liberte. E não se prenda a mera estética. Do que nos serve a estética sem coração sem nenhuma alma? O amor nos liberta. Mesmo hoje que vivemos numa sociedade cada vez mais Kaotica e longe de qualquer harmonia. O ódio separa o amor une.Estamos ais admiravelmente vivos. Será que realmente percebemos nossa existência?

JOKA
joão carlos faria

O poema citado.

A NÚBIA MONTAVA UM BISONTE DE OITO PATAS. 


 Segurava na mão esquerda um espelho e na direita um azorrague. A esguia sombra da deusa ou monstro ou fera simulava uma serpente. Seus tornozelos tinham adornos de ossos ou marfim e seu corpo nu era tatuado com figuras de círculos concêntricos. Uma vasta cabeleira  leonina dava-lhe  um  aspecto ameaçador, acentuado por seus grandes  olhos sem pálpebras  e por um fino bigode de gato. Senti um terror  vago e confuso quando sua imagem  ficou refletida em minhas águas; quis gritar, mas não pude. Logo a noite trará de volta o silêncio e a escuridão e eu, o Nilo, poderei exercer novamente esse sublime ofício do esquecimento.


Claudio Daniel

segunda-feira, 28 de novembro de 2011


JOKA

Uma metamorfose ambulante.

Conseguir se desligar do que acontece fora de mim. Não é fácil nós já somos um universo. E damos muita atenção ao que existe fora de nós. Ai sim nunca sou. Tudo é mera ilusão para nos distrair do que devemos criar. Não sou. E tenho saudade de minha amada Mantiqueira. Onde consegui chegar um pouco próximo de mim mesmo. O restante é pura ilusão. É fantasia. É nostalgia puro intelectualismo. Vontades que de verdade não são minhas. A vida é experimentar. Já experimentei estas ilusões por demais. Sempre caminhei de mãos dadas com a lúxuria é só lixo, pois sempre foi mental. E nada como caminhar por entre arvores, rios. Ter medo de alguma cobra. Estar atento ao natural. Há quase dois meses vivo com uma garganta que não me deixa estar junto á amada Mantiqueira. E neste domingo estive lá a sorver as energias divinas em meio á mãe natureza. Uma chuva de verão. Águas de uma cachoeira que ainda não pude entrar. Voltei  com a sensação de não mais escrever sobre política. Ou debater estes assuntos que nunca acrescentam nada em minha vã existência?  Sinto que nunca mudarei nada. Sem antes realmente transformar-me. Não sei por quanto tempo me desligarei da ilusão. A vida deve ser contemplada. Experimentada. Desculpem ainda não entendo nada de economia. Ainda não sei vender. Só sei comprar. Preciso aprender a vender. Absorver as energias do universo e a transforma La. Não sou o Sol nem sou Lua. Ainda simples joguetes de forças que mal compreendo. Tudo é ilusão. Devo retirar-me adentrar as minhas cavernas. Devorar-me por inteiro. Conhecer-me. Preciso desfazer-me da ilusão da política. Uma critica minha não diz nada. Não afetas governos, muito menos governantes nem mesmo os leitores. Não adianta eu estar em ira. Arquitetar uma nova sociedade. Se eu não  conseguir ser um ser humano diferente. Mudar é preciso. Ser uma grande metamorfose ambulante como cantava Raul Seixas. Tudo é utópico. É passageiro. Quero ir de trem para bem longe do inferno de minhas vãs ilusões. O poder é um desastre não altera em nada o curso do universo. São leis que nos regem nos conduzem. Devemos ir além da mera ilusão. Vou-me embora. Já não sou quem fui. O rio levou-me as ilusões.

JOKA
joão carlos faria

quinta-feira, 24 de novembro de 2011


JOKA

Alma Corsária

Em meio ao atirar de emoções em sangue. A poesia se fez presença em mim. E que ela nunca nos deixa. Nós que deixamos de senti La ou a despercebemos. A poesia flui. Nasce. Esta. A todo o momento em nossas vidas de tempo inexistentes. Somos sempre mariposas nunca nos transformamos em borboletas. Deixemos de nos abortar. Para podermos voar enquanto borboletas. É duro não se perceber existir. Risca-se a folha, traça-se o desenho. Ando as avessas querendo descobrir poetas. E me assassino em quanto tal. Bem e Mal se fazem presente em nós. Vôo sorrateiramente por entre a mata. Adentro por entre arvores. Sonhando ser algo que adormece em mim. Desculpe em meio ao atirar em emoções em sangue. Faço da vida algo inútil. E não percebo a existência de Deus. Tanto faz para ele. Eu que não percebo. Nos fazemos personagem numa existência de duzentos anos. Com nossa cultura, arte percepção. E nos escravizamos aos desejos dos cinco sentidos. Faço-me poeta para mim mesmo. Não te vejo refletido no espelho. Acordo-te. Você que deve despertar. Cada um que encontre a própria chave. A emoção nos trai. São sanguíneos. Versos. Existir nas noites a primavera se faz presença. Hoje caminhei, amei. Existir por entre dores físicas, cansaço. Dores e temores. Sinto o cheiro de chuva. Deixo de me atirar a emoções sangrentas. Quero ler todos os poetas. Mas no momento tenho uma queda por Ana Cristina Cesar uma adolescente carioca dos anos setenta. Que nos fala de tudo. Ainda termino de ler Cecília Meireles. Por entre navios naufragados. Danço num barco em Ilha Bela sou corsário. Sou pássaro. Sou homem sem a noção da culpa. Em meio ao atirar de emoções em sangue. Leio poetas no Face. E caio em mim ainda sou. Tenho saudade de escrever. Mesmo ficando poucos dias sem escrever. Mesmo postando mensagens políticas. Insistindo em emoções em sangue. Corsário virtual. Em busca de me entender no mundo. Em busca de entender como se respira. Alma Corsária.    

JOKA
joão carlos faria

Carlos Reichenbach fez o belo filme Alma Corsária.

domingo, 20 de novembro de 2011


JOKA

Acorde Dilma

O mundo é um só. Isto mesmo a opressão é uma só contra todos os povos. Seja na África,Brasil, Oriente Médio na Europa e Estados Unidos. As vezes parece que não temos esta consciência acabei de assistir a um documentário pela TV SESC. Sobre a questão negra. Este fim de semana vi dois longas pela Mostra Internacional de Cinema no SESC. É tudo acontece nos pais somente em volta de um centro cultural?  E cadê nosso Ministério da Cultura? Ei Dilma acorde invista aos menos dois por cento do orçamento da união neste Ministério. A cultura se faz necessária para transformar todos os povos. Dela nasce a critica a reflexão. Que pais queremos hoje?  E como mudaremos para melhor?  Se a população não tem consciência de si mesma. As pessoas estão sendo sempre conduzidas a pensar individualmente e ai? Cabe a cultura gerar esta reflexão? E cadê nosso Ministério da Cultura? É muito pesado só para uma instituição arcar com esta responsabilidade? Temos tantas Universidades Publicas e Privadas que não estão refletindo o pensar nacional. Ei Dilma acorde. Não durma no ponto crie um fundo nacional de cultura. Vá além dos Pontos de cultura. Porque nosso Ministério da Educação não esta antenado? Porque neste pais não tem um canal que passe filmes nacionais e o cinema de arte nas vinte e quatro horas do dia? Com acesso gratuito para a população. Dilma deixe de Dormir no ponto. Cultura, arte, educação transformam uma sociedade. E não vejo esta atenção em seu governo. Estes fazeres humanos incrementa a economia de um povo. O faz sair da letargia. Deste tacanho individualismo desta nossa sociedade que se diz moderna. Dilma não adianta só ejetar dinheiro na massa no povo. Precisa investir em cultura. Tirar este povo todo do gosto massificado. Estes pais esta adormecido. Um pais não se constrói só se fortalecendo a economia. Dilma acorde. Não durma no ponto. Você tem poder de mudar este jogo para não precisar conviver com estes políticos corruptos. Para não ficar a mercê da mídia que quer te derrubar. Desta elite nacional e internacional que afunda países. Que entre tantos assassinou Aleinde.Precisamos formar uma classe média que tenha sabedoria. Se não um dia ela se virará contra seus governos ou os que seguirão ao seu. Este pai carece de uma revolução cultural. Uma revolução no modo de se fazer política. Ei Dilma de os passos necessários. Não fique ai no Planalto adormecida. Acorde Dilma ...

JOKA
joão carlos faria

JOKA

Por uma cidade de conquistas.

São José não é só marasmo a cidade acontece também. A mais de quarenta anos temos um SESC que fomenta a vida cultural da cidade num endereço central. Acredito que hoje já devemos pensar em ampliar estes espaços. É um sistema privado criado por lei no Governo de Getulio Vargas um modelo enquanto sistema S que já nos deu até um presidente. Mas debater uma cidade e uma sociedade que se faz carente de políticas públicas e da Sociedade Civil enquanto arte. Temos sim artista, mas a cidade necessita incentivar sua população a apreciar a arte. Hoje o Lazer em São José como no pais como um todo se baseia em Shopping. Na Vila Industrial tem um grande vazio que foi uma frustração para o prefeito Sobral que inaugurou o Teatrão nos anos setenta. O ginásio não tem acústica  diz á lenda que um maestro no dia da inauguração saiu queimando pinel. A meu ver a prefeitura adquirindo de volta este espaço deve demolilo e construir um ginásio e um teatro no local. Criando um centro esportivo e cultural nos moldes do Sesc. Pois o SESC é um modelo que funciona neste pais. Como quaisquer espaços de ação política devem ter criticas. Mas funciona. A idéia de novos parques na cidade também é muito boa. Vivemos numa cidade rica que não tem nenhum jardim zoológico. As eleições acontecem  a menos de um ano  então comecemos a debater para a cidade que sonhamos se torne realidade. A cidade também necessita de uma lei de fundo de cultura para que os artistas e a comunidade tenham  o necessário apoio para que haja o circular de produtos culturais e a classe artística consiga uma profissionalização. Hoje de concreto temos o SESC e a Fundação Cultural , mas a cidade deve atrair outros centros de cultura privados ou não.Para se criar uma diversidade. A cidade cresce, mas como devemos crescer? Mantendo a qualidade de vida. Ou um crescimento desordenado que faça da cidade algo desagradável para se habitar. São José merece nosso esforço e nossa luta para que ela tenha qualidade de vida. Precisamos repensar a periferia regularizar os bairros que chamam de clandestino. Que se responsabilizam quem compra os terrenos. Mas nunca quem os vende. É nossa torta elite que sempre se mantém podre. Com seus vis interesses. E o povo sempre a amargar casas sendo derrubadas. Transporte coletivo sem qualidade e caro. Deixemos de ter duas cidades e passemos a ter uma só. Cabe a nós cidadão estarmos atentos e lutar para que dias melhores sejam os dia de hoje o presente. E isto só se constrói com um movimento social critico e atuante. Com ações práticas. Assim teremos uma cidade de fato democrática hoje ainda não é. Lutemos por uma cidade na qual sonhamos.

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joão carlos faria        

quinta-feira, 17 de novembro de 2011


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A LIBERDADE É UMA CONSTRUÇÃO DIÁRIA

Ó seca que seca na alma. Nos pensares nos amares. Alguém me contou que quando cuidava de um lote na limpeza. Próximo a um deposito de lixo achou um livro de capa negra sem titulo. Deu uma limpada e o levou para casa. Quando abriu o tempo mudou, trovejou, relampejou. Caiu uma tempestades desça das mais fantásticas. Que pena teve medo e queimou o livro. Queimar o conhecimento contido num livro. Que coisa o saber pode-se usar sempre para o bem e o mal. Lá vem eu com meus clichês. Que coisa. Mas tudo se vive. Mas tudo não se repete entre a fecundação o nascer, o crescer o morrer. Não devemos ter medo do que ainda não conhecemos. Neste Universo existem tantas leis que desconhecemos. Vivo como  um Visconde de Sabugosa. Entre livros físicos e virtuais. O conhecer é uma sede é o experimentar mais ainda. Para mim cem anos parece pouco. Eu acredito em retorno em voltas e mais voltas. Será que já não tenho mais o medo do escuro? Este contar desta pessoa me fez lembrar Edgar Alan Poe os livros dele eu devorei. E se novamente caírem em minhas mãos os devoro. Estudar Pedagogia cria-me a necessidade de fazer coisas táteis aprender a desenhar, tocar um instrumento fazer teatro. Fazer artes plásticas para sensibilizar os alunos. Sou por demais cerebral necessito o frio das ruas. O cheiro da terra. Por a mão no barro. Vencer meus limites em minha coordenação motora. Não ser tão só cérebro. O conhecer experimentar esta em tudo. E olha que brinquei com bola de gude. Machuquei-me com carrinho de rolimã, caia de bicicleta e me aventuro pelas trilhas para achar cachoeiras quase selvagens. Mas para sermos professores temos que ir além do conteúdo cientifico. Além das provas. É experimentar junto com crianças. E usar um computador. E um livro. É fazer buraco num espaço qualquer da escola. É sair pelo bairro onde as crianças moram. É viverem junto com elas os desafios da vida. Viajar com alunos não importa que idade tenham. Sim já conheço a burrocracia das escolas, cadernetas, muitas reuniões que não dizem nada. Um planejamento que nunca sai do papel. Uma má vontade para se fazer projetos envolvendo uma escola como um todo. Mas isto é um clichê que um pais inteiro pode superar. Não precisamos pensar só com os pensares que os homens da educação.Pensemos por nós. E ai faremos e construiremos novas realidades. Já vi na minha vida muitas aulas ruins ás esqueci as boas sempre lembro e posso refazelas com meu saber. Tudo se transforma, devemos levar as escolas muita arte.Muita filosofia. Muito prazer pelos livros, pelo uso de computadores, dispositivos móveis. Seja em qualquer parte deste planeta. Educar é aprender com o outro e buscar algo bom que temos e não sabemos. É vencer nossos medos. Superar anseios. Enfrentar limites. Sinceramente não sei desenhar , mas aprendo. Não sei cantar afinado , mas aprendo. Tudo se aprende do nascer  á morte. O próximo sempre tem mais de nós que nós podemos imaginar. Educação deve ir além da formalidade de governos, estados, pais. É algo é uma intimidade entre alunos e professores. Que a escola atual tenha muitos professores numa só sala é bom. Trabalhar em equipe é melhor que trabalhar sozinho. As adversidades nos mostram nossas verdades. Enfim educar e se reeducar constantemente. Uma escola pode  deixar de ser um ambiente de sutis repressões para realmente torna-se livre. E mostrar que voar nos torna HUMANOS.

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joão carlos faria        

terça-feira, 15 de novembro de 2011


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Vivemos um grande Braistorn

Plataforma para mim sempre foram as de petróleo. Que nunca terei uma só se o Universo me fizer uma surpresa. Mas prefiro trabalhar com energias limpas e renováveis.Mas plataforma enquanto UEB para mim é novidade. Quando entro em dúvida recorrro ao Paulinho da www.sitevale.com.br este ser humano para mim é um artista no mais belo sentido da palavra. Desde que a Elizabeth Souza mudou a tal plataforma para Word Pres  me sinto chic com este site. Sempre que abro meus emails estão lá uma enxurrada de email em Inglês para eu traduzir alguns direcionados para meus textos. Mas na maioria alguém ou muitos se comunicando sobre estas linguagens de informática que eu ainda leigo não entendo absolutamente nada , mas me maravilha. Esta gente que acaba organizando os movimentos globais hoje em dia. São os Nerds. Gente vidrada em tecnologia que se renova a todo tempo. Comunicação é vital e sempre foi desde o Egito, Grécia, Roma e em qualquer civilização. E eu que ainda não aprendi a usar de telepatia ou tocar um bom tambor. A arte a ciência o esoterismo me deixam maravilhado , pois dão algum sentido a vida. E falo desta tecnologia que tento aplicar para meu bem e de nossa humanidade.A ciência é uma dádiva hoje me perdi assistindo a um filme que durou umas quatros horas emtitulado  Triangulo no mesmo estilo que um Arquivo X estava passando pelo canal Espace e acabei ficando até as sete da noite assistindo a este filme. Então arte nos envolve. Hoje tem a tal Arte Conceitual bem retratada na TV SESC as vezes a achamos estranha e inútil uma bobagem ,mas tive uma sacação se usado na construção de sites no designe seria maravilhosa. E talvez até se use. Não tenho nada e nunca tive contra ganhar dinheiro eu só não sei ganhar ainda questão de criar uma oportunidade. Economia é algo vital ao homem. Precisamos tratala com equilíbrio. Mas ta tudo interligado. Arte, Cultura,Dinheiro. Não sou um escritor ficcional ou ainda não me descobri ficcional , mas quem sabe?  E nem me importa se eu venda muitos livros o importante é fazer. Hoje se fosse eu produtor de cinema faria uma série de vinte longas retratando as revoltas que aconteceram no Brasil da chegada de Pedro Álvares até o inicio do século vinte. Sobre o ponto de vistas dos revoltosos. E contaria a historia de nossos Índios antes da chegada de Cabral. Agora imaginem um site assim contando estas histórias. Pois hoje qualquer autor não pode se apegar só a livros. Ai entra o conceito de  plataforma né Paulinho.Idéias são muitas basta entendemos as leis do Universo para sabermos as realizar. E vamos em frente hoje me sinto um autor estreante para o mundo. Vou é traduzir meus textos para o Inglês. Quem sabe nasce-se trocas. Ações numa grande aldeia global. Pois eu canto minha aldeia, minha Mantiqueira assim como nos ensinou  o anárquico Tostoi. No mais vou dormir. E acordar se o universo me permiti.Cheio de minhas revoluções diárias. Estamos ai vivos. Tentando desvendar e desbravar. Este inacreditável mundo novo. E as garotas de Wall Street encontrão outras maneiras e espaços para continuar fazendo seus protestos. Vivemos um grande BRAISTORN.

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joão carlos faria   

segunda-feira, 14 de novembro de 2011


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Versos a luz. Fiat lux ...

Chove ... E o dia se vive, nossos corações batem. Respiro o ar da cidade. Sinto o cheiro da chuva mergulho na densidade. Meus mais estranhos desejos afloram. Deixo os passar? São repetitivos. Como é o desenrolar das vidas. Estamos de passagem. E este planeta leve a dançar no universo. Leio as Suratas.Adentro a uma cultura que ainda não absorvi. Se é que me reconheço nos reconhecemos em nossas culturas? Canto e imagino ou tento ver como foram passadas ao Profeta estas Suratas. Deus tem infinitos nomes. Desculpem não sou teólogo. Tateio-me no escuro. Quando adormeço vejo só a penumbra em outras dimensões. Minha   alma ainda esta escura?  Ainda não alcancei a luz?  Nunca sei de nada?  Não fiz fogueira. Nem subi as montanhas. É tão estranha a cultura muçulmana esta tão  próxima de nós. Fala-se em Moises, Davi. Homens tão familiares a mim. A você. Então porque nos deixarmos levar pela mídia pelo poder oficial?  Deixemos nossa consciência nos guiar nesta caverna sombria. Uma simples vela pode nos fazer sair deste imenso labirinto. Eu nunca sei. Nunca compreendo. Só busco uma simples luz.Tudo é vã ilusão. Mas como deve ter sido maravilhoso aos olhos do profeta sentir a presença de Gabriel. Tudo passa, mas fica registrado nas retinas do Universo. A revolta dos Males na Bahia do século dezenove. Ali se trouxe a cultura Islâmica para esta nação. E tudo se expande. Tudo flui. Dou minhas voltas em torno de mim. Danço danço danço. Para deixar de pensar. As cirandas se fazem em mim. Deus habita minha essência. Canto mesmo com minha voz desafinada. Mas canto e me encanto com Deus. Dancemos cirandas em reverencia ao universo. Nós somos o templo. Nós somos a Igreja. O universo se faz em mim. Não sou. Ainda serei? Caio de joelhos perante ao Universo. Caio de joelhos para desvendar o Deus que me habita. Desculpem ainda não me declaro feliz. Não posso ter esta ousadia ainda sinto-me incompleto. Ainda sinto-me imperfeito. Ainda não cheguei ao circulo. Danço a ciranda em Pernambuco? Onde esta Lia de Itamaracá. Vou-me embora. Não me faço presente. Ainda ego, ainda Maya. Tudo ilusão, tudo passageiro  ,mas chegarei á luz. Verei o arder da Sarça. Não me fiz homem. Mas homem serei. Sinto a presença do Universo. Dessfaço-me em versos.      

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joão carlos faria

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Pensares

Dedico este texto a abda Almirez que primeiro me trouxe as informações da cultura Islâmica. Nos tempos da Irmandade Neo Filosófica. E agora me reaproximo através de outras pessoas. A cultura Islâmica vem sendo debatida. Buscada enquanto os Donos do Império tentam a destruir. Mais as pessoas buscam saber sobre ela. Como se pode no Ocidente cogitar-se querer invadir uma nação soberana e pacifica como o Irã que hoje produz um cinema que nos traz novidades. Que nos mostra um povo pacifico. Estes donos do poder. Que destroem as economias da Europa. Que maltratam o povo. Que impõem suas ideologias tecnocratas. Fiquemos atentos não nos enganemos diante da ilusória mídia.

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joão carlos faria
   

domingo, 13 de novembro de 2011


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Verbo

Hoje desliguei telefones.Tranquei a porta, despi-me de toda vã ilusão. Adentrei dentro de mim. Tornei-me guerreiro para lutas necessárias. Sai de cena vi TV, usei internet. Ouvi música hoje vi Bethania, Glauber, Caetano. Hoje quase li o Profeta. Mas  não mergulhei na cultura árabe. Nem na cultura Romana. Tornei-me a adentrar a cavernas sombrias. A buscar Deus de meu modo. Tudo se faz presente em mim em você. Hoje vi a Cena teatral em Sampa. Suas angustias e sua fé, nas artes. Se um dia nos seres humanos desaparecermos mesmo assim ficará registrada no Universo nossa criação. Quando criamos nos aproximamos de Deus. Hoje me vi soldado Romano. Vi-me árabe. Vi-me indígena. Hoje não sai. Fiquei  em minha caverna com meus Anjos e meus Demônios. Hoje tudo se esvaziou.Hoje  Deus se fez verbo. Fiz-me verbo. Não sou não fui. Desço e subo escadas.Tento me reconhecer diante dos espelhos. Adentro aos espelhos. Vejo-me nú. Hoje não ouve combates externos. Hoje não corri contra o tempo. Apenas o vivenciei. Hoje cuidei de pássaros, cuidei da casa. Hoje me imaginei morando na Mantiqueira. Fiz-me cinza.Hoje senti a pele queimar , senti-me na fogueira junto com Giordano Bruno. Hoje em sonhos me vi pondo o fogo que queimou Giordano. Hoje não vi julgamentos. Hoje vi o Estado se fazer presente numa favela carioca. Imaginei-me morando lá. Hoje só senti. Só adentrei a cavernas. Só vi a chuva de verão se fazer presente em mim. Hoje não fui á amada Mantiqueira. Um dia morarei lá. Entre as florestas. Perto dos elementais. Da terra do fogo da água e do ar. Hoje não vi anjos. Hoje não li as mensagens do Anjo Gabriel a Mohamed. Ó tolos donos do poder do ocidente. Quanto mais tentam denegrir a cultura árabe mais ela se fortalece. Mais se faz presente em nossas vidas. Hoje desliguei telefones. Tranquei a porta, despi-me de toda vã ilusão. Hoje me lembrei das palavras de Giordano Bruno. Da fé de Giordano. Hoje não fiz julgamentos históricos. Hoje li, estudei. Hoje me senti parte de mim mesmo. Hoje resisto. Hoje existo. Não desisto. O verbo se faz em mim.  

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joão carlos faria   

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Pensares  

Parabenizo a TV SESC pela qualidade de programação. Mantendo o mesmo estilo que faz do SESC o espaço de arte e cultura que se faz necessário nestes pais. Deixemos de nos sujeitar a FIFA. Ao FMI. Ou qualquer dos braços do Império que se desfaz. É hora de construirmos uma verdadeira sociedade que nasce da experiência humana nos Trópicos. Fico com Oswald de Andrade. Com Glauber. Mario Peixoto. Com Flavio de Carvalho que foi um artista além da atual moda da arte conceitual. Ele já era. Revisemos sua obra. Ela antecipou nosso tempo. A arte conceitual se faz presente no universo virtual.  

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joão  carlos faria    


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Ain Soph

Bendito é o fruto do ventre da terra. Ó mãe Terra. De ti nos nascemos de teu ventre. Das entranhas da Terra vem a energia que nos faz vivos. O mãe que absorve a energia do Sol. Ó guardiões deste planeta.Saudaçoes a Melquesedeque que governa este planeta. Serafins, Anjos, Arcanjos. Caiamos de joelho diante Deus. Sem Deus não há, não somos. Nunca existiríamos. Ain Soph  caímos de joelhos diante do que nunca saberemos . O que é Deus não sabemos, não compreendemos , mas sentimos sua presença sem Deus não há. Não se existe. Saudações a Melquesedeque governante da Terra.
Bendito é o fruto do ventre da terra. Que nos alimenta, que nos traz o ar. Sem o Sol a nos iluminar não existiríamos. Sem as lóngicuas estrelas a noite só seriam trevas. Ó luz de todo o universo que nos traz o verso. Do Verbo se faz a vida. Gaia dança e com sua dança se faz universo. Faz-se o verso.
Recitemos mantras. Oremos e busquemos a Deus por dentro e por fora. Dancemos cirandas diante da criação.
Bendito é o fruto do ventre da terra. Ó mãe Terra.
Ó Sol que nos traz vida.
Ain Soph Ain Soph Ain Soph.
Recitemos mantras, dancemos cirandas.
Invoquemos as benditas criaturas divinas.
Não somos, ainda não somos.
Bendito é o fruto do ventre da terra.
Ouçamos as músicas que vem de todo o universo.
Cantemos e dancemos.
Saudemos e oremos a Ain Soph Ain  Soph Ain Soph
Bendito é o fruto do ventre da terra.
Ain Soph
Ain Soph
Ain Soph

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joão carlos faria  

Dedico este poema ao Trem da Viração que me inspirou  estes versos.
Que canta nossa sagrada Mantiqueira.
      

sábado, 12 de novembro de 2011


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O DESRESPEITO COM A SAUDE PÚBLICA NO BRASIL

O desrespeito com a saúde pública neste pais é evidente entram governos e saem governos nos três níveis. E nunca a saúde melhora ontem num pronto socorro municipal em São José dos Campos eu e muita gente ficamos esperando por uma simples consulta por mais de três horas cheguei ás dez da noite e sai quase três da manhã. É dura ver a equipe médica e os profissionais de saúde serem esfolheados vivos pela comunidade e por nossa incompetente classe política e isto vai de PT a PSDB. Como esquerda e direita se unem neste pais para serem tão incompetentes em relação á saúde pública. O discurso hoje é quase o mesmo de eficiência, terceirização e na prática o povo e os profissionais da saúde estão  convivendo com uma saúde publica e universal precária. E ai Lula, Fernando Henrique e Dilma vocês se igualam ao tratarem nosso povo com este desrespeito em relação á saúde? São José dos Campos vive á quase dezesseis anos uma má administração do PSDB. Na saúde em vários outras áreas. Para que serve este cartão SUS se nele não este contido a ficha médica dos pacientes. Eu que tenho sinusite e outras doenças respiratórias nunca tenho acesso a um especialista. É estranho um pais que não resolve a má administração na saúde pública querer ter eventos como a Copa e uma Olimpíada vão resolver à saúde a educação. E não vamos deixar órgãos como a FIFA querer impor suas linhas de políticas para o pais. Vi que no pronto atendimento só havia um único médico certamente muito cansado pelo exaustivo turno de vinte quatro horas. Como pode alguém render bem trabalhando vinte e quatro horas?  A população por desconhecer seus direitos tratam os profissionais de saúde com um grande desrespeito. Não sabem que tem que cobrar de nossos políticos. Prefeitos,Governadores, Presidentes e pressionar nossos parlamentares. E vamos convivendo com uma saúde publica sempre KAOTICA e ineficientes. Dilma fala na eficiência dos grandes hospitais privados. E assim colabora para desvalorização do serviço público destes pais. Quem busca lucro quer cortar gasto e para isto temos o poder público que por natureza deve ser eficiente , pois visa o bem estar da população e não a obtenção de lucro. Dilma acorde invista de fato em saúde. Não queremos ouvir discursos queremos ação é respeito com os bens públicos para isto eu voltei na senhora. Investir em saúde na ponta que são hospitais e postos de saúde. Mas investir também em educação, pois ajuda ao ser humano a se entender a compreender seus deveres e direitos. Só teremos neste pais uma cidadania plena quando se investir de fato em educação, cultura, saúde. Quando se investir no sistema econômico que privilegie as cooperativas. Este nefasto sistema Capitalista esta em agonia. E uma má saúde pública é puro reflexo dele. Busquemos outras formas de economia que de fato gere democracia.

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joão carlos faria            

quinta-feira, 10 de novembro de 2011


Fonte site www.entrementes.com.br

Assim já é demais!!!!!!! Ignorância ou Provocação?

Prezados(as),
Vejam (anexo) que o jornal Ovale de hoje, 10/11/2011, chama de ACAMPAMENTO a favela do Pinheirinho, estabelecida, por ocupação, há vários anos na cidade!
Sei que alguns(mas) de vocês também haverão de estranhar a denominação favela, por mim utilizada, tanto motivados pelo “politicamente correto” estabelecido a partir do RJ, que é de chamar a velha e conhecida favela de “comunidade”, mas principalmente porque o Emanuel Fernandes (apoiado por todos os neofacistas e “higienizadores” que vem dominando a nossa cidade por quase duas décadas) decretou, ainda quando estava na Prefeitura, antes de colocar o Cury no seu lugar, que não existiam mais favelas na cidade (hoje temos mais favelados do que nos anos 1980 – auge da crise de desemprego – em função da expansão do Pinheirinho).
Por que a denominação ACAMPAMENTO? Eles nem chamam mais de INVASÃO! Será para proclamar EFEMERIDADE? Algo PROVISÓRIO? FACILMENTE REMOVÍVEL? Ou é para tapar o sol com a peneira, para disfarçar a incompetência e a falta de interesse do poder público local, que , com tanto dinheiro e poder, não tem conseguido solucionar o problema do Pinheirinho!
Quem sabe!
Abraços,
moacyr pinto

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A revolta da Maconha

Oi Moacyr estou voltando de uma leitura da Caros Amigos de Outubro com vários temas no SESC de São José dos Campos. E hoje percebi em meus contatos na cidade que o povo anda a ler este site. Que textos de autores daqui estão sendo reproduzidos em outros sites.Isto é bom porque a net nos dispersa. E é um trabalho de formação e fermentação ter um site como este parabéns a editora Elizabeth Souza. Pela iniciativa entre os livros que vi na sala de leitura tinha um mostrando alguns cidadãos comuns na historia. Depois veio uma linha de nomes de nossa elite branca.Lógico lembrei-me de você da Sonia Gabriel que fazem estes trabalhos de resgates. Tenho sempre um pé atrás quando se trabalha o folclore nesta cidade  acredito que tem um viés de elitização e de manter certos costumes. No português claro faça só isto e não evolua.Nossa sociedade anda muito reacionária e as vezes as esquerdas mantêm este padrão REACIONÁRIO.Um texto da Caros Amigos da jornalista Lúcia Rodrigues questionando as faculdades a distancia me mostrou isto. Do que li hoje salvou o que fala do processo de desindustrialização do pais pelo jornalista Caio Zinet.. Em virtude do incentivo a especulação financeira. E uma bela entrevista com o diretor Antunes Filho que nos fala de arte, indústria cultural e uma aproximação do PSDB com o PT ? Enfim a revista mais a esquerda do pais as vezes cae na direita. Só sei que no pais faltam editoras que dêem o acesso a uma nova gama de intelectuais, artistas, pensadores. Coisa que o Ministério da Cultura deste pais não faz. Cabe a nós deixarmos de sermos bairristas e entramos na luta da cena artística,política destes pais. E nisto um Manifesto de  Sérgio Vaz  que realiza sarais nas regiões periféricas de São Paulo nos mostra.No mais Moacyr estamos ai revendo o que é direita, centro e esquerda. Tentando entender Marx e dar vôos mais altos. Nisto temos que ler e reler Darcy Ribeiro, Guimarães Rosa e tantos outros.Enquanto isto os alunos da USP  filhos de papaes fazem suas revoluções para poder fumar sua maconha sossegada mente e fumando vão conseguir refletir nosso pais de uma maneira bem zem? Faço faculdade a distancia e eu como milhões de brasileiros se não fosse a distancia não conseguiria fazer uma faculdade. Cabe aos governos fiscalizarem as universidades , mas democracia de verdade é quando temos os meios necessários para gerar mudanças e educação transforma o ser humano.E nós do povo não temos tempo a perder e nunca iríamos perder neurônios fumando maconha o povo quando quer se autodestruir vai é na cachaça mesmo.Um grande abraço. E a luta nunca acaba. Só se transforma.

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joão carlos faria   
 .         

quarta-feira, 9 de novembro de 2011


As pessoas não tem direito a um pedaço de chão. Não tem direito nem incentivo para criarem cooperativas. Não tem direito a nada. Meus avos. Meus antepassados já viveram da terra. E nossa geração se sujeita a se escravizar com um cartão de ponto. A aceitar a tola burocracia. E a bater palmas para uma justiça que tolhe o direito a moradia. Nossa geração é imbecil não se organiza politicamente. Só aceita o que vem de cima e abaixam a cabeça como os capitães das antigas senzalas. Não devemos ser nem senzala e nem casa grande. Devemos descobrir o novo. Criar uma nova economia. Banir a burocracia asfixiante. Sejamos o novo mesmo que em nosso sangue corra o do Capataz e o do Senhor de Engenho por isto fico com Zumbi com Os Males e com os Puris. Deixemos de ser escravos na mente, nas idéias e na covardia. Deus é único.

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Justiça comanda ação para desocupar o Pinheirinho
www.ovale.com.br

http://www.ovale.com.br/justica-comanda-ac-o-para-desocupar-o-pinheirinho-1.179772


Reunião entre Prefeitura de São José, proprietários da área e Polícia Militar definirá operação de reintegração de posse; moradores do acampamento programam manifestação
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

Atualizada às 16h50
A juíza da 6ª Vara Cível de São José dos Campos, Márcia Loureiro, convocou o comando da Polícia Militar, representantes da massa falida  Selecta S/A  e a Prefeitura para uma reunião, nesta quinta-feira, dia 10, às 10hpara organizar uma operação de desocupação do Pinheirinho. A juíza é autora da liminar que concede reintegração de posse  à Selecta.
Durante a reunião, os moradores do Pinheirinho  realizarão uma manifestação em frente ao Fórum. 
 A tentativa de desocupação acontece em meio ao processo de regularização do terreno, já iniciado pela Secretaria Estadual de Habitação. Além disso,  a  1ª Vara da Fazenda Pública já julgou improcedente a ação movida pela Prefeitura para que fossem demolidas todas as casas e barracos construídos na Ocupação Pinheirinho.
Em seu despacho, publicado no Diário Oficial, a juíza Márcia Loureiro convoca a reunião para que sejam discutidas medidas de ações de apoio para a execução da ordem de reintegração de posse do acampamento. De acordo com o despacho, a data da ocupação será “agendada e comunicada posteriormente.”
REUNIÃO - De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos, os moradores dos Pinheirinho vão fazer uma manifestação em frente ao Fórum durante a reunião.
HISTÓRICO - A área do Pinheirinho foi ocupada em 2004 e hoje abriga cerca de 9.600 moradores. O secretário estadual de Habitação, Sílvio Torres, enviou uma carta ao movimento se comprometendo com a regularização da área. Uma equipe de técnicos da secretaria já esteve no local para realizar a vistoria no local.
“A ideia de desocupação do Pinheirinho é uma insanidade. Não faz o menor sentido essa medida, já que estamos num adiantado processo de negociação e regularização”, afirma o advogado dos moradores, Antonio Donizete Ferreira.
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terça-feira, 8 de novembro de 2011


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O VERBO

 Confesso eu não sei nada. E como passarei algo para crianças se não sei nada. Confesso acho nossa língua tão bela. Mas ao mesmo tempo tão cheia de regras. E minúcias, malabarismos. Que impede as pessoas de se comunicarem. Confesso para mim, tudo parece um jogo de cartas marcadas. Desculpem as vezes não quero estar em sociedade. Parece que fico a repetir as velhas canções mentirosas que me contarão. Vejo uma sociedade que tenta derrubar os valores mais básicos do homem. Estamos cada vez mais egoístas. Mentimos para nós mesmos quando professamos alguma fé. Somos por demais ateus e materialistas. O nosso jeito de viver denuncia isto. Como deseducamos as crianças. Como nunca as  entendemos denuncia isto. Seguir a ismos. E tantas teorias nos fazem idiotas. Somos uma humanidade de  idiotas. Os lideres do mundo invadem países. Destroem civilizações inteiras. E ficamos a dar milhos a pombos. Não entendo. Aceitamos a escravidão de um cartão de ponto. Seguimos convenções sociais nas quais não concordamos.  E vemos uma geração invadir uma reitoria pelo direito a fumar maconha. Justificam assim a truculência  policial. Temos sim direitos, mas temos deveres. E nos prendemos e servimos este Sistema Capitalista. E nunca estudamos Marx para voar além dele. E sempre caímos nas redes da teorias. Nos contos dos especialistas. O saber é o ser é universal. Vai além de descobrir uma parte entender uma parte sem ter idéia de um todo é tolice.Não sabemos diferenciar fadas de bruxas. Não entendemos o que são os seres elementais.Não sabemos ler a áurea. Separamos a magia da ciência se tudo é único. Confesso eu não sei. No fundo desconhecemos o verbo que cria. Como em Sidarta as vezes um simples balseiro pode nos ensinar tudo da vida. A sabedoria esta em todos nós. E mesmo assim não sabemos nada. Desculpem eu não sou. Pois não sei nada. É duro ver uma sociedade que se prostitui que anula seus princípios só por algumas moedas de ouro. Em nome da vã sobrevivência matamos nossos valores. Deixamos as pessoas  cada vez mais ignorantes. E os Partidos Políticos e Governantes  a cada dia assumem um discurso e uma prática uma mais igual a outra. Não sou. Graças ao Universo nunca serei eleito para nada. Nunca venderei grandes contias de livro. Nunca serei badalado. Quero um canto numa serra, ver uma nascente nascer. E vivenciar a natureza e descobrir realmente que não sei nada. E ao fim tudo é respiração e com ela se faz O VERBO.

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joão  carlos faria    

domingo, 6 de novembro de 2011


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Índio Puri

Tudo é vaidade. Tudo é pueril. Tudo é passageiro. Mas um abraço amigo não é. Um amor verdadeiro não é. Mas tudo se esvai com a ampulheta do tempo. Hoje aqui. Amanhã não mais. Hoje caído. Amanhã em pé. Hoje Santo,  depois Demônio. Para  ir além do bem e do mal. A vida se esvai. E vamos nos esvaindo. Há esta rajada de vento adentrando ao meu quarto neste dia de primavera. Eu que estava vendo o mundo e o sentindo dentro do útero da Mantiqueira. Eu que me imaginei Índio Puri a mergulhar antes da chegada de Cabral nestas terras. Mas tudo é vaidade. Tudo se esvai.Sigo a caminhar pela cidade. Vejo pássaros em parques. Caminho por dentro de minha cabeça. Sou O SACI colado nos postes de minha cidade. Transformo-me em Gigante. E busco a Terra sem males. Não sou. Nunca fui. Quem sou eu além de minhas maldades. Quero chegar a Terra Sem Males.Naufrago. Em meio a tempestades tropicais. Num deserto urbano. Não sou, vazio sou. Não encho-me de tolas vaidades. Meras tolices. Tudo é vaidade. Tudo é pueril. Tudo é passageiro. Mas um abraço amigo não é. Um amor verdadeiro não é. A morte sempre a rodar nossas vidas não é. Como a vida que sempre nasce. Durmo por quinhentos anos. E acordo e vejo a cidade.E vejo minha Mantiqueira. Eu índio Puri. Cadê meu povo? Cadê o povo que estava aqui. Foi-se embora. Não sou. E sou. A metafísica se faz presente   num caçar de gavião num pátio de um colégio. Registrado por minhas retinas. Tudo se esvai. Durmo em frente a minha Mantiqueira. O vento adentra a janela de meu quarto trazendo-me saudades do porvir. Vou-me embora a procura da Terra Sem Males.

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joão carlos faria

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

http://entrementes.com.br/?p=3546#comment-668


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Vamos Celebrar o Renascimento da Poesia

Ola Dailor e ai curto sua coluna , mas cadê sua obra poética para apreciarmos? Deve ter uma imensidade de leitores mundo afora querendo saborear sua poética. Estamos ai no aprendizado da literatura cometemos mais erros que acertos. Mas isto importa? Suas crônicas diárias são ótimas. Mas falta sua poesia. Vivemos numa cidade que faz. E quero fazer cinema, literatura. Enfim respiramos arte. Sem ela a vida é bem monótona.Acho que falta ao povo se encontrar pessoalmente para debater suas criações até o fundo. Para discutirmos dificuldades comuns. Exemplo como escolher os textos certos para um livro. Linhas editorias. Geralmente hoje falamos de plataforma da UEB. E nos falta debater como se cria um texto profundo.Quais as técnicas para se fazer um romance. Um bom poema? O que é um bom poema no século vinte e um? A poesia lírica no texto ainda é pertinente? Porque um soneto pode ser ultrapassado? Há regras? Por isto dei uma parada,  em minha prosa sempre esta a poesia. Aprendi muito lendo Guimarães e falta isto hoje na cidade já que já teve.Das pessoas que citou Reinaldo de Sá aprendi muito com ele na Comissão de Literatura. Com o Reinaldo a apreciar um por de sol. Com a Juracy a ser bem critico. Até a Irmandade Neo Filosófica de 2002 prá cá vi desaparecer estas discuçoes hoje só converso isto com Elizabeth Souza, Frankilin Maciel.Esta troca envolta de uma fogueira nos faz falta. Estas trocas em praças públicas todos despidos de nossa vã vaidade nos faz falta. Tem um café próximo a Etep onde penso em chamar o povo.Quem sabe. Necessitamos de um coletivo com artistas das várias áreas, isto faz falta na cidade. O resto é passageiro.Mas a troca entre pessoas que gostam de arte, literatura. Nunca vai ser passageiro.Acho que pela qualidade e quantidade de artistas que há na cidade da pra se ter um Núcleo de Produção de Cinema, alguma editoras. E um bocado de outras coisas culturais. Não somos só  a cidade da tecnologia. Mas hoje carecemos de um contato humano mais próximo para realizarmos o Nelson e  a Ednalva estão na Praça Afonso Pena um ótimo lugar tem até um Sebo aqui na Vila Tatetuba que devo freqüentar mais. Estamos ai para fazer do sofisticado algo simples. Estou na labuta para selecionar novos textos para um livro. E já não há  pessoas para conversarmos sobre estas coisas. Acendemos nossa lanterna e procuremos homens e mulheres para recomeçar o caminho. A juventude toma conta da nossa câmara municipal. Vamos lá. Vamos a vida Celebremos ao Renascimento da Poesia e do Humanismo.
Dailor e Máh um grande abraço.     
Vamos Celebrar o Renascimento da Poesia e do Humanismo.

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joão carlos faria

quarta-feira, 2 de novembro de 2011


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O povo Puri

Dedicado ao historiador José Luiz Pasin

Na noite glacial de primavera. Acenderam-se estrelas. O sol se faz presente num feriado numa quarta-feira. Para variar dormir sem sua compania.Como quase todos os dias desta minha ilusória vida de solidão. Não ter sua companhia me faz mais triste. Porque mulher talvez eu tenha vindo bem antes. Ou você deve estar meio perdida em algum lugar que nunca fui.Hoje sai de minha imensa rotina fui com meus familiares  catar bambu numa vargem perto de onde moro. E divertido ver crianças com medo de vaca. Mas sempre só. Quero moça que me apareça para poder compartilhar contigo meus  teus desejos.Eu nunca vi moinhos?  As vezes os ônibus me parecem grandes monstros. Sempre me lembro de um filme de terror em que a mulher entra num ônibus perde sua criança que era filha do capeta. E vai parar num inferno. Ontem vi numa escola uma comemoração do dia das bruxas. Não viemos da Inglaterra nos viemos de Portugal  de mãe África. E somos também um pouco do povo que sempre viveu aqui do Povo Puri  que antes de Cabral. Antes de Colombo habitavam estas terras. Nossas tradições são outras encarnei um pouco um personagem de Machado de Assis. Depois refletindo lembrei-me da autopofagia de Oswald Andrade devoramos estes elementos e criamos o dia do Saci.Mas mulher esta quarta-feira se esvai como as areias da ampulheta. E eu aqui sem você. A atender telefonemas. Durmo numa imensa rede no telhado de minha casa. As pessoas que moram em bairros têm a estranha mania de ligar os sons bem auto de seus carros em dias de folga. Aqui onde moro só falta o churrasco na laje para completar. Na noite glacial de primavera. Quero adentrar dentro de mim e ver como os povos Puris viviam. Bem antes de nós neste Vale do Paraíba. Estas memórias ancestrais  devem  ser recuperada. Que bom saber que no Paraguai se fala Guarani. Quero conhecer toda esta imensa América Latina. Sentir o viver de todos estes povos. Quero ir a Templos Astecas, Mayas. Enfim mas quero sua compania quero que estejas comigo. E muito estranho ver este povo a comemorar Haloween. É muito estranho. Será que o estranho nesta história toda sou eu? Mas que eu?  Cadê os gigantes? Onde esta Dulcineia? Adoro ler Cervantes me falta o livro dois de Dom Quixote. Hoje li um lindo poema de Ana Cristina Cesar no Face  ainda lerei sua obra  completa. Pelo que sei nos deixou cedo. Gosto muito do Face porque me estimula a pensar. Vejo coisas que normalmente não veria. Por isto acesso este site de relacionamento. É muito estranho parece que temos duas vidas a real bem básica do dia a dia. E a virtual toda cheia de emoções uma se funde a outra e não somos? Ainda não conheço a língua dos Puris, suas tradições, suas lendas. Não somos se não temos esta identidade. E vou me entregar a uma tradição que não me pertencem se nada sei se nada sabemos dos Puris? Adentro dentro de mim busco nos registros da natureza toda esta cultura que esta perdida? Mas ela de uma maneira ou de outra circula em nossas veias em nosso sangue vermelho. Não somos só Português, Negros também somos Puris. Adentremos dentro de uma caverna. Retiremos da Terra as urnas funerárias. Somos todos estes povos. Se não os conhecermos não nos reconheceremos? Vamos revirar a terra. Para absorvermos esta cultura. Ó moça quero estar contigo nesta autofagia. Quero esta junto quando o Xamã fizer o ritual. Bebemos das ervas e adentremos dentro de nós.    
   
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joão carlos faria

domingo, 30 de outubro de 2011


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Pantomima Joseense

Dentro das artes e cultura na cidade de Cassiano Ricardo? O teatro continua a ser o carro chefe. A produção hoje quase sem nenhum apoio da instituição de cultura oficial continua de vento em polpa a classe teatral tem uma dedicação total ao fazer teatral. Talvez até sejam poucas pessoas não me interessa quantificar e sim falar da diversidade e da riqueza destes grupos  e pessoas que se fazem presentes entre eles destaca-se um grupo que teve a felicidade de montar uma peça de Plínio Marcos, Homens de Papel com direção de Reginaldo Nascimento o popular   Zé Bundinha hoje em dia fazendo e vivendo de teatro em Sampa.No caso o Velhos Novatus . E presenciei a vez que este grande dramaturgo do teatro veio a cidade conferir sua montagem.O grupo hoje liderado pelo historiador Wangy Alves esta ai de vento em  polpa é um grupo que tem suas raízes na cultura popular identifica-se com a Zona Norte de São José dos Campos e ali faz suas pesquisas e monta seus espetáculos. O pessoal de teatro em geral se dedica a formação continuada através de oficinas e na vida acadêmica. O Brasil carece de um Fundo de Cultura Nacional para incentivar estes fazeres artísticos. Mas isto é uma longa luta que se faz neste pais. A Fundação Cultural Cassiano Ricardo de modo tímido e sem divulgação alguma iniciou um projeto num espaço sem nenhuma sinalização  com teatro a preços populares que vergonha para uma instituição deste porte. Explorar a classe teatral jogando-os num espaço sem infra estrutura nenhuma. E vergonhoso ver uma cidade sem uma proposta de cultura que não esta antenada as reais necessidades da arte,cultura no século vinte e um. Ela não paga um cachê aos grupos e os deixe a mercê de uma bilheteria. Isto num pais que se concentra na indústria cultural é um absurdo. Precisamos incentivar estes homens e mulheres que dedicam suas vidas a arte. E não jogalos nos porões da instituições de cultura do pais. A peça que assisti neste sábado foi Coração Denunciador um monologo feito pelo experiente ator Fernando M. Rodrigues baseado no mestre da literatura do século dezenove Edgar Alan Poe. É uma peça que quero rever devida a excelente atuação deste ator. Uma bela montagem onde se vê um teatro dos bons. Gosto do fazer teatral , pois esta longe de algo pré-fabricado  que vemos na TV no Cinema e até nos festivais de música o teatro é no grande sentido ainda uma arte artesanal o mais próxima dos anseios do homem do que esta fabricação que vemos na mídia a todo o momento. É por isto que vou a teatros. Mesmo em espaços alternativos. Espero continuar sempre vendo este amadurecimento da cena teatral local que é bem articulada ao que se produz na capital. Que a Fundação repense sua política cultural abra espaço para quem gosta de arte de opiniões. E faça São José um pólo irradiador de cultura. Que com o esforço pessoal e coletivo de nossos artista já o é. Assim faremos teatro,cinema, literatura. Estamos ai somos Os Sobreviventes. Sucesso sempre as nossas atrizes e atores. Que se dedicam com nunca ao teatro. Irradiando esta tradição que vem desde a Grécia antiga. Que é retratar a humanidade em suas dores,desejos e amores. A arte nos torna humanos.

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joão carlos faria