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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010


JOKA


Não ser ??? …??? … ???


Assisti ao filme Fama de 1980 de Alan Parke. Pelo yotube vi que tem um remake que também espero ver. Para quem gosta de arte e tenta fazer dá vida uma arte de viver. Este filme é sensacional mostra todas as ilusões que compõem o meio artístico. Mas também encoraja a este caminho desafiante e sem volta. Uma vez que entramos passamos as portas deste labirinto estamos nele. E tentamos conviver com nossas frustrações e vitorias. Se bem que nesta área são mais frutraçoes do que vitorias. O artista tem que desenvolver a excelência no que faz seja escrever, cantar, compor atuar, dirigir . E mesmo que chegue lá nem sempre há recompensas no final. Na verdade sempre há recomeços. Vivemos há recomeçar passa-se a vida e olhamos para trás e sentimos que ainda não fizemos nada. Então vamos em frente tentar dar o máximo que nossas almas podem oferecer ao mundo.
E Fama é isto mostra com verdade este caminho. Como na cena de um garçom que é ator e já fez todos os testes e nada ainda aconteceu. Ou quando uma atriz é seduzida por um falso diretor que a faz tirar a roupa na frente da câmera.
A trilha sonora é maravilhosa estou curtindo música a música enquanto faço este texto. E confesso as lágrimas estão escorrendo. Minha toalha esta molhada. As vezes até paro para fazer pequenos trabalhos domésticos. Sensibilidade atuante as vezes incomoda. Mas a vida é cheia de desafios. E Alan Parke mostras isto neste filme. Também pequenos trabalhos domésticos atrapalham a criatividade. Vamos em frente. A vida é uma bela passagem pela existência, Existir não é entendiante, Existir é preciso. Mesmo que seja no cotidiano. As vezes nos damos conta que o cotidiano é mais importante que muitos momentos considerados importantes. Hoje não há pombas para eu jogar milhos. Elas também tiram férias. E eu agora estou de férias. Meu cotidiano já não existe. E eu realmente existo? Quem sou ou quem não sou? Eu deveria ser? Porque temos que ser algo. Já não basta existir. Os personagens de Fama simplesmente existem. As pombas existem. E não se preocupam com nada. Quero meu silencio mental. Quero me silenciar. Eu já não sou.
Nestas andanças virtuais descobri um vide-o de Nika Costa hoje já adulta para quem não se lembra ela cantou uma bela música aos cinco anos e agora esta ai adulta e bela.
E tudo sempre passa e eu nunca serei passarinho talvez já tenho sido. Os pássaros voam. Nos também podemos voar.
Quantos belos filmes ainda verei. Não sei. Mas quero é produzir filmes também. A vida é um deserto. Nunca sei de nada. Sou um pássaro a voar no céu pensando ser um homem.
Quem sabe o sábio chines que criou esta frase. Que agora recriei com outros dizeres.
Sou o pássaro não sou o homem. Sou o homem não sou o pássaro no final eu sou.

JOKA

joão carlos fama





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