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domingo, 28 de fevereiro de 2010

Carta para Rita Elisa Seda

Joca Faria

Carta para Rita Elisa Seda

Bem vinda minha vizinha que quase não vejo estou quase mudando para duas ruas acima.
Adorei te ler.Sei que te devo muitas leituras. Mas leio o ser - humano que de vez enquando encontro quero ver esta foto do Lucaz Lacaz.
Parei de escrever cartas. Adaptei-me ao computador antes escrevia em cadernos que é a base do livro Retina. Ai mudei para um teclado um mouse. E morro de medo de arriscar um livro de maior fôlego. Por medo de perder. Adoro sua pessoa. Um beijo antes que vire uma crônica? Ou já virou tó indo para o Word.
Beijos. Agora Rita Elisa Seda sai do Entrementes e estou no Word escrevendo e ouvindo Versos Sanguíneos quando iremos gravar aquele seu cd de poemas? Morro de vontade de ler o livro feito para seu neto. E o Pequeno Príncipe que coisa preciso viver mais uns cem anos para ler tantos livros. Ando a ler Educação Fundamental de Samael Aun Weor. E já esta na fila Grande Sertão Veredas de João Guimarães Rosa e parei no meio de Brida de Paulo Coelho. Pois Rita leio de tudo. Ler é bom não consigo ler livros no computador. Ainda não consigo. Talvez logo lerei. Vou voltar há apostila da faculdade que ainda não alcancei o 6,0 que coisa. Não me dou bem com nada oficial, mas esta faculdade irei conseguir completar. Não sei para que me serve? Já estou no meio da vida e já não sei o que quero ser. Tenho vontade de pegar a estrada e cair no mundo que mania tenho de ter raízes. Pois tenho pernas. As cartas são belas. Mas o computador tem seus
charmes. Pois escrevo e ouço Versos Sanguíneos hoje fiz um quase artigo e repasssei as vezes precisamos escrever sobre política. Mas uma crônica como esta me dá muito prazer. Rita já não tenho paciência para montar um grupo de escritores. Deixemos que aconteça naturalmente como foi a Irmandade Neo Filosófica. Vi ontem uma palestra que falava do Apocalipse que ele já esta quase próximo. E fiquei com dó de nossa quase humanidade se fizermos por merecer que venha. Mas quero ir ao Abismo cercado de livros imagine naquele frio infernal sem nenhum livro para ler. E aqueles diabos fascistas nos queimando. Ou chifrando. Tudo é um circulo. Um eterno Oroborus e nós aqui perdidos LOST . Só fiquei sabendo do terremoto do Chile ontem á noite. Ando me desligando desta mídia prefiro curtir o meu MSN com três pessoas agora que cheguei ao MSN. O twiter não sei para que serve? Mas para alguma coisa deve servir. Não perco tempo querendo milhões
de leitores já passei desta fase quero aprender a ganhar dinheiro sem ter patrão. Para poder deixar minha barba grande. Vestir as roupas que quiser e não dá bola para esta sociedade hipócrita. Somos livre e ainda não nos descobrimos livres , mas o somos. Deixemos de ser capitalistas, democratas e comunistas. Aproveitemos este fim para sermos felizes. E rever nossas vidas, estas se formos para o abismo um dia voltaremos plantas arvores, passarinhos com Elizabeth Souza escreveu num poema no seu no Entrementes. O inferno ou o céu estão dentro de nós. Atlântida passou, Lemuria passou agora nós passaremos e eu voltarei passarinho. Bela seleção de Elizabeth Souza para Versos Sanguíneos que ela faça o mesmo no cd Pasárgada deve colocar por estes dias para combinarmos um lançamento com Reginaldo Poeta Gomes e Zenilda Lua em sua Poesia no Prato. 14 de Março é o dia da poesia para mim o dia da poesia é a cada momento e se faz presente depois
que lemos uma crônica sua. Quem sabe uma hora desta a Editora Pasárgada vira realidade como é realidade o Entrementes. Que já tem até apelido. Tudo existe e não existe este momento passa ,mas fica registrado em nossa vida como a bela madrugada que vivi no Território Bar na Vila Ema. Nada de música ao vivo um puro Rock cheio de homens, mulheres, bichas e broxas. Na diversidade que só a noite tem. Não queria voltar a noite estava agradável. A conta barata e o papo bem legal. É a vida longe da ilusão de sucesso, dinheiro ou fama. A barriga tá grande. O cabelo sem pintar e a barba sem fazer. Rita qualquer hora te escrevo uma carta , mas não vai entender nada a minha letra é um garrancho por isto prefiro a tela de um computador. Este fim de semana teve Edu Planchez nesta cidade dormitório. Li o blog do Jornalista Ferreira Leite que tem um punhado de clipe de momentos marcantes de nossa vida. Tudo passa e nós passaremos. Mas sejamos
felizes enquanto podemos. No mais qualquer hora nos cruzamos pelas ruas e cachoeiras de Goiás. Não se esqueça de pegar o livro Retina para o povo de lá. No mais um grande abraço.

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

msn jokafaria@hotmail. com

Antes pingar do que faltar?

Joca Faria

Antes pingar do que faltar?

Eu na intensa busca por um novo texto. Acabado chegando em Clara Nunes. Passando pelas belas programações de cultura gratuitas do SESC São José dos Campos o que seria de São José sem o SESC nada. Pois não há programação de cultura de forma gratuita para a cidade. A Fundação Cassiano Ricardo há anos deixa vácuos só há programação a partir dos Festidança encerrando na Semana Cassiano Ricardo. Mas cabe a Fundação ter uma programação de qualidade durante o ano todo e há muito tempo não o faz. Pois a comunidade paga seu devido imposto cadê nosso retorno? Não escrevo enquanto poeta ou ativista cultural, mas como um cidadão que quer ver uma boa programação de cultura de forma gratuita em sua cidade. Existe uma entidade para isto na cidade. Mas uma falta de vontade política por parte da administração vigente no caso o Sr. Prefeito Eduardo Cury porque a cidade não busca Fundações e Instituto que também cumpram este papel. Só deixar ao SESC esta responsabilidade não é bom. Precisamos de diversidade numa cidade pólo com quase setecentos mil habitantes. Talvez eu fale ao vento, pois a imprensa desta cidade não faz este debate preferindo fazer só coberturas de evento. E a Câmara de vereadores se perde em ausências de projetos e de debates de real importância social. Dá para se notar que vivemos numa cidade sem censo critico. E sem vozes assim colaborando para a falta de lazer. Para que a cidade tem uma secretaria de juventude que não há política nenhuma? Não coordena as ações da Secretaria de Educação, Fundhas, Secretária de Esporte, Fundação Cultural Cassiano Ricardo. Talvez eu esteja perdendo meu tempo em mais um artigo para falar ao vento só há surdos e cegos em São José dos Campos, não há Sindicatos, Maçonaria, lions, Partidos Políticos enquanto isto a juventude entra no álcool, nas drogas na ausência de esperança. Não deve ser diferente na vizinha Jacareí administrada pelo PT. Mas moro em São José. Este nosso Vale do Paraíba poderia ter outra cara se investicem de verdade em educação e cultura o PSDB está há 16 anos no poder e a cada administração da Fundação, Fundhas tem uma política totalmente diferente. Como foi desmontando o Comad da cidade. É assim nossa sociedade atual na política só há corruptos e gente de ma fé. Padres que pedem voto em troca de missas. Tá feito mais um desabafo e as coisas continuarão do mesmo jeito. Pelo menos agora vai ter três pontos de cultura na cidade. Antes pingar do que faltar. E parabéns ao SESC que de fato faz pela cidade.

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

msn jokafaria@hotmail.com

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Joca Faria

Manual da alma feminina?

Faz tanto calor que fujo a doce labuta de escrever. Que os Deuses mandem- me a inspiração. Nestes dias de verão a vida está bela assombra. O sol escaldante faz nos valorizar a sombra. A luz precisa da sombra? Quantas personalidades temos? Sei que a cada hora somos um. A magia de Lost me encanta deixa- me perdido. Gosto de escritores que chegam ao fundo da alma e desenterram nossos desejos. Quase perdi- me numa pagina de estranha nudez meu bom senso prevaleceu. Aquilo não passa de imagem. Prefiro uma doce mulher real que esteja próxima. Elas não tem nenhum manual? Cada fêmea e uma fêmea. Com seus desejos e medos. É nosso dever não ter medo de nada nem da morte nem da vida. Temos que superar tudo. Pois tudo é ilusão. Vejo você nua numa torre junto comigo. Você quer voar saltar aquela torre. Precisamos tirar as dúvidas e saltar. Adoro a liberdade das mulheres elas são livres da pornografia. Precisamos nos homens nos libertar desta ilusão. Quero seu corpo nu. Quero desvendar seus signos. Seus desenhos. Tela por um milhão de noites. E assim mesmo nunca te desvendarei. Não te decifro. Por favor, me devore. Sou teu. Quero adentrar dentro de sua cavidade e torna-me feliz por algumas horas. Tudo passa nada é permanente. Seu corpo parece real, mas para mim ainda é um delírio. Ainda não o decifrei. Ouço um trovão que venha a doce chuva neste inicio de tarde. Carros passam na ausência de silencio da avenida. Minhas calopsitas se foram sinto suas ausências. O fêmea cadê seu corpo. Quero-te no jardim que irei construir. O sono da tarde vem chegando. Que me traga a lembrança de seu corpo que ainda não tive. Talvez em outras vidas. Mas só este momento nos importa. É lua cheia amor? Quantos perigos há para realizar teus desejos sexuais. Prefiro uma alcova bela e tranqüila e subirmos aos céus. Darmos vazão aos desejos de nossos corpos, deixas os livres eles sabem se guiar. Nos não. Carros passam nesta avenida que se torna passado. Não ouço os cantos de pássaro. Que tal subirmos uma escada que vai ao céu. Meu computador esta em silencio só um estranho barulho cadê você? Cadê eu mesmo. Com quantos amores se faz uma vida. Talvez um amor carnal, um amor real. Mas tudo é maya e matrix e ilusão. O sono da tarde vem chegando... Junto ao vento que traz uma chuva... A um manual para a alma feminina? Se existiu foi queimado na inquisição, ou com a biblioteca de Alexandria. Ou junto a Joana Dar ki. Ainda não sei investigar os registros akasicos. Ainda não despertei. E só tu mulher possui a chave para meu despertar. Só você abre as portas. Por isto quero o fêmea junto a mim em nosso jardim no fim da tarde. Ó Rapunzel jogue-me tranças. O mulher venha libertar o que ainda não se fez. Criar o incriando. Quero gestar um novo corpo. Na forja de Vulcano. Sem tu eu nada sou. De me teu corpo e criaremos nossa alma. Faz calor o sol se esconde a chuva vem junto com o sono da tarde. Beijo-te... Incendeio-te em nossa alcova. Eu irei te desvendar como nunca fostes...

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Fake?

Joca Faria

Sou uma pessoa um fake? Alguém que vive em vários mundos. Um corpo físico cheio de sonhos, ilusões e uma pitada de fé. Nasci no Brasil, mas poderia ter nascido na África? Nasci homem poderia ter vindo mulher? Sou incógnita. No fim não somos. O que tenho não é passaporte para nada. Hoje vivo neste corpo daqui um tempo não. E ai porque tanta vaidade. Tanta luxúria. Minha alma ainda incompleta. Porque tanta inveja? Tantos medos. Minha existência e tão frágil quanto a sua. Minha fé ainda não é inquebrantável. Não sabemos nada da vida. Hoje faz calor. E amanhã frio? E daí? Já li centenas de livros e ai? Tenho dinheiro ás vezes não. E ai vale ter ou não ter? Não importa quem fui em vidas passadas. Trago isto tudo dentro de mim. E não trago. Tudo é uma grande recorrência. Preciso que seja numa oitava superior. Que me adianta a fé. Se sou dotado de conceitos e pré – conceitos? Faço faculdade, mas ajuda em que? Não sei. Quero deixar de ser eu. De ser ambição. Não adianta entrar numa caverna? Devo mergulhar no abismo que adentro de mim. Não sei quantos átomos possui meu corpo? Quero andar pelo mundo ir num sarau em Bagdá desvendar a cultura oriental. Tornar a minha cultura completa. Estou tão perdido quanto os habitantes de Lost? A vida é uma grande magia. Porque tenho medo do que não conheço se desconheço tudo. Já vivi na Lemuria? Na TERRA LUA não aprendi nada? Sou pura ignorância. E me disfarço de tolerante. Não tolero nem a mim mesmo? Então porque faço lipo aspiração? Tenho tantas vaidades. Deveríamos ser mais ousados no que realmente importa. Não sabemos nada do verdadeiro amor. E nos achamos caridosos. Quantas vezes já crucificamos nosso Cristo? Somos inúmeros Judas. O sangue de trinta moedas escorre pelas minhas mãos. O galo canta três vezes por dia. Não suportaria um dia das provações que Jó passou? E ainda ás vezes sou prepotente. Enfim ainda não sou talvez logo serei? Mas dentro de mim é.

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

msn jokafaria@hotmail.com

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Cultura, Religião e Política se debate sim ...


Cortem-me os pulsos, cortem-me o ar
cortem-me a garganta para nunca mais falar
Cortem-me a ponta dos dedos pra nunca mais tocar
E ainda assim, trago mais verdades em mim
Que toda a sua violência, que todo seu poder usurpado
que toda a sua incapacidade de amar

(Franklin Maciel)
Joca Faria

Preciso voltar há forma da escrita depois do carnaval recebi boas criticas sobre minha escrita nem sempre as noticias são boas em relação a escrever. E elogios de vez enquando nos ajuda. Sei que devemos estar acima do bem e do mal ir, além disto, tudo. O sufismo anda a me rodar dias destes assisti Baraka documentário de Ron Fricke. Num encontro de gnose em pleno carnaval. Para quem não sabe o Sufismo é o lado esotérico do Islamismo. Vejam na Wikipédia lá tem uma boa informação básica sobre o assunto. Nós ocidentais a mais de mil anos entramos em conflito com o saber do oriente já é ora de engolirmos nossa prepotência hoje liderada pelos Estados Unidos e aprender estas outras formas de cultura. Ou nos esquecemos que até a cultura grega já bebeu do saber oriental. Pois não podemos e não devemos tratar a cultura oriental com desdém ou desrespeitar o Irã basta nossa invasão ao Iraque. Parece que nossos governantes não leram a bíblia sobre a Invasão Mulçumana hoje penso que se de de outra forma através da cultura e não da guerra. Não sei se andarão a soltar bombas atômicas para isto. Invadir de forma cultural é bem mais fácil olhem a cultura dos Estados Unidos tão forte quanto antes. Crianças em livraria comprando historias de desenhos animados além da TV Cultura com programação nacional na área infantil. Na TV aberta não há nada mais as poderosas Globo e Record não passam um desenho brasileiro e boicotam a Turma da Monica de Mauricio de Souza. O governo Lula avança com editais para filmes, mas falta ás grandes emissoras de TV comprarem a briga. Cultura, religião e política são tudo misturado quem acha que se separam esta enganado são relações de poder e nada mais. Poder que nos simples militantes nunca alcançaremos, pois não venderemos nossas almas que ainda não possuímos o poder hoje baseia em moedas de troca e devemos estar separados disto tudo. Duvido que uma pessoa normal um cidadão consiga em qualquer partido político uma legenda para disputar as atuais eleições. Mesmo se conseguir não terá nenhum apoio político nosso jogo eleitoral já esta determinado. E as pessoas só querem trabalho e família e claro uma boa partida de futebol. Refletir o mundo que nos cerca dói. Sem dor não se chega ao amor. Até quem se diz poeta nas cidades estão cada vez mais alienados e só se preocupam com sua estúpida vaidade não tiro de mim esta colocação eu também sempre me equivoquei. Errar é humano. Mas permanecer na ilusão é bom passaporte para o inferno. E estamos a seis passos deste grande abismo. Desceremos aquela torre de mãos dadas numa luxuria cega e inexata. Rumo ao que já vivemos. Não devemos cair devemos criar nossas asas. Sair da cegueira e voar para saborear a luz.

João Carlos Faria

Editora Pasárgada


Baraka trailer...
http://www.youtube.com/watch?v=7geZs4qci1M
http://www.youtube.com/watch?v=YG9P7JWtxhw

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

http://eduplanchezpoesia.blogspot.com/

Não consigo assistir partidas de futebol.

Joca Faria

E fez silencio na escura noite. Goya gostava de trabalhar na noite a pouco eu ouvia Led Zeppelin. Desliguei para poder criar um pouco. Minha memória começa a falhar. Tenho visões quando sonho. E algumas respostas confusas. O calor da noite me faz lembrar de quando caminhava sobre o Inferno. Goya em Bordeaux de CARLOS SAURA parece teatro feito para cinema prende qualquer um em frente a TV. Ando a ficar com medo do filme parar este parou voltei atrás. E se a vida parece e voltássemos atrás? Rebobinar a vida como se fosse uma fita de vídeo kassete. Estou aqui quase nú diante desta tela em branco. O carnaval se aproxima e ai? A vida me chega á metade e ai? Será que tudo se repete. Gostaria de ler todos os livros já feitos. Não conseguirei. Gostaria de fazer vários longas metragens , mas não tenho imaginação para um roteiro. Cadê a tão sonhada felicidade. Hoje a tarde observava formigas em frente a uma escola. Tão fortes e quantas delas já devo ter pisado. E via que todos dormíamos. Naquela tarde que já passou. Tudo passa até este momento de criação. Logo mais ouvirei novamente Led Zeppelin. E talvez este texto já esteja publicado e estarei a fazer outros. Quantos destes textos estão perdido por toda a UEB. Quantas vidas se perdem na vida? Tudo é dream. Tudo é sonho. E daí ? Quero parar de dormir e despertar deste grande sonho. Quantos filmes ainda verei? Quantos livros para ler e mudar a minha vida. Quando posso leio o horóscopo do dia. E para o meu dia vale. Poderia ler as nuvens. Como minha vó fazia. Mas sinceramente não sei? A vida é algo mágico e não devemos nos preocupar com nada. Não ligo meu celular. Não telefono para ninguém. Talvez eu goste muitas vezes de estar sozinho. Mas muitas vezes não. Depende do dia e do momento do dia. Eu durmo á tarde para buscar resposta? E ás vezes elas vêem e questão de saber interpretar. Agora novamente amo minha cidade. Mas um dia irei desbravar o mundo. Para que inventaram passaportes? O mundo eu reafirmo é nosso quintal. Quero cantar a noite toda. Toda noite antes de dormir fecho a janela e apago algumas estrelas. E adentro dentro de mim para desbravar universos. Dizem que já não sou poeta. Talvez não seja. Dizem que sou vaidoso. Apesar de ter uma grande barriga. Já não sei. Quero dormir acordado e curtir os últimos dias desta casa. Em breve será passado. Somente um sonho. Quando eu morrer vou passear e não mais voltarei aqui e esta vida será passado. Tudo passa e nos passaremos. Enquanto isto vamos celebrar o renascimento da poesia. E que a poesia esteja no prato. E dentro de nossos corações. Tudo é ilusão , mas que seja bela. Dentro de mim a uma fera. E um anjo. Com qual destas faces me vê. Quero ir além do bem e do mal. Busco estar acima de anjos e demônios e ainda não humano? Que coisa. O tempo passa já é quinta- feira. Comecei a escrever numa quarta- feira. Desculpe-me não consigo ver partidas de futebol.

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Onde esta Janaina?

Joca Faria

Um punhado de flores uma música de Edu Planchez enquanto confiro o mundo pelas fotos da UOL. O mundo está em pé de guerra? E eu aqui a ouvir a bela poesia musicada. Este calor de fevereiro. E onde está Janaina/ Que me deixa só acabo de ler Pistis Sofhia com as explicações de Samael Aun Weor e confesso que lerei varias vezes nunca tive tanta dificuldade para entender um livro como tive neste. E nunca aprendi tanto como neste livro. Estes conhecimentos eternos e infinitos nos salvam um pouco de nossas paixões mundanas.
E onde esta Janaina? Que Janaina é esta que não me consola. Estar vivo é cair e levantar. Eu roubaria o queijo de um monge?
Não sei se estivesse com fome comeria com ele. A vida e dor e amor. Mesmo quando não vemos novidade em nada. Tudo é sempre novo. Estou derretendo neste calor. Neste dia que não fiz nada além de quase terminar um belo livro como Pistis Sofhia. Como diria Paulo Rafael que mistério é a vida| Carros passam nesta avenida com seus sons que nem pedi para ouvir. Um outro amigo me liga para falar da internet e de gente misteriosa. E cadê Janaina ^+++ ... Não sei, mas quero saber onde anda esta Janaina. Quero ler e reler Pistis Sofhia. Quero saber o sabor da fruta proibida. E desfrutar um corpo real de uma bela mulher. A janela esta aberta. Vou voar ... Mas ainda não sou pássaro. Que tal mergulhar pela pia como fez abda Almirez e nadar até o oceano. Cadê Janaina?_? Nunca sabemos ...Ouço muitas vezes um punhado de flores ... E cadê suas flores ... Mando-te as flores pela UEB... Esta Janaina ... Onde fica Janaina.... Quero ser o pescador atraído por Janaina ... Ela Janaina filha de Iemanjá... Enquanto não terminava este texto assisti Sonhos de Akira Kurosawa e redescobri que artistas podem ser ideológicos. E passar seu ponto de vista. O talento deste diretor não se comenta quero ver outros filmes dele. O último episódio me deu vontade de pegar o próximo ônibus com destino a Serra da Mantiqueira todas as historias para ele é sonhos no inglês dream ... E desejo a mim e a você leitoras a realização de muitos sonhos. Mas dependendo do conto de Akira mais parecia pesadelo. O personagem Ogro. E tudo mais e ai Edu Planchez onde esta Janaina?
Confiram o vídeo com a música de Edu Planchez

http://www.youtube.com/watch?v=aAsF1BiSuIU

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Como enxergar além do espelho?

Joca Faria

Assisti quase todo o filme As confissões de Henry Fool por um problema no DVD ainda não vi o final. Estas cópias de um filme para outro sempre dá nisto. Estou baixando o final do filme e se não der certo irei ás locadoras, pois o filme compensa é meio drama meio comédia na busca de outros modos de vida? Se tivéssemos a chave de como acertar na vida seria bem mais fácil. Mas não temos e talvez isto seja muito bom. A vida é sem roteiro, mas muitas coisas são sem previsão. E filmes como este salvam qualquer fim de semana. E salvou minha manhã de sábado pena que não desvendei o final ? Mas gerou uma continuação terei que ver também que coisa não gosto de ir ás locadoras prefiro comprar um filme. Já comentei com os amigos alguns acham que este valorizar da cena undegroud mostrar as fraquezas humanas é degradante enquanto modelo de existência. Não já não sei de nada tem hora que as coisas parecem não acontecer e estão acontecendo. Mas esta era de marketing excessivo esta estragando tudo já fiz muito este jogo e agora quero cair fora de qualquer jogo. Pois nestes jogos de imagens sempre saímos perdendo. Esta faltando conteúdo em tudo hoje em dia os jogos de aparências são maiores. E quando se percebe isto é melhor sair de cena. Competir para ser o escritor mais lido. E não escrever algo profundo que realmente vale a pena ser lido não adianta de nada. Ou ganhar uma eleição qualquer e ser exatamente igual a todos os políticos também de nada serve. Nossa sociedade anda empatando os jogos quando se deixa enganar por dois lados políticos que realmente não existe. O que existe são forças disputando para comandar um jogo já estabelecido e que nós do povo não passamos de massa de manobra. E tem hora que saímos um pouco desta ilusão e vemos este jogo ser jogado. Talvez seja este o real papel das artes. Avisar de um falso jogo que está sendo jogado. Tudo que vivemos não passa de uma grande ilusão. Até este meu texto. Como enxergar além do espelho? Eu busco olho me diante dele e me vejo cada vez mais velho e barrigudo. Mas a vida não pode ser só esta ilusão de nascer, crescer, trabalhar, criar uma família e finalmente morrer. Existe algum valor nisto? Acredito que não. Devemos e precisamos ir além destas tolices e onde esta a chave ou estão ás chaves? Ver um filme ou ler um livro pode ajudar a achar o mapa e este filme contem estes enigmas nos faz pensar. O diretor Hal Harley e os atores fizeram junto uma grande obra. Que para mim demorou a chegar em minhas mãos. Não sei se muda ou não nossa trajetória , mas que ajuda ajuda. Podemos fazer a diferença mesmo que seja para nós mesmos. E como dizem por ai não devemos ter medo de nada. Talvez a vida não passe de um bom ou mau filme. A arte e a vida estão ai. Devemos escreve la e reescreve La por diversas vezes. Repetir caminhos onde sabemos onde irá dar não adianta nada o mundo esta ai e é nosso quintal. Sucesso e fracasso só são fenômenos passageiros. Tudo acontece ou não acontece. E não ver um final de um filme ás vezes gera algo mais surpreendente estamos ai sejamos donos de nosso próprio roteiro. Não devemos deixar os homens e os Deuses determinar nossos caminhos. To indo a uma locadora achar este filme. No mais um bom filme para vocês.


João Carlos Faria
Editora Pasárgada

As Confissões de Henry Fool
(Henry Fool, EUA, 1997)
Gênero: Drama

Duração: 137 min.
Distribuidora(s): Europa Filmes

Produtora(s): Shooting Gallery, True Fiction Pictures


Cotação: 8,7 (12 votos)



Diretor(es): Hal Hartley

Roteirista(s): Hal Hartley

Elenco: Thomas Jay Ryan, James Urbaniak, Parker Posey, Maria Porter, James Saito, Kevin Corrigan (1), Liam Aiken, Miho Nikaido, Gene Ruffini, Nicholas Hope (1), Diana Ruppe, Veanne Cox, Jan Leslie Harding, Chaylee Worrall, Christy Romano¹

mais...



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SINOPSE

Lixeiro é auxiliado por estranho escritor que passa a morar em sua casa e que o incentiva a escrever. O sucesso do lixeiro complica a relação.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Quando lia Nietze

Joca Faria

Ultimamente ando me desligado da política e partindo para outros rumos. A vida necessita que focamos e construímos alguns objetos. Sempre tive a ilusória mania de querer mudar o mundo como poderia fazer isto? Se nem a mim mesmo eu mudo? Como disse alguém hoje para mim a mídia é ilusão. Concordo mas minha vaidade sempre falou mais alto. Redescobrir outros valores é necessário. Estamos cada vez mais consumistas. Até para escrever temos que superar nossas vaidades. A escrita é um momento de reflexão como toda as artes. E ela não abandono. Como as artes. Neste mundo tudo é ao mesmo tempo difícil e fácil. E o que é construir um objetivo? Será que conquistar coisas materiais é importante? Precisamos de um suficiente para sobreviver. E ás vezes me pego resmungando num ponto de ônibus achando necessário um carro. Se já vivi até hoje sem um. Eu seria mais uma pessoa a poluir o planeta desnecessariamente. Faz anos que estou fora e dentro do sistema em muitas coisas e estou aqui neste momento bem vivo. Temos que refletir sempre no que devemos consumir ou não consumir? Eu não sei como faria sem televisão? Pois quando nasci ela já existia. Mas ás vezes eu passava quando criança com meu avô. Tempos numa casa sem luz elétrica e nos virávamos bem. Não sou tão radical assim. Queria ter um pouco de coragem e ficar uns quinze dias no alto da Serra da Mantiqueira no meio de uma mata. Mas confesso que não saberia viver ou saberia? Quando li Nietze adorava quando Zaratrusta subia a montanha. Agora ganhei o livro acabarei relendo. Ler já é uma bela opção a uma televisão. A internet se não cairmos na arapuca da pornografia é uma grande aliada. Podemos usa la para criar e pensar. Hoje com a televisão muda durante um jornal da Band vi um monte de mulher desfilando de calcinha e já fiquei aceso. Mas consegui resistir. As mulheres pelo jeito não sofrem todo este assedio de pornografia que o homem sofre desde criança. Nos homens no masculino precisamos aprender a nos limpar sei que não é fácil. As mulheres deve ser o excesso de vaidade? Que elas me escrevam. Para falar de suas vaidades. Sei que a arte a filosofia e o saber que aprendemos com as pessoas no dia a dia nos ensina a viver um dia talvez tenhamos cem anos e ainda não saberemos nada da vida. E ai me vem o poeta Reginaldo Gomes que já esta mostrando muita sabedoria em sua poética. Leio seus textos e acho uma simplicidade que estamos muito distante. Como num poema que fala da mania das pessoas ligarem o som dos celulares no ônibus e consegue falar sem reclamar. Eu como fiquei um bom tempo sem pegar ônibus acho um barato. E agora tem até televisão nas mãos das pessoas. Para mim ainda não serve. Prefiro uma câmera digital para flagrar o cotidiano. Adoro este cotidiano das pessoas as mulheres de manhã nos ônibus sempre belas e para a felicidade da nação poucos homens. Nesta cidade devem estar nas industrias. Só sei que a arte salva a humanidade alguma coisa que sobrará de nossa existência neste planeta é a arte. Hoje o calor esta forte estamos a uma semana do carnaval. E vou terminando por aqui. No mais um fraterno abraços aos poucos que me lêem.

João Carlos Faria

Editora Pasárgada