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quarta-feira, 17 de maio de 2006

Ciranda do Kaos

Ciranda do Kaos

Joca Faria

A perna aberta, Risos nos corredores, A bailarina prepara se para sua entrada, Teatro lotado.
Luzes apagando o silencio o silencio. Luz uma luz se inicia ao som
De Amor de Flamincos de Edu Planchez.
Camisas de forças prende três bailarinas, Dançando de uma maneira bem louca.
Num estranho êxtase um salto no ar dado por uma delas, Balas cruzam o palco, Entra uma figura representando um pai.
Bailarinos usam mascaras sobre a nudez de seus corpos com caras
de ditadores.
Prendem em Danças as três bailarinas suas roupas são arrancadas
ficam nuas no palco.
Efeitos de imagem ao fundo mostram furacões azuis.
Lagostas humanas atravessam o palco em direção a platéia um salto
em direção a uma vitima alguém e tirado da platéia e levado ao palco.
E amarrado a uma camisa de forca e suspenso no ar.
Some a luz e some todos do palco.
Derrepente voltam as luzes e todos de azul pintados em seus corpos
nus dançam.
A musica termina entra três atrizes. E em coro dizem a seguinte
Frase de Nietze E necessário possuir um caos dentro de si para
dar a luz a uma estrela brilhante.
Um ator entra com uma tocha acesa e caminha ao centro do palco.
Onde começa a falar a falar muito de uma maneira louca.
E interrompido por um velho palhaço que conta uma piada, O ator
fica vermelho apaga a tocha e sai.
O palhaço tem o palco só para ele e conversa com a platéia logo
e cercado por três bailarinas despidas de ninfa.
E encerra se o espetáculo com uma ciranda.

João Carlos Faria

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