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quarta-feira, 20 de junho de 2007

a एला फोर

A ela fora da cabeça tem um peixe azul।

Joca Faria

Dedicado a Daniella Penellupi

Em que contexto se inicia um texto? Mas tudo tem que ter um contexto? O sol brilha no outono em chamas। Já não sei fazer poemas como antes , também já não sou como era।Um rio passou por minha cabeça।E deixei de ser eu mesmo só minha gramática ruim é a mesma। Qualquer dia destes crio vergonha e arrumo uns velhos livros de gramática e vou estudar um pouco mais. Talvez seja por pura malicia que erro. O problema não é errar o problema é errar sempre ai já me torno um burro mesmo.Viajando pelo interior dentro de nosso interior lembro da kaotica poesia de Daniella Penellupi que a cada dia que passa cria sua personalidade literária. Pena que ela só nos procure quando precisa de alguma coisa. Mas mesmo assim a amamos.Por falar em amor quase nunca escrevo sobre ele. E ser poeta sem falar de amor é estranho deixo para o Vinicius de nossa Irmandade o poeta do sono Marcelo Planchez.Falar sobre o amar ele escreve até muito bem sobre o assunto pena que manda muito raramente seus textos.E nos deixa com saudade quem ta arriscando a mandar algumas linhas é o Vangi Alves nosso terno e eterno agente acultural. Ele é do tempo em que se dançava cirandas nesta cidade.Em que contexto se inicia um texto? Mas tudo tem um contexto? Porque já não sei fazer poesia em ritimos como antes? Não sei eu sei que sou presente um eterno presente pois no inferno não há futuro.Sinto me contente pois o sol esquenta as nuvens e o ar condicionado esta desligado.Não caminho pois sentado estou a digitar palavras vermelhas na tela do computador.E Daniela eu não vi Jesus na tela e nem em meus sonhos. Pois ando sonhando com morcegos e vampiros. Em locais estranhos. Que coisa preferiria ver Jesus andar de Jeans pela Rua XV de Novembro.Mas onde Jesus esta neste exato momento? Não sei nem mereço saber. O importante é que estamos vivos como diria os Engenheiros do Havaí uma banda dos longicuos anos oitenta.Nem tudo é cinema, nem tudo é arte mas para mim tudo é. Mas não ser não deixa de ser.O tempo nunca para para darmos risadas há tempos não nos encontramos em varandas nos Novos Horizontes e conversamos atoa.Tudo se conversa através do micro será que as pessoas estão fazendo amor através do teclado?E eu em meninas que nem me masturbo mais. Não devo e não quero. Pois ser vai além de fazer. Quero deixar os infernos e chegar aos céus.Não tenho medo de errar,é que viver faz-nos mais errarmos do que acertamos. Quero te ver nua ao lado do ventilador. Molhada de chuveiro e doce para nos amarmos no colchão jogado ao chão. Que rima pobre. Fazer o que é o tempo.João Carlos Faria

A ela fora da cabeça tem um peixe azul.Dedicado a Daniella Penellupi
Joca Faria
Em que contexto se inicia um texto? Mas tudo tem que ter um contexto? O sol brilha no outono em chamas. Já não sei fazer poemas como antes , também já não sou como era.Um rio passou por minha cabeça.E deixei de ser eu mesmo só minha gramática ruim é a mesma. Qualquer dia destes crio vergonha e arrumo uns velhos livros de gramática e vou estudar um pouco mais. Talvez seja por pura malicia que erro. O problema não é errar o problema é errar sempre ai já me torno um burro mesmo.Viajando pelo interior dentro de nosso interior lembro da kaotica poesia de Daniella Penellupi que a cada dia que passa cria sua personalidade literária. Pena que ela só nos procure quando precisa de alguma coisa. Mas mesmo assim a amamos.Por falar em amor quase nunca escrevo sobre ele. E ser poeta sem falar de amor é estranho deixo para o Vinicius de nossa Irmandade o poeta do sono Marcelo Planchez.Falar sobre o amar ele escreve até muito bem sobre o assunto pena que manda muito raramente seus textos.E nos deixa com saudade quem ta arriscando a mandar algumas linhas é o Vangi Alves nosso terno e eterno agente acultural. Ele é do tempo em que se dançava cirandas nesta cidade.Em que contexto se inicia um texto? Mas tudo tem um contexto? Porque já não sei fazer poesia em ritimos como antes? Não sei eu sei que sou presente um eterno presente pois no inferno não há futuro.Sinto me contente pois o sol esquenta as nuvens e o ar condicionado esta desligado.Não caminho pois sentado estou a digitar palavras vermelhas na tela do computador.E Daniela eu não vi Jesus na tela e nem em meus sonhos. Pois ando sonhando com morcegos e vampiros. Em locais estranhos. Que coisa preferiria ver Jesus andar de Jeans pela Rua XV de Novembro.Mas onde Jesus esta neste exato momento? Não sei nem mereço saber. O importante é que estamos vivos como diria os Engenheiros do Havaí uma banda dos longicuos anos oitenta.Nem tudo é cinema, nem tudo é arte mas para mim tudo é. Mas não ser não deixa de ser.O tempo nunca para para darmos risadas há tempos não nos encontramos em varandas nos Novos Horizontes e conversamos atoa.Tudo se conversa através do micro será que as pessoas estão fazendo amor através do teclado?E eu em meninas que nem me masturbo mais. Não devo e não quero. Pois ser vai além de fazer. Quero deixar os infernos e chegar aos céus.Não tenho medo de errar,é que viver faz-nos mais errarmos do que acertamos. Quero te ver nua ao lado do ventilador. Molhada de chuveiro e doce para nos amarmos no colchão jogado ao chão. Que rima pobre. Fazer o que é o tempo.

João Carlos Faria

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