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domingo, 20 de setembro de 2009

Borrão

Joca Faria

A Cópia da cópia da cópia é um borrão. E a cópia do borrão se reduz ao nada. Um ponto. Dentro da existência. Portanto minha escrita e esta cópia da cópia que deixa de ser cópia com todas as pretensões e sem nenhuma pretensão. Só desejo o caminho da felicidade. Encontrar a fêmea perfeita e fazer algo que seja além do dito normal. Pareço até um personagem de Zé Mojica ... Mas a mulher é perfeita para mim ... Quero alcançar minha divindade através desta fêmea. Saciar a sede de meu espírito que é eterno . Enquanto este corpo é perecível. Neste calor que antecede a primavera neste fim de inverno os ciclos se fecham no andar em Shopping Center. Os mercados de nossa hipermodernidade.
Pois digo sou a cópia e a imperfeição da adorável Geração Beat da Semana de Arte de 1922.
Do Tropicalismo e dos insucessos do Manifesto Abismo. Sou anárquico e ao mesmo tempo conservador. Amante de mercados municipais... Sou pura contradição Kamizes de aliados ... Sou farça e força ... Sou Joca Faria o sínico herdeiro de Diógenes... Amante das experimentações ...Liniliilista de alma ...
A CÓPIA da cópia da cópia é um borrão. NÃO escrevo a poesia a prosa certinha sou anti rimas, metrificações qualquer coisa comum que se faz na UEB hoje e não deixo de ser poeta.
Nunca quis ser marginal e não to a margem de nada , pois somos ponto centro e periferia. Estamos no espaço livres e presos a lei da gravidade ... Quero um portal para adentrar a quarta-dimensão e esta porta é sua vagina unida ao meu penis... E nada mais me interessa não quero todas as mulheres só descobrirei o amor com uma. Que me abra as portas da percepção e adentrarei aos infernos e céus...
Sou cópia da cópia da cópia sou além de um borrão. Alguém que circula a infinitos tempos tentando encontrar a porta.
Minha poética é deste momento que deixa de ser ... Não estou já não será 5.25 de uma tarde de Domingo quando ler este texto.
Não será Setembro ... Já não coleciono vocês ... Já não crio bestas ... Não posso cair devo descer e não cair. Sempre descer para poder subir ... Quem desce sobe se cair eu levanto.
Quero sua vagina unida ao meu penis ... Nossos corpos unidos em noites de sábado,,,
Nossas artes nossos sexos nossos desejos ... Sermos um só ponto num êxtase ...
A Cópia da cópia da cópia é um borrão. E a cópia do borrão se reduz ao nada. Um ponto. Dentro da existência. Portanto minha escrita e esta cópia da cópia que deixa de ser cópia com todas as pretensões e sem nenhuma pretensão. Só desejo o caminho da felicidade. Encontrar a fêmea perfeita e fazer algo que seja além do dito normal. Pareço até um personagem de Zé Mojica ... Mas a mulher é perfeita para mim ... Quero alcançar minha divindade através desta fêmea. Saciar a sede de meu espírito que é eterno . Enquanto este corpo é perecível. Neste calor que antecede a primavera neste fim de inverno os ciclos se fecham no andar em Shopping Center. Os mercados de nossa hipermodernidade.

Não será Setembro ... Já não coleciono vocês ... Já não crio bestas ... Não posso cair devo descer e não cair. Sempre descer para poder subir ... Quem desce sobe se cair eu levanto.
Quero sua vagina unida ao meu penis ... Nossos corpos unidos em noites de sábado,,,
Nossas artes nossos sexos nossos desejos ... Sermos um só ponto num êxtase ...



João Carlos Faria

Editora Pasárgada

http://www.mundogaia.com.br/

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