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quinta-feira, 14 de setembro de 2006

Infindável Rotina

Infindável Rotina

Joca Faria

Num dia como outro qualquer dentro de nossa rotina de nossa infindável rotina.De seres ditos humanos.Onde cachorros latem amarrados ha lingüiça. Onde pessoas infelizmente solteiras amargam a solidão de suas camas.Nós seres humanos não devemos estar sozinhos.A solidão é um grande pecado.Ficamos num grande silêncio ouvindo o cantar dos pássaros nestas terras Valeparaibanas.Dentro de meu ser brotam as palavras que digito nesta máquina de Kaos que denomina se computador. Estamos sós porque queremos ou pela nossa incompreensão do universo feminino ou masculino? Dependendo de quem lê este texto.Esta noite a revi minha primeira paixão neste mundo físico faz tempo que não há vejo.Ela vive lá pras bandas da Mantiqueira dançando ciranda e cantando com os passarinhos.Enquanto isso os elementais pregam me peças caindo folhas secas por dentro da camisa.Quase me despi em plena avenida Brasil seria eu preso e acusado de exibicionismo. Mas seria uma grande brincadeira de algum elemental. Vivemos num mundo de grandes convenções e leis estamos presos a constituições temos direitos e deveres, mas afinal e por sinal quem somos por trás das MASCARAS?Tento me desvendar, tento descobrir me sou um homem ou um pássaro?Nunca sei, Leio atentamente nosso mestre Samael Aun Weor e tento decifrá-lo, mas na minha santa ignorância descubro me Incompetente.Gnose Gnose Gnose Gnose.O conhecimento este decifrado basta-nos aprender a decifrá-lo.Afinal eu tenho uma alma?Afinal tudo cabe em meu quintal...

João Carlos Faria

www.cidadedaspalavras.com.br

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