Seguidores

quinta-feira, 28 de junho de 2007

http://asperaelizabeth.blogspot.com

http://asperaelizabeth.blogspot.com

sexta-feira, 22 de junho de 2007

Em busca da essencia perdida...

Em busca da essência perdida....

Joca Faria

Tarde tudo se faz tarde nestes dias. Ando lendo pouco menos que mereço, mas vou dar um jeito nisso também escrevo menos que deveria. A vida é curta e curto é nosso tempo
Temos que trabalhar e aprender a ficar em silencio. Não sou escritor porque sou perfeito longe de mim esta a perfeição sou puríssimo defeito.
Em busca de algo além de minha janela. Na avenida passam carros e a noite tudo não acontece. Não releio livros importantes , mas gosto de assistir sempre o filme Dois Perdidos numa noite suja talvez tenha me refletido naqueles personagens que como eu não sabem amar.Quero aprender a amar.Mas sou muito feliz. A cidade é nossa de todos nos ouço ao longe uma canção de Paulo Ricardo.
Quero ouvir uma canção minha do Léu Mandi e de muita gente boa que faz nossa cabeça, mas que cabeça. Nunca usei drogas nem pretendo usar.
Prefiro livros e a cada dia mais descubro os mantras. Eles são para mim uns segredos sei que ainda desafino. Quando emito o som de um mantram. A cada dia mais estou mais feliz com este tortuoso caminho Gnostico que aprendo todo o dia santo.
É um caminho difícil como passarei a olhar as mulheres da cintura para cima ai me chamarão de boi ola , mas não to nem ai para o que dizem. Busco a felicidade tentando chegar a minha essência. Mas que essência deve ser esta? Não sei só sei que ás vezes poço falhar dias destes fiquei encantando com uma bela moça de programa que vi numa praça central.
Se tivesse dinheiro no bolso correria o risco de cair de excitação e fazer um sexo selvagem.
Sempre podemos cair. Faz parte de jogo eliminar o eu não é fácil não.
Mas chegaremos lá. Nunca vi um disco voador dizem que 1989 pousou um no CTA.
Sempre dizem minha irmã e minha vó viram um na Mantiqueira.
Mas há moça era muito bela e sensual. Gosto daquele casal estranho da novela das oito uma prostituta e um executivo sacana que se amam e escondem-se de si mesmo. Que belos personagens.
Ontem vi no Metrópoles um amor de uma mulher e um travesti era um filme estrangeiro. Que pretendo assistir.
Acho que sou muito bi sarro disfarçado de careta sou muito careta. Quem me lê não me reconhece pessoalmente.
Mas gente somos mortais e frágeis. Querer sexo é um direito mas querer o supra-sexo e ir além da eternidade.
Que vivam todos nos pobres humanos. Daqui a pouco encerra meu tempo devo terminar.
Um beijo profano aos atores da realidade.

João Carlos Faria

O blog de nossa Daniella Peneluppi

www.castelodosonho.blogspot.com

www.cidadedaspalavras.com.br

quarta-feira, 20 de junho de 2007

a एला फोर

A ela fora da cabeça tem um peixe azul।

Joca Faria

Dedicado a Daniella Penellupi

Em que contexto se inicia um texto? Mas tudo tem que ter um contexto? O sol brilha no outono em chamas। Já não sei fazer poemas como antes , também já não sou como era।Um rio passou por minha cabeça।E deixei de ser eu mesmo só minha gramática ruim é a mesma। Qualquer dia destes crio vergonha e arrumo uns velhos livros de gramática e vou estudar um pouco mais. Talvez seja por pura malicia que erro. O problema não é errar o problema é errar sempre ai já me torno um burro mesmo.Viajando pelo interior dentro de nosso interior lembro da kaotica poesia de Daniella Penellupi que a cada dia que passa cria sua personalidade literária. Pena que ela só nos procure quando precisa de alguma coisa. Mas mesmo assim a amamos.Por falar em amor quase nunca escrevo sobre ele. E ser poeta sem falar de amor é estranho deixo para o Vinicius de nossa Irmandade o poeta do sono Marcelo Planchez.Falar sobre o amar ele escreve até muito bem sobre o assunto pena que manda muito raramente seus textos.E nos deixa com saudade quem ta arriscando a mandar algumas linhas é o Vangi Alves nosso terno e eterno agente acultural. Ele é do tempo em que se dançava cirandas nesta cidade.Em que contexto se inicia um texto? Mas tudo tem um contexto? Porque já não sei fazer poesia em ritimos como antes? Não sei eu sei que sou presente um eterno presente pois no inferno não há futuro.Sinto me contente pois o sol esquenta as nuvens e o ar condicionado esta desligado.Não caminho pois sentado estou a digitar palavras vermelhas na tela do computador.E Daniela eu não vi Jesus na tela e nem em meus sonhos. Pois ando sonhando com morcegos e vampiros. Em locais estranhos. Que coisa preferiria ver Jesus andar de Jeans pela Rua XV de Novembro.Mas onde Jesus esta neste exato momento? Não sei nem mereço saber. O importante é que estamos vivos como diria os Engenheiros do Havaí uma banda dos longicuos anos oitenta.Nem tudo é cinema, nem tudo é arte mas para mim tudo é. Mas não ser não deixa de ser.O tempo nunca para para darmos risadas há tempos não nos encontramos em varandas nos Novos Horizontes e conversamos atoa.Tudo se conversa através do micro será que as pessoas estão fazendo amor através do teclado?E eu em meninas que nem me masturbo mais. Não devo e não quero. Pois ser vai além de fazer. Quero deixar os infernos e chegar aos céus.Não tenho medo de errar,é que viver faz-nos mais errarmos do que acertamos. Quero te ver nua ao lado do ventilador. Molhada de chuveiro e doce para nos amarmos no colchão jogado ao chão. Que rima pobre. Fazer o que é o tempo.João Carlos Faria

A ela fora da cabeça tem um peixe azul.Dedicado a Daniella Penellupi
Joca Faria
Em que contexto se inicia um texto? Mas tudo tem que ter um contexto? O sol brilha no outono em chamas. Já não sei fazer poemas como antes , também já não sou como era.Um rio passou por minha cabeça.E deixei de ser eu mesmo só minha gramática ruim é a mesma. Qualquer dia destes crio vergonha e arrumo uns velhos livros de gramática e vou estudar um pouco mais. Talvez seja por pura malicia que erro. O problema não é errar o problema é errar sempre ai já me torno um burro mesmo.Viajando pelo interior dentro de nosso interior lembro da kaotica poesia de Daniella Penellupi que a cada dia que passa cria sua personalidade literária. Pena que ela só nos procure quando precisa de alguma coisa. Mas mesmo assim a amamos.Por falar em amor quase nunca escrevo sobre ele. E ser poeta sem falar de amor é estranho deixo para o Vinicius de nossa Irmandade o poeta do sono Marcelo Planchez.Falar sobre o amar ele escreve até muito bem sobre o assunto pena que manda muito raramente seus textos.E nos deixa com saudade quem ta arriscando a mandar algumas linhas é o Vangi Alves nosso terno e eterno agente acultural. Ele é do tempo em que se dançava cirandas nesta cidade.Em que contexto se inicia um texto? Mas tudo tem um contexto? Porque já não sei fazer poesia em ritimos como antes? Não sei eu sei que sou presente um eterno presente pois no inferno não há futuro.Sinto me contente pois o sol esquenta as nuvens e o ar condicionado esta desligado.Não caminho pois sentado estou a digitar palavras vermelhas na tela do computador.E Daniela eu não vi Jesus na tela e nem em meus sonhos. Pois ando sonhando com morcegos e vampiros. Em locais estranhos. Que coisa preferiria ver Jesus andar de Jeans pela Rua XV de Novembro.Mas onde Jesus esta neste exato momento? Não sei nem mereço saber. O importante é que estamos vivos como diria os Engenheiros do Havaí uma banda dos longicuos anos oitenta.Nem tudo é cinema, nem tudo é arte mas para mim tudo é. Mas não ser não deixa de ser.O tempo nunca para para darmos risadas há tempos não nos encontramos em varandas nos Novos Horizontes e conversamos atoa.Tudo se conversa através do micro será que as pessoas estão fazendo amor através do teclado?E eu em meninas que nem me masturbo mais. Não devo e não quero. Pois ser vai além de fazer. Quero deixar os infernos e chegar aos céus.Não tenho medo de errar,é que viver faz-nos mais errarmos do que acertamos. Quero te ver nua ao lado do ventilador. Molhada de chuveiro e doce para nos amarmos no colchão jogado ao chão. Que rima pobre. Fazer o que é o tempo.

João Carlos Faria

terça-feira, 12 de junho de 2007

ए प्रेसिसो सबेर viver

E preciso saber viver...

Joca Faria


Manhã de sol num outono de maravilhas, a menina sorri diante do novo brinquedo.
Crianças são felizes porque são crianças. Ainda não tem tolas preocupações.
Enquanto nos adultos sempre estamos preocupados com o porvir e esquecemos o presente. Temos que viver o momento.
Ontem minha sarcedotiza fez sexo comigo na beira da escada, foi maravilhoso fizemos amor pela tarde inteira num silencio outonal.
Ela desfilava nua ...enquanto eu cantava canções do Legião Urbana.. Com meu violão.
Ai fazíamos um amor delicado...E hora vamos juntos para as Deusas nosso amor e intenso...
As vezes nos esquecemos do mundo toca-se a campainha o telefone e estamos em nossa casa a namorar. Transar na escada é uma coisa diferente...As vezes vamos para o quintal e fazemos amor. Em cima de um pé de jabuticaba.
Umas abelhas nos picam e daí? Tudo faz parte de nosso pequeno mundo.
Ainda não temos filhos. Uma hora acontece. Dias deste a possui na pia ela virada escovando os dentes e eu teso de paixão.
Manhã de sol num outono de maravilhas, ela sorri e caminhamos pela praça central de nossa cidade.
Vemos muitos amigos, comemos em restaurante populares e pegamos um ônibus direto para uma cachoeira onde fazemos um delicioso sexo. Por entre pedras e águas.
E assim nossa vida muito amor e sexo e poucas preocupações. Agente se vira como dá um trabalho aqui e outro ali e no meio um amor intenso.
Antes eu era um sisudo executivo de uma multinacional e ela uma psicóloga de agencia de empregos, chutamos tudo e agora somos livres desta loucura chamada sociedade moderna.
Não mais queremos ter e sim buscamos no sexo nossa libertação.
A tantras oportunidades nos esperando nesta limitada terceira dimensão.
Vou-me indo preciso fazer amor.

João Carlos Faria


-- João Carlos Fariawww.cidadedaspalavras.com.br www.vejosaojose.com.brJoca Faria

अंगेला guadagnim

Gostei da nova diagramação e fico contente pelos dez anos. Gosto do espaço dos leitores tento saber se a esquerda ainda existe ja fui milttante do pt entrei aos dezoito anos, participei da primeira campanha de Angela Guadagnim acho que a Caros Amigos podia entrevistala ela fez bons mandatos e foi queimada na fogueira da midia. Junto com Zé Dirceu aquilo foi um vexame..
A Marilene Felinto é muito quanto mais ela bate mais nos apaixonamos por ela.
Ainda não li a entrevista da Luiza Erundina ela é maravilhosa. Tenho medo de ver o Lula sair algemado por causa da familia dele e de uns traidores da nossa esquerda.
O Chavez não podia ter fechado a televisão isto fere a democracia sou colaborador do jornalista Ricardo Faria do site www.vejosaojose.com.br tentamos fazer um jornalismo independente aqui em São José dos Campos aqui o PSDB reina absoluto.
Ainda bem que é so aqui. A grande pergunta dos articuladores é quem vai ser o candidato das esquerdas? Não tenho a resposta mas quem tem?
Considerem fazer uma entrevista com a Angela ela foi injustiçada.
Ela fez um grande governo de 1993 a 1996.
Um abraço.

Joca Faria

www.cidadedaspalavras.com.br

www.vejosaojose.com.br

-- João Carlos Fariawww.cidadedaspalavras.com.brwww.vejosaojose.com.brJoca Faria

segunda-feira, 11 de junho de 2007

देबतेस दे orçamento

Debates de orçamentos

Joca फरिया
जोचा faria

Estava a pouco na câmara municipal de São José dos Campos e num bate papo com um morador do bairroNovo Horizonte saiu a idéia de propor a decentralização do Centro de Apoio ao Cidadão que é um projeto de muito sucesso na cidade।E desta reflexão veio a pergunta। Porque o orçamento de nosso município não é debatido de modo decentralizado? nossa câmara e prefeitura deveriam fazer a discussão do nosso orçamento।De modo didático para nossa população entender e opinar sobre os gastos e investimentos no município।Fazendo justiça na gestão de Ângela Guadagnim de 1993 a 1996 pelo PT fazia este debate através do orçamento participativo e foi interropindo pelo governo de Emanuel Fernandes PSDB e Eduardo Cury também PSDB।Mas a sociedade civil joseense deve se organizar e propor a criação de um projeto nesta área.Porque nos joseenses não criamos uma ONG de sugestão e fiscalização do poder publico municipal. Que consiga debater a cidade de modo isento e democrático.Temos aqui uma imprensa seria como Valeparaibano, Vanguarda e surge mídias alternativas como jornal do Povo, Vejo São José e muitos outros.Cabe agora a comunidade criar uma ONG com fins de sugestão e debates de ideais de forma de centralizada.Cabe isso a filiados a partidos políticos, vereadores e cidadãos em geral.As melhores idéias surgem do debate democrático e da confrontação de idéias.Hoje temos a internet para este uso e a vontade de nossos agentes políticos.Temos muitas associações e sabs em nossos bairros gente que se prepara e conhece os problemas de nossa comunidade então porque não debater?

João कार्लोस फरिया
joão कार्लोस फरिया
joão कार्लोस फरिया
joão कार्लोस फरिया
joão कार्लोस faria

sexta-feira, 8 de junho de 2007

जोचा


जोचा फरिया ए लियो mandi

terça-feira, 5 de junho de 2007

Café com leite----Joca FariaO que escrever numa tarde fria de Outono acabo de ler Carlos Heitor Cony escrevendo sobre as mulheres grávidas e também uma bela leitura da Revista Piauí com belas historias e historinhas e ainda por cima ganhei o livro Alfazema de nossa Zenilda Lua para ler com muito sabor neste feriado que se aproxima.Esta tarde de frio onde o Sol aparece com seus raios, e onde corremos as padarias para tomar um Café com leite e lembramos de livros que estão com amigos que no momento estamos rompidos é segundo ele foram dezessete anos e eu joguei fora por causa de nossas brigas políticas. Mas pêra lá o cara virou um homem da direita mais safada de todas ele quer é voto a todo custo, que se foda ele a mor cegar nas instituições publicas.Prefiro ser um poeta desempregado a sugar o rico dinheirinho publico.E outro de meus infelizes amigos que a cada momento muda de lado com o vento.Não dá temos que ter posição afinal somos homens ou boi olas.Apesar de colecionar calcinhas sou muito macho.Ontem encontrei uma pessoa que consegue calcinhas que sobram de um certo festival de dança de uma cidade do interior.É tão divertido colecionalas como vestilas, no silencio de um quarto fechado a sete chaves. Dane-se o bom moralismo o que importa são os fetiches sei que são egos mas serão os últimos a eliminar pois são prazeres.Vá entre numa loja e peça uma peça intima do sexo oposto.Uma vez fiquei sabendo de um caminhoneiro que se veste de mulher com a própria esposa dando apoio.Não preciso me confessar a padrecos confesso minhas esquisitices aos meus amados leitores se já os tenho.Mas ter ou não ter não nos faz ser. Manias quem não as tem. Mas todos escondemos. Gente é um grande prazer entrar nas lojas e escolher as mais belas lange ries.A primeira que comprei foi numa loja do bairro em que moro lá pra 1992.Foi interessante fiquei apavorado para ninguém achar ai vesti ela num passeio num comício e numa carreata da Ângela Guadagnim.Imaginava ficar com uma garota e me despir com aquela peça num corpo bem masculino.Coisas esquisitas mas sem trauma nos pretendentes a escritores temos que nos despir para fazermos um texto com alma sem medo das criticas.Somos o que somos e nada além disso e um dia novamente seremos pó.Beijos aos leitores. E amantes da escrita. Estamos numa terça-feira fria e em breve rumarei para meu lar, preciso lavar a calcinha a qual uso.Abraços heteros a todos.João Carlos Fariawww.cidadedaspalavras.com.brwww.jocafaria.blogspot.com

ल्ल्ल्ल क कॉम लेइते

segunda-feira, 4 de junho de 2007

BEIJO

BeijoJoca FariaBeijos na manhã de maio, flores deixadas na porta da casa.Ela abriu a janela e viu o sol iluminar seu rosto, naquela manhã.Que já era tarde tão tarde que o sol iria se por dali a alguns instantes ela saiu para ver o por do sol. E viu as flores quase muchas a sua porta. E lembrou do beijo que havia dado há dias atrás em plena praça central da cidade.Ficou meia alegre, meia triste...e saiu de meia e calcinhas de renda a andar pelo quintal.Enquanto os meninos que jogavam futebol pararam o jogo para adimirala. E ela nem ligava em quanto o sol vermelho se punha por entra os vãos de nossa Mantiqueira. E pássaros copulavam naquele fim de tarde.Ela espriguiçou-se e lembrava daquele beijo inocente dado naquelaTarde na praça central da cidade. Seus belos seios estavam durinhos de tesão e um liquido escorria por entre as pernas.Entrou para dentro de casa, para tristeza dos meninos que brincavam com as mãos em seus pênis num vai e vem , vem e vai.Até o jorrar das palavras insanas.Enquanto isso ela despiu-se e tomou um banho tocando-se de uma maneira diferente dentro da antiga banheira que herdara de sua bisavó.Lembrando do beijo dado em plena praça central da cidade.Todos da casa haviam viajado e só ela ficava e mesmo na tarde fria andava nua pela casa.Ouvia um cd de poetas tirados da internet. E ficava zonza a tocar em sua vagina vermelha.Ouvia as poesias e sentada em frente ao computador descrevia em um poema o prazer daquele beijo na praça central.Daquele homem que nunca mais veria. Sabia que poderia ir além do beijo e tocou de um jeito sua pequena vagina...e gozou esplendidamente...perdida em delírios...vaginais...As flores estavam posta tinha sido enviadas por um ex namorado que se tornara confidente...Mas não mais parceiro de um sexo...estranho.Ela ouvia os poemas e se deliciava tocando seu corpo e lembrando daquele beijo dado na praça central.João Carlos फरिया

domingo, 3 de junho de 2007

tempo

Tempo obtuso Raios de sol na manhã de outono caminho sem rumo pela cidade distante.
Joca Faria (*)


A João Nicolau Vejo mapas de nossa mãe América continuo a caminhar, cães morrem em frente ao meu portão sem nada podermos fazer, não somos donos nem de nossa vida. Faço provas de concursos, navego contra a corrente no rio de nossa cidade, não vejo mais a cachoeira do Potim tudo se perde no tempo.Dezoito anos se passaram e tudo mudou só não muda minha vontade de vencer.
Por estes dia ando lendo o livro Tempo Obtuso de João Nicolau que é um presente para nossa sensibilidade é feito de uma poesia sintética nuca havia lido que alguém não gosta-se do próprio cheiro. Esta amigo e agora poeta me surpreendeu, não havia ainda nenhum trabalho dele que fizesse brilhar os olhos, talvez o João devesse esquecer suas câmeras e ações e dedicar-se a palavra escrita e procurar chegar em imagens ao requinte de seu livro de estréia Tempo Obtuso.
João, longe de estar na querida classe média é um Dom Quixote sem nenhum Sancho Pança, está sempre só, passa pelos grupos de nossa terra com seu cabelo grande e cara de pouca simpatia. Mas por trás deste ar arredio, São José dos Campos tem mais um poeta.
Este passa já a ter o direito de se intitular sem precisar ganhar diplomas de nossa Irmandade Neo Filosófica, se bem que merece um premio Lá Merda por seus personagens e mau humores.
Talvez seja sim um artista num tempo em que ser artista não é nada como diz abda Almirez, 1 se chegarmos num caixa bancário e bradarmos que somos artistas seremos presos E daí? Né senhora Beti Souza E DAÍ? Né.
Parabéns, Nicolau, agora és um maldito completo, és mais um errante poeta, com um livro teu embaixo do braço, vá siga tua sina maldita de mais um sofredor nestas terras cassianicas. De bem aventuras e bombas de Deus, fazemos carros aviões e brincamos de Deus, simples poetas.
Há a tribo maldita a que pertencemos, prefiro ser um maldito poeta a um político ladrão.
Nossos olhos se abrem ao ler João Nicolau, ele esta nu a andar por nossas avenidas, que se dispa de sua alma, agora estamos afoitos a esperar um novo livro. Quem sabe desta torta mente nasça um grande longa-metragem.
Parabéns amigo-inimigo, sempre presente nas horas mais incertas.És João, não vais ficar envaidecido não. Ser poeta e abrir os olhos diante das estrelas pulsantes. Serás apenas mais um feiticeiro a buscar sentidos em latas de lixo.

era

Era um vez o capitalismo?Joca FariaA nossa sociedade é tão estranha vivemos numa sociedade capitalista?Mas que capital e este que a maioria nunca vê os pequenos comerciantes nunca tem dinheiro para se emprestar no banco.E o povo hora o povo vive sufocado em empregos que não lê dão a chance de nada a não ser comprar em prestações a perder de vista. Morando cada vez mais longe nas grandes metrópoles.Estudando em escolas sucateadas e tendo que agüentar naTV os horários políticos, estão sempre sendo massacrados com programas sensacionalistas.Nunca tem espaços culturais nas periferias. Os sindicatos estão cada vez mais fraco.É camaradas não temos para onde correr, já não acredito mais nesta historia de comunismo.Não há mais emprego de qualidade e a juventude se esforçando para entrar via concursosPara o setor publico. Quando não conseguem uma boquinha na maquina publica através do QI , vereadores, deputados nomeiam a vontade seus vassalos.E quem vai nomear o povo. Ninguém e tudo tudo em seu nome e de verdade para ele nada x nada.E assim nosso capitalismo sempre sem nada para o povo e tudo para uma pequena minoria.Que devem ter apoio de Deuses , mas não devem ser Deuses e sim Demônios capitalistas.É temos que buscar uma solução , mas devemos superar este individualismo tacanho e perigoso.É HORA DE ABRIRMOS NOSSA MENTE.João Carlos Faria