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quinta-feira, 22 de abril de 2010

Joca Faria






Deuses da Escrita







Amanhã se esvai acabo de ler um texto de técnicas de escrever leitura obrigatória para a faculdade. Que coisa interessante. O mundo gira esta quinta está quente. É Outono o Verão já se foi. Mas a necessidade de um escrito graças ao Deuses não passa.

Estamos aqui de olho no mundo e o mundo não esta de olho em nós? Tudo passa se esvai e vivos sempre vivos. O universo se expande. E nos buscando nossa essência perdida em algum lugar dentro de nós mesmos. A vida é sempre um labirinto de emoções e sentimentos. E não achamos o Fio de Ariane e o Minotauro sempre próximo a querer nos devorar. Assisti na TV um programa sobre os Deuses Gregos como nunca os tinha visto antes eles sim merecem ter suas histórias contadas em grandes filmes por grandes diretores. Dias deste num encontro citei o Eclesiastes umas das passagens e me perguntaram se toda aquela sabedoria era minha. Quem sou ainda longe dos grandes escritores que fizeram a Bíblia ou outros livros religiosos que nos dão a base da civilização. Já li uma carta de Monteiro Lobato para Cassiano Ricardo comentando a não entrada de Monteiro na Academia Brasileira de Letras ele usava como argumento o Eclesiastes que lindo era este texto um dos mais belos que já vi seria usado num daqueles documentários que nunca acontecem. Mas o aprendizado ficou tanto Monteiro quanto Cassiano são dois grandes escritores do século vinte.

Nós as vezes nem nos apercebemos tão apaixonados pelos livros e me descobri atento a diagramação , montagem e capa. Num dia deste era um livro de um amigo sobre Sonhos. Tinham digitado como se foce uma letra de maquina de datilografia e as ilutraçoes eram belas com produtos antigos. Editado pela Editora Cosac Naifty um senhor livro ao texto não me atentei mas uma boa embalagem ajuda a valorizar o produto. Quero um dia chegar a esta precisão com meus livros. Dá um trabalho selecionar textos para compor um livro. Escrever em blogue quase que diariamente é bem mais fácil pois variamos o estilo da escrita e um livro precisa de uma coesão de temas. Escrever para virar gaveta não é meu forte. É preciso saber armazenar de forma que não se perca os textos e os blogues acabam também servindo como deposito de texto. Meu objetivo é um por dia e pretendo desenvolver outros gêneros além das cronicas. A poética parece que perdi. Agora entendo porque Paulo Coelho não consegue mais escrever uma letra de música. Escrever é um exercício permanente um desafio diário a cada texto publicado temos varias reações sempre inesperada. Mas o mais sofrido é quando por mais bem feito que seja ou polemico eles são ignorados. Ai é algo bem estranho. Por mais que tenhamos uma profissão escrever é uma vocação que nos faz sentir vivos. Tanto quanto o prazer de ler um livro ou assistir a um filme. Achar uma editora interessada em seu trabalho é quase uma utopia. Acho mais fácil criar uma. Pois na sociedade tudo é círculos de amizades e contatos. As vezes vamos nas Flip da vida ou SESC e nunca nada acontece. Então agora vou para me divertir e pronto. Andar em Sampa ou Rio é outra grande ilusão a cena cultural é algo de uma grande fantasia. Sempre no máximo acabamos dando umas oficinas e olhe lá. Por isto prefiro fazer uma faculdade e pronto. Nada de ilusões já conheço gente frustrada neste meio artístico a grande maioria. Estou caindo fora deste circulo vicioso e muitas vezes virtuoso pois o Bem e o Mal andam de braços dados .

Tudo que deva acontecer acontece ou não. Eu poderia fazer um romance sobre o universo cultural narrando as coisas são mais reais. Henry Miller o fez e muito bem a França dele ou EUA são maravilhosos , mas é porque não estávamos lá. Como as narrativas de Anais Nin ou Simone de Beauver que li um belo romance sobre um homem imortal que passou da idade média aos dias de hoje. Muito bem escrito. Escritores nos moldam temos que os ler de todos os gêneros. Até as historias em quadrinhos uma vez falei para alguns amigos que historia em quadrinho era inferior a literatura. Ai me desafiaram a ler Sandman de Neil Gaiman ai quebrei a cara gastei uns três meses nesta historia bem construída por tanto arte é arte. Não devemos julgar se é auto ajuda, escritos religiosos tudo é fundamental e importante quem sabe até as bulas de remédio. Ler e escrever é algo fundamental para o desenvolvimento de qualquer ser humano. E custa barato nunca fiquei até hoje sem uma pilha de livros para ler. No momento tenho uns trinta livros que ainda não abri só preciso criar um tempo para devora-los. Tinha um amigo que dizia que lia e arrancava as páginas que lia e as devorava para acumular o saber. Ele só precisa voltar a cena cultural. Por mais estranha que seja a cena cuuuuuuuuuuuuuuuuuuuural nos faz aprender. Faço minhas criticas sem reserva mas adoro este povo criativo. Que se mistura ao povo e cria sua própria tribo. A Tribo Invisível segundo Carlos Aguapé num poema publicado no LITTER antecessor do Entrementes e Vejo São José que ninguém mais comenta. E assim vamos preciso encerrar pois o JANTAR esta na mesa e hoje tenho uma aula pelo computador. No mais boa leitura a todos. Merda pro ceis. E boas leituras.





João Carlos Faria



Editora Pasárgada



São José dos Campos São Paulo Brasil.





Entrevista com Ricardo Faria jornalista editor do www.vejosaojose.com.br







http://www.youtube.com/watch?v=s7c1WB2gdIY





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