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sexta-feira, 28 de abril de 2006

Maya

Maya

Joca Faria

Manha de um outono qualquer, Motos passam em sinal vermelho.
Carros correm em velocidade, Caminhões numa quinta feira de
muito trabalho.Poetas escrevem seus textos um oficio como outro qualquer.
O sexo e a ilusão tomam conta de sua mente.Vive num mundo ilusório de Maya, Vários desejos insanos de sexo. Busca solitária
em mundos virtuais.
Buscando encontrar a si mesmo, Mesmo que seja na outra metade desvendar o mistério feminino.
Em busca de um sexo pleno, Em busca de um gozar interno.
O falo em riste em busca da flor, Em busca da vagina.
Em busca dos segredos.
A vagina a depositaria da semente onde nasce a flor, Filha de Gaia
a mãe natureza e a unidade do masculino e femino traz de volta o
sexo sagrado.

João Carlos Faria

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