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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

São Sebastião do Rio de Janeiro




Joca Faria



Nesta tarde de fim de Natal ouço Malu Magalhães e leio Edu Planchez eita poetas que me falam a alma. A menina parece ter vindo dos anos sessenta ouvimos um Bob Dylan como diria alguém não sou dado a tanta música sou mais das leituras e agora começo a redescobrir a música. Tive um natal bem tranqüilo acho que até aqui uma vida bem tranqüila. Edu fala-me de um universo a qual não vivo. Não sinto e não me arrependo. As belas ruas de nossa São Sebastião do Rio de Janeiro tão estigmatizada neste pais como símbolo de violência mentira é uma grande cidade de nosso planeta. E tem seus grandes problemas , mas o Rio é uma novidade a todo instante. Quando estive lá um poeta deste tão desconhecido me falou que o Rio é um grande balneário numa só avenida. Não devo concordar ou discordar, pois ainda fiquei muito pouco tempo naquela mágica cidade que nunca dorme. E Malu me fez voltar a Bob Dylan que linda canção que poeta e Beat de corpo e alma. Eita fera das palavras que presente de natal... Um dia terei mil anos e ainda deverei saber muitas coisas. A gente sempre tem muito a aprender. Senhora senhora deite-se comigo estou só. Senhora SENHORA deite-se comigo. Bob Dylan me faz lembrar o poeta Oswaldo Jr. Um amigo de vida nas artes. Que segundo algumas mulheres um grande cavaleiro não sou eu que digo elas o dizem.E assim chega a noite Senhora e ainda não há tenho em minha alcoova. Terei que procura-lá por todas as cidades do planeta? Serei eu um homem a amargar a solidão? Não senhora não me deixe só. Deite-se em minha alcova. Sou só e com você me tornarei um Deus. Trago-te todo meu amor. Todos os meus sonhos. Vamos caminhar pelas areias de Copacabana. Vamos PASSEAR pela cidade que nunca dorme. Entrar num hotel simples de seu centro e nos deitar até o sol nascer quando faremos amor. Depois caminhar até uma praia. E estarmos juntos na cidade que nunca dorme. Ouvir Bob Dylan ... Conversar com Edu Planchez e pegar o avião até outra cidade. Vamos viajar pelo mundo este nosso grande mundo para nós não existirá passaportes, nem alfândegas nem falta do vil metal. Mulher temos a eternidade inteira para nossa alcoova.

João Carlos Faria

Lay Lady Lay

Bob Dylan

Deite, senhora, deite,

deite-se em minha grande cama de metal

Deite, senhora, deite,

deite-se em minha grande cama de metal

Quaisquer cores que você tenha em sua mente

Eu as mostrarei a você e você as verá brilhar



Deite, senhora, deite,

deite-se em minha grande cama de metal

Fique, senhora, fique,

fique por algum tempo com seu homem

Até o amanhecer,

Então você o verá sorrir

As roupas dele estão sujas mas as mãos dele estão

limpas

E você é a melhor coisa que ele já viu



Fique, senhora, fique,

fique por algum tempo com seu homem

Por que esperar mais pelo começo do mundo

Você pode ter seu bolo e pode comê-lo também

Por que esperar mais por um amor

Quando ele está de pé em frente a você



Deite, senhora, deite,

deite-se em minha grande cama de metal

Fique, senhora, fique,

Vamos construir a noite toda que vem pela frente

Eu desejo vê-la na luz da manhã

Eu desejo te alcançar a noite toda

Fique, senhora, fique

http://www.youtube.com/watch?v=Zj_mwzXb8T8











http://www.youtube.com/watch?v=Zj_mwzXb8T8

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Natal


Joca Faria

E ouve um tempo em que fotos eram no máximo 36 agora são as digitais nem bem sei quantas se produzem, mas se perdem neste universo virtual. Então é Natal não vou escrever belas frases de escritores de auto-ajuda. Gosto de falar do inconsciente e transportar ao consciente. Gosto de pessoas e de animais adoro viver. Este natal está sendo ótimo não fiz todas as reconciliações que deveria fazer. Não amei todas as mulheres que deveria amar. Em termos de amor de corpo quase não tive e a terei. Sei que sou uma pessoa imperfeita que não passa em concurso público, mas desejo a você que passe e se não passar não é o fundamental. Nem rezar, fazer mantra é fundamental. Fundamental é amar incondicionalmente e eu te amo. Sejas quem for. É mais importante dar atenção aos poucos amigos que temos. E na vida inteira cultivamos poucos amigos que se conta num dedo das mãos. Você pode ser famoso, rico ou pobre sempre terá estes amigos. Que ás vezes aparecem no seu ponto de vista em oras erradas sempre pronto a tirar uma onda. Pois tem intimidade para isto. Apontar-lhes defeito. Nada de ombro amigo isto é coisa de autor de auto-ajuda. Nada contra eles, mas sou mais eu. Isto nunca quero ser , pois sou imperfeito é isto que me faz ser humano. Nunca passei em primeiro lugar em nada. Já furei muita fila já desejei mulheres de outros. Mas já passou vivo o agora. A você que acha que lhe fiz mal peço desculpa nem esquento se aceitas ou não. A minha consciência vem em primeiro lugar. Mando lhe um cartão de natal através deste texto. Não fiques a remoer PROBLEMAS que não existe. Não sejas um personagem daquela música de Cazuza. Daquelas almas bem pequenas como ele cantou. Procuro não ser um personagem daquela bela canção de Cazuza. Amigo prefiro ser um exagerado que se joga aos seus pés e pede desculpa a vida é uma só. Aproveitas talvez só sejamos passado. Um dia quem sabe o agora. Vá siga seu caminho, pois que dentro de nós seja natal e o que teu cristo nasça dentro de ti. No mais um fraterno abraço. Estou sempre aqui o telefone é o mesmo, a rua e a mesma. Vá siga seu caminho, pois velhos amigos sempre estão abertos para um recomeço. Nas melhores festas...



João Carlos Faria

Editora Pasárgada

Dia 23 de Dezembro de 2009.

São José dos Campos São Paulo Brasil












segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

http://nucleosjc.blogspot.com/2009/12/bombom.html

O nucleo Arteateh com um intervenção em São José dos Campos.

A quase quarenta graus




Joca Faria



O astronauta navega nas caravelas espaciais. Enquanto isto curtimos o sol de primavera neste instante que passa. Anjos cantam a lança no espaço, os Deuses estão junto a nós.

Nós absorvemos os raios de sol de uma primavera que se esvai. Cantemos a vida enquanto não se esvai. Secos e Molhados canta no eterno tempo. Ouço cantares da Praça Afonso Pena enquanto bancos são cobertos para presente, a cidade inteira está sendo presenteada a nós pelo Núcleo.

Der repente sou o raio de sol que me queima. Portões se abrem enquanto o sino toca ouço milhões de sinos nesta tarde de fim de primavera. Ó tarde preguiçosa estamos vivos.

Bilhões de estrelas iluminam o universo. Milhões de universos existem enquanto piscamos.

Não somos e somos? Quem não é? O papel não absorve todas as fantasias. Quero uma mente vazia ...

O astronauta navega na caravela espacial enquanto ouço secos e molhados.

Cadê aquela lança perdida no espaço? Não sei até hoje .. Quem não somos faz de nós o que somos. Cadê o lado imaterial...

A música ...a música toca e ressoa dentro de nós ... Somos um grão de areia num oceano. Somos o pássaro cantante eu não sei .

Já não somos o silencio desta tarde a quase quarenta graus.

Quem não somos?

João Carlos Faria

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Glenn Hughes




Joca Faria



Ouço Caetano Veloso numa tarde de segunda-feira enquanto leio o blog de Juracy Ribeiro que faz ótima poesia. Geralmente leio alguma coisa de Franklin Maciel e Edu Planchez. Juracy faz a diferença em nossa literatura. Seremos eternos marginais. Nossa literatura nunca se estabelece na cena nacional?

Também leio Elizabeth Souza quase não me sobra tempo meu dialogo com a poesia são com os de meu tempo. Tenho um livro de Cecília Meireles que junta poeira nestes dias darei espaço a Cecília , mas morro de vontade de ler José Omar de Carvalho que falta me faz não ser um empreendedor para montar uma editora por enquanto vamos nos contentando com o Entrementes.

Mas este discurso liberal de empreendedor me cansa ó coisa chata. Prefiro falar destes maravilhosos poetas com os quais convivo. Gente viva e cheia de desafios na doce luta da sobrevivência. Gente que vive num Kaos. Não conheço gente que faça arte e possa ser chamada de normais. Faremos uma festa dias destes na casa de um cineasta só gente bem prá lá de Tropabana com seus delírios e sonhos.

Gente que se entrega a vida e aos seus sonhos dentro de uma sociedade porcamente capitalistas e por isto vive em desventuras e ciladas do dia a dia. Muitos fogem e tentam viver vidas de bancários e funcionários públicos não é para mim também caro Edu.

Sou a utopia que sobrevive afinal somos todos utopias.Desta viagem só tiro férias quando enlouquecer ou morrer do contrário eterno artista.

Ás vezes bem medíocre quando ouso cantar Caetano ás vezes talentoso nos escritos mesmo com á gramática assassina. Sou metamorfose ambulante sou utopia somos a utopia.

Mas der repente não mais que der repente mudo o canal e nada mais nada menos que Glenn Hughess no programa do Ronie Von na TV Gazeta primeiro pensei ser uma banda cover das muito boas que nada. Era esta lenda que desculpem minha ignorância musical não conhecia.

Que lastima não conhecer um cara assim a culpa é do Davi F. F. que sabe tudo sobre rock e não me apresentou. O cara é um cobra entrei no Twitter dele e agora ele segue o meu que ironia um gênio da música seguindo um mero mortal como eu. Que os deuses abençoem os criadores da internet. Ó ferramenta.

Já postaram no yotube o Ronie Von entrou para a historia da TV com muita qualidade ele é todo nosso.

Já ouvi varias vezes este vídeo lembra Led Zepelim, Janis Joplin e tudo de bom que nestas ultimas décadas não se produz na música gente não consigo citar uma boa banda das de hoje.

Apresentem-me os novos talentos que os ouvimos, mas por enquanto fiquemos com Glenn Hughes e sua maravilhosa banda espero que ele faça uma nova turnê no Brasil.

E eu pensei que tinha alcançado o céu ao ver Rolin Stones na década de 90.

E descubro que ainda rolam as pedras....



João Carlos Faria

Editora Pasárgada

http://www.youtube.com/watch?v=tvrAfD1





http://www.youtube.com/watch?v=tvrAfD1phCE

domingo, 13 de dezembro de 2009

Tropicália




Joca Faria



Por estes dias ando a observar e a refletir sobre o poder da escrita. Comento com uns amigos que também escrevem a escrita é algo subjetivo apenas um ponto de vista de alguém.

Um mesmo fato retratado por vários jornalistas e escritores gera muitas interpretações.

Muitas vezes leio coisas nas quais vivo e são retratados de outra forma. Ás vezes temos dias normais e quando começamos a escrever vira algo maravilhoso.

É a percepção humana que nos faz a cada um diferente. Também tem a interpretação de quem lê ou ouve no caso da música então como se dá um sucesso literário ou artístico?

O que faz uma obra ser a obra? Eu estava ouvindo Caetano Veloso e percebo ali um ótimo cronista de seu tempo. Uma música feita a quarenta anos atrás é bem válida hoje.

E como não achamos os Caetanos, Renato Russo ou Carlos Drummond de hoje parece que se produz tanto e nada nos chega?

Serei eu tão desatento assim para não ser injusto tem Fabrício Capnejar cronista e poeta encontrado nas livrarias e uma grande figura humana já assisti uma palestra dele.

Na música não citarei ninguém , pois na hora que ouço são musicas antigas.

Pareço programação de rádio que nunca dá espaço para o novo.

Ele o novo esta ai abrimos nossos olhos e ouvidos. Para descobrir ou redescobrir.

Dias destes reinterpletlei Tropicália de Caetano Veloso um assassinato artístico , mas nem tudo é bom em arte podemos e devemos ousar experimentar. Assim foi a proposta do Estival.Um festival de arte realizado em São José dos Campos SP Brasil no fim deste ano.

Para podermos chegar a novas técnicas.Devemos dominar as antigas.

As nossas bases estão ai Semana de Arte Moderna, Tropicália, Concretismo e por ai a afora.

Vamos tentar desvendar este novo mundo de arte e cultura e filosofia.

Estamos ai podemos e devemos criar e recriar acertar e errar.



João Carlos Faria

Editora Pasárgada

http://www.entrementes.com.br/
Estival mostra de Arte e Cultura em São José dos Campos São Paulo BrasilHarley CamposJoca FariaJoca e Zenilda LuaJoca Faria ,Cesar Pop e Zenilda Lua

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

A Terra toda é nossa...




Joca Faria



Perco-me em mim mesmo. Enquanto as gotas de chuva caem e a fome aperta. Mas tenho fome de mim mesmo nesta tarde que se inicia.

Leio o horóscopo que revela meu lado escuro. Minha escuridão se faz presente. Tenho sonhos de grande luxúria. Ontem assisti Sereias com Hugh Grant e Tara Fitzgerald um impressionante filme que se passa na Austrália desde que tive duas colopsitas penso em velas na Austrália vou pegar um foguete junto com Juracy Ribeiro e iremos á Austrália também posso ir a pé até o Chile e ir nadando até a Austrália a Terra toda é nossa.

Ao passar por uma banca vi Flavia Alessandra nua na Playboy e pensei que resistiria e não resisti. Abri as páginas da internet e a vi a nua em pelo. Preciso aprender a resistir a estes eus. Eliminalos dificilmente terei Flavia em minha cama então para que ver suas fotos.

Não tenho nada contra a nudez e sim como enxergamos a nudez. A tara que nunca será saciada. Eu gosto desta atriz que talvez nunca verei.

Tenho sonhos recorrentes em que sou ator e faço novelas na globo. Que grande bobagem tenho uma longa jornada espiritual a seguir e perco- me em tolas fantasias a vida é única.

Por estes dias penso em morar no Rio de Janeiro , mas sou muito covarde para isto. Ainda não está dentro de mim esta ousadia.

Não quero morar pela arte ou política quero ser mais um cidadão carioca por um tempo aquele cidade me encanta mesmo com todas as suas dificuldades.

Quero viver lá enquanto ela não é submersa pelas ÁGUAS DO ATLANTICO vou fazer um estágio em Caraguatatuba depois vou ao Rio a Bahia vou conhecer todo este planeta para enfim voltar ao meu Vale do Paraíba que amo tanto.

Sou Filho da Mantiqueira , mas já na maturidade devo conhecer o mundo. Que já bem conheço através de livros.

Quero viver as cidades Manaus, Paris, Nova York e tantas outras a desvendar e eu mais um idiota em São José dos Campos que para mim neste momento não me atrai.

Eu amo o mundo e estou plantado aqui eu não tenho raiz não sou árvore. Sou um ser humano cheio de medos e ousadias.

Terei de vencer os medos e saltar no abismo. Agora sou um pássaro.



João Carlos Faria

Editora Pasárgada

12 9113 54 17

jocafaria@yahoo.com.br

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Carros na chuva




Joca Faria



Meu irmão estava a ler o blog do poeta. Em meio a esta chuva vazia só agora tenho o fôlego necessário para criar este texto. Já derrubei sacos de cimento em construções que nunca terminam. Já meditei em busca da construção da alma que ainda não possuo.

Leio o blog do poeta, profeta. Lelo já faz parte de meu ritual virtual.

Não sei, porque morrem de inveja deste poeta. Ligam em minha casa para destilar veneno contra este ser. Basta já não suporto tolas fofocas. De gente que nunca viu a luz da liberdade.

Gente presa a caverna.

Caros as escolhas são escolhas. Nenhum de nós é livre, mas este poeta vive sua utopia no belo

Rio de Janeiro.

Que continua belo nestes dias de chuva. Não ouço nada além do barulho de carros na chuva.

Noticia de Sampa uma cidade Kaotica.

Quantas pessoas morrem nestes dias de chuva por culpa de nós homens.

A natureza se faz em seus ciclos. O planeta está em agonia.

Nós assinamos nossa sentença de morte. Agora o planeta agoniza e nos iremos ao abismo.

Como sentenciou o mago ao abismo ao abismo ao abismo.

E o poeta escreve em seu blog lido por mim e por você.

E o Rio é belo, Sampa no seu jeito também. Mas prefiro um lugar na Serra da Mantiqueira que ainda não tenho.

Enquanto isto fico aqui a carregar sacos de cimento. O cimento se desmanchou no chão virou pó.

E o cotidiano que nos faz viver. A chuva bela chuva esta ai nesta noite verei um filme.

Pássaros continuam presos nesta primavera.

Talvez eu consiga ir ao Rio de Janeiro na virada do ano se não for fisicamente estarei lá em espírito.

Nós estamos aqui há milênios e sempre falhamos ao tentar sair de Sansará espero que agora seja o inicio da real saída.

Sou um pássaro e vôo bem longe e mergulho dentro de mim mesmo. Desço em meus abismos para um dia poder subir.

Quem sabe um dia chego a conquistar a liberdade.



João Carlos Faria

Editora Pasárgada

São José dos Campos São Paulo Brasil

jocafaria@yahoo.com.br

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Edu Planchez
edu planchez poetaHarley Campos ator e diretor

domingo, 6 de dezembro de 2009

O esvaziar da ampulheta...




Dedicado a Valquíria Lemos



Joca Faria



Nas profundezas das florestas a alma está. Nossos desejos mais secretos se escondem. A ancestralidade esta ai. Estamos a milênios subindo e descendo nas cavernas mais escondidas. Hoje tenho medo de escrever o que penso. Mas mesmo assim escrevo. Temer é parte do ser – quase humano. A luz do dia está indo embora eu num silencio após partidas de futebol que nunca assisto. Não me perco no mundano. Nada contra partidas de futebol. Mas elas não me ajudam a me desvendar prefiro uma pesquisa na rede sem volta.

Agora que me dei conta que tudo que escrevo pode ser usado contra ou a favor. Pois com o tempo sai de um contexto e se forma outro. Hoje sou moralista amanhã não. E outro dia puritano. E em outro texto devasso sendo um sou uma multidão. Qual de meus seres imaginários achas que lé. Não consigo escrever com heterônimos deixo os para Fernando Pessoa que não criou um feminino. Minha escrita tenta passar meu lado feminino.

Pois todos nós temos nosso lado feminino ou masculino não confundir com homossexualismo que é outra praia humana.

Todos somos livres perante a lei temos livre arbítrio, mas a liberdade tem suas conseqüências todo ato gera ações infinitas.

Não temos a real lucidez nunca sabemos de onde viemos. Quando dormimos não controlamos nossos impulsos.

Sei somente que respiro e pronto. Não tenho o controle de nada do tempo e do espaço. A Terra Gira num espaço navega e não sei para que buraco negro ela vai?

Mesmo sendo ser pensante somos movidos por desejos. Somos frutos do ambiente e de nós mesmo e daí?

Marionetes das circunstancias e da vida e nunca somos senhores de nosso destino.

Não sabemos quanto nos resta de vida sabemos que a ampulheta se esvai como a noite que chega neste domingo de dezembro.

E agora José?

Estou aqui solitário diante deste teclado. O ano passa. As pessoas passam e nos passaremos?

E quem me lé também passará?

Mas o que fica?

Tudo fica e tudo esvai não devemos estar aqui á toa. Ou estamos aqui á toa?

Não sei por mais que eu leia? Por mais que converso? Por mais que escrevo tudo se esvai?

Não sou o tempo. Não sou a ampulheta e não me faço Deus ou Deusa.

Sou quase humano. Longe de ser super- homem.

Sou humano. Eu durmo e acordo. Trabalho, pois eu crio e pronto.

Não me faço vitima de sistema nenhum nem algoz.

E já não quero escrever sobre política, pois é vão. Prefiro falar do fundo de minha floresta.

Ou do alto de meu abismo. O Cotidiano é para ser decifrado e não retratado já não sou

Cronista agora retomo o poeta. O filosofo.

Pois sou ... Quem é e viva San Germam.

Não sou ainda não fui e serei?

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009


Aline

Joca Faria

De ontem para hoje não morri. Não te vi. Não chorei. Esta tarde ouvi Raul Seixas ontem assisti ao seu especial. Esta manhã selecionei os poemas de RICOLA DE PAULA. Para o cd Pasárgada que nunca termina já faz um ano. Quero completar este trabalho que me angustia para iniciar outros sempre prometo que vai ser o ultimo cd coletivo.
E felizmente acaba não sendo. Não consigo pensar novos projetos além da idéia a ainda irrealizável de fazer um longa- metragem.
Eu que nunca escrevi um roteiro. Talvez eu não vá ao Rio de Janeiro mesmo amando o Rio moraria lá com maior prazer, mas não gostaria de morar em Sampa mesmo tendo assistido Aline.
Sampa é sufocante o Rio é liberdade. Amo São Sebastião do Rio de Janeiro. São Paulo é quente não há mais garoa. Sampa fede gasolina.
Eu quero uma liberdade que me faça andar por todos os cantos deste planeta enquanto não há tenho viajo na imaginação.
Ouço o cd O destino da chuva enquanto escrevo este. Preciso escrever uma obra de fôlego. De uma só vez, mas temo perder os arquivos.
Já pensaram em trabalhar um longo texto e depois o computador pifar. E não ter um upe grade?
É este meu temor sei que serei repetitivo, mas se repetir ás vezes se chega ao novo. Escrever é um labirinto dentro de nosso inconsciente.
Trazendo demônios e anjos a luz. Mas sei que devo ir além do bem e do mal.
A leitura de Pistis Sophia Develada por Samael Aun Weor revela- me outros mundos.
Que penso conhecer e mal conheço. Hoje já não quero escrever sobre esoterismo é muito complexo para mim.
Preciso adentrar a caverna ir ao fundo para me redescobrir. Eu não gostava de Freud agora o leio atentamente. E a influencia da faculdade.
Raul Seixas sempre me fascina sempre penso que o entendo e sempre descubro algo novo em sua obra musical e de vida.
Deixou-nos uma obra rica.
Nunca sei o que deixarei. Enquanto isto vivo. Aqui chove. Dentro de mim deserto.
João Carlos Faria
Editora Pasárgada
São José dos Campos São Paulo Brasil

http://www.youtube.com/watch?v=iutK-AeHZVU

Areias do Tempo
Dedicado a Leila Lopes

Joca Faria        

No calor da noite longe de olhares vampiros escrevo. Ontem não havia inspiração hoje ela rola. Como sempre a kaotica poética de Edu Planchez me inspira livremente.

Ultimamente não faço nada além de buscar meu próprio ser. Hoje á noite e longa anjos vêem me visitar. Fico triste pela morte da atriz Leila Lopes. Qualquer morte me horroriza. Tento decifrar a morte ontem assissti ao filme Areias do Tempo.Talvez eu tenha medo de minha própria morte. E trabalho com a morte o tempo todo.
Quando criança uma bela mulher veio me buscar numa madrugada.
E não fui um dia irei. Estou quase á deriva nesta terceira dimensão. Não quero sair deste lugar esta estranha prisão.
Os pássaros estão presos em suas gaiolas e não consigo libertálos. Talvez porque não possa libertar a mim mesmo.
Este filme Areias do Tempo um dia comecei e parei e ontem fui até o final. Que lindo final era um portal  para outra dimensão.
Já estivemos num portal próximo ao banhado e não atravessamos deveríamos ter atravessado e não o fizemos.
Agora estamos aqui. Quem afinal eu sou? Que não consigo anular a lei da gravidade?
No calor da noite longe de olhares vampiros escrevo.
Deveria eu não escrever. Não consigo tudo que sei vem através da escrita.
Descobri – me poeta novamente. Agora de novo sou.
Eu sou João Carlos Faria eu sou Joca Faria.
Mas além desta presença física quem realmente sou? Pois estou num intervalo de minha real existência.
Esta personalidade tem um tempo para findar. Mas sei que sou energia e faço parte deste imenso universo.
Não sei quem sou. Leio poetas. Leio jornais. Leio livros.
E não me descubro. Quando escrevo parte de mim se revela.

João Carlos Faria
Editora Pasárgada
São José dos Campos São Paulo Brasil



terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Depois do carnaval vem a chuva?




Joca Faria



A tarde quente de uma primavera com cara de verão começa chegar ao fim os pássaros voltam á copa das arvores. As chuvas não vieram por isto faço este texto tranquilamente. Depois de tomar um gole de café. E ler as noticia do dia. O calor se faz grande. Mas é muito bem vindo um vento entra pela janela.

Hoje li vários livros. A noite promete ser tranqüila estamos em dezembro neste mês nada e tudo nos acontece. Em breve chega o Natal e o Ano Novo. E o ciclo se reiniciar no Brasil só depois do carnaval é claro.

Ainda não te achei. Um dia talvez te encontre espero que já não seja tarde. E que possamos nos amar. Não sei mulher quem tu és ainda mais sei que existe.

Por isto sempre escrevo para você. E publico em blogs mando em listas de email ás vezes nos velhos jornais em papel e em livro e cd.

Mas nunca nada de achar hoje estou sozinho muito mal acostumado a minha solidão. Faz calor gostaria de sua voz suave no meu ouvido , mas nada.

Estou derretendo ao teclar o calor se faz presente. Luzes acesas hoje as temos. Quantas vidas escrevemos usando luzes de velas. Quantas vidas que já tive você e nesta nada de te achar.

Hoje não quero falar de política de arte, cultura de nada que me seja habitual. Quero me reinventar é dezembro podemos mudar nossa maneira de ser.

Já não quero mudar o mundo , pois descobri que tenho que mudar a mim mesmo. Que já é uma grande tarefa.

Quantos atos de ilusão já participei. Quantas manifestações já fiz. E tudo passa e eu sempre aqui a lhe escrever.

Não sei como trabalhar para o bem de nossa doente humanidade preciso eu primeiro me curar.

E só você mulher tem a cura que preciso. Eu preciso morrer para novamente nascer. Eliminar meus agregados psíquicos os destruir.

Acabar com esta ilusão.

Chega desta civilização toda perdida. Não temos bússola. Cadê as estrelas?

Não sei , mas só sei mulher que te amo. Como não amo a mim mesmo.

Ainda está claro lá fora. Hoje já fiz minha caminhada de uma hora.

Mas sinto-me perdido neste labirinto afinal quem sou? Onde esta a minha essência?

Mulher por onde tu andas? Que nunca te acho?

Já vou indo a muito e nada a ser feito. Deixe nossos dias passar.

João Carlos Faria

Editora Pasárgada






domingo, 29 de novembro de 2009

Estival numa reconstrução orgânica de São Jose´dos Campos.




Joca Faria



Ouço Cazuza enquanto leio o blog de Edu Planchez enquanto ele escreve a Marilza Francisco este texto ficou em minha cabeça por dias a fio e agora que consigo escrever sobre ele Edu anda a se simplificar neste Construções Orgânicas.

Planchez, Harley Campos, João Nicolau, Franklin Maciel, Ricardo Faria, Eliete Santos e Elizabeth Souza estes poucos índios que sobraram e que sempre estão comigo ás vezes todos nos entramos em choque e nos esta piamos filosoficamente , mas estamos ai vivos.

Eles são de minha praia filosófica nos construímos tudo e ao mesmo tempo nada. E agora surge a juventude se reconstruindo através do Estival.

Estive presente e estou presente embora muitas vezes cansado. Não sei do que minha intuição diz que este planeta agoniza e não consigo esconder isto de ninguém.

Mas tudo é um ciclo e me consolo ao ler estes poetas. E me redescubro poeta mesmo criando na prosa crônica de cada dia.

O que será de meu segundo livro um apanhado de crônicas de um escritor prolixo.

Não interessa deixa as coisas acontecerem e ora de me rei ventar e nos reveitarmos enquanto coletivo.

E o Estival esta ai reinventando a cidade. Ontem nos demolimos naquela antiga fábrica a cidade parecia revelar seu sub terraneo eu como nada havia entendido do Estival.

Entrei em cena pelas mãos de Harley Campos e sua saudável loucura. O cara ontem roubava a cena como um autentico palhaço. E eu um da geração maldita não fiquei por menos entrei em cena com velhos poemas de sempre.

Desculpe não consigo decorar. Sexta estreei o figurino de Bispo de Rosário e Gentileza e que virava Joca Faria. Feito e pensado por mim e Eliete Santos.

Eu já não sou e sou. Alguém perdido no deserto urbano meu caro Edu penso como você, mas precisamos aprender a gerar renda precisamos de muitas moedas de ouro.

Precisamos criar espaços nossos sem depender do poder público e dos empresários.

Leiamos Michel Foucault

E outros tantos poetas, filósofos e músicos.

Criemos uma nova civilização. Devemos demolir tudo isto e construir o novo de novo.

Somos sempre os mesmos eternas almas a buscar a felicidade.

E viva a utopia reenventada neste Estival ...

É estamos ai para o que der e vier. Pois vivos estamos...



João Carlos Faria

Editora Pasárgada



São José dos Campos São Paulo Brasil



http://www.youtube.com/watch?v=97VhnBx7gtk

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Estrangeiros


http://www.youtube.com/watch?v=iutK-AeHZVU

Joca Faria



A bola foi chutada pra dentro da trave e gooollll assim foi á pré- estréia do Estival com as produções de vídeo realizado na nossa quase pacata São José dos Campos. Fiquei pasmo como diria Jorley do Amaral ao criticar o jornal Litter numa sessão de terror da nossa câmara quase municipal.

Mas pasmo de ver sangue novo com boas iniciativas sem querer chupar o sangue do estado ou puxar o saco das diretorias de cultura ou de empresários vampiros.

Artistas de sangue na veia não precisam do estado moribundo. Que nada serve a cultura.

A não ser ditar falsas regras com nossso dinheiro e nem implorar a máfia de empresários locais.

E assim a cidade mostra sua cara numa mostra de resistência sem nenhum orçamento esta juventude faz e acontece com esta mostra.

No inicio com uma performance sobre a contracultura confesso que tive vontade de gritar.

Mas não o fiz deixo para minha intervenção nesta sexta – feira.

O curta bem produzido com um elenco de iniciantes duas ou três historia que se cruzam um bar onde dois amigos conversam, um apartamento onde um casal esta refletindo sobre o mundo e uma garota que circula pela cidade mostrando nossas avenidas vi a cidade ali retratada bela e bonita e feia ao mesmo tempo, mas é a nossa cidade.

Gostaria de ver este roteiro virar um longa- Metragem , pois nos habitantes de São José das Putas merecemos há desculpe.

Não se pode falar de putas. A cidade se estranha nem as da Praça Afonso Pena.

O roteiro retrata uma das aberrações do capitalismo de hoje que obriga as pessoas a mudarem de cidade ou até pais para ter uma colocação melhor na vida profissional deixando a vida familiar e afetiva de lado.

Já no ponto de ônibus atento já ouvi estas histórias na vida real.

O diretor Fabio Monteiro tem talento resta a ele a persistência , pois ele vive num pais onde Arnaldo Jabor trocou o cinema pelo jornalismo.

Formado em história ele faz cinema nas horas vagas ele mesmo já morou em várias cidades antes de voltar para São José.

E assim foi dada a largada a este Estival que pode mudar a cara da cidade?

Espero que esta nova leva de artistas não se corrompa nos corredores de paços municipais, câmara e fundações.

Que faça arte sem medo de ser feliz.

Estamos ai para comungar com esta nova geração.

Um sopro de vida as artes, cultura e movimentos sociais do pais.

Vamos lá viver nossas revoluções por segundo.

Que seja bem vindo este já memorável Estival.

Estamos ai. Que o caos se funda a ordem criando uma desordem e chegando a uma nova ordem.

Que revire-se a utopia. De um mundo mais justo longe de partidos políticos e o fazer que se perdem as almas no mar dos infernos.

Sorte a todos.



João Carlos Faria

Editora Pasárgada

jocafaria@yahoo.com.br

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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Conferencia de cultura

Joca Faria

Neste próximo sábado em São José dos Campos acontece a conferencia de cultura eu não acredito muito nestes Fóruns Governamentais , pois participo deles há muito tempo e nunca vi resultados práticos os uso mais como encontro social.
Estarei lá á cultura hoje tem duas funções ou uma dividida de um lado a classe artística se se pode chamar de classe no sentido de classe?
De outro a população que curte arte e cultura. Fazemos parte dos dois grupos e ás vezes não nos enxergamos enquanto comunidade e sim seres políticos que tem que encarar como profissionais ai está o erro do povo de cultura que acaba sempre fazendo o jogo da administração vigente seja ela do PT ou PSDB as duas reais forças na política.
No Vale estas duas forças estão em São José dos Campos e Jacareí.
Dando as cartas do jogo gente totalmente defasada em relação á nova conjuntura que se cria na sociedade de hoje no geral uns sangues sugas do poder.
Mas ainda dão as cartas , pois tem com eles a classe empresarial, maçonaria , sindicatos,igrejas
As velhas e podres hierarquias de nossa sociedade que um dia terão seu merecido fim.
E o novo que acontece com o MST, Ongs que não estão comprometidas com o velho.
Nossa sociedade está apodrecendo já não há empregos de qualidade as pessoas fingem o tempo todo que acreditam neste poder. E por dentro se digladiam, mas não vêem surgir ainda algo que se possa ter como referencia.
Por isto vejo nas artes e cultura a possibilidade de com criatividade e uma nova concepção de ética pensar uma nova sociedade a partir do que apodrece. Pois vira humo.
Estejamos lá atentos as manobras do PT e do PSDB. Com seus disfarces de ovelhas e discurso bem feito.
Tiremos um documento que norteie as artes e a cultura na cidade pensemos em geração de renda para os produtores culturais de modo que lês de liberdade de criação e parem de fazer projetos institucionais disfarçado de arte.
Pois arte vem de de dentro do coração e não só do cérebro. Arte vem da alma não conropida e não vendida , pois ela é imortal e não paga contas.
Ela a arte é cultura são manifestações legítimas e não incorporadas.
O poder social esta conropido estamos nos vendendo para algo que não acreditamos. Neste sábado comecemos a ser homens e mulheres de verdade.
Pois nossa alma nosso ser não é vendável.

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

Aqui dois vídeos ...

http://www.youtube.com/watch?v=aYQjKXa9BTo

http://www.youtube.com/watch?v=rJwjp3fhZhc

domingo, 25 de outubro de 2009

Ao poeta que canta ...


Joca Faria

Amanhã o velho poeta completa cinqüenta anos quem diria este fruto da geração anos oitenta chega ao cinqüenta anos ainda não reconhecido? Sem uma editora para profissionalmente colocar sua obra quase perfeita para o mundo?
E sina de poeta? Passa o tempo e ele fica cada vez mais adolescente. Fonte de inspiração para a minha escrita. Companheiro de jornada faz muita falta nesta cidade. Mas incedeia o Brasil com Os Voluntários da Pátria grupo que vai abrir as portas do merecido reconhecimento a este poeta de vocação.
Meu irmão de alma errante. Um beatnik de nossos dias ... Com quem já briguei muitas vezes nos corredores de nossa cidade. Invejado por muitos. Um estranho ser humano.
Poderia ter tido uma pacata vida numa repartição pública , mas deixou de lado para ter uma vida de mais baixo do que alto. Em busca de seu sonho de sua vocação de artista.
Edu Planchez seu canto reinará por mais de mil anos ... Tu será lido pelas próximas civilizações.
De nós nada sei , mas tu para mim é da estipe dos poetas um autentico bardo tu estas longe das mundanas academias. E assim permanecerá fiel herdeiro de Wiliam Blake e Rimboud.
Da geração beat de Glauber Rocha , Gilberto Gil, Caetano Veloso.
Na poesia feita no Brasil não consigo ver a quem te assemelhas pois é único em suas viagens poéticas em suas dores e seus amores. Sempre um jovem agora neste corpo as vezes cansado as vezes alegre e forte.
Vá Edu tu tens mais uns cinqüenta anos. Quando o Rio for submerso encontrarão fragmentos de sua poética espalhado por toda as ruínas da cidade que um dia foi maravilhosa.
E passando o tempo tu serás lembrado. A cada novo escrito seu nos deliciamos.
A cada vídeo postado no yotube estamos ai conferido e nos inspirando em sua poética.
A cidade do Rio de Janeiro é você. E você é o novo malandro carioca.
Tú ficas há vontade na nossa velha lapa.
Vá poeta nos encantar com sua poesia e sua música enquanto ainda não és pó.
Pois ao pó voltaremos cinzas todos seremos , mas deixamos nossas estranhas pegadas por este mundo. Viva Edu Planchez....Enquanto ai vive ...

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

http://eduplanchezpoesia.blogspot.com
Convocatória

Joca Faria

Bom dia povo como já havia escrito acredito mais na possibilidade deste Fórum o Arteath do que nesta conferencia.
Algumas pessoas tem me falado da possibilidade de sair do Fórum com um documento escrito sobre as artes e cultura da cidade.
Vou tentar fazer um esforço e estar neste próximo sábado lá.
Esta atual gestão da Fundação parece-me uma ignota?
Pelo que fiquei sabendo parece que gastarão mais de um milhão de propaganda?
Acredito que a comunidade artística a partir da liderança deste Fórum Arteateh deve cobrar diretamente do Prefeito, Câmara Municipal e dos deputados Emanuel Fernandes e Carlinhos de Almeida deixando a escanteio o conselho da fundação e a diretoria.
Pois ela a diretoria não cumpre seu papel de ouvir a comunidade joseense.
São José apartir deste grupo maduro de artistas e intelectuais que se forma tem a chance de reais mudanças.
A articulação cultural até então se dava pelo pessoal de teatro que só cuida do próprio umbigo.
E nunca teve credibilidade perante as lideranças política da cidade.
Por isto o Fundo de Cultura que tentamos articular com o Vereador Cristiano Pinto Ferreira naufragou.
E outra tentava como os Fóruns.
A cidade enquanto arte e cultura tem uma chance apartir do Arteateh precisamos
Convidar pensadores de todas as correntes ideológicas para participar deste Fórum Virtual
Vereadores prefeitos e ex prefeitos , políticos, membros de entidades.
A cultura pode ser a salvação deste mundo. Lembrando dos filósofos e pensadores de todo os tempos.
São José dos Campos tem nas mãos a chance de mudar seu presente a partir deste Fórum Virtual que pode se desdobrar em ações no mundo real.
É a internet rejuntando as pessoas e ajudando a mudar os destinos da humanidade.

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

http://www.youtube.com/watch?v=S4Fif4LK7U4

Minha loucura é bem sóbria...

Joca Faria

Caetano e sua força estranha na voz de Gal Costa me faz chorar talvez esteja vendo de mais a bela novela das oito. Viver a vida é uma novela muito bem construída com personagens sólidos de Manuel Carlos é estranho neste novo mundo a gente ainda acompanha a novelas , mas jogo de futebol eu não assisto só se for ao vivo e no Maracanã.
Alguém que lerá este texto e se já foi ao Maracanã sabe o que estou falando nesta atual vida já fui duas vezes ao Maracanã uma para assistir aos Rolling Stones e neste ano numa final do Flamengo e Botafogo.
Duas vezes memoráveis na primeira comprei caixas de Bom Bom Garoto e na hora do Shows jogava chocolate para todo mundo. Numa festa conheci uma garota e na minha incansável timidez não soube aproveitar.
Pisar naquele espaço onde passaram Pelé, Garrincha,Zico, Sócrates o atleta e não o filosofo. Como seria um encontro dos dois Sócrates? Olha que conto maravilhoso daria. Ai um belo roteiro para a Série da tv Cultura Tudo Que É Sólido Pode Derreter que agora só assistimos no site.
A vida é muito estranha ás vezes penso em deixar minha vida cultural e política, mas deixar o que não vejo um grande legado acho que o melhor está por vir e o passado que vire crônicas.
Agora Gal canta Mãe de Caetano Veloso eita figura impar de nossa cultura Tupiniquim... Viva Caetano ...
Agora estou numa de usar pouco a net durante o dia. E os textos surgem á noite depois da meditação.
E algumas gotas de dipirona é claro como posso escrever sem minhas oitenta gotas de dipirona não iria sair bons textos brincadeira estou é muito sóbrio. Minha loucura é bem sóbria.
Ela analisa a vida real nossos erros e acertos. Mais erramos que acertamos é claro.
Claro é minha operadora de celular que fica desligado o dia todo tenho medo de atender a celulares ou ligalos. Ontem a noite ele tocou era a Elizabeth editora do Entrementes me pedindo para fazer uma entrevista é claro que vou fazer. Agora toca Balance de João de Barro.
E o nome dela é Gal Costa.
É o meu João Carlos Faria e daí?
Daí que estamos vivos não escrevo para posterioridade nenhuma meu texto é para consumo imediato e daí?
Vem o próximo um dia aprendo a escrever romances , dramaturgia e volto a fazer poesia.
Mas sonho em escrever novelas imagina entra em 2020 mais uma novela de Joca Faria.
Que delírio hoje não dei porrada.
Porrada levou o personagem do filme Pra frente Brasil ?
Que morre no final correndo da veraneio. Eita pais sem memória. E os herdeiros de sobral estão ai no comando de nossa sociedade.
Reginaldo Faria foi maravilho no filme. Com direção de Roberto Farias o filme é de 1982.
Quebrei o pau no Espaço Chico Triste os caras dizendo que aquela época é melhor. Os cambal melhor é o hoje. Mas que Balão Mágico foi muito bom foi mesmo .
Naquela época se assistia ao Túnel do Tempo na TV e ouvia-se Caetano nas rádios.
Mas já vou daqui a pouco vira um ensaio. Bejos incendiários...
Fiquem com a música de Glad Azevedo um dos membros dos Voluntários da Pátria que incendeiam o pais com suas performances...


João Carlos Faria

Editora Pasárgada

Aqui a música de Glad Azevedo integrante dos Voluntários da Pátria.
http://www.youtube.com/watch?v=S4Fif4LK7U4

terça-feira, 20 de outubro de 2009

NÓS SOMOS ASSASSINOS

Joca Faria

Vendo a foto de um urso branco num mergulho para o nada do oceano. Na hora salvei em minhas pastas e imprimi a foto. Que coisa a que ponto chegou nossa doce humanidade estamos causando a morte de milhares de urso. Isto me faz sentir num pântano a afogar numa areia malvediça. Em nosso pais policiais morrem num tiroteio e caem com seu helicópteros e o que mais me desconcerta e as pessoas gritarem quando mandamos nossos textos me tirem da listas estes imbecis vivem em que mundo?
Não sentem dor nenhuma não esperem de mim poemas doces e palavras amorosas poço até fazer. Mas falo de nossas dores humanas. Não sei se o que escrevo é crônica, poesia eo diabo que nunca nos carregue. Quando escrevo tento me convencer que ainda podemos mudar a cena em que vivemos .
Não consigo julgar aos outros que gritam ... Que Nélio, Franklin, Edu Planchez ... Gritam também me doe. Podem nos tachar de porras loucas muitas vezes vagabundos , mas estamos ai gritando... Alguns imbecis acham que porque todos ganham quinhentos reais temos que ficar em silencio. Não fico. Não ficaremos só ficarei em silencio o dia em que morrer ou enlouquecer. E isto esta muito longe ou perto demais. Deixamos de ser covardes e tentemos mudar este jogo que nos leva ao abismo civilizatório.
Chega deste discurso besta que tem uma família para cuidar. Pois as novas gerações não terão nada se não fizermos algo novo e inesperado hoje.
Madre Tereza, Cora Corolina, Irmã Dulce nas suas épocas fizeram o que era para ser feito. E nós caras pálidas fazemos o que para salvar o próximo e a nós mesmos?
Chega de morrermos de medo destas autoridades que ai estão constituídas. Eles não são nada diante da possibilidade da construção de uma nova civilização.
Cara você está fora do sistema mesmo achando estar dentro. Levante sua bunda da cadeira e mexa-se usando a possibilidade da inteligência coletiva que é o mundo virtual.
Podemos criar uma nova economia. Como programas como LINUX que é pura colaboração coletiva a Wikipédia. Nós enquanto seres indivíduais e enquanto coletivo podemos desenvolver uma nova teoria governamental. E idiotas gritam tirem- me da listas.
Uma nova forma de mercado que não seja a exploração do homem pelo homem. E do homem querendo sobressair a mãe natureza.
Somos unidades mesmo na diversidade. Podemos ser solidariedade enquanto alguém está na adversidade.
O estado nação está condenado. Em breve a internet terá tradução lingüística e todos os povos serão um só povo respeitando as diversidades culturais.
Este modo de operação do capitalismo é excludente. E o aceitamos. Nós somos a bala que derrubou aquele helicóptero nos somos os culpados pelas mortes dos ursos polares.
Nós somos quem dirige e mata jovens de droga. Nossa civilização é altamente destrutiva. Não sei se ainda dá tempo. De mudarmos ou se já estamos á beira do abismo.
Mas façamos alguma coisa, pois você junto comigo está se afundando nesta areia movediça.
Talvez ainda de tempo se não nos veremos no inferno.

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

domingo, 18 de outubro de 2009

Lojas Americanas

Joca Faria

Chico Buarque o mestre Chico é impagável não há valor que se pague por um cd com sua obra. Comprei uma daquelas antologias nas Lojas Americanas e agora a ouço traz – me a inspiração necessária para mais uma crônica neste domingo que está Fantástico. Sem nada de tão útil a se fazer. Procurando algo que as mulheres escrevam sobre seus desejos sexuais será que só nos homens somos tão pervertidos assim? Visitamos sites pornôs com uma grande crise de consciência tentamos nos livrar destes hábitos iniciados na adolescência.
Há internet é uma mídia de ir e vir tão maravilhosa e precisamos mesmo saciar nossa sede vendo uma bela mulher nua. Até onde vai o artístico e onde é a real fronteira do pornográfico?
O que é a sexualidade nestes dias modernos será que terei que debater numa terapia?
O belo é belo e os corpos femininos são belos. E eu não resisto a ver uma mulher nua.
E Chico continua a cantar sem precisar pedir licença , pois ele é Chico Buarque de Holanda.
Faltam mulheres que dêem seu ponto de vista sobre nosso universo masculino. Entro em sites femininos e vejo as dicas de visual e roupas e nós homens vamos achar que sites para aprendermos a nos vestir e nós comportar perante nossas deusas.
Não queremos nos vestir para o trabalho, para a escola queremos nos vestir para agradar ao público feminino. Só as mulheres importam.
Elas são as Deusas as divas como a cantora do Clube do Balanço.
Mas prefiro o velho Chico para ouvir em minha casa ele me traz reflexão , mas um Clube do Balanço num sábado a noite é muito bem vindo.
Para os Domingos e qualquer dia do resto de nossas vidas vai o Velho Chico.
A Marieta Severo temos toda as quintas na grande família.
É Chico temos é muito a aprender contigo que conhece muito bem a alma feminina.
E nós reles aprendiz estamos ai a te ouvir. E agora canta Milton com o cio da terra deste jeito vou escrever a noite toda. Varar a madrugada.
Eita domingo FANTÁSTICO não entrarei em PÃNICO.
Mas deixo a proposta mulheres escrevam e nos desvendam sua sexualidade estamos ai a todo ouvidos.
Agora ele canta a ausência do malandro da Lapa.
E vou-me indo ouvindo o velho Chico ... Eita Chico Buarque de Holanda...
Pois hoje é Fantástico e não entro em Pânico.

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

http://www.youtube.com/watch?v=Ni84iNEL3dQ
Aos covardes de plantão

Joca Faria


A gente fica até assustado de ver alguém com conteúdo na geléia geral da imbecilidade reinante.
Acabei de ver um vídeo DOS VOLUNTÁRIOS DA PATRIA do Capitão Igor Contrim onde por quase dez minutos num texto próprio e bem humorado fala da ditadura até nosso massacrante dias atuais. Onde ninguém quer ouvir vozes discordantes todos temos que concordar com os imbecis reinantes.
Temos que ser bem humorados e cortes ao ouvir barbaridades.
Devemos vender projetos sem nenhum conteúdo bem vazios aos governos. Não falar de problemas e quando falar apontar soluções.
Que merda não me encaixo nesta mentira ás vezes até tento com o idiota medo de um futuro tenebroso. Mas vivo no presente.
E estou vivo. Foda-se as instituições públicas deste pais. Elas estão rendidas ao velho deviam ser explodidas e não o são. Que novidades elas trazem além de iludir os covardes.
Tó cheio de gente covarde que se disfarça de bom mocismo. Escondem-se atrás de um diploma acadêmico e nega suas origens sociais.
Intelectuais vazios de conteúdo. E com muito medo de dizer o que pensam se é que sabem pensar? Quem não grita. Não sabe gritar. Chega de sonharmos em passar num concurso qualquer e sermos mais um burrocrata.
Este povo nem um fake cria para se expressar e vão morrer de câncer. Pois são bem covardes.
O mundo de hoje não tem alternativas só há Shoppings e barzinhos vazios onde enchemos nossa cara de cerveja e bradamos nossa alienação.
Estes partidos vendidos ao capitalismo reinante me digam qual a real diferença entre Serra e Dilma?
Eu confesso que não sei. Eles mentem descaradamente vendem se as empreiteiras e ao empresariado e aos banqueiros.
E você idiota não vota nulo. E nós fazemos campanhas para estes imbecis tão imbecis quanto nós.
Tiremo-los do poder. E devemos nos reciclar para não sermos tão estúpidos quanto eles.
É Igor seu canto se multiplica pena que São José dos Campos não há dez pessoas para montar algo semelhante aos Voluntários da Pátria.
Um dia esta cidade amadurece. E o povo da cultura se cansa de ser enganado e se organiza de fato.
Enquanto isto estamos ai sobrevivendo cheios de arranhões e tapas na cara.
Mãe eu não sei mentir...
Mãe chega de ilusão...

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

http://www.youtube.com/watch?v=5CxR_ET6LoQ

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

WADO

Atlântico Negro

Joca Faria

A noite se faz. Ouço Wado no cd Atlântico Negro enquanto busco a inspiração que veio na faixa 7 Pavão Macaco de Wado. Assisti ao show desta figura no SESC São José dos Campos com certa relutância seu show foi ganhando espaço. Geralmente vou lá aos sábados procurando pessoas. E as encontro e descobri alguém da nova safra, mas o novo sempre nos causa estranheza. Escrevo há um tempo e ás vezes acabo relendo meus textos num jornal qualquer. Já experimentaram ir ao Google e puxar seu nome e lá vem algumas coisas que fizemos ou escrevemos há anos atrás é muito estranho a temática e sempre a mesma. Mas o som de Wado não é o mesmo. Sexta- feira em silencio doméstico me faz bem. A solidão na maioria das vezes não é tão ruim assim.
Hoje vi vários comentários sobre as angustias de Nélio Fernando deixa o cara escrever. Que escreva abra blogs e o que mais quiser. Temos que fingir o tempo todo dar sorrisos com dores de dente?
Este admirável mundo novo nos faz aprender a fingir o tempo todo? Talvez falte a Nélio é uma pitada de literatura. Não é o que falta ao som de Wado. Este sim uma novidade bem madura.
Hoje lendo a parte de vendas de serviços sexuais no Valeparaibano me deu vontade de me anunciar lá homem de 40 anos, 1,72. Barrigudo procura mulheres para sexo pago só mulheres.
Iria ficar estranho anunciar, mas não estou com disposição de gastar uma grana não. Troquei meu teclado que pifou em plena aula.
Nossa este Wado tem uma sonoridade interessante. Um dia gravo algo tão bom assim. Vamos trabalhando em breve sai o cd Pasárgada da nova safra de poetas brasileiros. Que simplesmente residem em SÃO JOSÉ.
Mais de um ano após ser gravado um parto. Mas deixemos as coisas acontecerem.
A vida está ai para ser vivida. O banhado para ser visto e admirado com a Serra da Mantiqueira ao fundo.
E o Rio Paraíba com seus hormônios femininos que coisa e o Dr. Coimbra sempre avisou e hoje saiu um artigo no Vale.
Epa por isto que a Adhemar de Barros anda cheia de gente esquisita. Olha a patrulha do politicamente correto ai gente.
Chega de sermos babacas e hipócritas no geral as pessoas estão desesperadas não só pela falta de grana, mas a falta de perspectiva.
Do que sempre vai acontecer e nunca acontece. A vida hoje está sendo bem representada nas séries globais A grande família e Aline que lembra muita gente que conheço.
A vida não é um Reality Show tão bem descritos no livro Cultura da Convergência de Henry Jenkins .
E nem a fantasia que se paça no Programa Vitrine a vida é dura e suave quando ouvimos Wado com sua sonoridade de 2009.
Wado esta ai presente e nos fala de hoje de nossas dores e amores. Com uma sonoridade urbana , mas com o toque da ciranda de roda.
É Brasil estamos ai He He He Vanguarda ...

João Carlos Faria

Editora Pasárgada


http://www2.uol.com.br/wado/

http://www2.uol.com.br/wado/index2.html

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Cacos de história ...

Joca Faria

Manhã desta quarta – feira feira feira. Já fui á lotérica já li emails. Estou feliz pelo encontro de ontem á noite e ouço Alceu Valença eita cabra da peste PESTE peste.
Que compositor e cantor de alma. Comprei este cd numa leva de consumo e agora o ouço.
A vida é cheia de surpresas agradáveis. E Alceu e o Arteatec cheio de pessoas inteligentes são alguns presentes que recebemos.
Não sei se merecemos , mas o Arteatec é um Oasis na imbecilidade das artes e políticas desta São José dos Campos.
Até deste imenso pais chamado Brasil. Porque não manifestos, intervenções urbanas em Sampa e no Rio porque não uma nova proposta de arte e política?
Só depende de nós nós nós ... Cabe a nós fazer... Pois somos somos somos...
O melhor lugar para artistas nesta cidade segundo algumas pessoas é a rodoviária.
Já discordei e muito. Hoje concordo plenamente.
Vamos construir o novo em cima destes cacos de história.
Desta corrupção de almas. E superar a ausência de amor. Queremos a luz do sol. E não mais as trevas.
Façamos a reciclagem ... Somos pássaros com as asas concertadas prontos para atravessar oceanos...
Vamos saltar saltar saltar ?

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

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terça-feira, 13 de outubro de 2009

Os sem capital ...

Joca Faria

A opinião pública brasileira manipulada pelo sistema de edição de nossos telejornais e a revista Veja joga pedras no MST único movimento de vanguarda hoje existente no Brasil.
Não concordo com vandalismo, mas e o vandalismo dos conglomerados bancários que quando fale o sistema financeiro e governos os socorre?
E as construtoras que bancam candidatos eleitos democraticamente e depois aprovam obras em licitações manipuladas?
Sabem quanto custa uma eleição de deputado federal por volta de quinhentos mil reais quem paga? Nosso empresariado e não o MST?
Na cidade de Taubaté no interior de São Paulo quarenta famílias estão para ser expulsas numa cidade onde segundo a prefeitura o déficit habitacional é de cinco mil moradias?
E o desemprego nesta era globalizada se espalha quanto temos emprego é de forma precária e por alguns meses uma geração inteira não vai ter direito a aposentadoria.
Porque não se cria o Movimento dos Sem Capital. Quanto é os juros de um cartão de crédito?
A Classe Média está se esfacelando e não se percebe empobrecendo enquanto as multinacionais ficam cada vez mais ricas como Microsoft e a Sony que nos vendem produtos e depois nos torna dependentes deles. Dias destes tentei comprar uma bateria de minha câmera e descobri que só na loja da SONY me senti um grande otário sem nenhuma defesa.
E as pessoas comuns torcem o nariz quando falamos em militância política enquanto o empresariado faz a festa no congresso, câmaras,prefeituras e governos estadual e federal.
Com seus Lobys e a impressa vendida ataca um Movimento legitimo como o MST?
É assim eles conseguiram com suas GLOBOS ,RECORD,SBT criar uma grande massa de manobra sem raciocínio lógico e analfabeta politicamente dentro de um enorme senso comum.
E agora ta na hora de coletivamente pensarmos algo novo. Antes que tudo desabe em nossas cabeças. Dias deste um intelectual orgânico me falou que ainda veremos uma grande guerra civil diante da porta de nossas casas.
Qual lado estaremos ? Ou construímos uma nova civilização ou seremos ruínas carbonizadas.
Os Sindicatos estão arruinados, partidos políticos corrompidos e ai?
Criemos algo novo....

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

A idéia de civilização é uma mentira. Todo o academicismo é um lixooo....

Dedicado a Marcelino Freire

Joca Faria

Eu um bêbado de alma andando pela Paulista cercado por gente tão esquisita quanto qualquer um de nós. Mulheres broxas bichas. A Paulista é uma festa para qualquer diversidade sexual... Nesta imbecibilidade do politicamente correto. Estava eu diluído na multidão no bairro da Liberdade chamando irmãos Latinos de Árabes ... São Paulo é puro comércio ...e nós consumidores sem nenhuma defesa ... Além de nossos cartões eletrônicos... São Paulo um Fast Food cultural.
Paulo Leminski estava lá preso dentro de um centro cultural agora ele é puro produto da descartabilidade de nossa tosca indústria cultural.
Estar vivo é poder acontecer ... Morrer é findar as possibilidades nesta terceira dimensão...
Paulo suas idéias agora estão fragmentadas ... Eu um consumidor qualquer...
São Paulo é estranho não tem a onde urinar ... E todos somos iguais e ingênuos no falso abraço do Masp naquela feira . Ninguém se conhece. Não as trocas afetivas?
Cidade concreto... pura abstração... A Casa das Rosas mais um espaço certinho a onde está os porões de Sampa?
Eu um bêbado de alma andando na Paulista... Onde estão os novos poetas... Chega de gente certinha bacando-se alternativos ...Somos o Kaos ...
Terceira Via que piada de mal gosto numa sociedade comercial e capitalista de alma. Karl Marx
Idealizou o inviável ? Caros eroditos de plantão leitores de Sócrates , Jesus Cristo somos uns idiotas consumidores de livros . Teorias que nos levam ao abismo. Faculdades que perpetuam as mentiras grandes e pequenas mentiras. Nós somos nosso próprio Lobo. Nós estamos matando a possibildade do novo.Viva CAETANO VELOSO que vivo está...
A TV Cultura é um Oasis dentro desta mIdia facista. Nós somos facistas, terroristas e genocidas.
Quantas famílias de estrangeiros presas em porões na cidade de São Paulo fazendo produtos baratos para consumirmos.
Cadé Lula T? Serra ? Kassab? Nada fazem a não ser perpetuar o que está estabelecido... A merda estabelecida ...
Queríamos nos matar... E estamos disfarçados de civilizados...
Eu um bêbado de alma andando pela Paulista sufocando minhas toscas vontades ...
Guardando meu cartão de debito para poupar para um amanhã que nunca chega.
Somos o hoje e nada mais ...
Entre Paulo Leminski e Reginaldo Gomes prefiro Reginaldo afinal eu nunca convivi com Paulo.
Entre a mulher da Tv e uma feia próxima a mim fico com a feia.
A feia é real os pobres poetas que moram em São José dos Campos são reais.

Eu um bêbado de alma. Amando o concreto da Av. Paulista ... E nunca deixando a Mantiqueira...
Eu um cronista ...não um poeta?
Deixo a poesia para os que gostam de se prender a forma eu prefiro o ser. A forma é uma ilusão.
Deixo a poesia para toscos poetas eu sou é livre ... Ou quase livre?
O sistema tenta aprisionar nossa pouca consciência o sistema somos nós ...

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

http://www.youtube.com/watch?v=XEx74fF2kTw

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

http://www.youtube.com/watch?v=-l6uR9Q3Ozw

Desde o tempo da Arcádia

Dedicado a Cassiano Ricardo ...

Joca Faria

Por estes dias ando a encontrar amigos das mais variadas formas e agora me sobra o tempo necessário para falar de meus amigos. Não me sobra tempo necessário para ler meus livros , mas como filosofou Marcelino Freire devemos estar primeiro com as pessoas e depois dedicar a livros e obras...
A obra passa os amigos não á vida passa amigos não. Somos sempre velhas recorrências desde a Velha Arcádia todos num emaranhado de teias de aranha. Até aquele casal FRANCES Tupiniquim. Mas que bate uma saudade bate... Ex amigos numa eternidade cruel... Agora Gal Costa canta Tigresa do papai Caetano Veloso.
Caetano ainda me encanta com seu canto. E Gal vai e vou também ... Hoje tem exposição de Andressa Carvalho , mas quero meu tempo para mim e para você leitor...Tá me faltando tempo para ganhar dinheiro para poder viver e não sobreviver.
Hoje li alguma coisa de Jeremias Sem Chorar de Cassiano Ricardo o mesmo que há alguns anos mandei enterrar. Na minha verve ácida e agora peço desculpa se é que se pede desculpa de atos passados. Talvez eu grave um dos livros dele estou na pesquisa para me redimir com este mestre.
Cassiano esta fora das livrarias cadê o Mec ? A Academia Brasileira de Letras ? O Ministério da Cultura? A Secretária de Cultura do ESTADO ? E a TV Cultura?
Não sei nunca sabemos deles. Eles não têm tempo. Cabe a aos artistas fazerem e ao sistema estabelecido barrar. Com suas bárbaras leis ... Doces são os bárbaros nesta nação chamada Brasil.
Cassiano em Jeremias sem chorar fala do começo desta era de consumo e gastos tolos. Da guerra fria. Estamos numa época sem razoes e ler e reler estes artistas nós dá um norte.
Cadê a cidade? Que cidade...? Uma cidade entupida de drogas de prostituição e falta de amor sincero...Somos tremendamente ocidentais em nosso declínio. Cadê Pasárgada ... Cadê a balsa... Jeremias sem chorar ... Mas chora em quartos mofados... Perdemos o rumo o plumo?
Porque somos tão alienados? Ouço Gal ... Ouço Chico , mas a sujeira de Edu Planchez a sonoridade de Déo Lopes me comove... eles me falam de meu tempo...Que tempo ...?

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

http://www.youtube.com/watch?v=-l6uR9Q3Ozw

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Êxtase

Dedicado a Beatriz Galvão

Joca Faria

Sou filho das terras de Cassiano Ricardo. Destas Mantiqueira...
Poeta de sexo ... Minha poética tem vaginas e falos...
Minha escrita tem suores amores e desamores...
Amo todas as mulheres , mas quero encontrar somente uma para chegar ao sublime
Êxtase...
Desvendar o véu do sexo ir além da lúxuria criar o verbo.
Sou quem busca a luz do Sol. Mas vivo dentro de minhas sombras...
Perdido neste labirinto de vaidades ... Nos demônios que eu mesmo criei quero saborear a fruta que nem um anjo pode saborear...
E ir além do incriado...
Retirar o Véu de Isis...
Descer aos infernos ... Subir aos céus...
Sentar-me ao teu lado mulher ...
Sermos a unidade na multiplicidade ....
Eu sou... Tu és...

João Carlos Faria

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Urbanidade por Joca Faria

Exposição virtual no Blog e video no yotube com fotos feita na Vila Industrial bairro de São José dos Campos São Paulo Brasil
Participo da lista de artes Arteatec que vem me inspirando a novos desafios além da escrita e com a tecnologia barata do universo virtual podemos experimentar. Talvez devolva ao Bairro uma exposição numa feira ou rua movimentada deste bairro.
Vamos do virtual ao real.
Fotos de intervençoes urbanas anonimas feita em postes e pontos de onibus.
Coisas de nosso século vinte e um nos possibilitam. Só falta eu por minha impressora para funcionar entender o page make e lanço um Fanzine.



http://artegaia.blogspot.com/
http://www.youtube.com/watch?v=SZnyAm3AR4k
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João Carlos Faria

Editora Pasárgada

Me financiem comprem meu cd Destino da Chuva por 10 reais...

Fotos de lançamento do Livro Cora Coralina Raizes de Aninha de Clóvis Carvalho Brito
Rita Elisa Seda
São José dos Campos São Paulo Brasil
Presenças de escritores, jornalistas,poetas e amantes da escrita.




quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Pessoas

JoCa Faria

Há sono nesta noite sagrada noite de primavera quando conheci um poeta daqueles que andam na rua. Um homem que chorava ao ouvir um poema lido por Harley Campos ... Que dia que se foi. Terminado num lançamento de livro.. De Rita Elisa Seda e Clóvis Carvalho de Brito e seu livro Cora Coralina em Raízes de Aninha ...
Não se tem dias mágicos como este sempre quando se descobre o valor real da vida. Ó vida doce como as vezes penso em suicídio? Não sei...
Nesta era conturbada entre valores velhos e novos estamos ai entre a loucura e a lucidez...
Entre Deuses e Demônios... Entre Falos e Vaginas entre o Patriarcal e o Matriarcal ... Somos novas mulheres e homens nascendo das velhas raízes que apodrecem ... Entre perdas e ganhos... Que nova civilização estamos construindo?
Ainda não li Cora Coralina e compro um livro sobre sua doce vida amarga e doce.
Quem é esta Aninha que nos falam tanto...
Entre tantos blogs descubro O outro lado da Margem de Lilia Diniz que surpreende - me com uma sutil poesia que fala de amores...
Não consigo não escrever sobre pessoas. pois pessoas são Demônios e Anjos numa mistura alucinógena que me embriaga me leva a porta de abismo devo Saltar?

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

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terça-feira, 22 de setembro de 2009

A prima Vera

Joca Faria

Finalmente nesta noite de terça-feira já na Primavera ai minha prima Vera há quanto tempo não há vejo.
Época em que tomamos banho de cachoeira. Nadamos nus em Ilha Bela ... Fazemos a poesia ao por do Sol. Tem horário de verão e chuva sem hora marcada ...
É Vera quero te desnudar atrás de uma arvore num parque da cidade. Recitar poemas na beira do lago. Ver a Lua Cheia nascer. Dançar com índios ... Viajar num portal e ver o banhado um mar... É Prima Vera quero tirar tua roupa e te amar a noite toda. Numa ALCOOVA qualquer.
Fazer minhas performances pelas cidades deste planeta Terra ... O mundo é nosso vamos desfruta ló...
Enquanto temos vida ... Somos uma grande arvore ... Somos os pássaros ... É Primavera façamos amor longe de computadores não quero masturbações eletrônicas ... Entrar em XXX.
Quero sua quase alma e seu corpo ó mulher ó Vera ...
Minha Vera que são todas as mulheres e uma só ... Como cantava Solfidone ... Que está num inverno glacial ...
É vera vamos nos amar nas noites enquanto não chega o Verão venha minha nossa Vera ...
Enquanto Chico Buarque não lança um novo cd. Ouçamos nosso silencio ... Quero ouvir o bater de seu coração ... Enquanto nossos corpos unidos e fazemos um só mantra...
Que os Deuses e Deusas me ouçam e te tragam para mim Ó Verá... Minha doce Primavera...

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

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Desculpa não resisti mas a falta de criatividade do caderno Vale Viver está demais tantos temas que um jornal desta importancia para o pais e a região.Uma região que tem muitos artistas de talentos para ocuparem uma capa e um debate sério no Vale Paraibano e vai lá Beatles, Michel Jakson eita censo comum de nossos amigos jornalistas.Uma região que carece de editoras, gravadoras numa semana de Elpio dos Santos e lá vai o Vale perder tempo com 20 anos da morte de Raul.O Nadir Jacob Cury esta correto em sua cruzada.Pela regionalizaçãso. Os artistas carecem de apoio gente muito boa mas sem espaços decentes.Gente vão afundo. Movimentos não se fortalecem sem apoio de uma midia criativa longe deste senço comum.Abraços e vamos voar longe desta mediocridade dos ultimos tempos deste caderno.Abraços

Joca Faria

domingo, 20 de setembro de 2009




Borrão

Joca Faria

A Cópia da cópia da cópia é um borrão. E a cópia do borrão se reduz ao nada. Um ponto. Dentro da existência. Portanto minha escrita e esta cópia da cópia que deixa de ser cópia com todas as pretensões e sem nenhuma pretensão. Só desejo o caminho da felicidade. Encontrar a fêmea perfeita e fazer algo que seja além do dito normal. Pareço até um personagem de Zé Mojica ... Mas a mulher é perfeita para mim ... Quero alcançar minha divindade através desta fêmea. Saciar a sede de meu espírito que é eterno . Enquanto este corpo é perecível. Neste calor que antecede a primavera neste fim de inverno os ciclos se fecham no andar em Shopping Center. Os mercados de nossa hipermodernidade.
Pois digo sou a cópia e a imperfeição da adorável Geração Beat da Semana de Arte de 1922.
Do Tropicalismo e dos insucessos do Manifesto Abismo. Sou anárquico e ao mesmo tempo conservador. Amante de mercados municipais... Sou pura contradição Kamizes de aliados ... Sou farça e força ... Sou Joca Faria o sínico herdeiro de Diógenes... Amante das experimentações ...Liniliilista de alma ...
A CÓPIA da cópia da cópia é um borrão. NÃO escrevo a poesia a prosa certinha sou anti rimas, metrificações qualquer coisa comum que se faz na UEB hoje e não deixo de ser poeta.
Nunca quis ser marginal e não to a margem de nada , pois somos ponto centro e periferia. Estamos no espaço livres e presos a lei da gravidade ... Quero um portal para adentrar a quarta-dimensão e esta porta é sua vagina unida ao meu penis... E nada mais me interessa não quero todas as mulheres só descobrirei o amor com uma. Que me abra as portas da percepção e adentrarei aos infernos e céus...
Sou cópia da cópia da cópia sou além de um borrão. Alguém que circula a infinitos tempos tentando encontrar a porta.
Minha poética é deste momento que deixa de ser ... Não estou já não será 5.25 de uma tarde de Domingo quando ler este texto.
Não será Setembro ... Já não coleciono vocês ... Já não crio bestas ... Não posso cair devo descer e não cair. Sempre descer para poder subir ... Quem desce sobe se cair eu levanto.
Quero sua vagina unida ao meu penis ... Nossos corpos unidos em noites de sábado,,,
Nossas artes nossos sexos nossos desejos ... Sermos um só ponto num êxtase ...
A Cópia da cópia da cópia é um borrão. E a cópia do borrão se reduz ao nada. Um ponto. Dentro da existência. Portanto minha escrita e esta cópia da cópia que deixa de ser cópia com todas as pretensões e sem nenhuma pretensão. Só desejo o caminho da felicidade. Encontrar a fêmea perfeita e fazer algo que seja além do dito normal. Pareço até um personagem de Zé Mojica ... Mas a mulher é perfeita para mim ... Quero alcançar minha divindade através desta fêmea. Saciar a sede de meu espírito que é eterno . Enquanto este corpo é perecível. Neste calor que antecede a primavera neste fim de inverno os ciclos se fecham no andar em Shopping Center. Os mercados de nossa hipermodernidade.

Não será Setembro ... Já não coleciono vocês ... Já não crio bestas ... Não posso cair devo descer e não cair. Sempre descer para poder subir ... Quem desce sobe se cair eu levanto.
Quero sua vagina unida ao meu penis ... Nossos corpos unidos em noites de sábado,,,
Nossas artes nossos sexos nossos desejos ... Sermos um só ponto num êxtase ...



João Carlos Faria

Editora Pasárgada

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sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Olha a nova caçadora de marajás ai gente ?

Joca Faria


É queremos uma revolução e as vezes elas vem silenciosamente dentro de nós.



Escrever e publicar num pais do jeitinho como o Brasil é algo estranho quando escrevemos apontamos nossos próprios erros. Não só o dos outros afinal todos os homens acordam com o membro duro de manhã.
Mas ter editores como Ricardo Faria que apimentam ainda mais seu texto ai é dureza e se bater resolvesse podíamos fuzilar vereadores, prefeitos, senadores e presidentes.
Não ia fazer falta nosso pais tem uma escola de gente covarde. Querendo roubar. Meu editor diz que até eu quero uma boquinha. É dureza. Estamos todos corrompidos e agora o Partido Verde vem novamente com a bandeira da ética olha a historia do caçador de marajás se repetindo e daí?
Daí que não tomamos vergonha na cara ás pessoas se escondem atrás de uma fachada de que tem uma família para cuidar e enche a cara de cachaça se achando alguma coisa. Ou até cocaína.
E estamos mantendo estas injustiças sociais que nós somos algozes e muitas vezes vitimas.
Onde tem homens sérios no poder de alguma empresa ou governo.
O cinema, teatro, literatura estão ai para apontar nossa podridão. Nisto no Festivale foi natural vestíamos as carapuças a todo o momento.
Esta pose de democracia e liberdade esconde uma sociedade que se apodrece cada vez mais e torna este fascismo mais claro.
Antes fuzilavam e internavam artistas agora os matam aos poucos no ostracismo e no escárnio da incompreensão.
Fazem-nos ser ridículos. O processo eleitoral é uma farça financiada por empreiteiras que no fundo governos financiam.
O PT mudou faz o jogo dos ratos. Disfarçado de gato. Mas já é um governo melhor que os proto fascista do PSDB.
A imprensa esta ai para manter este falso jogo democrático e nos povo somos a ilusão nos achando eleitores?
Nunca se inicia uma revolução coletiva , pois revoluções coletivas não existem Zé Dirceu naquela foto em cima do carro é uma farsa aquilo deve ter sido montado na hora?
Já vi brigas de fachada em sindicatos só para uma foto num jornal.
E tudo montado. E sempre será. Marina esta sendo engolida por um sistema da qual faz parte e finge não fazer.
Até eu sou usado pelo meu radical editor Sr. Ricardo Faria. Somos futuras bostas comidas de verme.
Deixemos nossa hipocrisia e covardia e voltemos a luz e nos tornemos homens de verdade.
Mas isto é um processo doloroso. No qual deixamos de ser.
No mais este mundo é uma ilusão. Deixemos nossas vaidades e escolhemos uma das pílulas?
Bem vindo ao mundo de Matrix....Você não existe.
Voce é um produto de mercado o consumidor...

João Carlos Faria

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Editora Pasárgada

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

O vestido...

Joca Faria

Acabei de ler um capitulo de um livro interessante neste universo da UEB. A cidade se faz presente em mim através do som da rua. Ouço o barulho dos automóveis estranho não tenho uma boa relação com automóveis. Não tenho vontade de dirigir ... Porque se me irritar com estes idiotas que azucrinam o transito iria meter o carro em cima deles. Por isto prefiro o transporte coletivo. É bem mais sociável. Adoro ver as mulheres pela manhã nos pontos e nos coletivos todas cheirosas e com banho tomado indo a seus compromissos.
Será que precisamos realmente de automóveis individuais não sei? Juro que não sei. Resisti há anos aos celulares. Não deixo de ser um consumista como todo mundo é hoje dia. Ultimamente contro-lo me .
Ter sem necessidade é buscar suprir carências afetivas e emocionais que temos nestes dias atuais. As escolas deveriam ensinar meditação para o ser - humano em geral.
Ontem numa loja quase comprei um belo vestido de presente. Mas para quem o daria?
Qualquer hora deste eu compro. Li ontem belos poemas que nos chegam via a UEB. Os novos autores nos falam de nosso tempo. Preciso dominar a técnica de escrever para teatro. Só faço estes textos quase que diariamente não gosto de uma vida muito agitada tira- nós o tempo da leitura e da escrita ai só lemos o mundo que fica registrado em nossa retina.
Percebo que as pessoas estão cada vez mais neuróticas por causa da velha sobrevivência.
Vou é voltar a andar apé. Isto ajuda a acabar com as neuroses.
Tem hora que dá vontade de ir morar dentro de uma mata na Serra da Mantiqueira escapar um pouco deste kaos urbano.
Eu seria tido como louco adoro quando Zaratrustra sobre a montanha e se isola. Friedrich Nietzsche me fascina tanto quanto Diógenes o cínico qualquer hora termino minha construção sobre Diógenes e monto a performance.
Compraria aquele vestido e sairia pelas ruas com uma lanterna, mas o que é um cego? Sem luz como outros cegos a querer ver a luz?
Não somos homens de verdade . Viemos das estrelas e caímos neste abismo.
E buscamos a libertação???
LibertaçãoCansei de ser demôniopara que poses de DeusA minha verdade é o céuSeja ele o que acontece em tua bocaOu qualquer pedaço de infinitoFranklin Maciel

Este poema diz tudo a poesia esta ai viva um dia volto a arte de resumo ...
Viver é uma aventura mesmo diante desta tela uma pequena ave esta em meu ombro...
O CALOR e a presença nesta já tarde de quase primavera ... E agora posso fotografar a nossa São José dos Campos ...

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

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terça-feira, 15 de setembro de 2009

A mentira do processo colobarativo?

Joca Faria

A primavera esta chegando não pela data. Mas pelo nascer de flores nos Ypés na subida do morro da Vila Industrial. Avistei pela janela de um ônibus aquelas flores nascendo. É primavera. O Festivale já foi preparo uma performance para ser lançado no Rio de Janeiro inspirada em Gentileza e Bispo do Rosário é um figurino de Eliete Santos feito para este poeta que vos escreve.
A dinâmica do fazer teatral hoje está maravilhosa. Belos grupos , mas se perdem nesta idéia absurda de processo colaborativo as peças se perdem em roteiro. Até parece que não surgem novos escritores na cena nacional. Que mentira ? Estamos num processo de organização da nova literatura liderados por figuras como Marcelino Freire, Fabricio Capinejar, Joca Reners Terron para falar em alguns nomes mais badalados na cena.
Falta aos grupos de teatro ver sites como Cronópios e fazer um contato e os autores estarão ai para colaborar neste processo atual da arte brasileira.
Uma das coisas que observei no Festivale é quase um endeusamento do fazer teatral Bispo Macedo que se cuide vai surgir uma nova igreja daqui há pouco. Ouvi até bobagens vindo da boca dos críticos que o teatro é a principal manifestação artististica discordo a arte como um todo nos envolve .mas não somos tão gênios assim para fazer tudo e a vida é única.
Por isto nos envolvemos com uma ou outra área não me vejo segurando um monologo ou espetáculo por uma hora adimiro quem faz isto bem feito.
Quem sabe com muito estudo, ensaio e oficinas até chegue lá.
Mas poetas não conseguem ensaiar poetas lêem e escrevem e fazem política.
O Festival contou com as presenças de Alexandre Mate uma figura lúcida e defensor da cultura nacional. Valmir Santos jornalista de artes.
Conheci o mestre José Facury com belas colocações, Thais Helena D Ambrosio jovem e bela e talentosa.
Heitor Saraiva um homem de teatro.
Mediação de Fernando Rodrigues.
É o Festivale se foi nos deixa saudades e a doce vontade de criar e fazer de São José dos Campos um grande pólo de arte.
Graças ao Universo estamos ai vivos por mais uns cem anos e vamos em frente.
Saudações ao mestre Cláudio Mendel. Que luta por um teatro profissional em nossa região uma luta de mais de trinta anos.
Pensem e debatam sobre a merda chamada processo colaborativo passadas por uns acadêmicos desavisados.
Gostei de sacar a importância das universidades na cena cultural brasileira enquanto formação e embasamento a Eca não é tão Eca assim?
Mas Caetano Veloso não é ingênuo e saca as falhas acadêmicas.
No mais estamos ai e aqui em Sampa, São José dos Campos num Brasil de todos nós. E para todos. Eita vou mandar prá Dilma Roussef.
Abraços ao universo inimaginável das artes que todos achemos o caminho das pedras da profissionalização.
AS FLORES DE SETEMBRO ESTÃO AI TUDO RENASCE APÓS O INVERNO ...

João Carlos Faria

Editora Pasárgada



http://www.youtube.com/watch?v=dj_cwFxBM_A

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Estou acompanhando a cena Teatral Brasileira no Festivale em São José dos Campos vi grandes avanços em relação a outros festivais. Já sai de peças em outros festivais.
Este ficamos até o debate.
Sei quanto é duro produzir arte neste pais. E as pessoas fazem. Isto é bom precisa-se de um aperfeiçoamento dos Fundos de Cultura?
Mas até que ponto é saudavel o financiamento público das artes e cultural ? Pois o Estado faz censura velada?
Como a iniciativa privada a outros caminhos de financiamento? E profissionalização?
E o precesso colaborativo na produção teatral é válido até que ponto?
O uso das tecnologias digitais acessiveis e intermos baratas ? Ferramentas como Yotube ? My Space?
Aguardo retornos é uma proposta de debate?
Sucesso a todos..

Joca Faria

São José dos Campos Brasil São Paulo

Editora Pasárgada

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Qual é a festa hoje?


Joca Faria


Pó não consigo não escrever sobre a Poesia de hoje. Ultimamente só falo dela e na minha opinião dois talentos que me comove são Edu Planchez e Reginaldo Poeta Gomes ler as poesias que estes dois jovens poetas fazem é algo surpreendente recebo os sempre no meu email ou no caso do Edu lendo no seu blog.
A arte viva é algo verdadeiro falam de nossos amores e também nossas dores. Quero voltar a escrever. E já não pego o jeito ontem na Siciliano tive acesso a dois livros maravilhosos naquela nossa biblioteca.
Onde busco inspiração e informação e conceitos haja trabalho né. Li um capitulo inteiro falando de
Sousandrade que é Joaquim De Souza Andrade um poeta que escreveu vários livros entre eles o Harpas Selvagens o cara erá Maranhense igual a um senador bigodudo. Não falo de barrigudos pois estou grávido de nove meses quando nascerá? Olha a lipo ai gente.
O livro que lia era História da Literatura Brasileira Volume 1 de Massaud Moisés grande pesquisador de nossa escrita pela Editora Cultrix.
Qualquer hora desta após concluir a faculdade pego um trem bala vou ao rio. Alugo uma casa com laranjeiras no quintal e vou morar no Rio de Janeiro. Tem hora que não dá para suportar esta caretice Vale paraibana formada por Mineiros e Paulista este meu povo é muito fechado e formado por pré – conceitos não dá para aturar por muito tempo no meu caso a uns quarenta anos .
Principalmente quando lemos trechos do livro Sabedoria Radical Wes Nisker publicado pela Editora Cultrix no Brasil.
Ai não dá para não lembrar de Jorge Saladino e Ricardo Faria duas figuras impares nesta conservadora região que tacam o pau na moleira de nossa hipocrisia paulista. Não sobra nem este escriba aqui. Os caras são bem afiados deveriam ler este livro se sentiriam em casa. O livro tem um humor inteligente o autor e radialista mora em LOS ANGELES é também budista.
Quando firmar minha Editora estes nome e muitos outros serão editados e vendidos a todo Brasil.
Nosso problema na região e que os governos tem muitos críticos mas nunca falam a mesma linguá.
A ESQUERDA é uma verdadeira babel de Deuses e Semi Deuses que no fundo não dizem nada ou tudo mas o ouvido do povo é surdo. E o povo mudo. E a elite da direita e da esquerda fazem a festa.
Enquanto a fauna reclama na floresta.
Um dia deixaremos de sermos otários e criaremos o novo mas que novo será este?

João Carlos Faria

EDITORA PASÁRGADA