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sexta-feira, 23 de junho de 2006

Infinito

Infinito

Joca Faria

Lendo-me e relendo-me
Descubro meus medos e minhas ambições.
Sentir minha própria poesia.
Ler como se fosse outro.
Minha poesia e somente minha.
Minhas palavras percorrem meus corpos.
Pois sou uma multidão em um.
Tenho medo, mas supero o desafio.
Minhas palavras não ecoam, Mas me modificam.
Quem sou? Alem de puro medo?
Devo sair desta escuridão.
E tirar este véu.
Devo ser um guerreiro e não um prisioneiro.
Quem sou? Olho este céu azul e descubro me
Parte do infinito.

João Carlos Faria

http://www.cidadedaspalavras.com.br/

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