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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Depois do carnaval vem a chuva?




Joca Faria



A tarde quente de uma primavera com cara de verão começa chegar ao fim os pássaros voltam á copa das arvores. As chuvas não vieram por isto faço este texto tranquilamente. Depois de tomar um gole de café. E ler as noticia do dia. O calor se faz grande. Mas é muito bem vindo um vento entra pela janela.

Hoje li vários livros. A noite promete ser tranqüila estamos em dezembro neste mês nada e tudo nos acontece. Em breve chega o Natal e o Ano Novo. E o ciclo se reiniciar no Brasil só depois do carnaval é claro.

Ainda não te achei. Um dia talvez te encontre espero que já não seja tarde. E que possamos nos amar. Não sei mulher quem tu és ainda mais sei que existe.

Por isto sempre escrevo para você. E publico em blogs mando em listas de email ás vezes nos velhos jornais em papel e em livro e cd.

Mas nunca nada de achar hoje estou sozinho muito mal acostumado a minha solidão. Faz calor gostaria de sua voz suave no meu ouvido , mas nada.

Estou derretendo ao teclar o calor se faz presente. Luzes acesas hoje as temos. Quantas vidas escrevemos usando luzes de velas. Quantas vidas que já tive você e nesta nada de te achar.

Hoje não quero falar de política de arte, cultura de nada que me seja habitual. Quero me reinventar é dezembro podemos mudar nossa maneira de ser.

Já não quero mudar o mundo , pois descobri que tenho que mudar a mim mesmo. Que já é uma grande tarefa.

Quantos atos de ilusão já participei. Quantas manifestações já fiz. E tudo passa e eu sempre aqui a lhe escrever.

Não sei como trabalhar para o bem de nossa doente humanidade preciso eu primeiro me curar.

E só você mulher tem a cura que preciso. Eu preciso morrer para novamente nascer. Eliminar meus agregados psíquicos os destruir.

Acabar com esta ilusão.

Chega desta civilização toda perdida. Não temos bússola. Cadê as estrelas?

Não sei , mas só sei mulher que te amo. Como não amo a mim mesmo.

Ainda está claro lá fora. Hoje já fiz minha caminhada de uma hora.

Mas sinto-me perdido neste labirinto afinal quem sou? Onde esta a minha essência?

Mulher por onde tu andas? Que nunca te acho?

Já vou indo a muito e nada a ser feito. Deixe nossos dias passar.

João Carlos Faria

Editora Pasárgada






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