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sábado, 8 de abril de 2006

FAST FOOD

Joca Faria

Morte morrida morte matada. Invado o desejo de te penetrar fêmea
em cio.
A quantas luas não fazemos amor? Acabo de ver a calcinha da atriz na novela.
Quantas luas? Quantas mulheres nuas dançando em volta da fogueira.
E eu aqui a ESCREVER tantas besteiras. Hoje andei descalço pela avenida
senti na pele o solo. Como estamos distantes de nossa Mãe Gaia em
Ônibus neuróticos em filas para isso e aquilo.
Presos há um tempo que não temos para nos mesmos escravos de um consumo. Engordando e comendo mais com os olhos do que com a boca. FAST FOOD nossa vida e um grande e rápido FAST FOOD.
Não temos tempo para nada em nosso egoísmo virtual, De olhos.
Em celulares, computadores e tv.Pautamos nossos horários na programação televisiva.
Consumir num sexo FAST FOOD.
Transar sem amor com a mulher consumível fazer um sexo vazio
um sexo sem amor.
Estamos longe dos Deuses longe de nosso Deus interior quem sou
Eu quem e Você.
Não somos nada alem de um numero no RG um numero de cartão
de credito, Eleitores passivos de políticos corruptos.
Não quero fazer amor com quem NÃO ame, Quero ser careta e romântico quero acreditar na família.
Deixar de ser um homem FAST FOOD.
Somos uma grande sociedade descartável como o resto que jogamos apos comer um FAST FOOD.
O que realmente e importante? Como deixaremos de ser seres apenas consumista.
Quando construiremos uma verdadeira sociedade ética?
Mulher venha fazer amor comigo depois de dançarmos ciranda em volta da fogueira.

João Carlos Faria

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