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terça-feira, 18 de julho de 2017

O ato sagrado de ler e escrever




Para mim a escrita é um ato Dionísico mas este Êxtase só vem depois da leitura. Sem ler não existimos o ato de ler é criação. É reinvenção bebi de Samael Aun Weor, Paulo Roxo Barja, Jorge Mautner o êxtase é tanto que não cheguei a uma leitura de educação. Mas a sabedoria destes autores e a escrita é a posse numa antropofagia eu os devorei suas letras , sua magia e suas sabedoria. Ser escriba é magico. Ensinemos esta magia as criancas , velhos e jovens. Desfrutar das
palavras é um ato de rebeldia.
Homens sejamos rebeldes vamos abrir as paginas de livros seja em qualquer suporte. Metafisica, física quântica.
Desfrutar da taça do saber. Sou eu você e quem me ler. A humanidade se faz real quando mulheres e
homens leem. Somos imortais. Avancemos num segundo estamos em Atlântida no outro New Yorque. E o monstro da lagoa emerge na sabedoria de Jorge Mautner.
E minha cidade se desvenda em Paulo Barja .. E a criação humana em Samael Aun Weor.
Refundemos a vida. O que nos impede de conquistar a almejada liberdade econômica da América
Latina ? !
O que nos segura a não ser eliminar nossos egos para nossa revolução individual. O coletivo é uma junção de homens livres das amarras egoicas.
Das trevas se chega a luz.
Eu não sou Shophia , nem Maria sou seculos .. 108 EXISTENCIAS … Para se libertar através do
ato de amar.
Criar , homens e mulheres , subir aos céus , baixar aos infernos eis a necessidade de ir além do
homem.
Êxtase sublime este êxtase o ato de ler. Viajar eternidades , redescobrir verdades silenciar em
meditação.
Quando abrimos e nos entregamos a ao ato de ler temos o poder em nossas mãos, canções , poemas, romances , ensaios.
A sabedoria humana numa decifração de códigos.
Sim a escrita é um ato Dionísico onde nos tornamos humanos.
Momentos de liberdade, eis que nos aproximamos de nossa eternidade.


Joka


João Carlos Faria


sexta-feira, 14 de julho de 2017

O osso duro da sopa e cade aquela mosca na sopa ?

Não acredito mais em velhas raposas ... De tão velhas com suas palavras de
desordem desgastadas.
Lamentável estamos sendo roubados pelas elites, direitos sendo retirados
e não temos lideranças o suficiente para nos organizar. Articular palavra fora do dicionario do povo. E por isto sempre povo. Esbravejemos nas redes insonsas.
E as ruas vazias. Fé sem ação , utopia diante da televisão.
Como diria Raul Seixas “ quem não tem visão bate a cara contra o muro “ imaginem uma nação inteira batendo a cara contra o muro ?!
Talvez o clamor das ruas se faça eco. As redes insonsas alivia nossa dor ?


Joka
João Carlos Faria

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Por um fundo nacional de arte e cultura

Para não perder a insistência e a guerrilha em arte e cultura.
Acabei de sugerir a um deputado via instagram a criação de um
fundo nacional de arte e cultura.
Cade vez que mergulho na educação enquanto profissional
mais sinto a importância da arte e cultura no desenvolvimento de jovens e crianças.
O trabalho do Grupo Bola de Meia através de seus CDs esta presente
nas salas de aula na cidade. Precisa - se de um projeto de difusão de teatro, musica, dança nas escolas de nossa rede Municipal e Estadual.
E como anda o Fórum de Cultura de São José dos Campos ?
Mais que nunca a arte transforma.


Joka

João Carlos Faria

sábado, 1 de julho de 2017








Fim de tarde numa estrada para o infinito


Sol ,


noite por onde anda o homem enquanto os Deuses
nos trazem a certeza de suas existências ?
Como poderia eu ser ateu !
Se existir é algo não ao acaso ..
Resistir , existir no eterno ir e vir ..
E Deus não sai comigo para trocarmos um dedo de prosa.
Vida , existência ..
Ele sempre dentro e eu sempre fora.


Joka


João Carlos Faria

Foto Elizabeth Souza


A arte de Diego El Khouri

Primeiro conheci o poeta indicado por Edu Planchêz depois veio o artista plástico que é muito bom. E ganha reconhecimento. Um artista as margens e dentro. Fora e no centro. Precisamos escrever mais sobre você. Gostaria que o Edu Planchêz manda-se um escrito sobre você mas ele esta sempre ocupado. Poeta, artista e provocador direto do centro do Brasil para o mundo. Quiça ainda cante e toque como Aguilar faça performance e no cinema ? Experimentar .. criar .. existir não se define Diego El Khouri.

Joka

João Carlos Faria

domingo, 25 de junho de 2017

periferias senzalas de nossa barbarie


Cançoes, poemas no inivitavel céu azul , quero voar , saltar abismo. Incendiar minha ainda
inexistente alma com o fogo do amor.
É inverno descubro poetas incendiarias que acendem o fogo da vida , e a serpente enroscada
em mim nunca despertará ?
Ontem estava distante de mim, de mal com a vida e um homem em Sampa distribui quinhentos
paes o amor multiplica os paes.
Não adianta me dizer que deus morreu. Dentro de mim esta vivo no fragmento de minha alma ,
ainda desconectado mas o coração incendeia.
Para que tanto temor numa tarde de sábado, se foi um dia de Sol ?


Quantas cançoes ainda não criei , tantos roteiros e os paes se multiplicam na cracolandia.
E nosso desamor tatua o rosto do garoto.
Não desvendamos as periferias senzalas de nossa barbarie

Nas ruas cantores cantam nossa desagradavel barbarie .. não deixe o crack se multiplicar e sim os
paes.
Cade o Cristo que não nasce em nossos coraçoes?

Céu e Inferno numa tarde de incertezas .. tantos livros que já li e não sei dar um abraço, rezar para
o próximo e sentir as dores de sua vida ?
Não se ver no outro é uma cegueira do coração.
Para que servem todo nosso saber, conhecimentos cientificos se deixamos a selvageria tomar
conta da razão.
E o amor não nos junta nem a dor.
Cançoes , poemas , filmes e sou pedra !?
Não sei amar ao próximo e não me vejo nele ?
Quanta dor numa tarde de sábado, praça , cidade vazia de solidariedade.
Cançoes inexistente.
Que o Cristo nasça em nosso coração, religiosidade transforme e nos religue ao Deus dentro de
nós. O resto é um supermercado de miserias sociais. Miserias que esta dentro. Sempre dentro de uma pedra no peito. Onde enterramos o coração !?

Joka

João Carlos Faria

quinta-feira, 22 de junho de 2017


Série Curitiba dedicado a Camille Serpa

Curitiba, fresta de sol .. A cidade ..


Claridade , inverno .. Curitiba .. raios de sol

Batman passeia por Curitiba !
Por entre raios de sol


Tarde, inverno .. cadê o velho poeta de Curitiba ?
Um tal de Paulo

Jardins, praças a cidade se encanta no Sol de inverno !


Joka

João Carlos Faria

Série Fernando Pessoa numa tarde de incertezas !

Dancemos cirandas , em torno do congresso !
Justiça social, paz, trabalho !
Como se constrói a democracia ?

Que a poesia alcance Brasília, irmanados num canto de amor !

Não ser mera , sombras sem o Sol !
Alma por nascer.

Quantos amores para desbravar a poesia ?
Quantos poemas são necessários para abrir um portal?

É preciso navegar nos pensares de algum educador !
Mas Pessoa é amor !

É a leitura de Fernando Pessoa se encerra com o carregar de uma bateria !

Joka

João Carlos Faria

terça-feira, 20 de junho de 2017

O velho novo discurso das elites burocráticas da cidade

Desejo todo sucesso a nova diretoria da Fundação Cassiano Ricardo mas sou frequentador e já fui do “ conselho democrático “ quando a comunidade opinava de fato e tinha nove comissões setoriais de arte e cultura.
Vivemos numa cidade em que a classe politica e empresarial não investe nem no time de Futebol da Cidade a velha Águia do Vale.
Muito menos em arte e cultura. Vi varias iniciativas assim desde a Gestão de André Freire, Diniz e tantos outros.
O mecenato não faz parte do empresariado sangue suga brasileiro.
Cade a Embraer, General Motors , Jonhson e Jonnson entre outras industrias e comércios.
E Associação comercial ? E o Shopping Colinas ?
Estes modelos de Festivais já não estão ultrapassados ?
Carecemos na cidade não fechar uma Fundação mas mudar o conceito de politica de arte e cultura nisto o Vicentina Aranha sua gestora esta anos luz a frente.
Chega-se o fim de semana e só nos cabe o SESC e o Vicentina Aranha com uma certa programação de arte e cultura na cidade.
A Fundação sempre deixa um vácuo.
E a cidade silenciou com o fim do ‘Revelando São Paulo cade os agentes culturais da
areá de folclore e cultura popular se calaram ?
Cade um debate para uma politica de arte e cultura que gere empregos para a comunidade artística investir num polo de cinema pode ser um dos caminhos.
Divertam-se senhores gestores de cultura deste município vocês não enganam ninguém mais. Uma hora a comunidade artística da cidade amadurece e saberá construir uma politica horizontal de cultura. Porque esperar de governos que são representação dos feudos partidários .Nada de novo e inventivo vira .Só a manutenção dos velhos currais eleitorais.A sociedade se transforma em suas bases e suas elites estão podres.

Joka

João Carlos Faria

http://www.ovale.com.br/_conteudo/2017/06/viver/8975-fccr-de-olho-no-setor-privado.html