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sexta-feira, 10 de março de 2006

Cavaleiros de Esperança

Joca Faria

Na atual distancia cavaleiro de esperanças vãs exércitos sem armas.
Sem motivo numa solidão desvatastadora para onde vamos quem realmente somos heróis ou anti-heróis?
Numa guerra sem fim, Invasões bárbaras nas ondas dos rádios.
Antenas parabólicas recebendo nada que realmente preste.
Em carnavais baianificados num comercio desalmado.
Somos e não somos minha cabeça dói ferozmente parece
ferida em combate.
Mas que combate parece que enfrentamos gigantes, mas são moinhos de vento de uma sociedade bestificada.
O que de verdade podemos fazer para mudar realmente esta desordem programada pelos senhores do poder.
Ainda não sabemos nem quem somos realmente?
Como mudar a ordem sistêmica se somos o próprio vírus?
Como ser se ainda não o somos? Não sei não me perguntem tenho toda as duvida do mundo.
Avenidas silenciosas no vaivém de automóveis e no céu surge um arco-íres a iluminar nossa fé.
Que ousemos acreditar sem perder nossa coragem.
Somos o que somos e devemos ir alem do arco-íres.

João Carlos Faria

Que ainda se perde no labirinto.

www.cidadedaspalavras.com.br

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