Seguidores

quarta-feira, 31 de maio de 2006

Calcinhas


Calcinhas

Manias e coleções

Manias e coleções.

Joca Faria

Tenho muitas fixações e muitas manias. Uma delas e ser colecionador de calcinhas. Adoro ir as lojas olhar bastante escolher um modelo e comprar faz muito tempo isso, Já tentei deixar esta mania mas não consigo.
E uma fixação que não consigo perder faz parte de meus delírios mais ousados, E legal andar pelas sessões de roupas intimas femininas e tocar e sentir.
Minha falta de grana de sempre me impede de ter muitas, Lá pra bandas de Janeiro de 1997 me livrei de minha primeira coleção com algumas crises.
Mas não consigo deixar esta mania, Sei que não sou o único maluco.
Uma outra vez também me livrei da primeira que comprei numa loja e algo
Interessante ter estas manias secretas e o medo de ser descoberto.
Uma de minhas fantasias e brincar com minhas amantes, Depois do sexo.
Já ate achei que era bicha por isso, Mas já descartei esta hipótese gosto muito de mulheres. O feminino e algo sedutor que nos deixa felizes.
E algo mágico e humano.
Vivemos com nossas manias e deixa-las e de uma dificuldade sem igual, Mas aquém prejudico com este grande tesão.
Nem a mim mesmo, E duro ter a coragem para admitir vivemos numa sociedade bem machista e careta.
Onde todos escondem seus segredos mais íntimos quero compartilhar para me ver livre destas minhas neuroses.
A ousadia faz parte da vida precisamos nos libertar de nossas algemas mentais.

João Carlos Faria

terça-feira, 30 de maio de 2006

Partido Verde


Partido Verde

A cidade e o dia adia.

A cidade e o dia a dia.

Joca Faria

Manha de terça feira acabo de ler um belo texto de Fernando Bonassi na Folha
de São Paulo. Os dias passam e hora de escrever para o Veja São José continuo sem meu micro, Já estou para levá-lo para o conserto. Meu editor já deve estar de saco cheio, Pêra ai pó ta difícil.
Domingo li no Valeparaibano que o povo esta vendendo as casas que ganharam da Prefeitura de São Jose Dos Campos isto e uma grande barbaridade tenho amigos que estão na fila há cinco anos e agora foram contemplados com as casas sorteadas para Eugenio de Melo.
Como diz o poeta Dailor Varela nos poetas temos que ter culhoes estou no PV e concordo com Partido por defender a governabilidade, Isto e correto
não adianta ficar pichando quem esta no governo temos que criticar sim ,mas também propor.
Cabe ao governo atual resolver a questão do Pinheirinho com uma boa solução
para aquela comunidade. O projeto habitacional tem sido elogiados em alguns programas na Tv Cultura, Portanto senhora Maria Rita ouça aquele povo os receba e resolva a situação deles, Aquele terreno foi dos Alemães mortos quem os matou? Aquele terreno e de uma massa falida, Portanto pode ser urbanizado já esta virando uma grande favela, Cabe ao município dar uma solução pacifica a questão.
Os movimentos Urbanos estão fortalecendo porque o poder publico não esta dando soluções adequadas na questão da moradia, Quando surgira neste pais um movimento contra o desemprego que seje tão atuante como os Sem Terra
e os Sem Tetos.
Nos em São Jose somos uma terra de grandes cabeças e grandes soluções da
extrema esquerda a extrema direita e fico eu no PV.
Gente precisamos de votos para continuarmos existindo votem no PV dêem nos
um pouco de credito.
E uma boa semana a todos.

João Carlos Faria

quinta-feira, 25 de maio de 2006

LUA LUA LUA NUA


LUA LUA LUA NUA

Anel de esperança

Anel de esperança

Joca Faria

A lua na manha da noite.
Prendeu seus cabelos e saiu para ver as estrelas.
Estava querendo brincar de esconde esconde.
Estava cansada de ser um planeta desabitado sem nenhuma vida.
Sabia que iria virar poeira cósmica.
Então seu espírito resolveu passear pelo universo.
A procura de muitas aventuras.
Pôs um anel em suas belas mãos.
Pegou um cometa que passava perto de si.
E foi viajar sem dar nenhuma bola para seu antigo corpo.
Seu desejo por novas aventuras era grande queria sentir se viva novamente renascer em volta de alguma nova estrela.
Queria gerar uma nova vida dentro de seu útero.
Conversou com Deuses e ganhou outra vida.
Num lugar qualquer da Galáxia.
Enfim a lua renasceu.
No útero do universo.

João Carlos Faria

quarta-feira, 24 de maio de 2006

Irmandade Azul

Irmandade Azul

Joca Faria

Faz frio nesta quarta feira acabo de criar mais um blog para divulgação coletiva de nossos trabalhos da Irmandade Azul. Ontem estava relendo a bela entrevista de Solfidone para o LITTER dez e me emocionei com aquela bela entrevista e mais aquele texto de Edu Planchez.Que absorvam este novo blog que mostra as idéias destes poetas desta nossa São Jose Dos Campos.
De nosso Vale do Paraíba , São Paulo Brasil.
E o novo que se recicla como diz o filosofo Solfidone que agora vive num retiro em pleno shoping centro sem falar com seus antigos discípulos.
E o velho mestre que neste ano completa seus cinqüenta anos agora bem distante de todos nos, Mas se fará mais perto neste novo veiculo de comunicação já tivemos tantos nomes comissão de literatura, Celebreiros, Base, Irmandade Neo Filosófica , ARAUTOS URBANOS, Cidade das Palavras a FUTURA ong e a Irmandade Azul.
Isto e a filosofia destes insanos poetas tão distantes e tão pertos nesta terceira dimensão deste planeta chamado Terra ou para quem preferir Gaia estamos aqui vivos somos Índios, Homens, Mulheres querendo nos transformar viva o amor o amor em toda sua plenitude.
Viva todos os Centuriões do Litter guerreiros da palavra.

João Carlos Faria

http://irmandadeazul.blogspot.com/

http://jocafaria.blogspot.com

www.cidadedaspalavras.com.br

terça-feira, 23 de maio de 2006

EU

Eu

Joca Faria

Mais eu do que eu mesmo, Estou perdido em meus parcos sentidos,
Caminhando RUMO a uma estrada sem saída.
Em que direção posso ir? Não tenho ninguém a encostar nas noites mal dormidas, Para me consolar na hora do pesadelo.
Que mal eu faço a mim mesmo, Não sou um sedutor, Não derrubo corações
Sou pura solidão estou vazio.
Ainda não aprendi a amar, mesmo sendo poeta.
Que Cazuza me perdoe por roubar os versos.
Danem se. Sou sozinho a ESCUTAR o motor de um avião.
Quero me perder no caminho para Atlântida quem sabe em outra dimensão
Eu descubra o amor.

João Carlos Faria

Agora que ela canta

AGORA QUE ELA CANTA

Antônio Eduardo Planchez de Carvalho

um homem do passadono dia de hojeUma tristeza longínqua respira arcadas em minhas janelas humanasNa divisa da tarde ruiva com a noite relva, no pêlo de um lobo, pantera, mocho e corvoTrago o fígado da tarde-noite para ser tratado pela água dos meus olhos."O rio de Piracicaba vai jogar "almas" pra fora" Delírios de um ano inteiro para um vivente dos temporais inusitadosGostaria de saber escrever bem melhorGostaria de anoitecer agora, agora que ela canta. Primeira luz trazida pelas lontras das chuvas eternasResta-me ser um único hemisférioPelo azul eu sou o meridionalPelo canto do uirapuru esqueço tudo o que disse anteriormentee me oculto na florestaAtravés dos vãos das folhas pardas avisto luas-planetas- astros-estranhosConstruo poemas gigantes com os pésFôlego, é o que mais tenhoMeu fôlego de flores cobre todo o Brasil nas penas de mil bandos depapagaios,araras e bicos-de-lacreLágrimas de pedra precipitam-se das dezenas de ossos que tenho:olhos nos ossos, nas unhas e nos cabelos do sexoPeruca das árvores cobertas do orvalhoAntônio Eduardo, pai e mãe de todos os cachorrosCipó-chumbo brotando dos botões do micro-systen Nos resta um contrabaixo acústico cosendo a fartura rítmicadas últimas milhares de semanasAs bocas de mil Bhudas se abrem,escorrem estrelas e o que não sei definirPássaros do breu, filhos de Allen Ginsberge Florbela EspancaMinhas vistas violetas amam a gelatina dos versosclitóris de Ana Cristina Cesar A luminosidade da minha poesia é um antídotoao avanço neo-conservadorA luminosidade da tua poesia é um antídotoao avanço neo-conservador Chamar Allen Ginsberg de senhor é sacanagemA boa música é negada as pessoasO Brasil “exporta” os seus melhores talentose os nega para o seu próprio povoE nos impõe uma ditadura mentalNinguém conseguirá deter o grande renascimento da poesiaNinguém, nenhum demônio careta conseguirá detero renascimento do verdadeiro espírito humano Que se dane que a Ivete Sangalovendeu milhões de cópiasO Brasil tem 160 milhões de habitantesNão somos obrigados a engoliresse e outros lixos oportunistasMediocridade se opondo à eternidade Se esses aproveitadores olharem para o sol (interno)conhecerão a cegueira de suas pobrezas E quem é que precisa de lixo? Determino o renascimento do homem totalHomem, homem, nem um pouco Deus e sim homem,profundamente integrado ao movimento do planeta,a partir do movimento de sua comunidade,das pessoas que ali vivem "É chegada a hora de reeducação de alguém,do pai, do filho, do espírito santo, amém!" Aquele que luta apenas em prol de seu próprio benefícioestá terrivelmente errado,esse não é o movimento do universo,essa não é a corrente do grande oceano vivoVocê, que se calou por pura conveniência,deveria cortar literalmente a língua e jogar aos porcos Dinheiro, poder, posição, jogos de interesses:Que pobreza!Os homens esqueceram que são pássaros Tire seu velho sapato antes que seja tardee pise o ventre de Mãe TerraDancemos voltados para a África, para a Índia,para a Serra da Mantiqueira, para extremo sul dos Andes Rebolemos recitando os versos de todos os poetas brasileirosNordesteSulCentro-OesteNorteSudeste Ali está a estrela Dalva e as estrelas das constelaçõesUrsa Maior e Ursa MenorQue tal um "Frevo rasgado"?"OLHE BEM NOS MEUS OLHOS/OLHE BEM PARA VOCÊ/O FATO É QUE/ A GENTE PERDEU TODA AQUELA MAGIA (...)" 25 de dezembro de 1995Parque Novo Horizonte -SJCampos- SP (Edu Planchez)

Horiginalmelmente publicado no LITTER.

Em qualquer lugar do mundo

Em qualquer lugar do mundo

*Franklin M.

Crianças são crianças em qualquer lugar do mundo
O sol que aqui aqueceÉ o mesmo sol em qualquer lugar do mundo
O sangue é vermelho em qualquer lugar do mundo Sorrisos aproximamA dor dóiO amor purificaA compaixão conciliaEm qualquer lugar do mundo
Em qualquer lugar do mundoHaverá o medo, haverá heroísmoHaverá diferenças, haverá semelhançasHaverá minorias, haverá maioriasE os homens e mulheresSão humanosLaços indiscutíveis em qualquer lugar do mundo

segunda-feira, 22 de maio de 2006

Açougue Latino (Brasil), 1982


Açougue Latino (Brasil), 1982Oil on Canvas130 x 151 cmPhotograph: Marcelo Ribeiro

Uma editora Valeparaibana.

Uma editora Valeparaibana.

Joca Faria

Nestes dias de maré baixa na cultura local até que um happening não seria uma
ma idéia, Ta tudo difícil estou sem minha prestigiosa maquina de escrever na verdade um velho e bom computador. Que simplesmente parou de escrever e eu para variar estou sem grana para concertar.
Meu livro esta parado por falta de grana e revisor, Como queremos montar uma editora nestas terras.Se nem temos um time de gente especializada, faltanos revisores, diagramadores e tudo o mais que se precisa para editar um livro ta certo que sempre superamos os obstáculos.
Editamos o LITTER sem nunca termos feito um jornal, Também recentemente fizemos os dois cds, Mas agora tem se a ideia de termos uma editora, O Marcelo Planchez já me falou que a papelada esta pronta.Agora precisamos montar um time de voluntários para por esta editora para funcionar, Lançar um jornal e editar livros de gente da nossa geração e também gente do passado.
Preciso de boas idéias, Para solucionarmos as dificuldades , Pois elas as dificuldades existem para serem solucionadas.
E o hepening? Quem esta a fim de fazer um em plena Praça Afonso Pena o ultimo que marquei em 11 de Setembro de 2003 só deu eu o Edu e o Harley e o Nélio e mais ninguém quase fui preso.
O abda Almirez só patrocinou e na hora H tava cheio de serviço fizemos uma
Torre de Papel e derrubamos.
Vamos brava gente vamos montar esta ong editora.
Estive na Praça Helio Pinto Ferreira e a estatua do poeta esta que da pena.
Quem pode dar um jeito nisso?
No mais um abraço e logo retomo meus textos diários por enquanto vai do jeito que der.
E viva o Dailor Varela com seus belos pitacos no www.vejasaojose.com.br
No mais um abraço.

João Carlos Faria

quinta-feira, 18 de maio de 2006

Dani Penellupi

QUEM NUNCA EXPLODIU, NA VIDA, NAO SERA RESPONSABILIZADO PELOS PROBLEMAS SOCIAIS DO NOSSO BRASIL por Dani

PeneluppiPercebemos que o maior problema, da humanidade, nao é somente a violencia, fome de comida, de educacao, de saude, cultura, etc, mas a fome de viver, e bem, e nao apenas sobreviver! O mundo tem que encontrar um motivo maior para a paz, visto que viver a paz nao e um bom motivo ainda para muitos! Somos a maioria, e quando resolvermos nos organizar, verdadeiramente, assim acontecera, teremos a paz!Por todas as belezas, prazeres e amores que a vida pode nos ofertar, temos todos que nos unir! Muitos nada tem, em todos os sentidos, devido ao capitalismo e outras variadas razoes sociais e politicas e psicologicas, e mais outras milhares de razoes que criamos, e criam, e por outras maiores desculpas que existem. Todos temos olhos para ver que nao possuimos nem o que nos pertencem, e todos vemos a desigualdade, ha uma grande desigualdade social, isso esta claro, Uma fome de entrar em portas as quais estao sempre trancadas para nos, chamados de "a massa", como nos "chamam-tratam", "massa"! Somos seres unicos, como podemos ser, no todo, massa? Transformaram nos todos em pao, e nos servem, todos os dias, a nos mesmo, para nos mesmo; mas quem sao eles? Talvez um reflexo no espelho? O resultado da violencia é sempre responsabilidade do povo marginalizado, massa, que nao tem educacao, e nao do governo que nao nos provem materia prima para evoluirmos, o basico para nos alimentar e nao somente sermos alimento para outros que passam, ainda mais, fomes ;Mas tambem, ficar esperando tudo do governo é muito facil! Todos querem direitos, mas quais sao as pessoas que cumprem os seus deveres de cidadao, quantos cobram os seu direitos, e levam a politica a serio, e votam, lembram em quem votou e os cobram de suas promessas? Somos assim, e somos muitos, a maioria, e temos que tomar consciencia disto, temos poder, e tambem obrigacao de agirmos, todos juntos, antes que seja tarde; temos que tomar consciencia de que tambem temos uma parcela de responsabilidade no que aconteceu, nao somente esta semana no nosso pais Brasil, mas tambem com o que acontece com todos os povos do mundo, ontem na Franca, hoje no Brasil, ontem no visinho, amanha na nossa casa!Atitude sera o maior passo para pularmos esta parte horrivel da historia, temos logo que dar esse salto quantico, temos que fazer um bem a nos mesmo, estamos desolados, desiludidos, carentes, esta na hora de agirmos, de exigirmos os direitos humanos, que eles existam nao somente nos papeis; O que podemos fazer de melhor que nos organizarmos e agir? Estavamos a dormir um sono profundo, uma bomba pode ter o seu lado positivo. Temos que aproveitar que estamos acordados agora, tirar o lado positivo disso tudo, mesmo que complicado, sera melhor que ficarmos observando tudo explodir, e com medo, petrificados, nada mudara. E, nos revoltarmos contra a situacao, que somos tambem responsaveis, nao sera uma ato muito util no momento; Sou brasileira, tambem estou em choque, mas sei que nao podemos ser pedra! Maos a obra! O trabalho é duro, mas a recompensa vale mais que ouro, vale o futuro de todos os que amamos! Um grande beijo, e mesmo de longe, farei a minha parte.

Daniella PeneluppiRESPOSTA AO GRANDE FRANK

quarta-feira, 17 de maio de 2006

Quando haverá justiça?

Quando haverá justiça?


Joca Faria

Delegacias incendiadas. Policiais morrem em ciladas preparadas por
Bandidos.
Morte em São Paulo, Sem nenhuma justiça, População sem nenhuma defesa.
Num triste Domingo de Mães. Em enterros por todo o Estado.
Quem pode nos fazer justiça? Estamos inseguros indefesos diante
De escoria.
O céu azul de Outono não mostra o sangue escorrendo pelos bueiros, O sangue das vitimas que cobram Justiça.
Que pais e este? Onde bandidos ficam impunes enquanto a população esta presa em suas casas.
Justiça quem nos fará Justiça?Têm-se governos desgovernados.
Precisamos nos mobilizar, Esquecer as diferenças e juntos lutarmos por Justiça.
Hoje policias, Amanha VOCE.
Justiça clamemos por justiça.

João Carlos Faria

Joca Faria- João Carlos Faria




João Carlos Faria-
Joca Faria

Sonhos

Sonhos

Joca Faria

Noite uma noite de estrelas que dançam cirandas em torno de si na Via Láctea.
Durmo a tarde inteira em delírios febris, Esperando a noite estranha noite chegar.
Dançamos ciranda em nossos sonhos como crianças numa madrugada fria. Vejo as nuvens vejo em sonhos a noite chegar.
Em meu solitário quarto durmo e acordo ao ver as Ninfas INVADIREM meus sonhos. Quem sou realmente? O que esta por trás de meus segredos? Em sonhos e pesadelos sou ator de novelas,
Às vezes cometo estranhos assassinatos, Às vezes estou a fazer sexos
em estranhos bordeis infernais.
Quem sou diante da solitária estrela que inaugura noite.
Ando como que com intimidades pelos círculos infernais, Danço com Anjos cirandas em cima das nuvens.
Crianças batem a porta querendo invadir meus sonhos, Volto ao mundo e torno me novamente criança ao brincar.
Ensino a Ciranda a elas.Descubre me ridiculamente humano.
João Carlos Faria

Ciranda do Kaos

Ciranda do Kaos

Joca Faria

A perna aberta, Risos nos corredores, A bailarina prepara se para sua entrada, Teatro lotado.
Luzes apagando o silencio o silencio. Luz uma luz se inicia ao som
De Amor de Flamincos de Edu Planchez.
Camisas de forças prende três bailarinas, Dançando de uma maneira bem louca.
Num estranho êxtase um salto no ar dado por uma delas, Balas cruzam o palco, Entra uma figura representando um pai.
Bailarinos usam mascaras sobre a nudez de seus corpos com caras
de ditadores.
Prendem em Danças as três bailarinas suas roupas são arrancadas
ficam nuas no palco.
Efeitos de imagem ao fundo mostram furacões azuis.
Lagostas humanas atravessam o palco em direção a platéia um salto
em direção a uma vitima alguém e tirado da platéia e levado ao palco.
E amarrado a uma camisa de forca e suspenso no ar.
Some a luz e some todos do palco.
Derrepente voltam as luzes e todos de azul pintados em seus corpos
nus dançam.
A musica termina entra três atrizes. E em coro dizem a seguinte
Frase de Nietze E necessário possuir um caos dentro de si para
dar a luz a uma estrela brilhante.
Um ator entra com uma tocha acesa e caminha ao centro do palco.
Onde começa a falar a falar muito de uma maneira louca.
E interrompido por um velho palhaço que conta uma piada, O ator
fica vermelho apaga a tocha e sai.
O palhaço tem o palco só para ele e conversa com a platéia logo
e cercado por três bailarinas despidas de ninfa.
E encerra se o espetáculo com uma ciranda.

João Carlos Faria

terça-feira, 16 de maio de 2006

Violencia Urbana

Um dia de medo

Um dia de medo

Joca Faria

Esta segunda feira dia 15 de Maio de 2006 e um dia que entrara na memória de nos Paulista, Cidadãos Brasileiros o medo e o pavor foram grandes, Nunca em minha vida tinha visto um toque de recolher. Sentimos nos indefesos sem nada por fazer, A não ser nosfecharmos em nossas casas e nos preocuparmos com parentes e amigos.Vi meu bairro a Vila Industrial aqui em São Jose Dos Campos. Serem fechados comercio a comercio, Só ouvíamos boatos as informações sempre desencontradas. Televisão ligada o dia todo com um grande acerto da Rede RecordQue trabalhou por quase o dia todo com informações.Vi um ônibus queimado totalmente destruído passar perto do Pronto Socorro da Vila Industrial.Como um simples cidadão questiono o Governo Paulista por não aceitar as tropas federais, E urgente uma ação dos governos não podemos nos preocupar com as eleições. Neste momento a cidadaniaBrasileira esta sendo afrontada nosso direito ao trabalho ao ir e vir, Ao estudo e a simples vida cotidiana foi afetado,Crianças voltando das escolas, Quantas mães de policias perderam seus filhosQue morreram em nossa defesa.Nos cidadãos normais estamos despreparados para ações de guerra civil, Coube a nos todos entrarmos em nossa casa e assistir a esta verdadeira guerra civil diante da TV. Eu esperava uma maior cobertura das TV regionais de nosso Vale do Paraíba para ao menos nos tranqüilizar.Nossa cidade foi afetada diretamente pelo terrorismo destes bandidos organizados.Nossa policia os combateu e os combate com garra e força.Cabe agora a sociedade Paulista se manifestar nas ruas por segurança, justiça e distribuição justa da renda.Não importa mais nossas cores partidárias, Nossas diferenças ideológicas todos estamos vivendo num grande barril de pólvora.Cabe a todos nos uma grande mudança de paradigma.Liberdade antes tarde do que nunca.

João Carlos Faria

sábado, 13 de maio de 2006

Cabide Ameaçado

Cabide Ameaçado

Joca Faria

O vereador Germino de Souza (PPS) protocolou um projeto de lei que proíbe a Prefeitura de Caraguatatuba de contratar qualquer pessoa que tenha concorrido a cargos eletivos nas eleições municipais. O vereador diz que seu objetivo é impedir que a administraçãovire um cabide de empregos para os “correligionários” derrotados nas urnas. Se a moda pega...
Se todos nossos políticos fossem bem intencionados como o vereador de Caraguatatuba Germino de Souza que propõem um projeto dei lei que proíbe a contratação de ex-candidatos nosso pais iria dar um grande salto de ética e moralidade pública.
Li esta matéria na coluna ponto a ponto do Jornal Valeparaibano.A sociedade civil tem que pensar neste tipo de projeto de moralização pública.Os partidos políticos não devem ser estruturas para gerarem cabides.E sim para proporem e melhorar cada vez mais a sociedade.
Os cidadãos oportunistas pensariam varias vezes em saírem candidatos. Porque a OAB, centrais sindicais, Fiesp não encapam a idéia e tentam um projeto nesta linha para todo o Pais. Seria algo inédito.João Carlos Faria - jocafaria@yahoo.com.br -

www.cidadedaspalavras.com.br - http://jocafaria.blogspot.com www.arautos.digitalvale.com.br

http://www.vejosaojose.com.br/jocafaria.htm

sexta-feira, 12 de maio de 2006

Podrias ser tu. 75 x 62cm



Mercedes Cervilla's Gallery / Galería de Mercedes Cervilla cervilla00@hotmail.com

Podrias ser tu. 75 x 62cm
It could be you

Ser?

Ser?

Joca Faria

Pensar e não agir adianta? Tenho sentindo me acomodado de mais
nos últimos tempos não encontro a saída deste labirinto em que me perdi. Afinal quem sou? Hoje minha sinusite atacou de uma maneira pesada nem fiz minha caminhada. Um amigo de longa estrada ligou me avisando que vai a Europa. Eu aqui parado com a escova de dente na mão.Sem decidir para onde vou. Aos trinta e seis
anos, Um canceriano fechado dentro da falsa carapaça de proteção prestes a completar dez anos sem emprego.
O que faço de minha preciosa vida que vai indo sem nenhum controle.Ser só um escritor de blog não adianta em nada, Mas não
ser e pior ainda, Talvez tenha gastado munições com o que não
seja importante de fato.
Mas a verdade e que não acho a bendita solução, Preciso reagir descobrir novas motivações cumprir minha missão, Mas que missão?
Estou indo a uma escola de filosofia. Mas sinto que ainda falta algo.
Preciso encontrar me profissionalmente descobrir um oficio, Não
leio as cartas de tarô, Mas leio dois horóscopos por dia, O telefone
sempre toca e espero uma boa nova, Acho que preciso criar coragem e fazer alguma coisa. Se não nem publicarei meus textos em livro.
Hoje gostei da historia que vi num jornal de televisão, De um cara
que atravessou os Estados Unidos de uma ponta a outra, Vi um texto num jornal criticando o livro O Código da Vinci quase quis entrar na polemica, Mas pensei e descobri que ainda não devo comprar esta briga.
Tem gente mais preparada para analisar e decidir se deve ou não
dar resposta.
Ainda acredito que farei algo relacionado a viagem, Uma grande viagem. Ontem alguém disse me que possa ter sido um sacerdote em outras vidas, Hoje leio muito esoterismo principalmente GNOSE tem tudo a ver comigo.
Mas confesso que por mais que estude ainda não compreendi nada,
Sou um cego a buscar luz.

João Carlos Faria

Uma saida?

Uma saída?

Joca Faria

Acabo de sair da internet, ler os textos de hoje e tentar enviar um
texto sem sucesso.
Um dos textos que me deixou inculcado foi uma entrevista de Edu PLANCHEZ sobre ser ou ter.
Quem somos nos? Afinal de contas produtos de uma sociedade sem
rumo? Que destino alternativo podemos ter? Tudo sempre depende
da questão econômica, Fiz sempre varias opções e estou hoje aqui
em frente a este computador. Tentando me entender enquanto um
ser humano e também a sociedade na qual vivo.
Tudo sempre passa por uma saída econômica, Estamos sempre presos a questão do capital, Quem ou que agrupamentos sociais conseguem criar um outro modelo social.
Com outras perspectivas de organizações familiares, Acredito que estamos numa era de grandes mudanças. E precisamos criar novas opções e modos de vida para saltarmos este abismo.
Ser e ter estão relacionados, Vivo em pânico com minha inutilidade
mercadológica não sei produzir dinheiro. Mas produzo idéias que geralmente não são lidas.
O que podemos criar de novo para contribuir com nossa Kaotica civilização.
Idéias como o socialismo entraram em colapso, O anarquismo também não funciona ou funciona? Vivemos numa sociedade de massa onde a participação política e quase nula.E o censo de cidadania e desconhecido, Como iremos superar este individualismo? Sinto me falhando comigo mesmo. E impotente
por mais que lute para não me enquadrar temos a necessidade de mantermos a geladeira cheia.
Mas como encher a geladeira sem nos prostituirmos para este sistema demoníaco no qual vivemos, Nesta prisão mercadológica.
Caro Edu Planchez estou solidário a sua dor, Você sim e um pensador.
Mas encontrar uma saída. Somente com a junção de muitas mentes
para poder solucionar este quebra cabeça.
Como podemos ser empreendedores de uma nova sociedade?
A vida e uma dádiva e nos somos presenteados com grandes desafios.
Saúdo a todos irmãos de uma irmandade azul.
Um grande beijo a todos estes poetas e profetas da não acomodação.

João Carlos Faria



http://www.cidadedaspalavras.com.br/

http://www.vejosaojose.com.br/

quinta-feira, 11 de maio de 2006

Grafitagem da historia de nossa cidade.

Grafitagem da historia de nossa cidade.

Joca Faria

Tenho observado que em nossa São José Dos Campos tem aumentado o número de pichações, Na Vila Industrial um empreendedor pintou o ponto onde pretende instalar uma padaria,
Dias depois apareceu este ponto todo pichado. E assim em toda a cidade a prefeitura através da secretaria de defesa do cidadão tem uma política própria contra a pichação.
Mas acredito que é hora de nossa sociedade começar a pensar em outras alternativas. Além da punição pura e simples aos infratores, Na sua maioria adolescentes.
Quando trabalhei de agente cultural na Fundação Cultural Cassiano Ricardo sabia de um projeto de um grafiteiro de São Paulo que propunha se fazer murais com fotos antigas da Cidade
resgatando a memória de nossa população.
Acredito que esta sim. Seja uma saída mais importante.Que a simples punição. Destes cursos que se davam na gestão da ex prefeita Ângela Guadagnim surgirão vários profissionais e ate artistas plásticos.
Estes cursos podem se associar a praticas de cidadania, Porque não termos pontos de ônibus, prédios públicos com murais contando nossa historia.
Também prédios particulares, Dando uma cara nova a nossa urbanidade.
A pichação no Brasil tem ganhados livros em edições em Inglês, E uma questão urbana polemica. E precisa se encontrar novas saídas
contra esta deterioração de nossas cidades.
Recentemente o SESC São José Dos Campos fez uma palestra com este tema. Não podemos parar ali e sim buscar outras soluções.
A Fundação Cultural Cassiano Ricardo, Fundhas , Secretaria de Educação, Secretaria de Defesa do Cidadão, Precisam estar juntas na busca por uma nova solução.
Também as Ongs, Sabs e toda a comunidade organizada de nossa
cidade juntos chegaremos a uma boa solução.

João Carlos Faria

Filiado ao Partido Verde de São Jose Dos Campos SP.

quarta-feira, 10 de maio de 2006

Felicidade

Felicidade

Joca Faria

"A vida não tem roteiro. Nada é seguro. Quem gosta de
abismos tem que ter asas."

Edu planchez-

Acabei de ler e reler a bela entrevista do poeta Edu Planchez que manda ver com suas palavras de diamantes lapidadas.
O que e escrever? Afinal PARA que servem nossos textos?
Quem realmente nos lê? Sei que sinto me feliz escrevendo
Expressando-me.
O dia hoje esta frio, Aqui nesta biblioteca esta um silencio de teclados sendo batidos.
E eu em minha solidão. Ontem tive duas belas visitas fui posto
em cheque por varias vezes.
Como esta entrevista do poeta, Talvez seja esta a função da literatura.Ajudar nos a nos descobrir enquanto seres humanos.
Vivemos a lamentar um leite que não derramamos, estamos
sempre chorando por cantos.
A vida esta ai em nossa frente como uma FOLHA em branco a ser
escrita somos senhores de nossas vidas.
Admiro todos meus amigos e também os inimigos estamos todos
num grande palco.
Somos atores. Mas podemos escrever o roteiro de nossas vidas, Sejamos felizes a FELICIDADE esta a nossa frente só falta
um paço.

João Carlos Faria

ENTREVISTA DE EDU PLANCHEZ

A GOSTOSA REPORTER "NÁDIA CARAMURU" entrevista o
poeta EDU PLANCHEZ:

Nádia Caramuru

SE VC NÃO TIVESSE ESSE ROSTO QUE ROSTO TERIA?


Edu planchez-


Estou profundamente satisfeito com meu atual rosto,
mas se podesse assumiria o rosto de Leonardo Davinci.
A lucidez me faz um homem lindo. Aprendo correr
acompanhando os espasmos do meu tempo. Devoro os
noticiários, meu rádio não desgruda da CBN:as notícias
da guerra batem na tela do meu rosto; pés e mãos
gritam por todo o quarto. O que posso fazer?Não sou
tão impotente assim. Ver a maldade e nada fazer é
tornar-se parte pulsante dela.Diante de tanta miséria
eu não sou a miséria. Minha regente atitude é ainda
mais apostar na agudez do belo, no intenso e no
profundo. Meu rosto é o cinema de todos os rostos.


Nádia Caramuru-

O QUE A POESIA E O POETA PODEM FAZER?



Edu Planchez

Tudo! Conclamo o poeta e a poesia assumirem o comando
das Nações. Como? Na prática descobrimos. Estou
inundando a internet de poesia. Meu espírito e meu
corpo de sangue seguem no ventre eterno das palavras.
Quem toca-las tocará em mim e em todos os meus
mestres, amores, filhos e amigos. A poesia é isso, um
turbilhão de veias que se rasgam para engolir num só
gole os cincos continentes. Sou poeta, disso me
orgulho. Em 1989 estava no gigantesco palco do último
comício do então candidato a presidente Lula, na
Candelária Rio de Janeiro. Diante de um mar de um
milhão de pessoas eu cantei, tive esse
privilégio.Cantei depois do Lobão e antes do discurdo
de Luís Carlos Prestes. Ví e ouví Luís Inácio Lula da
Silva bradar: "Eles podem destruir uma, duas, três,
quatro, cinco mil flores. Mas jamáis impedirão a
chegada da primavera''.

Nádia Caramuru


E O CAMINHO?


Edu Planchez



É infinito. O pé precisa tocar na pele das ruas muitas
e muitas vezes para engrossar ou ficar totalmente
fino. Não há meio termo. Fui criança até os meus vinte
e um anos, com essa idade fiz amor pela primeira vez.
O local era uma praia do litoral norte de São Paulo e
ela ( a mulher) uma portuguesa de Lisboa, bem mais velha,
poeta, cantora, mãe de quatro filhas... O caminho é
porrada e vinho fino. Perfeito que seja assim: o
diamante ejacula do carvão massacrado. Poderia ter
feito o que meus irmãos fizeram: passar a vida inteira
no posto de um funcionário público: vida segura,
geladeira sempre cheia, mulher feliz, sociedade
satisfeita. Um dia fui agente administrativo do
Ministério da Aeronáutica. Um dia botei fogo na
lixeira da escola. Um dia estive quase nu no pátio da
Sanatório da Tijuca. Por cinco anos tomei Aldol. Um
dia compus uma canção para o "Cidade Negra", Da
Gama(guitarrista da banda, que eu conheço de longa
data, comentou com meu amigo-irmão Paulo Sidimil:"Edu
Planchêz?! Aquele cara metido a intelectualóide?!?!?
"A vida não tem roteiro. Nada é seguro. Quem gosta de
abismos tem que ter asas."


www.blakerimbaud.com.br

segunda-feira, 8 de maio de 2006

Que bela fada

Á noite da FADINHA do reino dos Novos Horizontes

À noite da FADINHA do reino dos Novos Horizontes

Joca Faria

Noite fria de um Outono FRIO faz silencio na casa na qual hábito
lembro me da poesia de Marcelo Planchez na qual rolam soltos os
corpus nús. Acredito que o poeta tenha feito este poema numa noite
de Outono como esta. Queria eu ter um belo corpo nú a rolar em minha cama.
Mais um fim de semana se vai. E não vejo BOAS expectativas de uma segunda-feira. Nem e oito horas e já tenho sono.
Talvez seja o silencio de uma casa vazia, Estou tentando assistir
novamente A Flauta Mágica de Ingmar Bergmam que me foi emprestado por uma bela fadinha que mora lá para as bandas do Reino do Novo Horizonte.
Às vezes chamo esta fadinha de Bruxinha.Mas ela não gosta diz que as Bruxas são, mas e comem criancinhas.
Não sei se e mito ou fantasia , Mas a Fadinha dizem que É amiga de um perigoso Mago Negro que É um político e se diz poeta, Neste reino felizmente todos se dizem poetas. Então ele o Mago Negro
Também pode ser um poeta de poemas romÃnticos.
Quem sabe este Mago Negro não seje tão mau assim talvez seje um pouquinho ambicioso e ainda acredita que os SerafimS justificam os meios.
Quem sou eu? AlÉm de um mero escritor desconhecido para julgar um personagem.Que não usa baseado, mas e inspirado em alguém real.
Mas Será mesmo que nos da Irmandade Azul somos reais? E você leitor tem certeza que esta lendo este texto? Qual doce quer comer?
O de abóbora ou de banana? FaÇa sua escolha? Pois e uma decisão que e só sua e de mais ninguém.
E a Fadinha? Deve estar em seu castelo sonhando com o Príncipe que não era príncipe e virou Sapo. Eita Fadinha SOLITARIA tão solitária
como eu. E o poeta por onde anda? Deve estar lá pelos Reinos DOS Novos Horizontes fazendo novos versos.
Aqui vou me indo, pois hoje tem Abujanra e Suas Provocações que
jamais leu um texto meu.Mas já me respondeu.
E depois a bela Atriz de Entrelinhas e por final o Fantástico O Show da Vida queria ter aquela música que se cantava no Fantástico e tão bela e poética.
Deixa-me encerrar para a bela Fadinha um grande beijo.E para os
membros da Irmandade Azul um abraço.
Vou me indo ,pois e hora de ir se não o meu editor
corta este texto. Que pena ele pensa que a vida e só política e briga
até com os amigos.
A vida e muito mais que podemos querer.E muito mais que podemos
ser.

João Carlos Faria


http://www.jocafaria.blogspot.com/

http://www.cidadedaspalavras.com.br

http://www.vejosaojose.com.br/

sábado, 6 de maio de 2006

Estrada para o infinito br 376

Caindo na estrada

Caindo na estrada

Joca Faria

A tela em branco. As idéias não acontecem neste dia frio de outono.
Já fiz minha caminhada para tentar perder alguns quilos.
Tudo é sempre uma grande rotina.O mundo girando lá fora e eu aqui em meu mundo pessoal.Estou aqui hoje, Amanhã posso não estar e tudo continuara a girar.
A novela da sete sempre começando e acabando, Os jornais sempre
falando de economia, desemprego e nas repartições públicas os andirás enpuleram se em seus cabides.
Quando fui comprar farinha no fim da tarde vi uma Kombi trailer
e meu velho sonho de viagens. Por este Brasil afora aflorou novamente. Eu que näo tenho um real no bolso sonhando novamente
com viagens.
Mas o que é a vida se não um monte de sonhos, Tenho vontade de pegar a estrada e cair no mundo com câmeras fotográficas e de vídeo deve ser coisa de nossa herança de Bandeirantes. De desbravadores desta nação. Que se fez com a força destes homens, Depois vieram os Tropeiros abastecendo as cidades, da onde vem a
mania de nos feriados todo mundo que pode ou não pode viajar.
Já viajei até de caminhão pelas estradas da Bahia. E não me arrependo em nada.
Pelo contrario sempre que vejo uma carreta da uma bela saudade e
á vontade de cair nas estradas.
Devia eu ser ator de circo mambembe ou hippie, Mas estas coisas não
existem mais. Neste século xxi de pacotes fechados de viagens toda
certinha para qualquer canto de nosso planeta.
Quem sabe uma hora ou outra me acerto profissionalmente e possa
novamente cair na estrada.

João Carlos Faria

http://jocafaria.blogspot.com/

http://www.cidadedaspalavras.com.br/

sexta-feira, 5 de maio de 2006

Praia de Castelhano,Ilha Bela,SP, BRASIL



Praia de Castelhano,Ilha Bela,sp, Brasil

Praia de Castelhanos e a caverna.

Praia de Castelhanos e a caverna.

Joca Faria

O livro esta fechado Tentou se ler e não foi decifrado as paredes do local estavam cheias de pinturas com cenas de sexo.
Eles não tinham nenhuma resposta para aquilo ser achado em plena Ilha Bela. Estavam simplesmente fazendo um passeio quando um deles descobriu uma pequena entrada.
Na noite anterior conversavam até tarde naquela pequena pousada na praia. Falavam de todos os assuntos, Brincavam de todos os jogos e decidiram subir naquelas matas fechadas para variar um pouco do passeio na praia. Castelhanos era uma praia maravilhosa e com diversas cachoeiras eles já estavam a li há alguns dias, Praticamente sozinhos porque é outono.
Conversavam animadamente sobre sexo no orkut com as fotos e as
descrições das pessoas Haviam parado para tomar um fôlego, As.
Mulheres fofocavam a vontade quando uma delas avistou algo estranho num morro ao lado e resolveram seguir a trilha que levava
aquele estranho brilho. Chegando lá viram as entradas e um dos homens adiantou se e entrou achando aquele maravilhoso lugar.
Chamou os outros três e ficaram admirando aqueles desenhos na parede e alguns livros estranhos.
O local era grande resolveram sair, pois iria anoitecer em breve, Voltaram para a trilha para se prepararem para voltar com mais estrutura.
No outro dia voltaram e nada mais acharam.

João Carlos Faria

quinta-feira, 4 de maio de 2006

BARDOS BAR

BARDOS

BAR

MÚSICA, POESIA E ENTRENIMENTO.

ESPAÇO CULTURAL
RUA PATATIVA, 381-VILA TATETUBA
-EM FENTE AO HIPERMERCADO
MAKRO-


**TODOS OS FINAIS DE SEMANA**
A PARTIR DAS 1930 HS.

São José Dos Campos SP Brasil

João Carlos Faria- Joca Faria



João Carlos Faria-Joca Faria

Flores estão murchas

Flores estão murchas

Joca Faria

Outono na sombria caverna, Nem uma luz. O silencio na avenida de faróis desligados.
Silencio sobre o frio de Outono. As flores estão murchas, mas as sementes já estão plantadas.
Portões trancados. Em casas fechadas assistindo a jogos de futebol
de uma quarta-feira que começa a se findar.
Crianças dormem o sono inocente, Ônibus levam pessoas cansadas. A vida passa e nunca acordamos para o real.
Espíritos vagueiam em nosso sono, Às vezes os vemos e perdemos
o medo.E com eles dialogamos.
Eles também estão adormecidos. Quem de nos esta acordado?
Também só durmo. Não vi o real em minha vigília, O sono vem devagar enquanto os doze ponteiros ainda não bateram.
Uma madrugada esta por vir, No silencioso quarto durmo sem perceber o maravilhoso mundo da quarta-dimensão.
Quem somos? Se não a possuímos, Tudo parece um espelho como atravessar este espelho? Quem sou realmente?
Não perceber o real sentido e dormir, Estamos sempre dormindo ainda somos semente na Terra, Num eterno Outono esperando a
chegada de uma primavera.
Quantos de nos renascerá? E deixara de ser semente?
Ainda é outono, Ainda dormimos. Quem sabe um dia despertaremos e veremos a realidade.

João Carlos Faria

quarta-feira, 3 de maio de 2006

Emilia Ract


Emília Ract

http://spaces.msn.com/hiddenflames/

Cidade sem palavras

Cidade sem palavras

Joca Faria

Tempestades nas manhas de outono, Numa fúria da natureza de nossa mãe Gaia, Homens mulheres e crianças em total desespero.
Nas manhãs de outono.
Vôo pelo passado com meus olhos serpentinos nas manhãs distantes
de um passado recente.
Onde o trem cortava nosso futuro entre praças e ruas, De nossa historia, Anos passam. E os mesmos guerreiros de Aquários se encontram para festejar a poesia perdida nos bordeis de gabinetes palacianos.
Somos governados por insanos governadores, Crianças sem luz sem festa e sem vida.
A liberdade não existe para estes falsos democratas, Tudo e uma ilusão neste mundo cada vez mais virtual, Poetas dançam em praças e nunca são lidos ou relidos pelo povo.
Como podemos mudar esta tola insanidade? Nossa verdade e desmentidas em jornais, Somente políticos despolitizados tem o poder de decidir.
E a nos somente a praça Afonso Pena bem vazia sobre a piada do caipira.
Canto a canção perdida em minha afetiva memória.
Finalmente venci os monstros de meus impulsos e os Demônios do não. Andei de saia por minha cidade.Que não e minha nem sua e sim
de todos nos.
Nesta noite de terça feira andei lendo velhos jornais, Que diz muito ao dias de hoje.Falo com meu falo enrijecido do LITTER a mais pura poesia produzida nestas terras Cassianicas.
Quem somos nos CELEBREIROS guerreiros de uma cidade sem palavras.
Montar sim uma editora que possa levar nossas revoluções por toda a Terra. Mostrar que em São Jose dos Campos além de armas
de guerra, Além de carros, Além de Petróleo se produz a mais bela
poesia nascida da vida vivida em sua plenitude.
Como diz o poeta Edu Planchez. Acordai espíritos da natureza, Despertai poetas a hora e esta e nunca mais.
Vamos combater o bom combate levar a mais pura Poesia Industrial
a todos os cantos de nossa Terra nossa Mãe Gaia.
O espírito da floresta reencarna em mim.Sou o Guerreiro das terras da Mantiqueira, O tempo urge façamos nossa revolução interna e estaremos prontos para o bom combate.

João Carlos Faria

http://jocafaria.blogspot.com

www.cidadedaspalavras.com.br

terça-feira, 2 de maio de 2006

Santa Nudez

Santa Nudez

Joca Faria

O sol esta forte lá no quintal.É feriado numa manhã de segunda-feira, Ônibus passam vazios em busca de passageiros, Carros motos
nesta manhã.
Sinto um calor diante deste computador.Dispo me gosto da nudez da santa nudez.
Qual e o problema em estar nú? Viemos a este mudo nús e nasceremos em outros também nús.
Sábado foi um dia Divino todos os artistas de nossa cidade, Encontraram se na Praça Afonso Pena.Bem no coração de São Jose dos Campos.
Fui para variar a pé, Passei num grande supermercado fui ao banheiro tirei minha bermuda e vesti minha saia, Sai caminhei alguns quilômetros até o centro da cidade.
Lá cheguei e participei do evento foi um dia muito bom,Vários poetas, músicos e atores a estarem no palco da vida, Gente que a um bom tempo não via.E que estava lá fazendo a troca de experiências.
Declamei meus textos que já não sei mais se são poemas, crônicas ou qualquer outra coisa.
E assim foi se um Sábado marcante em nossas vidas.

João Carlos Faria