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quinta-feira, 6 de agosto de 2009

http://www.youtube.com/watch?v=1qmVZzHKtSQ


Sem limite ???

Joca Faria

http://www.youtube.com/watch?v=KYp3CazHTPc

A dor humana é estranha. A dor de existir e de procurar abrigo. Acabei de ler que é esta canção é de Cazuza quando tinha uns quinze anos e perdeu a avó. Nesta interpletação que ouço de Ney Matogrosso. A gente sempre perde mas ganhamos hoje editei um vide-oo com poemas de Solfidone de um tempo que porincrívell que pareçaéramoss um pouco mais inocentes. Poetas a caminhar pelos parques de nossa cidade. Este tempo passou Solfidone hoje vive isolado dentro de um shopping Cazuza se foi um dia também partiremos para outras dimensões. Outras esferas deste nosso universo. E ficará a saudade de uma exposição de nús na Helena Calil. Dos amigos que se vão do tempo de criança das cirandas na Praça Afonso Pena do livro que ainda não escrevi mas começo agora. A poesia adentra cada vez mais em mim. Mas já não sei escrever versos com rimas tortuosas rimas. Afinal não simpatizo com as rimas elas são blaze e sei lá o que está palavra signifique blaze. Sei que sou chato. Mas não me enviem poemas com rimas para mim. Porque acho blaze não quero nem saber se é mais fácil para declamar. Não tó nem ai é blaze e ponto. Mas se tiver uma ideia e for de alguém que saiba fazer poemas pode até me mandar sim. Mas hoje sabemos fazer algo além de marketing pessoal duas palavras que não gosto é marketing pessoal e empreendedorismo são palavrões de nossa época. Parece que não conhecemos mais pessoas que sejam normais que não estejam Na Fazenda nem no limite ou presos numa casa. Chega já não quero ser pop. Quero pintar meu cabelo porque quero. Não se pode ter uma barriga saliente lá vem os caras com aquele papos de politicamente corretos. Hoje na exposição quando eu vi já estava implicando com o cigarro da modelo do quadro. Que coisa somos os certinhos no social pois na internet é sem limite sem sermos blaze. Tudo para mantermos nosso estatus pilatos segundo Davi.F.F. Eu que não vou lavar minhas mãos ou usar estas mascaras ridículas que vi por ai nem uma era criativa todas blancas estamos num tempo em que ninguém pode chegar perto de ninguém. Estamos numa sociedade cada vez mais ridícula e insonsa. Vamos levar o mundo virtual para o real. Chingar os governantes lá em Brasilia fazer greve façamos alguma coisa para não morrermos de tédio em frente a estas telas. O mundo meus caros não é virtual somos reais. E não doLLares. Não somos realit shows somos normais. Nunca seremos estrelas pois somos humanos. Chega de mentiras sociais de mentirmos sozinhos. Antes mentia -se na noite na balada agora mente-se no dia a dia. Eita mentira muitas mentiras. Blá blá blá … Esta cidade este estado e estas coisa só mudam se mudarmos a nós mesmos. Quem faz o Marasmos caro Mairá Luporini somos todos nós quando aceitamos viver uma vida super fulá. Eita vidinha besta só … Fora Lula Fora Sarney … Lula se perde no maramos e no jogo mentiroso do poder e joga nosso Partido dos Trabalhadores na vala comum da história na vala do jogo rasteiro do poder pelo poder. Ninguém quer ser todos nós queremos poder. Mas sem sermos não adianta nada. Matemos o Lula o Sarney que existe dentro de nós. Sou um Demônio e me achava um anjo... Quando vejo-me realmente diante do espelho dimensional ai vejo me real. E volto a este prano físico morrendo de vergonha de ainda não ser. Eita como somos bestas ainda não nos fizemos homens... Somos o coco do verme e nada mais quem sabe um dia despertarmos de nossa vã ilusão.

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

http://www.youtube.com/watch?v=1qmVZzHKtSQ

http://www.youtube.com/watch?v=GfvVNKyiuC0

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