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terça-feira, 19 de setembro de 2017



A caneta rasga o céu de nossa imaginação ..


Minha alma ao menos esta noite foi salva da monotomia da TV o poeta Diego El KHOURI PUBLICOU um poema de Ikaro Max “ PEDAGOGIA DAS FOGUEIRAS “ Ai cheguei ao KINDLE de meu celular onde Fernando Pessoa espalha sua vida em nosso viver .. Entre tantos poemas de Pessoa “ Cruzou por mim, veio ter comigo , numa rua da Baixa “ .. Não consigo na noite ler manuais de concurso .. Não tenho nada contra Vygostsky , Piaget , Wallon .. Embora ache que mesmo depois de alguns anos entendo pouco destes pensadores da educação .. Paulo Freire é diicil de ler mas é prazeroso. Gosto de ler Edu Planchez , Nydia Bonetty e tudo o mais que caie na rede .. Filosofos em geral … Estou com uma sede por um romance bem escrito .. E estes concursos a nos tirar a alegria da vida … E o prazer da leitura sem nenhum compromisso. A sala de aula é algo tão prazeroso que me dá prazer levantar as cinco da matina … Quem sabe um dia tenha paciencia para cadernetas , relatórios , corrigir e elaborar provas mas gosto da ousadia de um documentaŕio que questiona a educação a A EDUCAÇÃO PROIBIDIDA disponivel na NET FLIX .. Pensar e agir .. Deveriamos ser mais ousados e me faço poeta … A vida é guerra e arte … E um poema nos ganha o dia .. Tem hora que me pergunto o que faço neste mundo .. Sem metafisica, deixaria um onibus me atropelar .. Redes Sociais espalham poesias … Este fim de semana foi ‘ GLORIOSO “ estavamos numa Festa Literaria ..
Ler , refletir o mundo e escrever ...Quero comprar um KINDLE para salvar minhas noites pós meditação da Globo Nwes .. Já me basta o UOL prefiro descubrir a poesia no Face e no Entrementes.
Sei que não me transformo. Se não me transformar o mundo sempre será mundo. Eu deveria criar um romance experimental .. Recriar minha vida em diversos personagens tem um filme assim sobre a vida de Bob Dylan nem ouço tanto Bob , sou mais Caetano Veloso , Raul Seixas e nossa velha MPB sem esquecer as novidades como MUSA HIBRIDA .. Quero fazer um curso de letras não para revolucionar a educação , mas passar o prazer da leitura e escrita aos alunos.
Poemas eu faço nascer poucos e raros e nem tão bãos assim. Livro não lanço não sei fazer a SELEÇÃO DOS TEXTOS … Vi tanta coisa bela impressa na festa literaria .. Tanta ousadia , preciso achar um diagramador para criar algo simples como uma revista da Turma da Monica para custar pouco. Quero publicar na AMAZON … Tantos planos e pouca ação. A caneta rasga o céu de nossa imaginação .. Tinha um poema assim de uma garota no cd cidade das palavras ..
Este egoismo de mercado que não nos deixa juntar para fazer. A palavra “ PROJETO “ e “ GRANA “ precisa ser excluida dos meios artisticos. Um poema republicado por Diego El Khouri causou um abalo cismico em minha zona de conforto .. E este escrito nasceu.
Confiram o poema de IKARO MAX …

Joka

João Carlos Faria




PEDAGOGIA DAS FOGUEIRAS
Por: Ikaro Max
outrora as próprias ervas de cheiro, tempeiros, incensos de uso mágico eram vistos como ameaça diante dos dogmas da Santíssima Trindade: pois devolvia aos sentidos a primazia deste mundo & não a arquitetada cegueira de um mundo inventado fora deste.
E as "bruxas" foram perseguidas & queimadas para se arrependerem da profana devoção ao sensível...
Para quê, pois, deixar a estes inquisidores o monopólio das fogueiras & das Noites de São Bartolomeu?
Imensas piras em que obras inteiras, bibliotecas inteiras, Alexandrias inteiras, que datam de Nero a Hitler.
Os catálogos de iguarias
As revistas de sport
Ou de moda
As publicações evangélicas:
& se elas fossem, igualmente,
queimadas?
Não se vê Espírito escrever:
estamos atolados entre corpos & arbítrios
entre privilégios de quem, enquanto casta, legalizou a abominação & o assassinato.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Apocalipse

A besta esta ai , livre e solta a trazer dor !



Eu que coleciono as imagens de espelhos de minhas memorias
sentidas de minhas quase 108 existências !
Quase 108 inexistências, acecessalas é um desafio.
Eu sim Eus em suas malévolas pluralidade nunca a essência.
Demônio a arrastar corpos e mais corpos masculinos e femininos em eras grilhões de medo e dor.


As vezes em jangadas perdidas no Oceano da Lemúria ..
Hoje conto historias infantis em salas de leitura .. Cinderela , Branca de Neve
eu sempre Lobo e Ovelha ..
Sedento de sangue e orgias … Em seculos e seculos perdidos …
No êxtase do pecado e da luxuria.


Eu hoje neste Vale do Paraíba entre a Mantiqueira e o Oceano Atlântico ..
Que futuro nos reserva nestes sombrios dias , onde se anuncia a soltura
da besta que agora tem nome ?!


Fim de tempos , oceano de vidas e vidas e nunca alcanço a liberação
de minha essência ..


Canções , canções , canções ..


Vaidade e dor .. nestes dias de fim …
Só no resta cair de joelhos e orar , meditar .. Suplicar ao Pais que esta em nosso
interior e o Amor da Mãe que vive em segredo.


Eu sacerdote de civilizações perdidas hoje no lodo …
Buscando a essência , querendo luz e descendo aos abismos sombrios
de minhas 108 inexistências …


Alma , fragmentada , cansada … Bebo a taça e o saber de
Samael Aun Weor ..


Que nos alivia da desesperanças , tempos sombrios ..


Tempos de desamor , silenciemos acessemos o
coração é tempo de orar , meditar e conquistar o amor.




Joka


João Carlos Faria






domingo, 10 de setembro de 2017

Catedral de ventos ..

Eis os mortos de tempos inexatos , calor de inverno ..
Antecipa - se a primavera ...
Desesperança ...
Uiva - se
Silencio, Atlântico ..
Floresta de concreto , lobos ..
Eis a festa .. sob a luz da noite ..
Mergulhemos na escuridão .. abismos
diante da estrela que deve nascer dentro
de nosso abismo.
Morte , inexata .. canção de um fim.
Porque não existir ?

Joka

João Carlos Faria

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Nydia Bonetti nos dá a certeza de existência numa tarde sem chuva , últimos dias de inverno. Sem chuva enquanto ainda não chega a primavera. Uma canção de Antônio Marcos outra de Beto Guedes e a poesia de Nydia.

Nydia Bonetti
a dor que mata é a mesma que salva
os calos nas mãos protegem
e todo esquecimento
e os olhos embaçados
e os ouvidos moucos
talvez sejam dons
entre ser e não ser a vida se equilibra
na mais perfeita ordem
neste universo advindo do caos
onde tudo mergulha e silencia

sábado, 2 de setembro de 2017

A CONEXAÇÃO DA SOLIDARIEDADE


Como sair de nossas zonas de confortos sejam as espirituais , econômicas e sociais. Vejo todos nos se debatendo nas redes sociais feito peixes a agonizar fora da água. O amigo Paulo Lopes quando trabalhávamos num evento para sua produtora. Falava em criar um jornal com Boas Noticias e hoje vemos as redes sociais. E uma lamentação enorme.
Como diria Raul pare o mundo que vou descer. Tem um nome bem chic em Inglês o tal de Carl Working onde muitas empresas se juntam. E não é que tem um povo na periferia de São Paulo criando seus espaços de trabalho. A “ esquerda “ não gosta muito da palavra “ empreendedorismo “ mas sou ovelha bem vermelhinha os socialistas Utópicos do inicio do século dezenove tinham uma visão mais independente do que a “ esquerda “ que gosta de se deixar levar pelas benesses do estado. Sinto precisamos saber arregaçar as mangas e criar soluções econômicas de modo coletivo neste século vinte e um.
Quantas ferramentas ?! Nunca tive a visão de me acomodar num empreguinho qualquer de funcionário público. Para mim vender a minha mão de obra a preço de banana é sempre algo passageiro e que quase nunca passa. Temos que nos revoltar contra nos mesmos e achar saídas
nestes labirinto econômico e social. A estrutura da escola publica muitas vezes é ótima mas a visão
da comunidade e dos trabalhadores em educação é geralmente bem tacanha. Faz se um decoreba de alguns pensadores sempre os mesmos e tenta se implantar numa escola que não liberta e sim nos
mantém escravos deste sistema que nos alimentamos. As pessoas no dia a dia esquecem de pensar o mundo e suas vidas. E dedicam -se a seus trabalhos mecânicos. Mais de oito horas de trabalho por dia mais o tempo do translado. E ficam esgotadas eu mesmo estou nesta, mas que seja momentâneo
temos que nos refletir temos uma data de nascimento e um curto intervalo para uma data de sepultamento. Precisamos ser ousados e criativo neste intervalo. E geralmente não somos. Cade
nossa ousadia ?
É preciso repensar tudo religião , metafisica, educação, arte e economia. E não o fazemos as universidades não ensinam a pensar. Então nos esforcemos não pensando para não sermos mecânicos.
Cidadania é um termo forte. A economia no mundo muda sempre. Agora este tal de Carl WORKING.
E o nome de Solano Trindade um poeta dá nome a um espaço deste na periferia de São Paulo.
A vida não deve ser passado em preto e branco não estamos aqui para nascer , crescer , reproduzir e morrer. Temos que deixar algo além de uma herança genética. Inspiremos nos em Buda , Jesus o Cristo e outros historia a fora que deixaram suas marcas.
Temos uma herança humana e porque somos tão desumanos que aceitamos moradores de rua, crianças sem escola e crianças com uma escola que não lhes dá uma boa perspectiva de vida ?!
Sair do lugar comum para que lemos tanto e pensamos tanto ? Se refletir no espelho deixar
a consciência se manifestar.
Nunca é tarde para se construir algo novo. Partidos Políticos , Sindicatos estão envelhecidos e nas
periferias deste planeta surgem novidades que devemos estar atentos que podem mudar a vida
das pessoas.
O Estado é uma invenção humana que pode ser transformado. A economia deve ser solidaria e humana. É preciso descobrir maneiras de gerar riquezas e as distribuir. A escola deve ser um lugar de mudanças e transformação social mas ao contrario é o local mais reacionário e conservador que conhecemos. No geral ela reproduz a cruel realidade da exclusão social. Com o embasamento de teóricos e acadêmicos.
Gosto mais de Ivan Illich , José Pacheco que buscam mudanças no ensinar e no convívio escolar.
É preciso criar uma economia solidaria nas periferias Brasileiras e criar uma teia de comunicação no Brasil para que novidades que transforme a economia , educação , arte das comunidades sejam
socializadas.
Não estamos numa ilha estamos conectados. Temos infinitas possibilidades além de um mero e cansativo trabalho mecânico.
Ousadia o mundo precisa de ousadia !


Joka


João Carlos Faria




domingo, 27 de agosto de 2017

Não devemos nos desesperar quando não vem o poema. Quando menos esperamos
ele vem e nasce e nos saúda !
O poema é raro mas a prosa o prepara para nascer. Hoje ele veio a luz !
Brincante como aquele Jesus Cristo de Fernando Pessoa .. Quem vive sem a luz do
poema descemos ao nossos infernos. Pé ante pé enfrentemos nossos dragões ..
Que o poema nasça em nossas almas.
No espelho Clarice


A partir do conto no Espelho de Ronie Von R. Martins e a imagem postada no Entrementes e relembrando o poema Clarice de minha autoria publicado no meu livro Retinas.
Recrio livremente.



No espelho Clarice


Clarice, sempre no espelho a se refletir desde menina. Clarice sempre menina sempre
livre e solta a subir nos pés de arvore.
Sempre andando descalça. Nadando nos rios. E assim cresceu Clarice nos quintais da Mantiqueira.
Clarice sempre nua diante do espelho. Tentando desvendar o que é além ?
Mergulhada nos livros e na vida …
Clarice diante do espelho se refletindo antes de que houvesse nudes e fotos.
A beleza .. Narcísica de Clarice .. desvendar o mundo .. Caminhar pela Mantiqueira.


Clarice esbelta , forte e audaciosa ..


Banha -se no Sol dos Outonos ..


Clarice mergulha no espelho adentra a si mesma ..
Sempre Clarice …


Clarice se faz mulher , diante do espelho …


Clarice nos quintais da Mantiqueira .


E o que além no existir ?! Se estamos sempre aquém de nos desvendarmos !?


Clarice, alguém em busca da essência , mergulhada dentro do espelho.


Entre livros , filmes e filosofia ..


Afinal quem é Clarice , círculos , montanhas , eternidade ..


No atravessar o ESPELHO ..


Clarice , Clarice , Clarice …


Diante de sua imagem no espelho.




Joka


João Carlos Faria

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

BRASILIA e seus lideres populistas

As redes sociais parecem desconectadas da realidade. O cotidiano fora das redes é prazeroso.
Canções de pássaros , crianças , trabalho.
E a politica é uma ilusão. Brasília deserta de humanidade.
Enquanto o povo calado só constrói riquezas .. Que perdidas na ilha da fantasia “ Brasília “ palácio de devoradores de sonhos e utopias.
O que será o destino de um povo sem líder, sem vozes? Sem quem realmente faça pelo destino do povo. Estamos cansados “ de lideres populistas “
Quando mudaremos de fato esta podridão ?
Só as ruas pode libertar o povo de sua “ classe politica “ só as ruas. só as ruas . só as ruasssssssssssss. E nos" calamos " em gritos histéricos nas redes desconectadas da realidade.
   
Joka

João Carlos Faria