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quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Urbanidade por Joca Faria

Exposição virtual no Blog e video no yotube com fotos feita na Vila Industrial bairro de São José dos Campos São Paulo Brasil
Participo da lista de artes Arteatec que vem me inspirando a novos desafios além da escrita e com a tecnologia barata do universo virtual podemos experimentar. Talvez devolva ao Bairro uma exposição numa feira ou rua movimentada deste bairro.
Vamos do virtual ao real.
Fotos de intervençoes urbanas anonimas feita em postes e pontos de onibus.
Coisas de nosso século vinte e um nos possibilitam. Só falta eu por minha impressora para funcionar entender o page make e lanço um Fanzine.



http://artegaia.blogspot.com/
http://www.youtube.com/watch?v=SZnyAm3AR4k
arteateh@yahoogrupos.com.br,

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

Me financiem comprem meu cd Destino da Chuva por 10 reais...

Fotos de lançamento do Livro Cora Coralina Raizes de Aninha de Clóvis Carvalho Brito
Rita Elisa Seda
São José dos Campos São Paulo Brasil
Presenças de escritores, jornalistas,poetas e amantes da escrita.




quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Pessoas

JoCa Faria

Há sono nesta noite sagrada noite de primavera quando conheci um poeta daqueles que andam na rua. Um homem que chorava ao ouvir um poema lido por Harley Campos ... Que dia que se foi. Terminado num lançamento de livro.. De Rita Elisa Seda e Clóvis Carvalho de Brito e seu livro Cora Coralina em Raízes de Aninha ...
Não se tem dias mágicos como este sempre quando se descobre o valor real da vida. Ó vida doce como as vezes penso em suicídio? Não sei...
Nesta era conturbada entre valores velhos e novos estamos ai entre a loucura e a lucidez...
Entre Deuses e Demônios... Entre Falos e Vaginas entre o Patriarcal e o Matriarcal ... Somos novas mulheres e homens nascendo das velhas raízes que apodrecem ... Entre perdas e ganhos... Que nova civilização estamos construindo?
Ainda não li Cora Coralina e compro um livro sobre sua doce vida amarga e doce.
Quem é esta Aninha que nos falam tanto...
Entre tantos blogs descubro O outro lado da Margem de Lilia Diniz que surpreende - me com uma sutil poesia que fala de amores...
Não consigo não escrever sobre pessoas. pois pessoas são Demônios e Anjos numa mistura alucinógena que me embriaga me leva a porta de abismo devo Saltar?

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

http://outroladodamargem.zip.net

terça-feira, 22 de setembro de 2009

A prima Vera

Joca Faria

Finalmente nesta noite de terça-feira já na Primavera ai minha prima Vera há quanto tempo não há vejo.
Época em que tomamos banho de cachoeira. Nadamos nus em Ilha Bela ... Fazemos a poesia ao por do Sol. Tem horário de verão e chuva sem hora marcada ...
É Vera quero te desnudar atrás de uma arvore num parque da cidade. Recitar poemas na beira do lago. Ver a Lua Cheia nascer. Dançar com índios ... Viajar num portal e ver o banhado um mar... É Prima Vera quero tirar tua roupa e te amar a noite toda. Numa ALCOOVA qualquer.
Fazer minhas performances pelas cidades deste planeta Terra ... O mundo é nosso vamos desfruta ló...
Enquanto temos vida ... Somos uma grande arvore ... Somos os pássaros ... É Primavera façamos amor longe de computadores não quero masturbações eletrônicas ... Entrar em XXX.
Quero sua quase alma e seu corpo ó mulher ó Vera ...
Minha Vera que são todas as mulheres e uma só ... Como cantava Solfidone ... Que está num inverno glacial ...
É vera vamos nos amar nas noites enquanto não chega o Verão venha minha nossa Vera ...
Enquanto Chico Buarque não lança um novo cd. Ouçamos nosso silencio ... Quero ouvir o bater de seu coração ... Enquanto nossos corpos unidos e fazemos um só mantra...
Que os Deuses e Deusas me ouçam e te tragam para mim Ó Verá... Minha doce Primavera...

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

//www.mundogaia.com.br/
Desculpa não resisti mas a falta de criatividade do caderno Vale Viver está demais tantos temas que um jornal desta importancia para o pais e a região.Uma região que tem muitos artistas de talentos para ocuparem uma capa e um debate sério no Vale Paraibano e vai lá Beatles, Michel Jakson eita censo comum de nossos amigos jornalistas.Uma região que carece de editoras, gravadoras numa semana de Elpio dos Santos e lá vai o Vale perder tempo com 20 anos da morte de Raul.O Nadir Jacob Cury esta correto em sua cruzada.Pela regionalizaçãso. Os artistas carecem de apoio gente muito boa mas sem espaços decentes.Gente vão afundo. Movimentos não se fortalecem sem apoio de uma midia criativa longe deste senço comum.Abraços e vamos voar longe desta mediocridade dos ultimos tempos deste caderno.Abraços

Joca Faria

domingo, 20 de setembro de 2009




Borrão

Joca Faria

A Cópia da cópia da cópia é um borrão. E a cópia do borrão se reduz ao nada. Um ponto. Dentro da existência. Portanto minha escrita e esta cópia da cópia que deixa de ser cópia com todas as pretensões e sem nenhuma pretensão. Só desejo o caminho da felicidade. Encontrar a fêmea perfeita e fazer algo que seja além do dito normal. Pareço até um personagem de Zé Mojica ... Mas a mulher é perfeita para mim ... Quero alcançar minha divindade através desta fêmea. Saciar a sede de meu espírito que é eterno . Enquanto este corpo é perecível. Neste calor que antecede a primavera neste fim de inverno os ciclos se fecham no andar em Shopping Center. Os mercados de nossa hipermodernidade.
Pois digo sou a cópia e a imperfeição da adorável Geração Beat da Semana de Arte de 1922.
Do Tropicalismo e dos insucessos do Manifesto Abismo. Sou anárquico e ao mesmo tempo conservador. Amante de mercados municipais... Sou pura contradição Kamizes de aliados ... Sou farça e força ... Sou Joca Faria o sínico herdeiro de Diógenes... Amante das experimentações ...Liniliilista de alma ...
A CÓPIA da cópia da cópia é um borrão. NÃO escrevo a poesia a prosa certinha sou anti rimas, metrificações qualquer coisa comum que se faz na UEB hoje e não deixo de ser poeta.
Nunca quis ser marginal e não to a margem de nada , pois somos ponto centro e periferia. Estamos no espaço livres e presos a lei da gravidade ... Quero um portal para adentrar a quarta-dimensão e esta porta é sua vagina unida ao meu penis... E nada mais me interessa não quero todas as mulheres só descobrirei o amor com uma. Que me abra as portas da percepção e adentrarei aos infernos e céus...
Sou cópia da cópia da cópia sou além de um borrão. Alguém que circula a infinitos tempos tentando encontrar a porta.
Minha poética é deste momento que deixa de ser ... Não estou já não será 5.25 de uma tarde de Domingo quando ler este texto.
Não será Setembro ... Já não coleciono vocês ... Já não crio bestas ... Não posso cair devo descer e não cair. Sempre descer para poder subir ... Quem desce sobe se cair eu levanto.
Quero sua vagina unida ao meu penis ... Nossos corpos unidos em noites de sábado,,,
Nossas artes nossos sexos nossos desejos ... Sermos um só ponto num êxtase ...
A Cópia da cópia da cópia é um borrão. E a cópia do borrão se reduz ao nada. Um ponto. Dentro da existência. Portanto minha escrita e esta cópia da cópia que deixa de ser cópia com todas as pretensões e sem nenhuma pretensão. Só desejo o caminho da felicidade. Encontrar a fêmea perfeita e fazer algo que seja além do dito normal. Pareço até um personagem de Zé Mojica ... Mas a mulher é perfeita para mim ... Quero alcançar minha divindade através desta fêmea. Saciar a sede de meu espírito que é eterno . Enquanto este corpo é perecível. Neste calor que antecede a primavera neste fim de inverno os ciclos se fecham no andar em Shopping Center. Os mercados de nossa hipermodernidade.

Não será Setembro ... Já não coleciono vocês ... Já não crio bestas ... Não posso cair devo descer e não cair. Sempre descer para poder subir ... Quem desce sobe se cair eu levanto.
Quero sua vagina unida ao meu penis ... Nossos corpos unidos em noites de sábado,,,
Nossas artes nossos sexos nossos desejos ... Sermos um só ponto num êxtase ...



João Carlos Faria

Editora Pasárgada

http://www.mundogaia.com.br/

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Olha a nova caçadora de marajás ai gente ?

Joca Faria


É queremos uma revolução e as vezes elas vem silenciosamente dentro de nós.



Escrever e publicar num pais do jeitinho como o Brasil é algo estranho quando escrevemos apontamos nossos próprios erros. Não só o dos outros afinal todos os homens acordam com o membro duro de manhã.
Mas ter editores como Ricardo Faria que apimentam ainda mais seu texto ai é dureza e se bater resolvesse podíamos fuzilar vereadores, prefeitos, senadores e presidentes.
Não ia fazer falta nosso pais tem uma escola de gente covarde. Querendo roubar. Meu editor diz que até eu quero uma boquinha. É dureza. Estamos todos corrompidos e agora o Partido Verde vem novamente com a bandeira da ética olha a historia do caçador de marajás se repetindo e daí?
Daí que não tomamos vergonha na cara ás pessoas se escondem atrás de uma fachada de que tem uma família para cuidar e enche a cara de cachaça se achando alguma coisa. Ou até cocaína.
E estamos mantendo estas injustiças sociais que nós somos algozes e muitas vezes vitimas.
Onde tem homens sérios no poder de alguma empresa ou governo.
O cinema, teatro, literatura estão ai para apontar nossa podridão. Nisto no Festivale foi natural vestíamos as carapuças a todo o momento.
Esta pose de democracia e liberdade esconde uma sociedade que se apodrece cada vez mais e torna este fascismo mais claro.
Antes fuzilavam e internavam artistas agora os matam aos poucos no ostracismo e no escárnio da incompreensão.
Fazem-nos ser ridículos. O processo eleitoral é uma farça financiada por empreiteiras que no fundo governos financiam.
O PT mudou faz o jogo dos ratos. Disfarçado de gato. Mas já é um governo melhor que os proto fascista do PSDB.
A imprensa esta ai para manter este falso jogo democrático e nos povo somos a ilusão nos achando eleitores?
Nunca se inicia uma revolução coletiva , pois revoluções coletivas não existem Zé Dirceu naquela foto em cima do carro é uma farsa aquilo deve ter sido montado na hora?
Já vi brigas de fachada em sindicatos só para uma foto num jornal.
E tudo montado. E sempre será. Marina esta sendo engolida por um sistema da qual faz parte e finge não fazer.
Até eu sou usado pelo meu radical editor Sr. Ricardo Faria. Somos futuras bostas comidas de verme.
Deixemos nossa hipocrisia e covardia e voltemos a luz e nos tornemos homens de verdade.
Mas isto é um processo doloroso. No qual deixamos de ser.
No mais este mundo é uma ilusão. Deixemos nossas vaidades e escolhemos uma das pílulas?
Bem vindo ao mundo de Matrix....Você não existe.
Voce é um produto de mercado o consumidor...

João Carlos Faria

http://www.mundogaia.com.br/

Editora Pasárgada

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

O vestido...

Joca Faria

Acabei de ler um capitulo de um livro interessante neste universo da UEB. A cidade se faz presente em mim através do som da rua. Ouço o barulho dos automóveis estranho não tenho uma boa relação com automóveis. Não tenho vontade de dirigir ... Porque se me irritar com estes idiotas que azucrinam o transito iria meter o carro em cima deles. Por isto prefiro o transporte coletivo. É bem mais sociável. Adoro ver as mulheres pela manhã nos pontos e nos coletivos todas cheirosas e com banho tomado indo a seus compromissos.
Será que precisamos realmente de automóveis individuais não sei? Juro que não sei. Resisti há anos aos celulares. Não deixo de ser um consumista como todo mundo é hoje dia. Ultimamente contro-lo me .
Ter sem necessidade é buscar suprir carências afetivas e emocionais que temos nestes dias atuais. As escolas deveriam ensinar meditação para o ser - humano em geral.
Ontem numa loja quase comprei um belo vestido de presente. Mas para quem o daria?
Qualquer hora deste eu compro. Li ontem belos poemas que nos chegam via a UEB. Os novos autores nos falam de nosso tempo. Preciso dominar a técnica de escrever para teatro. Só faço estes textos quase que diariamente não gosto de uma vida muito agitada tira- nós o tempo da leitura e da escrita ai só lemos o mundo que fica registrado em nossa retina.
Percebo que as pessoas estão cada vez mais neuróticas por causa da velha sobrevivência.
Vou é voltar a andar apé. Isto ajuda a acabar com as neuroses.
Tem hora que dá vontade de ir morar dentro de uma mata na Serra da Mantiqueira escapar um pouco deste kaos urbano.
Eu seria tido como louco adoro quando Zaratrustra sobre a montanha e se isola. Friedrich Nietzsche me fascina tanto quanto Diógenes o cínico qualquer hora termino minha construção sobre Diógenes e monto a performance.
Compraria aquele vestido e sairia pelas ruas com uma lanterna, mas o que é um cego? Sem luz como outros cegos a querer ver a luz?
Não somos homens de verdade . Viemos das estrelas e caímos neste abismo.
E buscamos a libertação???
LibertaçãoCansei de ser demôniopara que poses de DeusA minha verdade é o céuSeja ele o que acontece em tua bocaOu qualquer pedaço de infinitoFranklin Maciel

Este poema diz tudo a poesia esta ai viva um dia volto a arte de resumo ...
Viver é uma aventura mesmo diante desta tela uma pequena ave esta em meu ombro...
O CALOR e a presença nesta já tarde de quase primavera ... E agora posso fotografar a nossa São José dos Campos ...

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

http://www.mundogaia.com.br/

terça-feira, 15 de setembro de 2009

A mentira do processo colobarativo?

Joca Faria

A primavera esta chegando não pela data. Mas pelo nascer de flores nos Ypés na subida do morro da Vila Industrial. Avistei pela janela de um ônibus aquelas flores nascendo. É primavera. O Festivale já foi preparo uma performance para ser lançado no Rio de Janeiro inspirada em Gentileza e Bispo do Rosário é um figurino de Eliete Santos feito para este poeta que vos escreve.
A dinâmica do fazer teatral hoje está maravilhosa. Belos grupos , mas se perdem nesta idéia absurda de processo colaborativo as peças se perdem em roteiro. Até parece que não surgem novos escritores na cena nacional. Que mentira ? Estamos num processo de organização da nova literatura liderados por figuras como Marcelino Freire, Fabricio Capinejar, Joca Reners Terron para falar em alguns nomes mais badalados na cena.
Falta aos grupos de teatro ver sites como Cronópios e fazer um contato e os autores estarão ai para colaborar neste processo atual da arte brasileira.
Uma das coisas que observei no Festivale é quase um endeusamento do fazer teatral Bispo Macedo que se cuide vai surgir uma nova igreja daqui há pouco. Ouvi até bobagens vindo da boca dos críticos que o teatro é a principal manifestação artististica discordo a arte como um todo nos envolve .mas não somos tão gênios assim para fazer tudo e a vida é única.
Por isto nos envolvemos com uma ou outra área não me vejo segurando um monologo ou espetáculo por uma hora adimiro quem faz isto bem feito.
Quem sabe com muito estudo, ensaio e oficinas até chegue lá.
Mas poetas não conseguem ensaiar poetas lêem e escrevem e fazem política.
O Festival contou com as presenças de Alexandre Mate uma figura lúcida e defensor da cultura nacional. Valmir Santos jornalista de artes.
Conheci o mestre José Facury com belas colocações, Thais Helena D Ambrosio jovem e bela e talentosa.
Heitor Saraiva um homem de teatro.
Mediação de Fernando Rodrigues.
É o Festivale se foi nos deixa saudades e a doce vontade de criar e fazer de São José dos Campos um grande pólo de arte.
Graças ao Universo estamos ai vivos por mais uns cem anos e vamos em frente.
Saudações ao mestre Cláudio Mendel. Que luta por um teatro profissional em nossa região uma luta de mais de trinta anos.
Pensem e debatam sobre a merda chamada processo colaborativo passadas por uns acadêmicos desavisados.
Gostei de sacar a importância das universidades na cena cultural brasileira enquanto formação e embasamento a Eca não é tão Eca assim?
Mas Caetano Veloso não é ingênuo e saca as falhas acadêmicas.
No mais estamos ai e aqui em Sampa, São José dos Campos num Brasil de todos nós. E para todos. Eita vou mandar prá Dilma Roussef.
Abraços ao universo inimaginável das artes que todos achemos o caminho das pedras da profissionalização.
AS FLORES DE SETEMBRO ESTÃO AI TUDO RENASCE APÓS O INVERNO ...

João Carlos Faria

Editora Pasárgada



http://www.youtube.com/watch?v=dj_cwFxBM_A

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Estou acompanhando a cena Teatral Brasileira no Festivale em São José dos Campos vi grandes avanços em relação a outros festivais. Já sai de peças em outros festivais.
Este ficamos até o debate.
Sei quanto é duro produzir arte neste pais. E as pessoas fazem. Isto é bom precisa-se de um aperfeiçoamento dos Fundos de Cultura?
Mas até que ponto é saudavel o financiamento público das artes e cultural ? Pois o Estado faz censura velada?
Como a iniciativa privada a outros caminhos de financiamento? E profissionalização?
E o precesso colaborativo na produção teatral é válido até que ponto?
O uso das tecnologias digitais acessiveis e intermos baratas ? Ferramentas como Yotube ? My Space?
Aguardo retornos é uma proposta de debate?
Sucesso a todos..

Joca Faria

São José dos Campos Brasil São Paulo

Editora Pasárgada

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Qual é a festa hoje?


Joca Faria


Pó não consigo não escrever sobre a Poesia de hoje. Ultimamente só falo dela e na minha opinião dois talentos que me comove são Edu Planchez e Reginaldo Poeta Gomes ler as poesias que estes dois jovens poetas fazem é algo surpreendente recebo os sempre no meu email ou no caso do Edu lendo no seu blog.
A arte viva é algo verdadeiro falam de nossos amores e também nossas dores. Quero voltar a escrever. E já não pego o jeito ontem na Siciliano tive acesso a dois livros maravilhosos naquela nossa biblioteca.
Onde busco inspiração e informação e conceitos haja trabalho né. Li um capitulo inteiro falando de
Sousandrade que é Joaquim De Souza Andrade um poeta que escreveu vários livros entre eles o Harpas Selvagens o cara erá Maranhense igual a um senador bigodudo. Não falo de barrigudos pois estou grávido de nove meses quando nascerá? Olha a lipo ai gente.
O livro que lia era História da Literatura Brasileira Volume 1 de Massaud Moisés grande pesquisador de nossa escrita pela Editora Cultrix.
Qualquer hora desta após concluir a faculdade pego um trem bala vou ao rio. Alugo uma casa com laranjeiras no quintal e vou morar no Rio de Janeiro. Tem hora que não dá para suportar esta caretice Vale paraibana formada por Mineiros e Paulista este meu povo é muito fechado e formado por pré – conceitos não dá para aturar por muito tempo no meu caso a uns quarenta anos .
Principalmente quando lemos trechos do livro Sabedoria Radical Wes Nisker publicado pela Editora Cultrix no Brasil.
Ai não dá para não lembrar de Jorge Saladino e Ricardo Faria duas figuras impares nesta conservadora região que tacam o pau na moleira de nossa hipocrisia paulista. Não sobra nem este escriba aqui. Os caras são bem afiados deveriam ler este livro se sentiriam em casa. O livro tem um humor inteligente o autor e radialista mora em LOS ANGELES é também budista.
Quando firmar minha Editora estes nome e muitos outros serão editados e vendidos a todo Brasil.
Nosso problema na região e que os governos tem muitos críticos mas nunca falam a mesma linguá.
A ESQUERDA é uma verdadeira babel de Deuses e Semi Deuses que no fundo não dizem nada ou tudo mas o ouvido do povo é surdo. E o povo mudo. E a elite da direita e da esquerda fazem a festa.
Enquanto a fauna reclama na floresta.
Um dia deixaremos de sermos otários e criaremos o novo mas que novo será este?

João Carlos Faria

EDITORA PASÁRGADA

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Sr. Claudio MENDEL em virtude da realização do FESTIVALE unico evento verdadeiro produzido por esta Afundação Cassiano Ricardo nos da Editora Pasárgada suspendemos as atividades realizadas nas quartas-feira e estaremos participando enquanto público deste Festival.Nos o felicitamos pois é um omem de teatro como diria Diogenes que caminhava pela Grécia não a homens nesta cidade.Felicitamos e o aplaudimos. Mas desde já lembramos que quem faz teatro a fundo nesta cidade é o sr. e Atul Trevedi e HarleyCampos que nunca é brindado pela panela cultural joseense.Segundo alguns produtores quem é ligado a afundação ou é viado ou apeziguado do falso poder eleito desta cidade fantasma pois aqui não há homens.Beijos insanos

Joca Faria