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segunda-feira, 4 de junho de 2007

BEIJO

BeijoJoca FariaBeijos na manhã de maio, flores deixadas na porta da casa.Ela abriu a janela e viu o sol iluminar seu rosto, naquela manhã.Que já era tarde tão tarde que o sol iria se por dali a alguns instantes ela saiu para ver o por do sol. E viu as flores quase muchas a sua porta. E lembrou do beijo que havia dado há dias atrás em plena praça central da cidade.Ficou meia alegre, meia triste...e saiu de meia e calcinhas de renda a andar pelo quintal.Enquanto os meninos que jogavam futebol pararam o jogo para adimirala. E ela nem ligava em quanto o sol vermelho se punha por entra os vãos de nossa Mantiqueira. E pássaros copulavam naquele fim de tarde.Ela espriguiçou-se e lembrava daquele beijo inocente dado naquelaTarde na praça central da cidade. Seus belos seios estavam durinhos de tesão e um liquido escorria por entre as pernas.Entrou para dentro de casa, para tristeza dos meninos que brincavam com as mãos em seus pênis num vai e vem , vem e vai.Até o jorrar das palavras insanas.Enquanto isso ela despiu-se e tomou um banho tocando-se de uma maneira diferente dentro da antiga banheira que herdara de sua bisavó.Lembrando do beijo dado em plena praça central da cidade.Todos da casa haviam viajado e só ela ficava e mesmo na tarde fria andava nua pela casa.Ouvia um cd de poetas tirados da internet. E ficava zonza a tocar em sua vagina vermelha.Ouvia as poesias e sentada em frente ao computador descrevia em um poema o prazer daquele beijo na praça central.Daquele homem que nunca mais veria. Sabia que poderia ir além do beijo e tocou de um jeito sua pequena vagina...e gozou esplendidamente...perdida em delírios...vaginais...As flores estavam posta tinha sido enviadas por um ex namorado que se tornara confidente...Mas não mais parceiro de um sexo...estranho.Ela ouvia os poemas e se deliciava tocando seu corpo e lembrando daquele beijo dado na praça central.João Carlos फरिया

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