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quinta-feira, 5 de abril de 2007

Perdido em Nova York

Perdidos em Nova York

Joca Faria

Quadros quantos quadros em minha frente, Vejo além do ver. O sol se faz presente neste mês de Abril. Anjos cantam nos céus e não os ouvimos.A menina passeia pelas ruas enquanto dormimos sossegados.Agora a tarde faz se presente. Ouço motores vejo lindas mulheres de vestidos nos pontos de ônibus. Leio o jornal de Domingo e vejo boas noticias. Eu consigo ver a esperança enquanto leio os jornais. Livros de filosofia dão me esperanças em dias melhores.Manhas frias , noites quentes. Quem é você leitoor? Não sei nem quem sou além de meus egos busco a essência minha transparência.Caminho por esta Cidade que é sua é minha.Quando andarei por Nova York , mas não quero ser dois perdidos numa noite suja adoro o filme de José Jofily ontem o assisti novamente...Ver nova yorque revelada pelas lentes brazucas o cd Versos Sanguíneos está quase pronto em breve ouvirão as vozes destes poetas profetas de São José dos Campos. Suas vozes multiplicadas em diversos versos.Versos Astrais longe bem longe das ruas. Quero ainda relança-los em cd descobri tardiamente que estava numa vanguarda bem distante.Hoje sou feliz ao ver o Sol nascer nesta manhã cheia de graça.Pássaros dialogam comigo nos céus vejo seus signos vejo suas falas.Quem não somos? Porque tantas mascaras em nossos rostos....Mas q mascara? Quem somos nesta era da individualidade ...nesta era do eu do ego... não ser ou ser? Faz-nos sentir a dor da existência...Nos voejos sós a andar pela cidade. Estamos SORRIDENTENTES somos dois perdidos numa noite suja.É João Nicolau tenho alguns neurônios são poucos , mas são meus. A poesia nos faz delirar quero ler muitos livros que ainda não li, Tenho muitos autores para desvendar, mas quero primeiro me desvendar?Quem sou retido em minhas retinas. Sou manifesto sou carne, carnívoro quero andar nú numa praia deserta. Sem incomodar ninguém.Quero estar só mesmo quando estiver acompanhado. Vou sair pela cidade tomar um Açaí e caminhar em direção ao meu lar. Mas de onde vim?Fujo quando vejo –me num espelho dentro de um elevador sinto-me preso.Sinto descer aos infernos de mim mesmo. Quem somos? Quem és?Canto para espantar a solidão, Cantamos todos juntos em plena Mantiqueira um canto de um povo qualquer.Quem sabe hoje faremos uma ciranda por toda a madrugada é véspera é véspera de algo que se abre num portal é véspera de desejos realizáveis somos felizes mesmo não achando. Ouço sua voz em meus ouvidos quando durmo numa noite qualquer.Venha mulher venha amar sem fé.Deseje é será realizado sou profeta da solidão. Quem nunca chorou.Minha poesia não é deste mundo? Então de onde ela é?

João Carlos Faria

www.cidadedaspalavras.com.br

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