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sábado, 28 de outubro de 2006

POESIA

Poesia
BRECHA
Sol numa manhã cinzenta.Abre se a brecha.Luz em minha Alma.
Joca Faria

Cabeça

Voam pirilampos.Voam voadoes discos.Dentro de minha cabeça.
Joca Faria
Luz

Nu em sentidos.Falta fé ao homem.Somo livres.
Política
E isso é aquilo.Mas senhoras e senhoras.É PURA ENGANAÇÃO.
Joca Faria



Tenho não tenho.E ao meu comando abriu-se a fenda.E surgiu a Eva.
Joca Faria
Tesão

Cicareli é amor e sexo.É PRAZER.Hipócrita somos nos a nosEsconder.
Joca Faria

Mar

Nudez salgada.Teu corpo e ar.E EU SOU FOGO.
Joca Faria
Mentira

Deus não é ateu.Nem eu.
Joca Faria

Sexo

Não faço com meu corpo.Mas minha mente e devassa.Quem sabe te como?


Morte


Não conheço a morte.Mas a espero de braços abertosPara fazermos amor.
Joca Faria

Fome

O menino me pediu o dinheiro para comprar o pão.Dei alguns centavos.A menina queria vender a bala não tinha dinheiro Para comprar.E NA PRAÇA ELA vendeu-se.

Joca Faria




Poetas

MentirosOS mas sabem sonhar.MentirosOS e não sabem amar.

JOCA FARIA

Tavola Redonda


Tavola Redonda

Tavola Redonda

Tavola Redonda

Dedicado a Máh Varela

Joca Faria

Seios fartos blusa amarela diante de um quadro de Salvador Dali.Ela fêmea com curvas lembrando a Mantiqueira.Sua saia pequena mostrando a calcinha azul.Desejo aquele clitóris gostoso aquela vagina molhadinhatranzarmos numa cachoeira.Fazendo um amor gostoso longe da civilização.Agora ela de vermelho calça preta insinuantemente.Andar de uma garça sem nenhum maneirismo.La fora o tempo nublado dentro de minha cabeça o solé quente dentro de sua vagina meu falo queima.Teu útero em chama viva.Penetro te lentamente.Sem derramar o gozo de uma noite inteira.Volto a biblioteca cercado de livros.Sinto me nos tempos da Tavola Redonda.Faço amor com você por entre livros agora eu Visconde você Emília brincando de papai e mamãe.Viajamos com o pó de pim lim pim pim.Vamos a um futuro.Nos vemos mortos.Voltamos e fazemos amor.Em cima da Tavola Redonda.Volto ao computador.Quem sou?
João Carlos Faria

Grupo Literário Cidade das Palavras.

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sexta-feira, 27 de outubro de 2006

Calcinhas num varal qualquer...

Calcinhas num varal qualquer...

Joca Faria

Bate se o martelo numa manha acalorada de uma quinta-feira.
O sol é forte e a ilusão também.Vejo calcinhas em supermercados.
Vejo lindas mulheres usando as...
Ando pelo calçadão da rua 7 como um lobo a procurar sua presa.
Mil rostos femininos passam por mim...Corpos bem tratados deixando me extasiado...
Somente a imaginar...Sem ter nenhum corpo a tocar.
Com meu falo na mão em toques em banheiros mal cheirosos...
Dança a bailarina na TV vejo de uma rodoviária qualquer...
Passo por uma academia de dança e vejo varias fêmeas
a dançar.
O tesão explode minha garganta seca.
Tomo rapidamente uma coca-cola gelada para refrescar-me.
Passo enfrente a um se-xi shoping e la compro todas as
tangas.
Quem não sou? Quem é este fantasma de desejos vadios...
Que alma errante numa mutante solidão.
Compro consumo o desejo de tela ao ter ela a calcinha
vestida em meu corpo.
Quero esta noite mulher...

João Carlos Faria

Grupo Cultural Cidade das Palavras...

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quarta-feira, 25 de outubro de 2006

Troque seu cachorro por uma criança pobre...

Troque seu cachorro por uma criança pobre

JOCA FARIA


Luz de um sol, hoje eu trouxe um gurda-chuva. Mas paraque um guarda-chuva se só tem sol?Não vim para este mundo para cortar carne e nem para cuidar de cachorro por quinhentos reais. Como cantou Eduardo Dusek -TROQUE SEU CACHORRO POR UMACRIANÇA POBRE-Nossa amada e idolatrada classe média brasileira esta ai a tratar de cachorros como se gente fosse.Mas como disse um amigo dono de banca de revista se houver justiça esta gente mediócre um dia vai ser cercada de cachorro em algum lugar do inferno.Não tenho nada contra cães e não mato nem barata na área de minha casa.Nem sou contra o cemitério de cães do vereador de São José dos Campos o Petit.Mas e nossas crianças abandonadas nos faróis da grandes cidades ou nas carvoarias e nos bordeis quetem por ai.E estes filhos de nossa pátria mãe gentil quem cuida deles?Nossos políticos que com seus apadrinhados sugam as testas da mãe estado.Se me decem uma vaga até pegaria pois não estou a rasgar dinheiro.Mas não devemos aceitar estes Morcegos a chuparem nosso sangue e não resolvem os problemas do pais.Só ficam enventando forums e mais furums sobre droga,favelas,cultura e nada se resolve de fato.Onde estão nossos vereadores, deputados estaduais, federais, senadores.Na terra de LUIZA Helena a prostituição infantil esta a solta e ela a esbravejar comendo caviar.Enquanto isso ditos militantes sonham com uma vaga em qualquer desgoverno e o Primeiro Comando da Capital esta ai a solto em vez de matarem carcereiros deveriamlistar políticos corruptos e os eliminar.Assim gerando e declarando uma Guerra Civil pena que não sou homem o suficiente para iniciar um ataque deste.Pois novos porcos iriam assumir um novo governo corrupto por isso devemos reinvestir na democracia pois só uma sociedade realmente democrática pode acabar com a corrupção.Mostra a historia que movimentos como o PCC não chegarm a lugar nenhum.Portanto vamos melhorar o que esta ai.

João Carlos Faria

Grupo Cultural Cidade das Palavras

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terça-feira, 24 de outubro de 2006

Bandeirantes heróis?

Bandeirantes heróis?

Joca Faria

Não mil vezes não devemos julgar nosso passado, pois lá não vivemos. Quem nos somos de uma sociedade que valoriza o consumismo e o individualismo. Para podermos julgar historicamente a saga dos Bandeirantes.Quem hoje nesta hera hipermoderna já fez uma trilha por nossa Mata Atlântica deve ter a noção do que aqueles homens enfrentarão ao chegar nestas terras hoje chamada de Brasil. Acredito que faltou uma ousadia na direção da peça Cassiano Ricardo –O Martim Cerere do Brasil dirigida pelo Cláudio Mendel.Se fosse eu a dramaturga Adélia Nicolete teria jogado a primeira parte da peça na lata do lixo e iniciado com a parte de nossos Bandeirantes.Esta peça fica justificando o tempo todo o lado fascista de nosso Cassiano Ricardo o poeta viveu num período conturbado do século vinte foi declaradamente integralista que era o fascismo verde amarelo.Mas nem por isso deixa de ser um grande nome de nossa literatura nacional atuando emtodos os movimentos e vanguardas do século vinte chegando aos anos 70 com uma poética libertária sendo até cantando pelo grupos Secos e Molhados.O que faltou na peça e ter convidado nossos jovens dramaturgos Edson Gori e Franklin Maciel para participarem deste processo colaborativo e esquecendo se também do jornalista e poeta Reinaldo de Sá que é um grande estudioso da polemicaobra Cassianica.O que também falta é a ousadia de se fazer nosso Cassiano chegar a telona ,pois talentos já não nos falta como nosso cineasta Cláudio Yoshida colaborador do jornal Valeparaibano e roteirista premiado.Pode se fazer uma parceria com a secretária estudual de cultura e o ministério da cultura e financiar este projeto cinematográfico.Ai sim difundido a obra de Cassiano Ricardo por todo nosso pais.Mais no fim das contas parabenizo a ousadia da presidente da Fundação CulturalAntonia Varoto.Mas e agora José teremos um Cassiano na telona?Aguardem os próximos capítulos desta verdadeira saga joseense.

João Carlos Faria

Grupo Cultural Cidade das Palavras

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sexta-feira, 20 de outubro de 2006

hoje

Hoje

Joca Faria

O que fazemos aqui? Para onde devemos caminhar? O meuguarda chuva esta aberto mas não chove. Se chovesse eu não abriria para tomar chuva andar por ai perdido sem rumo nenhum? Sem destino? Mas que destino? Chove nesta manhã cinza os Deuses nos olham. Mas nos sentimos sós.Porque toda esta solidão. Cores muitas cores mesmo nesta manha cinza e silenciosa onde a chuva cai.O suor nasce deste eterno cansaço desta eterna busca da verdade?Afinal quem somos neste imenso quintal chamado Terra?Crianças em busca de um aprendizado? Este mundo tridimensional nos engana com suas ilusões.Mas como aprender a enchergar a quarta dimensão?Será que merecemos enchergar este outro universo que nos permeia?O que é a liberdade? Será que somos livres? Ou presossim a este mundo tridimensional e material.Estamos presos ao ter.E nunca somos.Fazemos tudo para ter.Sem nenhum limite.Mas que limite há se somos completamente ignorantes?Não sabemos nada nem sobre nos mesmos e a muito deixamos de ser crianças, talves ser criança é o que importa ver as coisas e os seres sempre como novidade,interrogar o mundo, tentar desvelar o véu de isis.Sem nenhum medo ai quem sabe seremos.Mas quem sou eu afinal? Ainda não é carnaval me sinto um palhaço a desfilar pela rua xv de novembro.Olho a marquize e não vejo o garoto do poema de Marcelo Planchez.E na outra esquina diante dos olhos de todos sou assaltado.

João Carlos Faria

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Eleições 2006

Eleições 2006

Joca Faria

Querem novamente enganar o povo a rede globo novamentetenta manipular as eleições no Brasil.Segundo a revista Carta Capital tentaram armar com odelegado da policia federal.Nos cidadãos conscientes não iremos cair nesta LUÍS INÁCIO LULA DA SILVA esta fazendo um governo transparente e audacioso.Não se arruma um pais em quatro anos.Mas neste governo se avançou muito.Não foi ainda a realização das utopias.Mas chegaremos lá criando uma grande sociedade democrática como afirma o Filosofo Renato Janine Ribeiro.Precisamos investir em saúde, educação e controle de natalidade educando a população para o planejamento familiar.Precisa se investir ainda mais no Nordeste, no Centro Oeste para um desenvolvimento por igual neste pais.E Lula é o governante ideal para a união de todas as classes sociais em torno de um projeto de reestruturação de nosso Brasil.Precisa se instalar o projeto de renda mínima do Suplici ampliar o credito bancário para a população e o desenvolvimento de cooperativas.Precisamos dar a vara para o povo pescar.

João Carlos Faria

Grupo Cultural Cidade das Palavras

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sexta-feira, 13 de outubro de 2006

VERBO

Verbo

Joca Faria

Bom dia,boa tarde ou boa noite.Não sei em que horário tu lês este artigo, poema ou ensaio?Afinal quem somos nos ? Semana passada aprendi que não se deve usar o Verbo com mas palavras.Mas difamei o escritor Frankilim Maciel num email rancoroso e humilhante.Quase perdi a amizade da poetisa Beti Souza ao usar a palavra merda.Tudo que aprendi em uma aula de Gnose eu não usei na pratica.A vida é assim mesmo um grande aprendizado.Agora como eu um aprendiz de escritor deixarei de usar de ironia e maledicências em meus textos se sou um ser egoico.Ai que ta o perigo devemos aprender a usar o Verbo corretamente acredito que devo voltar a ler a Bíblia,lerei O ALCORÃO e todos os outros livros sagrados. Para novamente aprender a usar o Verbo corretamente.Hoje estamos numa quarta feira véspera de um feriado a Maira Varela já deve ter editado o jornal O GRITO aqui em São José Dos Campos.Finalmente um novo jornal alternativo. Nesta cidade carente de atividades alternativas e que tem um movimento cultural dependente de verbas públicas.Mas o Verbo vou usar com cautela. O sol e belo la fora e eu nesta terra Cassianica escrevo meu texto tranqüilamente.Sem nenhuma pressa. Amanhã e dia de nossa Senhora Aparecida nossa Deusa mãe.A alguns anos trás fizemos uma trilha descendo a Serra da Mantiqueira apé foi muito bom.Amanhã devo estar em casa me preparando para um encontro literário que acontece neste sábado.Tudo flui Solfidone continua viajando pelas estrelas.Me falaram telepaticamente que ele esta num shoping tomando coca-cola.Não acredito deve ser uma mentira.Vou me indo que não sou bobo tenho que ler o jornal para degustar novas mentiras.

João Carlos Faria


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sábado, 7 de outubro de 2006

madona



Um poema de Walt Whitman

Uma criança disse, O que é a relva? trazendo um[ tufo em suas mãos; O que dizer a ela ?.... sei tanto quanto ela o que[ é a relva.Vai ver é a bandeira do meu estado de espírito,[ tecida de uma substância de esperança verde.Vai ver é o lenço do Senhor,Um presente perfumado e o lembrete derrubado[ por querer,Com o nome do dono bordado num canto, pra que possamos ver e examinar, e dizer É seu ?

sexta-feira, 6 de outubro de 2006

Cassianando

Cassianando

Joca Faria

Estava passando pelo Espaço Helena Calil quando me deparei com o programa do espetáculo musical Cassianando de Nando Luz.Que belos poemas de Cassiano Ricardo esta neste programa que mais parece um fanzine daqueles dos bons tempos.Hoje estamos no mundo virtual mas nada como um texto imprimido em papel ainda mais com poemas do velho Cassiano.Desde 1998 quando as portas se trancarão e não mais pudemos editar o famigerado LITTER tento montar um jornal literário e não encontro apoio do povo da cultura.Ter um jornal literário em nossa cidade e de fundamental importância para o desenvolvimento cultural e social de nossa comunidade.Na época em reuniões os povos dos sindicatos prometeram dar apoio para a criação de um jornal literário. Mas a ignorância de nossos sindicalistas é muito grande. E esqueceram se daquela promessa.Talvez hoje a sensibilidade destes homens e mulheres que se intitulam de esquerda. Quando sempre os vejo nos melhores restaurantes de nossa cidade. Esteja mais aguçada e comecem a investir em atividades culturais para a população.E consigam melhor interpretar a atual conjuntura política e econômica deste mundo atual.Voltando a poesia Cassiano Ricardo é um grande poeta e precisa ser cantado e interpretado.Aguardo com ansiedade a peça que esta sendo dirigida por Cláudio Mendel ,mas acredito que nosso Cassiano mereça também ser retratado no cinema por sua grande contribuição para melhor enxergamos nosso Brasil.Viva Cassiano.

João Carlos Faria

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domingo, 1 de outubro de 2006

pecado


Olá Joca,Elizabeth (betelise@terra.com.br) quer convidar você a ler o post http://mundodebeth.blog.terra.com.br/educacao_na_cidade_sem_alma_matrix_revol no blog MUNDO DE BETH.Para aceitar o convite, acesse o endereço acima e aproveite para fazer o seu blog grátis.Abraços,Equipe Terra Bloghttp://blog.terra.com.br/

pecado

Pecado

Joca Faria

Todo o universo dança durante nosso respirar somos seis bilhões de seres ditos humanos neste pequeno planeta chamado Terra não somos nada diante do infinito.
Ouço musicas advinda de um rádio. Agora de manhã fiz uma bela montagem em meu blog com ilustrações de vaginas e falos.
O sagrado mais uma vez se profana nossa hipócrita sociedade cultua o sexo e ao mesmo tempo se perverte em insanos desejos reprimidos.
Somos mentirosos ao esconder nossos órgãos sexuais tremendamente mentirosos.
A nudez a bela nudez e escondida sobre as roupas criando a falça noção de pecado.
O pecado esta em não sabermos amar.
O poeta Marcelo Planchez diz ter tido uma experiência mística ao ficar nú no Ibirapuera para as fotos de Spencer Tunic.
A nudez faz parte de nos nascemos nus porem somos enterrados vestidos.
Ser civilizado e um conceito complexo porque não podemos tomar banho nus numa cachoeira?
Liberdade estamos tão longe dela ,mas talvez ela esteja a um passo do abismo.
A agora quem escolhe ou não saltar e nos mesmos.

João Carlos Faria

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A flor eo pijama

A FLOR E O PIJAMA

Joca Faria

Numa manhà numa bela manhà de manhã.Toquei a campanhainha da bela princesa destes novos tempos.
A sua secretária interrompeu seu sono dizendo que um homem bem estranho a chamava.
A linda Princesa perguntou quem era. Levantou se rápida e serelepe como sempre vestindo um lindo pijama esbanjando sensualidade como o nascer de uma flor.
Sentou se aquele rude homem ao seu lado e tomaram um belo Café.
Ele um poeta em busca de si mesmo, foi a sua casa em busca de um figurino perdido mas isto era uma desculpa uma simples desculpa para estar
Perto desta linda princesa .
Conversaram sobre Amsterdã a bela Amsterdã onde os homens podem almejar a felicidade.
Onde cada um É cada um sendo só. Um lugar onde HAnki Bay passeia, onde poetas passeiam onde eu o narrador poderia ir a um supermercado nÚ.
Fui me embora deixei esta aquariana esta revulucionária aquariana.
Leve e sedento de paixão por seu flamejante SER.
E sua indecisão aventureira.


João Carlos Faria

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Tarde de inverno

Tarde de Inverno

Joca Faria

Nesta tarde cercado de máscaras, violões,quadros e homens do bem.
Respiro neste calor, minhas pernas doem meu corpo cansado. Mas meu espírito livre querendo viver.
Depois de amanha vai ter revoada de borboletas azuis no espaço que pode ser o sideral ou dentro de útero de fêmea em cio.
Segundo confessou me o poeta WANGY Alves num delírio da realidade mágica.
Cercados de ninfas num desenho de giz numa noite de fundo azul.
Dancemos cirandas junto às estrelas da Ursa Maior.
Comemos Bananas e joguemos as cascas na terra para nascer novas Bananas.
Mas que Bananas? Escorreguemos nas cascas e cairemos em nuvens de algodão.
Façamos copulas astrais.

João Carlos Faria